País
Portugal

Costa Pereira

Nome completo
Alberto da Costa Pereira
Número
1
Naturalidade
Portuguesa
Data de nascimento
1929-12-22
Data de morte
1990-10-25
Periodo no Benfica

1954 - 1967

Poucos terão sido tão desportivamente ecléticos, na primeira e sempre mais fascinante parte vida, como Alberto Costa Pereira. O basquetebol, a vela, o atletismo e o futebol foram as modalidades a que se entregou, sempre com denodo, o jovem moçambicano, natural de Nacala, uma pequena povoação muito quilómetros a norte da então Lourenço Marques. Já em Nampula, para onde se transferiu o pai, funcionário dos caminhos de ferro, o jovem Alberto derretia-se sempre que falava em dois jogadores: João Azevedo, do Sporting, e o brasileiro Ademir, por Queixada conhecido, do Vasco da Gama, o mais português dos clubes da “pátria da chuteira”, como um dia Chico Buarque, escreveu.

Primaveras 15, Costa Pereira chegou à actual Maputo, sufocado pela dor da morte do irmão mais velho. Internado no Instituto de Portugal ficaria. Começou a recordar-se da arte de encestar, corpulento e alto era, por isso dotado para basquetebolista. Pela mocidade fez-se também praticante de vela, desafiando as águas sem temor. No atletismo, então, sublimou-se, recordista moçambicano acabaria por ser no… lançamento de peso.

Tal como alguns anos mais tarde Eusébio, o Sporting de Lourenço Marques, no escalão júnior, propiciou que se federasse. Era o tempo de sonho (avançado-centro) e da vocação (guarda-redes). Mais alto falou o sonho. Na dianteira jogava. “Quem sabe o que o futebol perdeu com a minha passagem a keeper? Talvez fosse hoje um avançado como me dizem ter sido o Soeiro, que eu não vi jogar, mas que me afirmam levava tudo na sua frente, graças ao poder físico que possuía”. Assim falou, um dia, Costa Pereira, baluarte já da máquina pulverizadora benfiquista.

De candeias às avessas com a filial laurentina do Sporting, que o impediu de jogar basquetebol no Ferroviário, precipitou a jura, segundo a qual, verde nunca mais. Curto hiato na disciplina futebol, que a precognição de Severiano Correia não tardou. Com aquelas mãos, tenazes mais pareciam, e aquela facilidade com que se elevava a um qualquer andar de cima, disse-lhe o então treinador de futebol do Ferroviário que a guarda-redes botaria figura. Assim foi.



À capital chegou, após longa viagem de barco, no Verão de 54, com destino ao Benfica. A equipa ardia por novas sagas, apelava à ressurreição, tão prolongado estava sendo o reinado do leão por obra e graça dos seus Violinos. Com Mário Coluna também a debutar, mais Jacinto, Artur, Águas, Caiado, Calado e Ângelo, reconquistado foi o velho brasão.

Só que nem por isso fez Costa Pereira unanimidade. O seu jeito basquetebolizado de a baliza defender causou facturas nas apreciações dos benfiquistas e da critica especializada. Para uns, Costa Pereira; para outros, José Bastos. Tão diferentes, mas tão do (des)agrado popular. Foi assim durante três anos. Até que, finalmente, atingiu o altar reverencial.



Foi também com Costa Pereira que o Benfica siderou a Europa. “Aquele guarda-redes que era o protótipo da elegância, fino nos movimentos, surpreendente na destreza”, assim o via o jornalista Aurélio Márcio. Na primeira final dos Campeões, períodos houve em que os vermelhos quase submergiam ao poderio do Barcelona. Valeu Costa Pereira mais a sua exibição substantiva. No ano seguinte, ainda que três vezes batido por Puskas, susteve outros ímpetos atacantes do Real Madrid, deixando que Eusébio, lá ao fundo e no fundo também, o resto fizesse. Era bicampeão europeu.

No quarto grande empreendimento internacional, desperdiçado que foi, pelo meio, um desvairante tri, frente ao AC Milan, com o Benfica cruzaria destino outra formação italiana, o Inter, na conclusão da temporada 64/65. Noite de calamidade para Costa Pereira. O único golo, apontado pelo brasileiro Jair, teve menos arte do autor e mais, bem mais, imperícia de quem o sofreu. Nessa altura, apeteceu-lhe zarpar do jogo. Foi até o que sucedeu, dez minutos após o reatamento, acusando lesão antiga. Ele que animicamente estava tem-te-não-cais. A Lisboa chegou, duplamente derrotado, em cadeira de rodas. Com a auto-estima a vaguear pelas ruas da amargura.


