Portugal

José Torres

Nome completo
José Augusto Costa Sénica Torres
Número
9
Naturalidade
Torres Novas (Portugal)
Periodo no Benfica

1959 - 1971

São muitos os que dizem que jamais se pode ser boa pessoa se de animais não se gostar. José Torres, o Bom Gigante, sempre gostou. Sempre, não. Um dia houve, já adolescente, acometido de raiva, em que matou todos os pombos voejantes da casa de família. Ao cair em si, chacina consumada, não susteve lágrimas de arrependimento. Deu-lhe o pai uma bola, para que o sorriso substituísse o desespero. Fez-se jogador de futebol e columbófilo. As duas paixões de uma vida.

Bem se pode falar de hereditariedade no gosto de José Torres pelo oficio do chuto. Francisco, o pai, havia jogado no Carcavelinhos; o tio, Carlos, no Benfica. No Desportivo de Torres Novas, o clube da terra, estrear-se-ia José Torres. Com uma fisionomia invulgar, começou a marcar golos ao ritmo de enxurrada. Como poderiam os adversários escondê-lo no jogo? Era de todos o maior, no alto do seu cerca de metro e noventa. Acima dele só céu…

As proezas de Torres começaram a ser badaladas. Logo se acoitou no Benfica, no início do ano de 1959. Três temporadas penosas passou, tão intenso era o brilho de José Águas e tão ingratos eram também os regulamentos da época. “Durante a minha carreira de jogador, tive momentos em que o azar me bateu à porta mais do que devia. Por exemplo, na final da Taça dos Campeões Europeus, contra o Real Madrid, quando o Benfica conquistou o segundo titulo europeu. Só não joguei e não me sagrei, de facto, campeão da Europa, porque os regulamentos ainda impediam, estupidamente, que se fizessem substituições. O Cavem lesionou-se, eu era o único avançado no banco, o Benfica continuou a jogar com dez só porque… substituir era proibido!”.



Atravessou o melhor bocado da saga europeia vermelha sem intervenção. Até que, em 62/63, já com Fernando Riera no posto de Bela Guttmann, em pleno se afirmou. Inclusive, foi o artilheiro-mor do Campeonato, com 26 golos (21 jogos), mais três que Eusébio. De resto, nesse ano, só o Sporting (71) e o FC Porto (61) marcaram mais que a nova dupla (49) da voluptuosidade benfiquista.

Faltou a Torres o ceptro europeu. Frente ao AC Milan, derrota por 2-1, apesar de Eusébio ter inaugurado a contagem, prenunciando uma superioridade que não veio a confirmar-se. O Bom Gigante, na tarefa ciclópica de fazer esquecer a boa pinta de José Águas das duas edições anteriores, não se saiu bem, em branco ficou. Distante, muito distante, do que havia rendido, no começo desse ano, no torneio Ramon Carranza, com a Fiorentina. A meia hora do fim, subsistia um empate a três bolas. Torres entrou e… quatro tentos fez, de rajada, naquela heróica vitória. Confirmava-se nova profecia de Guttmann, que meses antes havia dito: “Esse jovem gigante que não tem físico de futebolista chama-se Torres, é suplente de José Águas, mas um dia será avançado-centro do Benfica e a Europa ouvirá falar muito dele. Apesar de pouco jogar na equipa, se algum clube o quisesse contratar teria de dar dois mil contos ao Benfica, mas dentro de três anos nem pelo dobro…”.



José Torres continuou a caminhar em glória. E se epifenómeno foi, a responsabilidade é de Eusébio, que todos (quase) eclipsou. Durante uma dúzia de anos no clube, Torres fez 259 jogos oficiais e marcou 226 golos. Venceu nove Campeonatos e quatro Taças de Portugal. Um registo impressionante, valorado ainda com o titulo de melhor marcador do Nacional 62/63. Para já não referir as três presenças noutras tantas finais europeias. “Sinceramente, a minha maior tristeza foi não ter sido campeão da Europa”.

Na equipa nacional, José Torres está indissociavelmente ligado à campanha dos Magriços. Três golos marcou na Inglaterra, com destaque para o último, frente à União Soviética, que permitiu a Portugal subir ao pódio. Foi 31 vezes internacional, enquanto jogador do Benfica, logrando 14 golos.

