66038 - Tópico: Equipamentos do Sport Lisboa e Benfica 2021/22  (Lida 191302 vezes)

Eagle Heart

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  • 22 de Julho de 2021, 20:54
Sempre fui defensor de não termos 3 equipamentos

Por causa disto
O terceiro equipamento é feito por isto, sacar dinheiro a quem não tem gostos.

As novas regras são assim e nada tem a ver com dinheiro.
Verdade que certas marcas se aproveitam disso.
Mas tudo tem uma lógica.
Pessoas/jogadores que sofrem de daltonismo.
E por causa da arbitragem.
Vais a jogar contra um Arsenal, Ajax ou PSV e as mangas, meias ou calções podem se confundir em certos lances, como os de fora de jogo. Ou uma bola no braço.

"Daltonismo também afeta craques do futebol nacional: entenda como veem dentro de campo
Especialista em visão no desporto Jorge Jorge explica que há "dificuldades em assumir", como fez Delaney


Há jogadores cujo espírito de sacrifício embeleza qualquer equipa. E Thomas Delaney é, à vista de todos, um dos heróis que vai alimentando o sonho da Dinamarca neste Euro'2020 – e não só por ter sido um dos que mais ‘pernas’ teve e um dos autores dos golos que atiraram a Rep. Checa para fora da prova (1-2). A história do médio do Borussia Dortmund também é sobre um exemplo de superação: é daltónico e tem dificuldade para "conseguir a perceber onde está o ‘bom’ e o ‘mau’" quando determinadas cores o desafiam.

"O meu nome é Thomas. Sou daltónico e isso acontece. No outro dia em campo era difícil ver quem era da minha equipa e quem era o adversário", disse o futebolista, dias antes do Mundial da Rússia, quando telefonou para a rádio 'DR P3' para dar o seu apoio a um adepto que contou ter tido problemas para distinguir as camisolas durante o particular entre a Dinamarca e o México. Ninguém sabia exatamente de quem se tratava, até que, no mesmo direto, lhe perguntaram: "Em que equipa jogas?" Delaney explicou: "Na seleção dinamarquesa."

Thomas Delaney é daltónico: «Era difícil ver quem era da minha equipa e quem era o adversário»
Thomas Delaney é daltónico: «Era difícil ver quem era da minha equipa e quem era o adversário»


Como Delaney terá visto o encontro com o México, usando o simulador 'Coblis'

Na muche: de um lado, uma equipa que se veste de verde; do outro, uma de vermelho. "São as cores que mais se confundem. Verdes, vermelhos, amarelos, laranjas… Afeta oito em cada cem homens, o que significa que, num plantel, existe, em média, um ou dois casos", explica ao nosso jornal o especialista em visão e desporto Jorge Jorge, que colabora com várias equipas e atletas. Na prática, várias são as repercussões que entravam o rendimento de um jogador: "Faz com que o atleta tenha dificuldade em perceber onde estão os adversários nestas situações, com estas cores. Somente vêem um conjunto de atletas, pelo que afeta na tomada de decisão, no tempo de reação. Vai demorar mais a decidir porque demora também a perceber onde está o ‘bom’ e o ‘mau’."

Um problema que se estende à restante rotina de um jogador – sobretudo com os ‘malditos’ coletes de treino. "Geralmente têm cores que são confundidas pelos daltónicos. E aqui incluam-se treinadores - já trabalhei, naturalmente, com treinadores também daltónicos. Mas começa-se a mudar as cores dos coletes, já vemos muitos cinzentos, pretos… ao invés dos típicos fluorescentes", nota o professor da Universidade do Minho, entendendo que, também em jogos a valer, deveria haver outra abertura: "Há que olhar para estes problemas. Nesse México-Dinamarca, o único elemento do equipamento que ajudaria um daltónico a distinguir as equipas seriam as meias. E por que não se usou um equipamento alternativo?"

E essa seria mesmo a única forma de minorar os efeitos. "Aumentaria o potencial dos tais jogadores em questão. Existem marcas a produzir lentes que tentam combater esse problema, mas não me parece que seja viável no desporto. A solução é mudarem-se as camisolas quando necessário", entende o especialista.