Costa Pereira defende remate de Altafini na final de 1963 frente ao Milan

Um retalho infeliz não pode, não deve, macular a trajectória de um dos maiores símbolos do historial benfiquista. Generosos, os adeptos, guardaram-no no lado esquerdo do peito.

 
Épocas no Benfica: 13 (54/67)

Jogos: 358

Títulos: 7CN, 4 TP, 2 TCE

Texto: Memorial Benfica, 100 Glórias
Copiado de Ednilson

Estatísticas

Jogos Minutos Cartões Amarelos Cartões vermelhos Golos
Total 146 12895 0 0 0
Seniores > 1954/1955 > SL Benfica 5 450 0 0 0
 
Campeonato Nacional 4 361 0 0 0
Taça de Portugal 1 91 0 0 0
Seniores > 1955/1956 > SL Benfica 10 900 0 0 0
 
Campeonato Nacional 9 811 0 0 0
Taça de Portugal 1 91 0 0 0
Seniores > 1953/1954 > SL Benfica 0 0 0 0
Seniores > 1956/1957 > SL Benfica 3 270 0 0 0
 
Taça Latina 1 91 0 0 0
Taça de Portugal 2 181 0 0 0
Seniores > 1957/1958 > SL Benfica 2 180 0 0 0
 
Campeonato Nacional 2 181 0 0 0
Seniores > 1958/1959 > SL Benfica 11 978 0 0 0
 
Campeonato Nacional 7 619 0 0 0
Taça de Portugal 4 361 0 0 0
Seniores > 1959/1960 > SL Benfica 34 2995 0 0 0
 
Campeonato Nacional 24 2141 0 0 0
Taça de Portugal 10 856 0 0 0
Seniores > 1960/1961 > SL Benfica 36 3240 0 0 0
 
Campeonato Nacional 24 2161 0 0 0
Taça de Portugal 3 271 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 9 811 0 0 0
Seniores > 1961/1962 > SL Benfica 14 1197 0 0 0
 
Campeonato Nacional 8 721 0 0 0
Taça de Portugal 3 208 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 3 271 0 0 0
Seniores > 1962/1963 > SL Benfica 13 1170 0 0 0
 
Campeonato Nacional 5 451 0 0 0
Taça de Portugal 3 271 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 5 451 0 0 0
Seniores > 1963/1964 > SL Benfica 10 840 0 0 0
 
Campeonato Nacional 6 481 0 0 0
Taça de Portugal 3 271 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 1 91 0 0 0
Seniores > 1964/1965 > SL Benfica 5 405 0 0 0
 
Taça de Portugal 2 136 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 3 271 0 0 0
Seniores > 1965/1966 > SL Benfica 2 180 0 0 0
 
Campeonato Nacional 1 91 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 1 91 0 0 0
Seniores > 1966/1967 > SL Benfica 1 90 0 0 0
 
Taça de Portugal 1 91 0 0 0

Primeiro jogo

SL Benfica 5 x 0 Vitória FC

Domingo, Setembro 12, 1954 - 00:00

Estádio da Luz ,

SL Benfica: Costa Pereira, Ângelo Martins, Artur Santos, Naldo, Jacinto, Francisco Calado, Fernando Caiado, Coluna, José Águas, Arsénio, Salvador Martins
Treinador: Otto Glória
Golos: Coluna (50), Coluna (65), José Águas (46), Arsénio (5), Salvador Martins (25)

Último jogo

Académica 0 x 1 SL Benfica

Segunda, Março 13, 1967 - 00:00

SL Benfica: Costa Pereira, Cruz, Jacinto, Raúl Machado, Simões, Nélson Fernandes, Jaime Graça, Coluna, Cavém, José Augusto, Eusébio
Treinador: Fernando Riera
Golos: Nélson Fernandes (53)

37770 - Tópico: Costa Pereira  (Lida 24080 vezes)

Ludwig van

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  • 19 de Outubro de 2009, 18:58


