País: 
PT Portugal
Nome completo: 
António José Conceição Oliveira
Posição: 
médio
Naturalidade: 
Mogofones
Data de nascimento: 
Segunda, Outubro 14, 1946

Os mais arreigados militantes da causa sustentam, como Artur Semedo, que “o Benfica é uma religião”. Culto esse, anos a fio, praticado por Toni, que mal se deu quase sempre por outras paragens. Ele que fez parte da sua formação no Instituto Salesiano, que se derretia perante as aptidões de Matateu e do Belenenses, que sonhava com a advocacia. Outra causa abraçou, o futebol e, no caso vertente, o seu Benfica, “com orgulho muito seu”.

Da equipa dos Salesianos passou para o Anadia. Em 63, num jogo como vitória sobre a Académica (3-0), fez uma exibição todo-o-terreno, esclarecedora e vibrante. Já com Mário Wilson na cidade dos doutores, transferiu-se, depois da aquiescência do pai Ventura, a troco da promessa de lhe pagarem os estudos. Os deuses da fortuna estavam como ele e quando “o Gervásio foi atacado de febre tifóide, fui chamado à equipa que jogou a final da Taça com o Setúbal. Destaquei-me, sobretudo pela minha grande capacidade física. Foi um desafio dramático, com dois prolongamentos sofridos, e já era noite quando o Jacinto João, depois do Rocha ter atirado à barra, marcou o golo que nos levou a Taça”.

A 9 de Junho de 1968, o Jornal “A Bola” fazia manchete com o ingresso de Toni na Luz, por 1305 contos de rei. Viviam-se os tempos de “Fátima, Benfica e Fado”. Rodeado de estrelas, o Craque Saloio, como passou a ser conhecido, experimentou algumas dificuldades para se impor. Mesmo assim, episodicamente, lá ia assinando o ponto.



Batia-se bem, revelava-se proficiente. Refulgia na intermediária, com a cadência de um relógio de hora certa, sobretudo valorizava a força do pulmão, num jeito alegre, contagiante, abnegado, jamais precisou fazer mea culpa. Marcou uma geração de ouro no carrossel das vitórias encarnadas.

No tempo da equipa-maravilha do inicio dos anos 70, ficou ligado à saída do britânico Jimmy Hagan. Involuntariamente. No dia da festa de Eusébio, com Humberto e Nélinho, foi proscrito da convocatória, que o exigente britânico não transigia com faltas de disciplina, menores elas fossem. Afinal, os três jogadores haviam apenas negligenciado um mero exercício físico. Tentativas houve de reconciliação. Inflexível foi Hagan. Borges Coutinho ordenou que os jogadores participassem “na festa do amigo e do ídolo”. Desautorizado, o inglês partiu para sempre.

A bonomia sempre foi uma das suas características, um lado humano fascinante. No termo da década de 70, num jogo com o FC Porto, disputado nos rigores do Inverno, partiu uma perna ao portista Marco Aurélio. Sem querer. Inviperou-se com a desgraça. Caíram-lhe lágrimas de uma dor patente. Até o resultado da contenda subestimou.

O apego à justiça, o amor pelo colectivo, fizeram de Toni um lutador. Nos dias da democracia-bebé, dedicou-se às lutas sindicais, pelo fim da abjecta lei de opção dos futebolistas. Viviam-se tempos em que os atletas necessitavam até de autorização das directorias para se… casarem. Campeão também nesse combate contra o futebol-escravidão acabava por ser.



Dos outros títulos reza a história. Oito Campeonatos Nacionais, quatro Taças e uma Supertaça. Anos a fio capitão de equipa, líder se afirmou, com simplicidade, com a naturalidade dos grandes homens. A Selecção Nacional também o chamou, ao todo 33 vezes. Jogou a Minicopa no Brasil. Mas, tal como Humberto Coelho, João Alves ou Artur Jorge, não interveio em nenhuma fase final de uma grande competição. É o seu maior azedume.

Despediu-se dos relvados no dia 24 de Maio de 1981. Com o Vitória de Setúbal. E com a correspondente faixa do titulo. Pouco mais tarde, era convidado para treinador-adjunto. Com Eriksson. Com outros depois. Intocável, que a lealdade era das suas principais virtudes. Até que chegou a técnico principal, transformando-se, historicamente, no único campeão, na dupla tarefa de jogador e treinador, da longa caminhada benfiquista.

Campeão europeu poderia ter sido. Ficou a um pontapé de distância. O pontapé fatídico de Veloso, na final de Estugarda, em 1988. Foi o último técnico ganhador no Benfica. As gigantescas bancadas da velha Luz tributaram-lhe o justo e prolongada aplauso. Era gente feliz com lágrimas. Já se sabia que para o seu cargo estava apalavrado Artur Jorge. Só não se sabia que era o inicio da mais prolongada hibernação competitiva do Benfica.