Terminou a carreira no Estoril, na condição de treinador-jogador, após uma digna passagem pelo melhor Vitória de Setúbal de sempre, nos píncaros da Europa, circunstância que até o (re)conduziu à Selecção Nacional. Justamente na qual, já como responsável máximo, pouco depois de ter dado inicio à carreira de treinador, viria a garantir a qualificação para o México 86. Depois do monumental golo do benfiquista Carlos Manuel, em Estugarda, no tal jogo em que pediu que o deixassem sonhar.

Se mais sonhos teve, talvez nem às paredes confesse, como se ouve na popular canção. Uma coisa, porém, é certa, José Torres fez os adeptos sonharem mais alto. E, não poucas vezes, foi ele o arquitecto do sonho.

 

Épocas no Benfica: 12 (59/71)

Jogos: 259
Golos: 226

Títulos: 9CN, 4TP

Texto: Memorial Benfica, 100 Glórias
Copiado de Ednilson

 

Jogos Minutos Cartões Amarelos Cartões vermelhos Golos
Total 258 21916 0 0 230
Seniores > 1958/1959 > SL Benfica 0 0 0 0
Seniores > 1959/1960 > SL Benfica 3 270 0 0 2
 
Campeonato Nacional 2 181 0 0 2
Taça de Portugal 1 91 0 0 0
Seniores > 1960/1961 > SL Benfica 5 450 0 0 11
 
Campeonato Nacional 2 181 0 0 2
Taça de Portugal 3 271 0 0 9
Seniores > 1961/1962 > SL Benfica 8 720 0 0 15
 
Campeonato Nacional 2 181 0 0 2
Taça de Portugal 6 541 0 0 13
Seniores > 1962/1963 > SL Benfica 27 2430 0 0 35
 
Campeonato Nacional 21 1891 0 0 26
Taça de Portugal 2 181 0 0 9
Taça dos Campeões Europeus 4 361 0 0 0
Seniores > 1963/1964 > SL Benfica 22 1980 0 0 28
 
Campeonato Nacional 15 1351 0 0 22
Taça de Portugal 7 631 0 0 6
Seniores > 1964/1965 > SL Benfica 39 3510 0 0 35
 
Campeonato Nacional 23 2071 0 0 23
Taça de Portugal 7 631 0 0 3
Taça dos Campeões Europeus 9 811 0 0 9
Seniores > 1965/1966 > SL Benfica 30 2700 0 0 22
 
Campeonato Nacional 23 2071 0 0 18
Taça de Portugal 2 181 0 0 1
Taça dos Campeões Europeus 5 451 0 0 3
Seniores > 1966/1967 > SL Benfica 18 1620 0 0 14
 
Taça das Cidades com Feira 2 181 0 0 1
Campeonato Nacional 13 1171 0 0 8
Taça de Portugal 3 271 0 0 5
Seniores > 1967/1968 > SL Benfica 29 2610 0 0 19
 
Campeonato Nacional 22 1981 0 0 17
Taça dos Campeões Europeus 7 631 0 0 2
Seniores > 1968/1969 > SL Benfica 32 2674 0 0 23
 
Campeonato Nacional 19 1690 0 0 16
Taça de Portugal 8 536 0 0 2
Taça dos Campeões Europeus 5 451 0 0 5
Seniores > 1969/1970 > SL Benfica 29 2069 0 0 19
 
Campeonato Nacional 20 1331 0 0 13
Taça de Portugal 6 470 0 0 6
Taça dos Campeões Europeus 3 271 0 0 0
Seniores > 1970/1971 > SL Benfica 16 883 0 0 7
 
Campeonato Nacional 10 525 0 0 2
Taça de Portugal 4 202 0 0 5
Taça das Taças 2 159 0 0 0

Primeiro jogo

Domingo, Outubro 25, 1959 - 00:00

Estádio da Luz ,

SL Benfica: Costa Pereira, Serra, Cruz, Mário João, Artur Santos, Coluna, Neto, Cavém, José Torres, José Augusto, José Águas
Treinador: Bélla Guttmann
Golos: Coluna (84), José Torres (75)