Nome Completo: Alberto da COSTA PEREIRA
Posição: Guarda-Redes
Nacionalidade: Português (Internacional A)
Data de Nascimento: 22-12-1929
Data de Falecimento: 25-10-1990
Número da Camisola: 1
Pé Preferido: Direito



Épocas ao serviço do Benfica: 13
Total de Jogos pelo Benfica: 359
Total de Golos Sofridos pelo Benfica: 354
Títulos pelo Benfica:
2 Taças dos Campeões Europeus (1960/1961; 1961/1962)
7 Campeonatos Nacionais (1954/1955; 1959/1960; 1960/1961; 1962/1963; 1963/1964; 1964/1965; 1966/1967)
5 Taças de Portugal (1954/1955; 1956/1957; 1958/1959; 1961/1962; 1963/1964)


1954/1955
Jogos: 32
Golos Sofridos: 24 (19 na Liga)

1955/1956
Jogos: 28
Golos Sofridos: 32 (31 na Liga)

1956/1957
Jogos: 5
Golos Sofridos: 2 (0 na Liga)

1957/1958
Jogos: 5
Golos Sofridos: 8 (8 na Liga)

1958/1959
Jogos: 31
Golos Sofridos: 25 (20 na Liga)

1959/1960
Jogos: 34
Golos Sofridos: 30 (25 na Liga)

1960/1961
Jogos: 36
Golos Sofridos: 35 (21 na Liga)

1961/1962
Jogos: 43
Golos Sofridos: 59 (34 na Liga)

1962/1963
Jogos: 38
Golos Sofridos: 37 (25 na Liga)

1963/1964
Jogos: 39
Golos Sofridos: 36 (24 na Liga)

1964/1965
Jogos: 38
Golos Sofridos: 31 (17 na Liga)

1965/1966
Jogos: 21
Golos Sofridos: 30 (19 na Liga)

1966/1967
Jogos: 9
Golos Sofridos: 5 (4 na Liga)
« Última modificação: 22 de Dezembro de 2014, 21:39 por Shoky »

Partizan

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  • 20 de Outubro de 2009, 01:47
« Última modificação: 04 de Novembro de 2013, 14:57 por Shoky »

dmc

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  • 20 de Outubro de 2009, 14:26
Alberto da Costa Pereira. Nacala, Moçambique. 22 de Dezembro de 1929. Guarda-redes.
Épocas no Benfica: 13 (54/67). Jogos: 358. Títulos: 7 (Campeonato Nacional), 4 (Taça de Portugal) e 2 (Taça dos Campeões).
Outros clubes: Sporting de Lourenço Marques e Ferroviário de Lourenço Marques. Internacionalizações: 22.





Equipa 1960/1961

Poucos terão sido tão desportivamente ecléticos, na primeira e sempre mais fascinante parte vida, como Alberto Costa Pereira. O basquetebol, a vela, o atletismo e o futebol foram as modalidades a que se entregou, sempre com denodo, o jovem moçambicano, natural de Nacala, uma pequena povoação muito quilómetros a norte da então Lourenço Marques. Já em Nampula, para onde se transferiu o pai, funcionário dos caminhos de ferro, o jovem Alberto derretia-se sempre que falava em dois jogadores: João Azevedo, do Sporting, e o brasileiro Ademir, por Queixada conhecido, do Vasco da Gama, o mais português dos clubes da “pátria da chuteira”, como um dia Chico Buarque, escreveu.

Primaveras 15, Costa Pereira chegou à actual Maputo, sufocado pela dor da morte do irmão mais velho. Internado no Instituto de Portugal ficaria. Começou a recordar-se da arte de encestar, corpulento e alto era, por isso dotado para basquetebolista. Pela mocidade fez-se também praticante de vela, desafiando as águas sem temor. No atletismo, então, sublimou-se, recordista moçambicano acabaria por ser no… lançamento de peso.

Tal como alguns anos mais tarde Eusébio, o Sporting de Lourenço Marques, no escalão júnior, propiciou que se federasse. Era o tempo de sonho (avançado-centro) e da vocação (guarda-redes). Mais alto falou o sonho. Na dianteira jogava. “Quem sabe o que o futebol perdeu com a minha passagem a keeper? Talvez fosse hoje um avançado como me dizem ter sido o Soeiro, que eu não vi jogar, mas que me afirmam levava tudo na sua frente, graças ao poder físico que possuía”. Assim falou, um dia, Costa Pereira, baluarte já da máquina pulverizadora benfiquista.