António Mega Ferreira, notável escritor, bem poderá ter assinado o melhor elogio, ao passar a letra de forma que “foi com homens como Toni que se fez o Glorioso”.

 

Épocas no Benfica: 13 (68/81)

Jogos: 395

Golos: 24

Títulos: 8CN, 4TP, 1ST

 

Texto: Memorial Benfica, 100 Glórias
Copiado de Ednilson

Estatísticas detalhadas

SL Benfica (Futebol > Seniores > 1968/1969)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 21 1 382 0 0 1
Taça de Portugal 8 542 0 0 1
Taça dos Campeões Europeus 4 91 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1969/1970)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 26 1 854 0 0 0
Taça de Portugal 6 426 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 3 46 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1970/1971)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 15 839 0 0 0
Taça de Portugal 2 97 0 0 1
Taça das Taças 3 260 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1971/1972)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 22 1 133 0 0 0
Taça de Portugal 5 180 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 3 45 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1972/1973)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 28 2 209 0 0 3
Taça de Portugal 1 90 0 0 1
Taça dos Campeões Europeus 4 0 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1973/1974)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 24 1 869 0 0 2
Taça de Portugal 5 315 0 0 1
Taça dos Campeões Europeus 4 0 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1974/1975)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 29 2 201 0 0 1
Taça de Portugal 5 450 0 0 1
Taça das Taças 5 450 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1975/1976)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 29 2 246 0 0 4
Taça de Portugal 1 0 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 6 79 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1976/1977)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 24 1 581 0 0 0
Taça de Portugal 3 105 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 1 0 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1977/1978)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 30 2 194 0 0 2
Taça de Portugal 5 360 0 0 1
Taça dos Campeões Europeus 6 46 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1978/1979)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 27 1 772 0 0 0
Taça de Portugal 2 180 0 0 1
Taça UEFA 4 329 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1979/1980)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional 21 1 456 0 0 1
Taça de Portugal 7 357 0 0 0
Taça UEFA 2 34 0 0 0
SL Benfica (Futebol > Seniores > 1980/1981)
Competição Jogos Minutos Amarelos Vermelhos Golos
Campeonato Nacional (1980/81) 1 30 0 0 0

Primeiro jogo

08 Set 1968
Campeonato Nacional
Equipa inicial: Nascimento, Raúl Machado, Jacinto, Cruz, Humberto Coelho, Jaime Graça, Coluna, Simões, Eusébio, José Torres, José Augusto
Treinador: Otto Glória
Golos: Jacinto, Eusébio, Eusébio, José Torres

Último jogo

13 Maio 2006
Campeonato Nacional
Equipa inicial: Toni, André Lima, Ricardinho, Côco, Wilson

Autor 29913 - Tópico: Toni  (Lida 63172 vezes)

Corrosivo

  • Eusébio
  • ******
  • Mensagens: 19758
  • 08 de Agosto de 2008, 18:30


Nome Completo: António "TONI" José da Conceição Oliveira
Posição: Médio Centro
Nacionalidade: Português (Internacional A)
Data de Nascimento: 14-10-1946
Número da Camisola: ?
Pé Preferido: Direito



Épocas ao serviço do Benfica: 13
Total de Jogos pelo Benfica: 391
Total de Golos pelo Benfica: 23
Títulos pelo Benfica:
8 Campeonatos Nacionais (1968/69, 1970/71, 1971/72, 1972/73, 1974/75, 1975/76, 1976/77, 1980/81)
4 Taças de Portugal (1968/69, 1969/70, 1971/72, 1979/80)


1968/1969
Jogos: 34
Golos: 2 (1 na Liga)

1969/1970
Jogos: 35
Golos: 0

1970/1971
Jogos: 20
Golos: 1 (0 na Liga)

1971/1972
Jogos: 30
Golos: 0

1972/1973
Jogos: 33
Golos: 4 (3 na Liga)

1973/1974
Jogos: 33
Golos: 3 (2 na Liga)

1974/1975
Jogos: 39
Golos: 3 (2 na Liga)

1975/1976
Jogos: 36
Golos: 6 (5 na Liga)

1976/1977
Jogos: 27
Golos: 0

1977/1978
Jogos: 40
Golos: 2 (2 na Liga)

1978/1979
Jogos: 33
Golos: 1 (0 na Liga)

1979/1980
Jogos: 30
Golos: 1 (1 na Liga)

1980/1981
Jogos: 1
Golos: 0



Como Treinador:


Épocas ao serviço do Benfica: 6
Total de Jogos pelo Benfica: 216
Total de Vitórias pelo Benfica: 126
Títulos pelo Benfica:
2 Campeonatos Nacionais (1988/89, 1993/94)
1 Taça de Portugal (1992/93)