Último jogo

Domingo, Junho 27, 1971 - 00:00

Nacional do Jamor ,

SL Benfica: José Henrique, Malta da Silva, Zeca, Matine (Diamantino Costa [34m]) (Diamantino Costa [34m]), Adolfo, Humberto Coelho, Simões, Jaime Graça, Eusébio, Artur Jorge (José Torres [69m]) (José Torres [69m]), Nené
Treinador: Jimmy Hagan
Golos: Eusébio (59)

26 - Tópico: José Torres, o Bom Gigante  (Lida 71665 vezes)

Amsterdam

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  • Desde 25 de Julho de 2003 ...
  • 27 de Setembro de 2005, 09:58

 
Nome Completo: JOSÉ Augusto Costa Sénica TORRES
Posição: Ponta de Lança
Nacionalidade: Português (Internacional A)
Data de Nascimento: 08-09-1938
Data de Falecimento: 03-09-2010
Número da Camisola: 9
Pé Preferido: Direito



Épocas ao serviço do Benfica: 12
Total de Jogos pelo Benfica: 259
Total de Golos pelo Benfica: 226
Títulos pelo Benfica:
9 Campeonatos Nacionais (1959/60, 1960/61, 1962/63, 1963/64, 1964/65, 1966/67, 1967/68, 1968/69, 1970/71)
4 Taças de Portugal (1961/62, 1963/64, 1968/69, 1969/70)


1959/1960
Jogos: 3
Golos: 2 (2 na Liga)

1960/1961
Jogos: 5
Golos: 11 (2 na Liga)

1961/1962
Jogos: 8
Golos: 15 (2 na Liga)

1962/1963
Jogos: 27
Golos: 35 (26 na Liga)

1963/1964
Jogos: 22
Golos: 28 (22 na Liga)

1964/1965
Jogos: 40
Golos: 35 (23 na Liga)

1965/1966
Jogos: 30
Golos: 22 (18 na Liga)

1966/1967
Jogos: 18
Golos: 14 (8 na Liga)

1967/1968
Jogos: 29
Golos: 19 (17 na Liga)

1968/1969
Jogos: 32
Golos: 23 (16 na Liga)

1969/1970
Jogos: 29
Golos: 19 (13 na Liga)

1970/1971
Jogos: 16
Golos: 7 (2 na Liga)
« Última modificação: 01 de Março de 2013, 23:10 por Shoky »

pedriouf

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  • Chega de incompetencia ..
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  • 27 de Setembro de 2005, 10:31
Benfica 3-1 Feyenoord | Taça dos Campeões Europeus 1962/63 - Meia Final (2ªMão)



Benfica 3-1 Porto | Campeonato 1965/66


Benfica 2-0 Juventus | Taça dos Campeões Europeus 1967/68 - Meia Final (1ªMão)


Jogo Desconhecido


Jogo Desconhecido

« Última modificação: 12 de Agosto de 2013, 01:55 por Shoky »

Nuno_SLB

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  • 27 de Setembro de 2005, 11:10
José Augusto C. Sénica Torres. Torres Novas. 8 de Setembro de 1938. Avançado.
Épocas no Benfica: 12 (59/71). Jogos: 259. Golos: 226. Títulos: 9 (Campeonato Nacional) e 4 (Taça de Portugal).
Outros clubes: Torres Novas, V. Setúbal e Estoril. Internacionalizações: 33




Equipa 1969/1970

São muitos os que dizem que jamais se pode ser boa pessoa se de animais não se gostar. José Torres, o Bom Gigante, sempre gostou. Sempre, não. Um dia houve, já adolescente, acometido de raiva, em que matou todos os pombos voejantes da casa de família. Ao cair em si, chacina consumada, não susteve lágrimas de arrependimento. Deu-lhe o pai uma bola, para que o sorriso substituísse o desespero. Fez-se jogador de futebol e columbófilo. As duas paixões de uma vida.

