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Portugal

Primeiro jogo

SL Benfica 4 x 2 Império Lisboa Clube

Domingo, Dezembro 19, 1915 - 16:15

SL Benfica: Stock, Bogalho, Leopoldo Mocho, Francisco Pereira, Cosme Damião, Cândido de Oliveira, Ribeiro dos Reis, Herculano, Carlos Sobral, Artur Augusto, Alberto Rio
Coach: Cosme Damião
Golos: Artur Augusto (), Herculano (), Alberto Rio (), Francisco Pereira ()

Último jogo

SL Benfica 3 x 0 Belenenses SAD

Domingo, Janeiro 18, 1925 - 00:00

Campo do Benfica ,

SL Benfica: Francisco Vieira, José Pimenta, Luís Costa, Vitor Gonçalves, Fernando Jesus, Vítor Hugo, Jorge Tavares, Ribeiro dos Reis, Hugo Leitão, Jesus Crespo, José Simões
Coach: Cosme Damião
Golos: Jesus Crespo (15), Vítor Hugo (), Hugo Leitão ()

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34223 - Tópico: Ribeiro dos Reis  (Lida 5974 vezes)

quinas1139

  • Iniciado
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  • Estado Unidos
  • Mensagens: 186
  • 26 de Janeiro de 2009, 17:47


Nome Completo: António RIBEIRO DOS REIS
Posição: Avançado Centro
Nacionalidade: Português (Internacional A)
Data de Nascimento: 10-07-1896
Data de Falecimento: 03-12-1961
Número da Camisola: ?
Pé Preferido: Direito


Épocas ao serviço do Benfica: 11
Total de Jogos pelo Benfica: 43
Total de Golos pelo Benfica: 13*
Títulos pelo Benfica:
3 Campeonatos de Lisboa (1915/1916; 1917/1918; 1919/1920)

1915/1916
Jogos: 1
Golos: 0

1916/1917
Jogos: 0
Golos: 0

1917/1918
Jogos: 2
Golos: 0

1918/1919
Jogos: 10
Golos: 5

1919/1920
Jogos: 2
Golos: 2

1920/1921
Jogos: 1
Golos: 0

1921/1922
Jogos: 6
Golos: 1*

1922/1923
Jogos: 8
Golos: 2
 
1923/1924
Jogos: 8
Golos: 1

1924/1925
Jogos: 5
Golos: 2



Como Treinador:
Épocas ao serviço do Benfica: 8
Total de Jogos pelo Benfica: 133
Total de Vitórias pelo Benfica: 78
Títulos pelo Benfica:
1 Taça de Portugal (1952/1953)
1 Campeonato de Lisboa (1932/1933)




*Possivel falta de alguns golos, pois em certas épocas não é possivel identificar com certeza alguns marcadores de golos nos inicios do século XX.
« Última modificação: 02 de Março de 2013, 00:13 por Shoky »

Pirex21

  • Júnior
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  • Mensagens: 640
  • 23 de Julho de 2009, 23:35
Tópico antigo, mas não há tópicos ultrapassados quando falamos de imortais. E este foi um Benfiquista enorme. Um exemplo para todos nós. Leiam o texto!

Corrosivo

  • Eusébio
  • ******
  • Mensagens: 19735
  • 31 de Janeiro de 2010, 18:59
Foi de tudo no Benfica: jogador (desde as camadas jovens até aos seniores), Dirigente, Treinador, Presidente da Mesa da Assembleia Geral, tudo sem reeber um tostão.

Deu tudo ao Benfica

VodkaBoy

  • Eusébio
  • ******
  • Onde quer que o Benfica jogue.
  • Mensagens: 11345
  • LFV 2003-.... Até quando?
  • Sócio: 11523
  • 17 de Fevereiro de 2010, 16:39
Ao ler estas linhas fiquei sem sombra de duvidas emocionado. A personificação exacta do que é ser benfiquista e de como estar na vida. O episódio da última conquista é deveras impressionante (tendo em conta os tempos modernos) e acredito que perfeitamente natural para a época.

