51883 - Tópico: Triatlo do Sport Lisboa e Benfica  (Lida 127897 vezes)

Carlos Amorim

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  • 25 de Março de 2019, 20:02
Inacreditável. Estamos num ponto em que o anti-benfiquismo em Portugal está a atingir níveis nunca antes vistos...

O Benfica tem que levar este caso até às últimas instâncias. Pela defesa do seu atleta, pela defesa da sua história e acima de tudo pela defesa da verdade desportiva.
É simples. Em virtude da posição mansa da nossa direção na defesa dos nossos interesses, é fácil bater no Benfica.
É fácil interditarem o nosso pavilhão, em hóquei em patins, é fácil os constantes roubos no futebol masculino e agora no feminino, é fácil castigarem os nossos atletas, etc
Para quando uma defesa eficaz é forte do Benfica? Para quando uma mudança na nossa comunicação??
Urge defender o Benfica.

Cosmic

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  • 25 de Março de 2019, 20:58
Quando já pouco me surpreende, eis que surge uma notícia qualquer que me deixa estupefacta. Esta da dorsal é só mais uma.

Não há federação nenhuma que não seja um esgoto a céu aberto.

Editado, mas fica a ideia :)
« Última modificação: 25 de Março de 2019, 21:03 por Cosmic »

Red_Wings

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  • 25 de Março de 2019, 21:01
Quando já pouco me surpreende, eis que surge uma notícia qualquer que me deixa estupefacta. Esta da dorsal é só mais uma.

Não há federação nenhuma que não seja um esgoto a céu aberto. E a de atletismo tem já um bom histórico de decisões esverdeadas.
Neste caso não é a de atletismo, é a de triatlo.

redfox1904

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  • 25 de Março de 2019, 21:09
Mais, eu se fosse segundo classificado e tivesse sido puxado para primeiro porque o atleta que fez melhor prova do que eu, tivesse sido desclassificado por não ter o dorsal, não aceitava vencer assim.....

hteixeira

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  • 26 de Março de 2019, 06:22
A Federação de Triatlo de Portugal vem por este meio clarificar a situação ocorrida no I Triatlo de Portimão que recebeu no dia 24 de março o Campeonato Nacional de Clubes por Estafetas Mistas.

 

A posição da Federação de Triatlo de Portugal relativamente a todas as situações em prova é que prevaleça a verdade desportiva, posição partilhada também pelo Conselho de Arbitragem e Competições, como consta no Regulamento Técnico, na página 9, ponto 3.3:

 

3.3 a.) O dever da equipa de Arbitragem é garantir que a prova decorre de acordo com os princípios de verdade desportiva, à luz do presente Regulamento Técnico;

 

Considerando que a ausência de dorsal em nada beneficia a prestação do atleta, e que todos os anos há inúmeras situações de atletas que perdem o seu dorsal, sem por isso serem desclassificados, é nosso entender que esta situação não deveria ser exceção. Contudo, face à reclamação de alguns agentes desportivos, a norma não prevê margem de apelo, pelo que destacamos o comportamento do Árbitro Chefe de Equipa que tudo fez para resolver e ultrapassar a situação.

 

É essencial perceber que a obrigatoriedade do uso de material de identificação (touca, dorsal e nº de bicicleta) tem por princípio otimizar os processos de classificação, arbitragem e segurança e, se numa prova individual, algumas delas com mais de 500 atletas, com atletas estreantes e “desconhecidos", a FTP consegue identificar e classificar atletas sem dorsal, mais fácil se torna numa prova por equipas, com 80 participantes, e tratando-se de um atleta olímpico. Ou seja, no Triatlo de Portimão não foi violado ou posto em causa o princípio que está na base da criação da regra e, portanto, a desclassificação da equipa do Sport Lisboa e Benfica prende-se com questões que fogem ao espírito da regra.