Bem se pode falar de hereditariedade no gosto de José Torres pelo oficio do chuto. Francisco, o pai, havia jogado no Carcavelinhos; o tio, Carlos, no Benfica. No Desportivo de Torres Novas, o clube da terra, estrear-se-ia José Torres. Com uma fisionomia invulgar, começou a marcar golos ao ritmo de enxurrada. Como poderiam os adversários escondê-lo no jogo? Era de todos o maior, no alto do seu cerca de metro e noventa. Acima dele só céu…

As proezas de Torres começaram a ser badaladas. Logo se acoitou no Benfica, no início do ano de 1959. Três temporadas penosas passou, tão intenso era o brilho de José Águas e tão ingratos eram também os regulamentos da época. “Durante a minha carreira de jogador, tive momentos em que o azar me bateu à porta mais do que devia. Por exemplo, na final da Taça dos Campeões Europeus, contra o Real Madrid, quando o Benfica conquistou o segundo titulo europeu. Só não joguei e não me sagrei, de facto, campeão da Europa, porque os regulamentos ainda impediam, estupidamente, que se fizessem substituições. O Cavem lesionou-se, eu era o único avançado no banco, o Benfica continuou a jogar com dez só porque… substituir era proibido!”.



Atravessou o melhor bocado da saga europeia vermelha sem intervenção. Até que, em 62/63, já com Fernando Riera no posto de Bela Guttmann, em pleno se afirmou. Inclusive, foi o artilheiro-mor do Campeonato, com 26 golos (21 jogos), mais três que Eusébio. De resto, nesse ano, só o Sporting (71) e o FC Porto (61) marcaram mais que a nova dupla (49) da voluptuosidade benfiquista.

Faltou a Torres o ceptro europeu. Frente ao AC Milan, derrota por 2-1, apesar de Eusébio ter inaugurado a contagem, prenunciando uma superioridade que não veio a confirmar-se. O Bom Gigante, na tarefa ciclópica de fazer esquecer a boa pinta de José Águas das duas edições anteriores, não se saiu bem, em branco ficou. Distante, muito distante, do que havia rendido, no começo desse ano, no torneio Ramon Carranza, com a Fiorentina. A meia hora do fim, subsistia um empate a três bolas. Torres entrou e… quatro tentos fez, de rajada, naquela heróica vitória. Confirmava-se nova profecia de Guttmann, que meses antes havia dito: “Esse jovem gigante que não tem físico de futebolista chama-se Torres, é suplente de José Águas, mas um dia será avançado-centro do Benfica e a Europa ouvirá falar muito dele. Apesar de pouco jogar na equipa, se algum clube o quisesse contratar teria de dar dois mil contos ao Benfica, mas dentro de três anos nem pelo dobro…”.



José Torres continuou a caminhar em glória. E se epifenómeno foi, a responsabilidade é de Eusébio, que todos (quase) eclipsou. Durante uma dúzia de anos no clube, Torres fez 259 jogos oficiais e marcou 226 golos. Venceu nove Campeonatos e quatro Taças de Portugal. Um registo impressionante, valorado ainda com o titulo de melhor marcador do Nacional 62/63. Para já não referir as três presenças noutras tantas finais europeias. “Sinceramente, a minha maior tristeza foi não ter sido campeão da Europa”.

Na equipa nacional, José Torres está indissociavelmente ligado à campanha dos Magriços. Três golos marcou na Inglaterra, com destaque para o último, frente à União Soviética, que permitiu a Portugal subir ao pódio. Foi 31 vezes internacional, enquanto jogador do Benfica, logrando 14 golos.

Terminou a carreira no Estoril, na condição de treinador-jogador, após uma digna passagem pelo melhor Vitória de Setúbal de sempre, nos píncaros da Europa, circunstância que até o (re)conduziu à Selecção Nacional. Justamente na qual, já como responsável máximo, pouco depois de ter dado inicio à carreira de treinador, viria a garantir a qualificação para o México 86. Depois do monumental golo do benfiquista Carlos Manuel, em Estugarda, no tal jogo em que pediu que o deixassem sonhar.

Se mais sonhos teve, talvez nem às paredes confesse, como se ouve na popular canção. Uma coisa, porém, é certa, José Torres fez os adeptos sonharem mais alto. E, não poucas vezes, foi ele o arquitecto do sonho.