Eagle Fly Free

  • Iniciado
  • *
  • Mensagens: 6036
  • 18 de Fevereiro de 2010, 13:50
Perfeitamente natural não diria, sempre houve trica-trica. Mas que o cavalheirismo e o fair-play eram muito superiores, sem dúvida.

Partizan

  • Iniciado
  • *
  • Mensagens: 1413
  • Gloriosa tradição
  • 21 de Fevereiro de 2010, 19:44
Nome incontornável nesta coisa que é o Benfiquismo. Penso que, tal como o Cândido de Oliveira e outras figuras, mereciam mais reconhecimento da parte do nosso Clube. A ver vamos o que o Museu fará pelas suas memórias.
 

Shoky

  • Colaborador
  • ******
  • Mensagens: 189119
  • 02 de Novembro de 2010, 01:39
Ribeiro dos Reis

 
Source/Fonte - ABOLA "100 figuras do futebol português

 
 
Ribeiro dos Reis
Natural de Lisboa — 10 de Julho de 1896 a 3 de Dezembro de 1961
 
A paixão tem coisas assim. António Ribeiro dos Reis, nos seus
primeiros tempos de jogador de futebol, ia a pé de Santo Amaro,
onde morava, até ao campo do Benfica, em Sete Rios. Era como
que o seu aquecimento. Depois do treino ou do jogo voltava pelo
mesmo caminho. Costumava dizer que a Rua Maria Pia lhe
parecia muito mais comprida no regresso. Era jogador, mas ainda
não tinha botas de futebol. Usava as de passeio, reforçadas com
ligaduras de pano, para evitar estragos. Talvez assim se
prolongasse a sua vida. Para que a família, de não muitas posses,
não entrasse em despesas supérfluas.
 