 

Assim, perante a convicção de que a desclassificação da equipa do Sport Lisboa e Benfica altera a verdade competitiva, a FTP propõe-se a fazer as devidas adaptações ao Regulamento Técnico, de forma a salvaguardar que o cumprimento desta regra tenha por fim exclusivo salvaguardar o princípio que está na sua génese, e estender esta reflexão aos agentes desportivos da modalidade para que o Triatlo mantenha as suas características vitais de fairplay e camaradagem.

https://www.abola.pt/Nnh/Noticias/Ver/780068

EPluribusUnum

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  • 26 de Março de 2019, 06:55
Inacreditável.

Nem quis acreditar quando li.

TeamRocket37

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  • Team Rocket à velocidade da luz vai atacar o 38!
  • 26 de Março de 2019, 07:41
A Federação de Triatlo de Portugal vem por este meio clarificar a situação ocorrida no I Triatlo de Portimão que recebeu no dia 24 de março o Campeonato Nacional de Clubes por Estafetas Mistas.

 

A posição da Federação de Triatlo de Portugal relativamente a todas as situações em prova é que prevaleça a verdade desportiva, posição partilhada também pelo Conselho de Arbitragem e Competições, como consta no Regulamento Técnico, na página 9, ponto 3.3:

 

3.3 a.) O dever da equipa de Arbitragem é garantir que a prova decorre de acordo com os princípios de verdade desportiva, à luz do presente Regulamento Técnico;

 

Considerando que a ausência de dorsal em nada beneficia a prestação do atleta, e que todos os anos há inúmeras situações de atletas que perdem o seu dorsal, sem por isso serem desclassificados, é nosso entender que esta situação não deveria ser exceção. Contudo, face à reclamação de alguns agentes desportivos, a norma não prevê margem de apelo, pelo que destacamos o comportamento do Árbitro Chefe de Equipa que tudo fez para resolver e ultrapassar a situação.

 

É essencial perceber que a obrigatoriedade do uso de material de identificação (touca, dorsal e nº de bicicleta) tem por princípio otimizar os processos de classificação, arbitragem e segurança e, se numa prova individual, algumas delas com mais de 500 atletas, com atletas estreantes e “desconhecidos", a FTP consegue identificar e classificar atletas sem dorsal, mais fácil se torna numa prova por equipas, com 80 participantes, e tratando-se de um atleta olímpico. Ou seja, no Triatlo de Portimão não foi violado ou posto em causa o princípio que está na base da criação da regra e, portanto, a desclassificação da equipa do Sport Lisboa e Benfica prende-se com questões que fogem ao espírito da regra.

 

Assim, perante a convicção de que a desclassificação da equipa do Sport Lisboa e Benfica altera a verdade competitiva, a FTP propõe-se a fazer as devidas adaptações ao Regulamento Técnico, de forma a salvaguardar que o cumprimento desta regra tenha por fim exclusivo salvaguardar o princípio que está na sua génese, e estender esta reflexão aos agentes desportivos da modalidade para que o Triatlo mantenha as suas características vitais de fairplay e camaradagem.

https://www.abola.pt/Nnh/Noticias/Ver/780068

Resumindo depois da casa roubada mete-se as trancas nas portas.
« Última modificação: 26 de Março de 2019, 07:44 por Carlsberg87 »

zerocool

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  • Benfica Campeão? Porreiro Pá....
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  • 26 de Março de 2019, 08:13
A Federação de Triatlo de Portugal vem por este meio clarificar a situação ocorrida no I Triatlo de Portimão que recebeu no dia 24 de março o Campeonato Nacional de Clubes por Estafetas Mistas.

 

A posição da Federação de Triatlo de Portugal relativamente a todas as situações em prova é que prevaleça a verdade desportiva, posição partilhada também pelo Conselho de Arbitragem e Competições, como consta no Regulamento Técnico, na página 9, ponto 3.3:

 

3.3 a.) O dever da equipa de Arbitragem é garantir que a prova decorre de acordo com os princípios de verdade desportiva, à luz do presente Regulamento Técnico;

 

Considerando que a ausência de dorsal em nada beneficia a prestação do atleta, e que todos os anos há inúmeras situações de atletas que perdem o seu dorsal, sem por isso serem desclassificados, é nosso entender que esta situação não deveria ser exceção. Contudo, face à reclamação de alguns agentes desportivos, a norma não prevê margem de apelo, pelo que destacamos o comportamento do Árbitro Chefe de Equipa que tudo fez para resolver e ultrapassar a situação.