Tópico: Memorial Benfica, Glórias
Autor: Ednilson
Link: http://www.serbenfiquista.com/forum/index.php?topic=22362.210
« Última modificação: 21 de Novembro de 2012, 01:00 por Shoky »

o_bEnFiQuIsTa

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  • 27 de Setembro de 2005, 11:49
É mesmo uma doença terrível, as imagens da SportTV são chocantes...

lloyd

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  • 29 de Setembro de 2005, 19:39
Quando o vi assim só me deu vontade de chorar.

O nosso Bom Gigante pode não se lembrar, mas nunca será esquecido...

RedNight

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  • 29 de Setembro de 2005, 19:56
quando é que viram as imagens????


Como é que as viram???

Tb queria ver... :(


Fußballgott

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  • 29 de Setembro de 2005, 23:31
RedNight,
Vi ontem na Sport Tv e ao ver as imagens , é mesmo chocante ver o estado que o nosso Bom gigante está , nem fui capaz de ver mais .

Shoky

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  • 30 de Setembro de 2005, 22:24
Epá voltei a ver as imagens da Sportv e dá-me uma dor na alma tão grande, ninguem merece o que está a acontecer ao nosso José Torres... :'(

Muito boa a iniciativa da Sportv, é de louvar e elogiar.Porque se os criticamos quando erram, deve-mo-los elogiar, depois de atitudes como esta.

Parabéns Sportv.

Lucas_SLB

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  • 30 de Setembro de 2005, 22:53
Quando vi as imagens nem queria acreditar. Não revi o nosso José Torres naquele homem. Fiquei chocado com as diferenças.

1 abraço, Bom GIGANTE

thysen

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  • 01 de Outubro de 2005, 00:08
Exelente tópico pessoal!! Parabens!! este homem foi uma gloria nos nossos tempos Galaticos! :D como dizem na sportv vamos dar lhe as memorias!! Abraço!

Ferreira29

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  • 01 de Outubro de 2005, 00:14
Não vi as imagens, mas lamento sempre doenças como essa :(

De qualquer maneira, as boas notícias é que penso que o nosso Centro de Estágio está a ser construído para albergar também antigas glórias (e talvez todo o tipo de funcionários) do clube que mais necessitem, como será provavelmente o caso de José Torres.

Espero que o Bom Gigante possa ter uma continuação digna de vida e possa, tal como nós, ver uma boa prestação na Liga dos Campeões do clube, que o faça lembrar do brilho europeu daquela camisola, que já foi sua.

Saudações Benfiquistas

Fußballgott

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  • 01 de Outubro de 2005, 15:39
Não percam , esta 5ª feira , vai dar na Sport TV , um programa sobre o José Torres , quando eu souber a hora que o programa vai ser transmitido , eu ponho aqui !!!


Saudações Benfiquistas

EAGLEBOY

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  • 01 de Outubro de 2005, 15:50
Acho que era uma boa medida da direcção leva-lo ao estádio da luz para ser homenagiado, levar um daqueles aplausos que até nos arrepia. Lembro-me que de vez em quando o "menino azul" dos Açores também vai lá.

Não é só depois de mortas que se devem fazer as homenagens, muitas vezes estas têm muito mais significado em momentos dificil da vida dos homenageados.

Peço a alguém que tenha "contactos" com a direcção que proponha isto.

Nunca vi o Gigante a jogar ao vivo (tenho 23 anos), vi apenas quando transmitem jogos antigos, mas uma coisa é certa ele deu muito ao SLB e chegou a hora de retribuir.

Saudações benfiquistas


Fußballgott

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  • 05 de Outubro de 2005, 06:25
viva , tive a ver no site da Sport Tv a programação para 5ª feira , o programa sobre o José Torres ,"Puxar pela Memória" ... vai ser transmitido as 21 h , e vai ter duração de meia hora !!!


Saudações Benfiquistas

devic

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  • 06 de Outubro de 2005, 20:49
ATENÇÃO,  o programa vai começar dentro de 10 minutos, a não perder!