De candeias às avessas com a filial laurentina do Sporting, que o impediu de jogar basquetebol no Ferroviário, precipitou a jura, segundo a qual, verde nunca mais. Curto hiato na disciplina futebol, que a precognição de Severiano Correia não tardou. Com aquelas mãos, tenazes mais pareciam, e aquela facilidade com que se elevava a um qualquer andar de cima, disse-lhe o então treinador de futebol do Ferroviário que a guarda-redes botaria figura. Assim foi.



À capital chegou, após longa viagem de barco, no Verão de 54, com destino ao Benfica. A equipa ardia por novas sagas, apelava à ressurreição, tão prolongado estava sendo o reinado do leão por obra e graça dos seus Violinos. Com Mário Coluna também a debutar, mais Jacinto, Artur, Águas, Caiado, Calado e Ângelo, reconquistado foi o velho brasão.

Só que nem por isso fez Costa Pereira unanimidade. O seu jeito basquetebolizado de a baliza defender causou facturas nas apreciações dos benfiquistas e da critica especializada. Para uns, Costa Pereira; para outros, José Bastos. Tão diferentes, mas tão do (des)agrado popular. Foi assim durante três anos. Até que, finalmente, atingiu o altar reverencial.



Foi também com Costa Pereira que o Benfica siderou a Europa. “Aquele guarda-redes que era o protótipo da elegância, fino nos movimentos, surpreendente na destreza”, assim o via o jornalista Aurélio Márcio. Na primeira final dos Campeões, períodos houve em que os vermelhos quase submergiam ao poderio do Barcelona. Valeu Costa Pereira mais a sua exibição substantiva. No ano seguinte, ainda que três vezes batido por Puskas, susteve outros ímpetos atacantes do Real Madrid, deixando que Eusébio, lá ao fundo e no fundo também, o resto fizesse. Era bicampeão europeu.

No quarto grande empreendimento internacional, desperdiçado que foi, pelo meio, um desvairante tri, frente ao AC Milan, com o Benfica cruzaria destino outra formação italiana, o Inter, na conclusão da temporada 64/65. Noite de calamidade para Costa Pereira. O único golo, apontado pelo brasileiro Jair, teve menos arte do autor e mais, bem mais, imperícia de quem o sofreu. Nessa altura, apeteceu-lhe zarpar do jogo. Foi até o que sucedeu, dez minutos após o reatamento, acusando lesão antiga. Ele que animicamente estava tem-te-não-cais. A Lisboa chegou, duplamente derrotado, em cadeira de rodas. Com a auto-estima a vaguear pelas ruas da amargura.

Um retalho infeliz não pode, não deve, macular a trajectória de um dos maiores símbolos do historial benfiquista. Generosos, os adeptos, guardaram-no no lado esquerdo do peito.


Tópico: Memorial Benfica, Glórias
Autor: Ednilson
Link: http://serbenfiquista.com/forum/index.php?topic=22362.45
« Última modificação: 19 de Abril de 2013, 23:10 por Shoky »

Ludwig van

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  • 20 de Outubro de 2009, 17:25
Infelizmente também acaba por estar ligado à final europeia perdida para o Inter.
Pois acaba, por isso é que eu duvidei em colocá-lo nesta secção porque sendo o seu jogo mais conhecidos podia muita gente insurgir-se contra isso.

Optei por colocá-lo aqui porque acho que merecia, apesar de eu nunca o ter visto jogar mas pelo que ouço e leio acho que está no sítio certo.

Andei à procura aqui no site e estranhei um bocado não ter tópico em sítio nenhum, se não me escapou nada.

dmc

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  • 20 de Outubro de 2009, 18:18
Só tenho 26 anos e obviamente nunca o vi jogar, mas tenho ideia que não acompanhava a equipa em termos de categoria. Quem o viu jogar que se acuse.  O0

Eagle Fly Free

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  • 20 de Outubro de 2009, 19:56
Deve é estar tudo doido...  :estrelas:
 
Bastos, Costa Pereira, Zé Gato, Bento....
 
Quatro nomes imortais do clube.
 
O Costa Pereira é um dos melhores guarda-redes de sempre do futebol português.  Bicampeão europeu !