 

É essencial perceber que a obrigatoriedade do uso de material de identificação (touca, dorsal e nº de bicicleta) tem por princípio otimizar os processos de classificação, arbitragem e segurança e, se numa prova individual, algumas delas com mais de 500 atletas, com atletas estreantes e “desconhecidos", a FTP consegue identificar e classificar atletas sem dorsal, mais fácil se torna numa prova por equipas, com 80 participantes, e tratando-se de um atleta olímpico. Ou seja, no Triatlo de Portimão não foi violado ou posto em causa o princípio que está na base da criação da regra e, portanto, a desclassificação da equipa do Sport Lisboa e Benfica prende-se com questões que fogem ao espírito da regra.

 

Assim, perante a convicção de que a desclassificação da equipa do Sport Lisboa e Benfica altera a verdade competitiva, a FTP propõe-se a fazer as devidas adaptações ao Regulamento Técnico, de forma a salvaguardar que o cumprimento desta regra tenha por fim exclusivo salvaguardar o princípio que está na sua génese, e estender esta reflexão aos agentes desportivos da modalidade para que o Triatlo mantenha as suas características vitais de fairplay e camaradagem.

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Não levar esta questão até ás últimas consequências, será um caso lesa pátria....

Polaco

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  • 26 de Março de 2019, 09:43
A Federação de Triatlo de Portugal vem por este meio clarificar a situação ocorrida no I Triatlo de Portimão que recebeu no dia 24 de março o Campeonato Nacional de Clubes por Estafetas Mistas.

 

A posição da Federação de Triatlo de Portugal relativamente a todas as situações em prova é que prevaleça a verdade desportiva, posição partilhada também pelo Conselho de Arbitragem e Competições, como consta no Regulamento Técnico, na página 9, ponto 3.3:

 

3.3 a.) O dever da equipa de Arbitragem é garantir que a prova decorre de acordo com os princípios de verdade desportiva, à luz do presente Regulamento Técnico;

 

Considerando que a ausência de dorsal em nada beneficia a prestação do atleta, e que todos os anos há inúmeras situações de atletas que perdem o seu dorsal, sem por isso serem desclassificados, é nosso entender que esta situação não deveria ser exceção. Contudo, face à reclamação de alguns agentes desportivos, a norma não prevê margem de apelo, pelo que destacamos o comportamento do Árbitro Chefe de Equipa que tudo fez para resolver e ultrapassar a situação.

 

É essencial perceber que a obrigatoriedade do uso de material de identificação (touca, dorsal e nº de bicicleta) tem por princípio otimizar os processos de classificação, arbitragem e segurança e, se numa prova individual, algumas delas com mais de 500 atletas, com atletas estreantes e “desconhecidos", a FTP consegue identificar e classificar atletas sem dorsal, mais fácil se torna numa prova por equipas, com 80 participantes, e tratando-se de um atleta olímpico. Ou seja, no Triatlo de Portimão não foi violado ou posto em causa o princípio que está na base da criação da regra e, portanto, a desclassificação da equipa do Sport Lisboa e Benfica prende-se com questões que fogem ao espírito da regra.

 

Assim, perante a convicção de que a desclassificação da equipa do Sport Lisboa e Benfica altera a verdade competitiva, a FTP propõe-se a fazer as devidas adaptações ao Regulamento Técnico, de forma a salvaguardar que o cumprimento desta regra tenha por fim exclusivo salvaguardar o princípio que está na sua génese, e estender esta reflexão aos agentes desportivos da modalidade para que o Triatlo mantenha as suas características vitais de fairplay e camaradagem.

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Não levar esta questão até ás últimas consequências, será um caso lesa pátria....

Levar até ás últimas consequências é denunciar quem é o responsável por isto, ou seja, o nome e cargo.
Até agora, temos a posição muito louvável da Federação a admitir tudo e a culpar alguém que é árbitro mas não se sabe quem, porque depois diz bem do Árbitro Chefe e de mais não sei quem.

