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Portugal
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17923 - Tópico: O fantástico Carlos Lisboa (Basquetebol)  (Lida 45474 vezes)

Coach_Gouveia

  • Eusébio
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  • 26 de Fevereiro de 2016, 08:43
O basquetebol português caiu muito de nível desde esse tempo...  já não há jogadores como Lisboa, Pedro Miguel, Jean Jacques, José Carlos Guimarães,  Mike Plowden e cia. Basta ver jogadores daquela época,  como Carlos Seixas e Nuno Marçal que até à pouco tempo jogavam com quase quase 40 anos e faziam a diferença para as suas equipas
O problema do basquetebol português é o mesmo que quase todos os desportos em Portugal, temos 1 ou 2 boas gerações e depois deixa-se tudo morrer...
Treinadores que pensam que já tá tudo feito, jogadores desleixados e directores que só pensam no lucro imediato.
Por curiosidade, tivemos 2 selecções em sub16 que subiram e mantiveram Portugal na Divisão A, se fores ver, poucos são os que se aproveitam dessas mesma gerações (Cláudio, José Silva, João Soares, Nuno Oliveira) foram talvez os que tiveram mais nome depois dessa brilhante campanha, seguidos do Barbosa, Diogo Correia, João Guerreiro, mas são jogadores que não atingiram, pelo menos ainda, o nível realmente esperado...

VitorPaneira7

  • Eusébio
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  • 27 de Fevereiro de 2016, 00:58
Depois houve a geração que brilhou no euroasket, mas aparece em meados de 90 e inicios de 2000.
Sergio Ramos  João Santos jogaram em ligas importantes como a espanhola, italiana e grega.Há também Luis silva, Elvis Evora, Carlos Andrade, Miguel Miranda, José Costa, Nuno Marçal, Francisco Jordão, Paulo Simão, Seixas, Rui Santos, Perdigão, Minhava, Antonio Tavares.

Não houve continuidade e apesar de no inicio os jogadores espanhois darem qualidade (Joffre Leal, Arcega, Pep Cargol,) e alguns americanos terem dado alguma qualidade à liga (queluz, ovarense, seixal, oliveirense tinham boas equipas), as equipas começaram por viver acima do que tinham e jogavam por vezes com 5 estrangeiros , fruto também que os melhores portugueses estavam a jogar no estrangeiro.

Basquetebol não deu seguimento as gerações de 90 e principios de 2000. Andebol foi a mesma coisa, o trabalho que Mircea Costache, Donner e a formação do ABC teve nos anos 90 não teve continuidade.

O hoquei parece estar a reaparecer com boas gerações, bons estrangeiros e com as transmissões da Bola e dos canais dos 3 grandes. Mas aqui vale muito ser tradição. O Volei teve aquela geração do Maia, Vitó, Brenha,  e depois aquela que foi aos quartos do mundial com Juan Diaz.

Treinadores estrangeiros com novos metodos e ideias eram bem vindos.

E não é com monchos.

benfo

  • Sénior
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  • Badajoz-Espanha
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  • 14 de Março de 2016, 17:35
Belo treinador.