1987/1988
Jogos: 39
Vitórias: 18 (12 na Liga)

 
1988/1989
Jogos: 48
Vitórias: 34 (27 na Liga)

1992/1993
Jogos: 38
Vitórias: 27 (18 na Liga)

 
1993/1994
Jogos: 48
Vitórias: 30 (23 na Liga)

2000/2001
Jogos: 24
Vitórias: 9 (8 na Liga)

 
2001/2002
Jogos: 19
Vitórias: 8 (7 na Liga)
« Última modificação: 22 de Novembro de 2013, 01:44 por Shoky »

joaonunes

  • Eusébio
  • ******
  • Na vitoria ou na derrota, na prosperidade ou na crise ... serei sempre um orgulhoso portugues.
  • Mensagens: 24805
  • 08 de Agosto de 2008, 20:54
Porto 3-3 Benfica | Campeonato 1993/94


Benfica 2-2 Boavista | Campeonato 1988/89

 

Benfica 2-2 Sporting | Campeonato 2001/02


Farense 0-2 Benfica | Campeonato 2001/02

« Última modificação: 14 de Agosto de 2013, 14:36 por Shoky »

Vitor84

  • Eusébio
  • ******
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  • 08 de Agosto de 2008, 21:19
Um símbolo do nosso clube.
Se todos os que vão a votações para saudade tivessem metade do seu currículo e palmarés ao serviço do SLB  :whistle2:

Elvis the Pelvis

  • Eusébio
  • ******
  • Too young to hold on and too old to just break free and run
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  • 09 de Agosto de 2008, 00:11
Grande benfiquista! :bow2:

Ferreira29

  • Eusébio
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  • Dubai
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  • 09 de Agosto de 2008, 00:13
Grande senhor!

VitorPaneira7

  • Velha Glória
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  • 09 de Agosto de 2008, 00:17
para a saudade claro.O meu pai para definir Toni como jogador disse o seguinte "uma força da natureza".

LuigiSLB83

  • Moderador
  • *
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  • 09 de Agosto de 2008, 06:37
Grande Toni.  :bow2: :bow2: :bow2:

ednilson

  • Eusébio
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  • Luis Filipe Vieira e os 83%
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  • 09 de Agosto de 2008, 08:17
Para complementar:

António José Conceição Oliveira (Toni). Mogofores. 14 de Outubro de 1946.
Épocas no Benfica: 6 (87/89, 92/94 e 00/02). Jogos: 215, 127 vitórias, 58 empates e 30 derrotas. Títulos: 2 (Campeonato Nacional) e 1 (Taça de Portugal).
Outros Clubes: Bordéus, Sevilha, Shenyang Jinde, Al-Ahly e Al-Ettifaq. Treinador da Selecção Nacional (Comissão Técnica) no Euro 84 e treinador adjunto Emirados Árabes Unidos.



O que o Benfica deve a António José Conceição Oliveira é imenso: a abnegação, o espírito de sacrifício, a descrição com que suportou sobressaltos de humor e variações de sensibilidade se sucessivas equipas dirigentes, aceitando, uma e outra vez, dar ao futebol do Benfica o melhor do seu esforço. O que os benfiquistas devem a Toni é, para lá deste exemplo de benfiquismo que não tem paralelo nas últimas décadas de vida do clube, a alegria de dois dos quatro últimos títulos nacionais conquistados, em 1989 e em 1994. E as enormes alegrias que os que têm mais de quarenta anos recordam, enquanto passeou a sua classe de grande jogador, durante toda a década de setenta.

É que Toni é um ícone do Sport Lisboa e Benfica: ele é o único a ter acumulado títulos de campeão nacional como jogador e treinador. Elemento preponderante da equipa-maravilha dos anos setenta, sustentando o meio campo de um grupo de esmagador futebol de ataque, Toni ganhou então oito títulos nacionais. Juntem-se-lhe os dois já referidos e temos números de inédita proeza. Como se não chegasse, também fez a “dobradinha” na Taça de Portugal: ganhou 3 como jogador e uma como treinador.

Toni iniciou a sua carreira de treinador como adjunto, na segunda época de Baroti: “Quando estivemos em Madrid, no início da época 1980/81, fui comprar um livro sobre futebol e o mister Baroti, quando me viu com ele na mão, virou-se para mim e perguntou-me se não queria ser seu adjunto. Disse-lhe que não, que queria mesmo é jogar, mas percebi que a minha carreira como jogador tinha chegado ao fim. Ainda fui campeão nacional, disputando o último jogo na Luz com o V. Setúbal, partindo depois, com Baroti, para a minha primeira experiência como adjunto".