E para a Federação, não deve ser despiciente a questão de irem organizar uma prova internacional em Lisboa, e o grande cabeça de cartaz que é o Benfica, não comparecer. Penso que os próprios patrocinadores irão pensar duas vezes.

É realmente moda prejudicar o Benfica, por isso, venham lá os nomes  e imagens como no caso do Futebol feminino, deixem de fazer as coisinhas pelo politicamente correcto !!!!!

Bombastic

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  • 26 de Março de 2019, 10:21
Excelente reação do João Mascarenhas, treinador do triatlo do SLB. Gostava de saber em concreto o que se pode ainda fazer para que a desclassificação seja reconsiderada.

Benfica promete "lutar para repor verdade" no Nacional de estafetas de triatlo
Garantia do treinador João Mascarenhas


Benfica vai "lutar para que seja reposta a verdade desportiva" no Nacional de estafetas mistas de triatlo, em que foi desclassificado no domingo, disse esta terça-feira à Lusa João Mascarenhas, treinador da modalidade no clube lisboeta.

"Consideramos esta desclassificação completamente injusta e que abre um precedente para qualquer praticante que perca o seu dorsal durante a prova. Nenhuma regra diz que a não utilização de dorsal dá desclassificação direta. Diz sim, que o árbitro deve advertir o atleta, pedindo a correção da situação, advertência essa que foi feita na segunda transição, tendo o nosso atleta informado que o tinha perdido na água, pelo que lhe era impossível corrigir. Se o deixasse cair, por exemplo, o árbitro o advertisse e o atleta não o apanhasse, aí sim, faria todo o sentido a desclassificação", explicou o técnico 'encarnado'.

Na segunda-feira, a Federação de Triatlo de Portugal (FTP) anunciou que vai propor alterações ao regulamento técnico para "salvaguardar que o cumprimento desta regra tenha por fim exclusivo salvaguardar o princípio que está na sua génese [otimizar os processos de classificação, arbitragem e segurança, assim como a intencionalidade da infração]".

O Benfica foi a mais rápida entre as 22 equipas, mas foi penalizado com a desclassificação de João Pereira, o último dos elementos da formação lisboeta, que bateu ao 'sprint' Alexandre Nobre (Portugal Talentus), por ter cruzado a meta sem o dorsal de identificação.

Com a desclassificação do Benfica, a Portugal Talentus conquistou o título nacional, à frente do CN Torres Novas, segundo classificado, ambos com lugar assegurado na Taça dos Clubes Campeões Europeus de estafetas mistas, a disputar em outubro, em Lisboa, prova que 'encarnados' conquistaram em 2017 e foram terceiros no ano passado. Em terceiro lugar terminou o Olímpico de Oeiras.

O treinador de triatlo do Benfica recordou que o regulamento técnico pretende, entre outros pontos, "criar uma atmosfera de desportivismo, igualdade e fair-play", "enfatizar as capacidades dos atletas" e "penalizar atletas que ganhem vantagem desonestamente".

"Ora, sentimos que se está a fazer exatamente o contrário. Sempre fomos colaborantes e proativos com toda a arbitragem, mas há que conhecer os regulamentos em profundidade, para os saber aplicar. Iremos lutar para que seja reposta a verdade desportiva", frisou João Mascarenhas, que agradeceu à Portugal Talentus "o desportivismo e apoio" na situação.

https://www.record.pt/modalidades/triatlo/detalhe/benfica-promete-lutar-para-repor-verdade-no-nacional-de-estafetas-de-triatlo?ref=HP_Ultimas

JM21

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  • 26 de Março de 2019, 10:37
Espero que o bom senso venha ao de cima.

Só não percebo de que forma garantimos a presença na TCCE, se a desqualificação se confirmar.

Bombastic

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  • 26 de Março de 2019, 10:45
Espero que o bom senso venha ao de cima.

Só não percebo de que forma garantimos a presença na TCCE, se a desqualificação se confirmar.