Foi na Casa Pia, onde estudou e aprendeu a ser homem, que descobriu o fascínio do
futebol. E do atletismo. A 2 de Novembro de 1913 disputou o seu primeiro jogo com a
camisola do Benfica, no Campo de Sete Rios, pelas terceiras categorias, contra o
Sacavenense, vencendo por 8-0. Tinha 16 anos. Nesse ano foi campeão de Lisboa de
terceiras (o equivalente hoje aos juvenis), mas o seu talento deslumbrara de tal forma que
o puseram a jogar, também, em segundas categorias. O Benfica voltou a ganhar. E,
assim, no ano da sua estreia, Ribeiro dos Reis ganhou dois Campeonatos. Não poderia ser
mais auspicioso o debute. Em 31 de Dezembro de 1914 estreou-se na primeira categoria
do Benfica, em San Sebastian. E na primeira categoria continuou até 18 de Janeiro de
1925. Só de lá sairia 11 anos volvidos. Mas não era homem de um só ofício. Ou de uma só
paixão. Antes pelo contrário. Um ano após a sua chegada ao Benfica iniciou a carreira de
jornalista desportivo, em o Sport Lisboa, com um artigo sobre Jean Bouin, que, nos Jogos
Olímpicos de Estocolmo, dois anos antes, tinha travado duelo emocionante com o
finlandês Kolehmainen, nos 5000 metros. «Estava-se no princípio da I Grande Guerra. A
França fora invadida pela Alemanha e nas trincheiras francesas batiam-se alguns dos seus
melhores campeões. Numa tarde de Outubro desse ano de 1914 os jornais trouxeram-nos
a notícia da morte de um valoroso atleta e destemido patriota: Jean Bouin. Foi com um
artigo sobre a sua vida e o sentido da sua heroicidade que entrei no jornalismo.»
Se não foi futebolista de classe excepcional, nunca deixou de se revelar de grande
utilidade no Benfica, pela sua estonteante velocidade (que lhe valera títulos de campeão
de atletismo na estafeta do Benfica) e pelo seu espírito de luta. Mas, sobre as suas
características de batalhador valoroso, é de anotar a sua propensão para aproveitar todas
as oportunidades, fixada numa passagem de um Perfil à Pena publicado em A BOLA:
«Metia golos com a canela para serem mais saborosos.»
Em 18 de Janeiro de 1925, Ribeiro dos Reis pendurou as botas. Antes do seu último jogo,
José Pimenta, então capitão da equipa do Benfica, entregou-lhe, em nome de todos, um
tinteiro de prata. Era, mais que um signo, a profissão de fé no jornalista brilhante que
haveria de ser. Se como jogador e jornalista pediu meças aos melhores, na história do
futebol ficaria, também, como treinador, como seleccionador, como árbitro, como
dirigente modelar. Ao seu jeito de homem bom. Secretário-geral da FPF, presidente da
Assembleia Geral do Benfica, anos a fio, Águia de Ouro. Em Janeiro de 1943 o Benfica quis
prestar-lhe a homenagem que merecia, justificando-a assim: «Vibrante, sincera,
grandiosa, mas sem o falso esmalte protocolar, a alguém do desporto nacional, homem de
espírito forte e forte acção, que tem lutado sempre com a mesma fé, indiferente à
maledicência, alheio aos manejos da baixa política desportiva. Os murmúrios dos
despeitados e dos maldosos nunca o fizeram vacilar no caminho recto.» Ao que ele,
emocionado, dourando as palavras com a humildade que sempre o caracterizou,
retorquiu: «Trouxe-se demasiado à boca de cena o indivíduo. É justo esbater a sua figura
para fazer surgir em seu lugar a colectividade que o formou, em que ele se fez gente. As
homenagens que me foram aqui prestadas endereço-as ao Benfica, em cuja escola de
virtudes temperei o meu carácter.» Sempre foi assim — homem de carácter. Que a paixão
rubra não cegava. Por exemplo, em 1933, num jogo entre o Benfica e o F. C. Porto, nas
Amoreiras, o árbitro espanhol Ramon Melcon expulsou Vítor Silva, a estrela do Benfica, por
mal percebida agressão a Miguel Siska. Gasolina nas labaredas! Os adeptos benfiquistas
protestaram, ululantes, o capitão recusou abandonar o campo, o árbitro pediu ajuda
policial, exigindo ao guarda que desse voz de prisão ao jogador, por desrespeito à
autoridade. António Ribeiro dos Reis saltou das bancadas, abeirou-se de Vítor Silva, deulhe
um raspanete, pegou-lhe no braço e pô-lo na rua. Os benfiquistas calaram-se. Os
portistas bateram palmas...
Selecção por... bambúrrio
Em 17 de Dezembro de 1921, Ribeiro dos Reis envergou a camisola de Portugal, no
primeiro jogo da Selecção Nacional, contra a Espanha. Nessa equipa estava, também,
Cândido de Oliveira. Os caminhos continuariam cruzados pela vida fora. Mas, para Ribeiro
dos Reis, a sua internacionalização fora... um capricho dos deuses. «Fui internacional um
pouco por bambúrrio, por casualidade. Alguns dos candidatos mais categorizados
amuaram, não compareceram ao último treino e eu tive a sorte de fazer, nessa tarde, uma
exibição acertada, sobre um terreno enlameado, em que geralmente me saía sempre bem.
Nesse primeiro Portugal-Espanha desempenhei vários papéis: fui o avançado-de-centro da
equipa; a seguir ao jogo tive de escrever a crónica telegráfica para O Sport de Lisboa,
onde era redactor; e, por fim, no banquete, na altura dos brindes, tive de ler o discurso da
Federação Portuguesa, pois o delegado oficial, sr. Raul Nunes, mal podia falar devido a
uma inflamação da laringe...»
A alpercata de Albino...
Nunca quis fazer de ser treinador modo de vida.
Quando o Benfica entrava em crise... técnica, António