Assumiu a responsabilidade pela equipa principal do clube em 1987, substituindo Ebbe Skovdhal, que se dera mal com os ares da Luz. Nessa altura, não se perdoavam três derrotas em sete jornadas, mesmo a um treinador de alto gabarito acabado de chegar. Toni não fez milagres: já não foi a tempo de ganhar o campeonato, ficou-se pelas meias-finais da Taça, mas – divina surpresa! – conduziu o Benfica à sua sexta final da Taça dos Campeões, contra o PSV, em Estugarda, vinte anos depois da final de Wembley contra o Manchester United.

Toni não era um treinador de tudo ou nada: privilegiava um futebol de contenção, calculista e cauteloso. Conhecia bem os jogadores que tinha e uma das suas estrelas, o extremo Diamantino, lesionado, teve que ver o jogo da linha lateral. Talvez por isso não tenha ganho a final de Estugarda, contra um PSV que entrou em campo aterrorizado com o prestígio do Benfica. O treinador esticou a corda até aos penalties: ao sexto, a estratégia caiu.

Não ganhou, mas embalou a equipa para um triunfo no campeonato nacional da época seguinte, num onze em que Veloso era o capitão, Mozer e Ricardo compunham uma dupla de centrais de luxo, e Paneira, Valdo e Chalana faziam o que lhes estava destinado: ganhar jogos, nem que fosse pela diferença mínima. Apesar da vitória, aceitou ser adjunto do mais querido dos treinadores benfiquistas: o sueco Sven-Goran Eriksson. Foi com ele campeão em 1991, mas, depois da partida do sueco, aceitou render Tomislav Ivic a meio da época, em nova missão de sacrifício, durante a temporada de 92/93. E no ano seguinte, levando a pulso uma equipa que procurava remediar as saídas de Paulo Sousa e Pacheco para o Sporting, conquistou o titulo de campeão nacional.

Entrara para a História do clube, mas, pela segunda vez, foi preterido em favor de outro. Ganhara, entretanto, uma reputação de salvador. Mas, quando voltou ao clube, de novo, a meio da época de 2000/01, nada se comparava com os seus anos de ouro: o vendaval de loucura que assolara o Benfica durante a presidência de Vale e Azevedo tinha transformado o maior clube português numa equipa remendada, a viver de jogadores emprestados ou comprados em última mão. Toni ainda começou a época de 2001/02; mas não resistiu à onda de maus resultados e, antes que o mandassem embora, saiu. Sem um reparo, sem azedume, sem uma critica mais ácida. Como manda a consciência de quem, acima de quaisquer interesses conjunturais, põe o prestigio e a grandeza do clube que fez seu para toda a vida.

Toni fez o primeiro jogo como treinador do Benfica a 13 de Dezembro de 1987, numa vitória com o Académica (4-2), em Coimbra, tendo disputado o último jogo, a 23 de Dezembro de 2001, numa derrota frente ao Boavista (1-0), no Bessa.


slbenfica_croft

  • Eusébio
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  • 12 de Agosto de 2008, 14:02
Ah ganda Toni...

cervejas

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  • Mensagens: 141
  • 23 de Agosto de 2008, 20:06
Um homem bom, íntegro e por vezes menosprezado. Para Toni e Mário Wilson:  :bow2:  :amigo:

Red skin

  • Eusébio
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  • Linda-a-Velha
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  • O King!
  • 23 de Agosto de 2008, 22:30
Mais ano menos ano será Presidente honorário do SL e Benfica!

PedroNN

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  • ET PLURIBUS UNUM!!!!
  • 23 de Agosto de 2008, 22:38
Mais ano menos ano será Presidente honorário do SL e Benfica!

pode ser? pergunto isso porque ele nunca foi presidente...
seja como for, era bem merecido!!

era um puto mas lembro-me muito bem das lágrimas que chorou em directo quando se soube que ia ser despedido... o gamasio era um bom palhacito...
« Última modificação: 23 de Agosto de 2008, 22:40 por PedroNN »

Red skin

  • Eusébio
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  • Linda-a-Velha
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  • O King!
  • 23 de Agosto de 2008, 22:51
Mais ano menos ano será Presidente honorário do SL e Benfica!

pode ser? pergunto isso porque ele nunca foi presidente...
seja como for, era bem merecido!!

era um puto mas lembro-me muito bem das lágrimas que chorou em directo quando se soube que ia ser despedido... o gamasio era um bom palhacito...

Se Espírito-Santo foi... o Toni tb pode... grande benfiquista!

nucleopn

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  • Eu Amo o Benficaaaaaa
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  • 08 de Setembro de 2008, 00:14
chorei ao ve-lo chorar, qd saiu do Benfica...

seras sp enorme

Bola7

  • Eusébio
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  • San Sebastian
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  • Perdido no limbo do serbenf
  • 18 de Setembro de 2008, 15:02
fisico imponente...jogador de equipa...trabalhador e tecnico...grande jogador em todos os aspectos...