Simplesmente, não vais lá. Não imagino a ETU lançar-se em "wildcards" e coisas pelo estilo.

Aguardaremos. O único ponto positivo para nós é que a TCCE arrisca-se mesmo a ser confidencial sem a presença do Benfica. Mas tenho dificuldades em ver como uma entidade federativa poderá retirar a autoridade aos árbitros que tomaram esta decisão, são casos extremamente raros, se é que existem. Se esta decisão foi devidamente recorrida e o recurso rejeitado nos momentos dados, vejo difícil esta situação reverter-se. 

JM21

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  • 26 de Março de 2019, 11:04
Espero que o bom senso venha ao de cima.

Só não percebo de que forma garantimos a presença na TCCE, se a desqualificação se confirmar.

Simplesmente, não vais lá. Não imagino a ETU lançar-se em "wildcards" e coisas pelo estilo.

Aguardaremos. O único ponto positivo para nós é que a TCCE arrisca-se mesmo a ser confidencial sem a presença do Benfica. Mas tenho dificuldades em ver como uma entidade federativa poderá retirar a autoridade aos árbitros que tomaram esta decisão, são casos extremamente raros, se é que existem. Se esta decisão foi devidamente recorrida e o recurso rejeitado nos momentos dados, vejo difícil esta situação reverter-se. 
Mas o Record escreve isto com base em quê?

"Com a desclassificação do Benfica, a Portugal Talentus conquistou o título nacional, à frente do CN Torres Novas, segundo classificado, ambos com lugar assegurado na Taça dos Clubes Campeões Europeus de estafetas mistas, a disputar em outubro, em Lisboa, prova que 'encarnados' conquistaram em 2017 e foram terceiros no ano passado. Em terceiro lugar terminou o Olímpico de Oeiras."

O ano passado tínhamos três equipas de Portugal, Espanha e Bélgica e duas de França, Alemanha e Holanda, mas não percebo como foi feito esse apuramento.

Bombastic

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  • 26 de Março de 2019, 11:13
Espero que o bom senso venha ao de cima.

Só não percebo de que forma garantimos a presença na TCCE, se a desqualificação se confirmar.

Simplesmente, não vais lá. Não imagino a ETU lançar-se em "wildcards" e coisas pelo estilo.

Aguardaremos. O único ponto positivo para nós é que a TCCE arrisca-se mesmo a ser confidencial sem a presença do Benfica. Mas tenho dificuldades em ver como uma entidade federativa poderá retirar a autoridade aos árbitros que tomaram esta decisão, são casos extremamente raros, se é que existem. Se esta decisão foi devidamente recorrida e o recurso rejeitado nos momentos dados, vejo difícil esta situação reverter-se. 
Mas o Record escreve isto com base em quê?

"Com a desclassificação do Benfica, a Portugal Talentus conquistou o título nacional, à frente do CN Torres Novas, segundo classificado, ambos com lugar assegurado na Taça dos Clubes Campeões Europeus de estafetas mistas, a disputar em outubro, em Lisboa, prova que 'encarnados' conquistaram em 2017 e foram terceiros no ano passado. Em terceiro lugar terminou o Olímpico de Oeiras."

O ano passado tínhamos três equipas de Portugal, Espanha e Bélgica e duas de França, Alemanha e Holanda, mas não percebo como foi feito esse apuramento.

Irei apurar quando tiver tempo. O tema é que não todos os países dão a mesma importância à TCCE e é possível que algumas vagas não tenham sido preenchidas. É ainda uma prova em vias de institucionalização... Enfim, eu até contentava-me de um convite da FTP para a TCCE (afinal, são eles quem inscrevem as equipas na prova da ETU). Não retirava nada à injustiça que tem sido feita mas pelo menos, reduzia o prejuízo e mantinha-se vivo o principal objetivo da secção.

Polaco

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  • 26 de Março de 2019, 11:31
Wild Card dado pela Federação Internacional, senão teremos o seportem a juntar ao caso dos vouchers durante os próximos 50 anos ou até ganharem algum campeonato de Futebol.