Ribeiro dos Reis era convidado a tomar conta da
equipa. Em jeito mais ou menos sebastiânico. Sempre
gratuitamente. Assim, viveu alguns momentos de
glória. E engrandeceu a história do seu clube. Mas, pela
vida fora o diria, vezes sem conta, a conquista mais
arrebatante foi o Campeonato de Lisboa de... 1932. Havia 13 anos que os benfiquistas não
ganhavam nada, no futebol, ao nível das primeiras categorias, ofuscados pelo Sporting e
pelo Belenenses. Era um treinador com olho de lince, como se percebe bem por uma
história contada por Augusto Amaro, guarda-redes do Benfica nesse tempo de vacas
magras: «O Albino não chutava com o pé esquerdo. Tinha a mania de que não era capaz.
Um dia, na cabina, antes do treino, Ribeiro dos Reis chamou-o e disse-lhe que não voltaria
a treinar-se com a bota no pé esquerdo e que em seu lugar teria de calçar uma alpercata.
Foi remédio santo. Não muito depois, Albino já era um rematador temível com o pé que
pensava que era cego...»
A cantiga da chacota e o horror...
Entre 1921 e 1924, os comandos da Selecção Nacional estavam entregues a um comité
que chegou a ter... seis elementos. A escolha dos jogadores era por votação.
Democraticamente. O sistema não funcionou. Foi preciso boleá-lo. Por isso, em 1924,
Ribeiro dos Reis foi investido nas funções de seleccionador... único. Com plenos poderes.
Ainda nem sequer deixara a sua carreira de jogador, o que ainda mais mérito dá à
escolha. Depois de uma derrota com a Espanha (0-2), em 17 de Maio de 1924, Portugal
regista um feito histórico: a primeira vitória da Selecção, contra a Itália (1-0). Para apostar
com mais ardor na carreira militar, Ribeiro dos Reis cedeu, em 1926, o cargo a Cândido de
Oliveira. A seleccionador voltaria oito anos depois. Sob maus ventos...
O apuramento para o Campeonato do Mundo de 1934 pôs frente a frente Portugal e
Espanha. Aqueceram-se esperanças. Mas, uma tarde aziaga em Chamartin dissiparia todos
os sonhos. Os espanhóis ganharam por 9-0! Foi o tal jogo em que nas bancadas se gritou,
em chacota, para o banco de Portugal: «Ponga los dos.» Na baliza estava o portista
Soares dos Reis, que se treinava... apanhando coelhos que o técnico libertava no campo.
Ainda nem sequer chegara o intervalo, já Portugal perdia por 0-5 e Soares dos Reis foi
substituído pelo benfiquista Augusto Amaro. Os golos continuaram a entrar. E os
espanhóis a gritar cada vez mais... «ponga los dos, ponga los dos»!
Ribeiro dos Reis nem sequer fora a Madrid. Ficara em Lisboa porque a sua mãe adoecera
gravemente. O comando da equipa foi entregue a Ricardo Ornelas. A táctica e as
susbtituições foram combinadas em Lisboa. A oito dias de distância. Era assim o futebol
desse tempo. A goleada deixou Portugal humilhado. Contra Ribeiro dos Reis lançou-se
uma campanha de hostilização, por vezes peripatética. E até se criou um êxito revisteiro
que era mais um remoque: «E se a Selecção trabalha/como eu quero/Agora é que não
falha/Nove a zero.» Oito dias depois, no Lumiar, os espanhóis voltaram a ganhar. Mas
apenas por 2-1. Ribeiro dos Reis sentiu-se melhor com a sua consciência. Mas como ele
próprio diria, «tomou horror ao cargo». E nunca mais quis ser seleccionador nacional...
As meias e as multas...
Foi árbitro e patriarca dos árbitros. Escreveu quilómetros sobre as leis do futebol. O seu
prestígio levou a que fosse o primeiro português nomeado para o Comité de Arbitragem
da FIFA. Foi por essa altura que se decretou, no futebol, a proibição de se jogar com as
meias em baixo. Uma vitória sua. Capricho de uma vida. Batalha de muitos anos. Ribeiro
dos Reis não admitia que futebolista da sua equipa jogasse com as meias em baixo,
mesmo quando isso ainda não era proibido. Quem o fizesse era multado em 10 escudos,
ou em 50 no caso de reincidência. Era no tempo em que os ordenados andavam à volta
dos 500 escudos. Dizia que era tudo questão de estética e que o jogador de futebol tinha
de estar no campo com beleza. Como um militar com o seu aparato.
Talvez esse fosse o único sinal de prepotência dos seus métodos de treinador. Um
treinador obcecado pelo futebol de... ataque. Augusto Amaro desvendaria: «O Ribeirinho,
que era a alcunha dele quando jogava futebol, pensava que os jogos só se ganham
marcando golos. Quando passou a treinador, manteve o mesmo espírito. Não admitia que
um jogador não conhecesse as leis do jogo. Tratava todos da mesma maneira, mais
parecendo um irmão mais velho. Nunca nos culpava das derrotas, mas chorava, muitas
vezes, de alegria, por nós termos ganho. Mas o mais impressionante é que, sendo ele o
principal obreiro disso, achava sempre que o mérito era dos outros.»
Saber ganhar...
Como treinador a tempo intermitente, Ribeiro dos Reis assinou o seu último (e, se calhar,
mais significativo) título em 1953. Obviamente, ao serviço do Benfica. Outra vez em
missão de salvamento. Foi como um duelo fratricida. É que do outro lado estava Cândido
de Oliveira, como treinador do F. C. Porto. O Benfica ganhou por 5-0. Os benfiquistas
festejaram a vitória, em jantar, num restaurante de Alvalade, com os portistas como...
convidados especiais. Porque, para Ribeiro dos Reis, não havia no futebol nada que se
sobrepusesse ao fair play ou ao respeito dos vencedores pelos vencidos. Era assim...