Partizan

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  • 20 de Outubro de 2009, 20:53
Infelizmente também acaba por estar ligado à final europeia perdida para o Inter.
E penso que teve um caso de "indisciplina" na campanha para a nossa segunda TCE, em que se terá recusado a jogar, por motivos psicológicos, depois de uma derrota em Nuremberga. Mas isso não mancha, a meu ver, a sua grande carreira no Benfica.
 
Só tenho 26 anos e obviamente nunca o vi jogar, mas tenho ideia que não acompanhava a equipa em termos de categoria. Quem o viu jogar que se acuse.  O0
Essa opinião acaba pode ser normal neste contexto, mas não deixa de estar errada, a meu ver. Os restantes 10 jogadores do Benfica formavam uma equipa fenomenal o que deixava qualquer guarda-redes muito apagado em termos de visibilidade. Nem o Lev Yashin, o Gordon Banks ou o Dasaev se safavam ali. Ainda para mais o Costa Pereira era um guarda-redes discreto (ao contrário do Bento, por exemplo).

cwally

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  • 20 de Outubro de 2009, 21:48
Tenho um tio Holandês que sobre futebol só sabe que Costa Pereira era o maior! E ele nem liga a futebol....

lcferreira

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  • 20 de Outubro de 2009, 23:30
O Costa Pereira é um dos melhores guarda-redes de sempre do futebol português.  Bicampeão europeu !

Ser Bicampeão europeu dá-lhe um título de um dos melhores de sempre do nosso futebol, vou ter de me redimir e dizer que o Valdés é um fabuloso GR.

Pertence à nossa história, é protagonista das maiores vitórias do nosso clube, merece o nosso apreço, carinho e respeito, mas foi um GR que apesar de qualidades não era decisivo a não ser.... na 1ª final ante o Barcelona só não defendeu com os dentes.

Mas nunca foi um GR de excepção, ia servindo.

RIP Sr Alberto Costa Pereira
« Última modificação: 20 de Outubro de 2009, 23:33 por lcferreira »

Bola7

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  • 21 de Outubro de 2009, 11:32
Costa Pereira era um gredes de engates...tanto tinha grandes momentos cmo alguns...suspeitos...não foi só a final contra o Inter...era muito bom a sair aos cruzamentos numa epoca qem que os gredes não saiam do galinheiro...os brasileiros então eram doido por ele...mas não estava ao nivel do seus sucessores...

ela é benfiquista

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  • benfiquista em terras de França
  • 21 de Outubro de 2009, 12:45
Alguém se lembra da alcunha dele ???







O goleiro do Maracana !

Eagle Fly Free

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  • 21 de Outubro de 2009, 22:17
O Costa Pereira é um dos melhores guarda-redes de sempre do futebol português.  Bicampeão europeu !

Ser Bicampeão europeu dá-lhe um título de um dos melhores de sempre do nosso futebol, vou ter de me redimir e dizer que o Valdés é um fabuloso GR.

Pertence à nossa história, é protagonista das maiores vitórias do nosso clube, merece o nosso apreço, carinho e respeito, mas foi um GR que apesar de qualidades não era decisivo a não ser.... na 1ª final ante o Barcelona só não defendeu com os dentes.

Mas nunca foi um GR de excepção, ia servindo.

RIP Sr Alberto Costa Pereira

Eu não disse que ser bicampeão europeu lhe confere esse título...
 
De resto, é apenas opinativo. Aliás, vai para aqui um revisionismo...
 
Não façamos do Costa Pereira um guarda-redes medíocre, pois não o era. Esteve 13 anos no clube e fez quase 500 jogos. Ninguém está num clube durante quase década e meia sem qualidade. É evidente que tinha categoria, pelo que tenho lido. E pelo que me contaram.
 
Não tenho dúvidas que é um dos melhores guarda-redes de sempre do futebol português.
 
Aliás, o Benfica nesse campo tem uma dinastia muito interessante.

Di Nes

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  • 25 de Outubro de 2009, 00:11
Hoje 25 de Out. assinalam-se os 19 anos da sua morte


andre_diogo

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  • 1950 - Rogério 'Pipi', ergue a Taça Latina
  • 25 de Outubro de 2009, 00:29
RIP Costa Pereira

Bola7

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  • San Sebastian
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  • Perdido no limbo do serbenf
  • 26 de Outubro de 2009, 17:40
Alguém se lembra da alcunha dele ???







O goleiro do Maracana !
os brasileiros adoravam-no...