bruno_

  • Eusébio
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  • Braga
  • 02 de Novembro de 2010, 01:43
Candido de Oliveira? O mesmo que dá o nome á Supertaça? :|

Velazquez

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  • 02 de Novembro de 2010, 11:07
Candido de Oliveira? O mesmo que dá o nome á Supertaça? :|
Sim

Shoky

  • Colaborador
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  • Mensagens: 189119
  • 03 de Novembro de 2010, 18:10


Nome Completo: António RIBEIRO DOS REIS
Posição: Avançado
Nacionalidade: Português (Internacional A)
Data de Nascimento: 10-07-1896
Número da Camisola: ?
Pé Preferido: Direito


Épocas completas no Benfica: 11
Total de Jogos pelo Benfica: 43
Total de Golos pelo Benfica: 13*
Títulos pelo Benfica:
3 Campeonatos de Lisboa (1915/1916; 1917/1918; 1919/1920)

1915/1916
Jogos: 1
Golos: 0

1916/1917
Jogos: 0
Golos: 0

1917/1918
Jogos: 2
Golos: 0

1918/1919
Jogos: 10
Golos: 5

1919/1920
Jogos: 2
Golos: 2

1920/1921
Jogos: 1
Golos: 0

1921/1922
Jogos: 6
Golos: 1*

1922/1923
Jogos: 8
Golos: 2
 
1923/1924
Jogos: 8
Golos: 1

1924/1925
Jogos: 5
Golos: 2



Como Treinador:
Épocas completas no Benfica: 8
Total de Jogos pelo Benfica: 133
Total de Vitórias pelo Benfica: 78
Títulos pelo Benfica:
1 Taça de Portugal (1952/1953)
1 Campeonato de Lisboa (1932/1933)




*Possivel falta de alguns golos, pois em certas épocas não é possivel identificar alguns marcadores de golos nos inicios do século XX.

Actualizado.

pcssousa

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  • 02 de Fevereiro de 2011, 10:28
Ribeiro dos Reis
(Seleccionador em 1925-26; 1934; 1943)

O verdadeiro primeiro Seleccionador Nacional

Nasceu em Lisboa, no dia 19 de Julho de 1896. Foi educado na Casa Pia, esteve no antigo Liceu da Lapa (actual Pedro Nunes), cursou no Instituto do Comércio. Ingressou na Escola do Exército, no curso de Administração Militar, chegou a tenente-coronel em 1950.

Em 1913 chegou ao Benfica, jogou nas camadas jovens e, passado um ano, já estava na equipa principal. No Benfica jogou até 1925. Foi diversas vezes seleccionado para a Selecção de Lisboa e seria um dos cabouqueiros do primeiro jogo da Selecção Nacional, em Dezembro de 1921, contra a Espanha.

Foi treinador do Benfica por mais de uma vez, sendo campeão de Portugal em 1935 e vencendo a Taça em 1953.

Em 1924, Ribeiro dos Reis foi convidado para Seleccionador Nacional. Foi com ele no cargo que Portugal conseguiu a sua primeira vitória, frente à Itália (1-0). Saiu em 1926, mas regressou por mais duas vezes, em 1934 e 1943, substituindo o seu amigo Cândido de Oliveira que tinha sido enviado para o Tarrafal, numa altura em que Portugal não disputou jogos internacionais por causa da II Grande Guerra. Viveu um momento triste quando Portugal foi goleado pela a Espanha, em Madrid, por 0-9, na primeira participação portuguesa numa fase eliminatória de um Campeonato do Mundo.

Ribeiro dos Reis foi ainda Secretário Geral da Federação Portuguesa de Futebol, o primeiro português a ser nomeado para o Comité de Arbitragem da FIFA, jornalista no «O Sport de Lisboa» e, mais tarde, fundador de «A Bola» e seu director.

Jogos - Vitórias - Empates - Derrotas (Golos)
6 - 1 - 1 - 4 (5-18)

Fonte: FPF.pt

Saïd Old Roof

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  • O Rodolfo Dias do SerBenfiquista.
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  • Sócio: concentradíssimo!
  • 31 de Janeiro de 2014, 18:54




Fonte: "Diário de Lisboa" de 3 de Dezembro de 1961.

Darkboy

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  • 28 de Fevereiro de 2015, 15:39
20 Sócios com 75 anos de filiação receberam o Anel de Platina:

José Pereira Gregório
José Queimadelos Diaz
Adriano Rosário Gomes
Maria Ivone Trindade Neves Adelino
Maria Margarida Ribeiro dos Reis
Maria Manuela Desirat Melo Freire
António Garcia Barbosa
Eugénio Durães Ferreira Santos
Olímpio Alves Pereira
Manuel Bento Dias Calçada
Amílcar Francisco Oliveira
Edith Pedroso Cruz
Fausto Matos Pires
Aníbal Lobato Natário
Álvaro António Carvalho Piano
Alexandre Garcia Brito
Fernando David Moura
Eduardo Valadas Revez Mário Abreu Pais
Mário Abreu Pais
Ernesto Gil Pinheiro



Maria Margarida Ribeiro dos Reis, sócia n.º 211, filha do antigo futebolista do Clube António Ribeiro dos Reis. Foi treinador do SLB, selecionador nacional e fundador do Jornal A BOLA:



O legado continua :)

faneca_slb4ever

  • Eusébio
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  • 28 de Fevereiro de 2015, 21:51
Enorme :)

pcssousa

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  • Até sempre!
  • Mensagens: 75794
  • 28 de Fevereiro de 2015, 22:05
A filha de uma personalidade ímpar.