Jorge Jorge: «A solução é mudarem-se as camisolas quando necessário»


"Dezenas de casos em Portugal: desde a Seleção Nacional aos três grandes"

É um problema comum, como nos dizem os números – e embora existam níveis mais moderados do que outros -, mas Delaney foi mesmo um dos poucos futebolistas a nível mundial a assumi-lo. Em Portugal, não só não se assume, como os clubes, muitas vezes, não o identificam: "Já colaborei com algumas equipas da Europa e os atletas estão identificados, tem-se noção das condicionantes. Cá, os atletas têm dificuldade de assumir e os próprios clubes quase que só se preocupam se vêem bem do olho direito e do olho esquerdo. Só muito recentemente se começou a considerar a visão como um elemento primordial no desempenho dos atletas, ainda que existam clubes que não atendam a determinados procedimentos importantes. A visão é fundamental e há muito deixou de ser um pormenor".


Jorge Jorge levanta mesmo o véu sobre o panorama do futebol profissional português: "Trabalho com atletas de alta competição desde 2007. No futebol já avaliei mais de mil jogadores e posso dizer que conheço dezenas de casos de daltónicos: desde a Seleção Nacional aos três grandes." O que significa que, para estes jogadores, as cores da equipas das quinas, da camisola do Benfica, do Sporting, do Sp. Braga, do P. Ferreira ou do Tondela serão uma valente dor de cabeça, o mesmo não se dirá de um azul do FC Porto ou do Belenenses SAD. O simulador 'Coblis - Color Blindness Simulator' ajuda a entender a perturbação que gera o daltonismo num encontro entre Benfica e P. Ferreira, por exemplo.


Simulação de um encontro entre Benfica e P. Ferreira na ótica de um daltónico

As imagens utilizadas ao longo deste artigo foram alteradas com recurso ao simulador Coblis

Há jogadores cujo espírito de sacrifício embeleza qualquer equipa. E Thomas Delaney é, à vista de todos, um dos heróis que vai alimentando o sonho da Dinamarca neste Euro'2020 – e não só..."

Por isso a imposição da UEFA de os clubes terem 3 equipamentos.
De preferência um com tons mais claros e outro com tons mais escuros.

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  • 22 de Julho de 2021, 21:07
Não estou a desgostar de ver esta Camisola

DEVILLICA

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  • 22 de Julho de 2021, 21:28
Sempre fui defensor de não termos 3 equipamentos

Por causa disto
O terceiro equipamento é feito por isto, sacar dinheiro a quem não tem gostos.

As novas regras são assim e nada tem a ver com dinheiro.
Verdade que certas marcas se aproveitam disso.
Mas tudo tem uma lógica.
Pessoas/jogadores que sofrem de daltonismo.
E por causa da arbitragem.
Vais a jogar contra um Arsenal, Ajax ou PSV e as mangas, meias ou calções podem se confundir em certos lances, como os de fora de jogo. Ou uma bola no braço.

"Daltonismo também afeta craques do futebol nacional: entenda como veem dentro de campo
Especialista em visão no desporto Jorge Jorge explica que há "dificuldades em assumir", como fez Delaney


Há jogadores cujo espírito de sacrifício embeleza qualquer equipa. E Thomas Delaney é, à vista de todos, um dos heróis que vai alimentando o sonho da Dinamarca neste Euro'2020 – e não só por ter sido um dos que mais ‘pernas’ teve e um dos autores dos golos que atiraram a Rep. Checa para fora da prova (1-2). A história do médio do Borussia Dortmund também é sobre um exemplo de superação: é daltónico e tem dificuldade para "conseguir a perceber onde está o ‘bom’ e o ‘mau’" quando determinadas cores o desafiam.

"O meu nome é Thomas. Sou daltónico e isso acontece. No outro dia em campo era difícil ver quem era da minha equipa e quem era o adversário", disse o futebolista, dias antes do Mundial da Rússia, quando telefonou para a rádio 'DR P3' para dar o seu apoio a um adepto que contou ter tido problemas para distinguir as camisolas durante o particular entre a Dinamarca e o México. Ninguém sabia exatamente de quem se tratava, até que, no mesmo direto, lhe perguntaram: "Em que equipa jogas?" Delaney explicou: "Na seleção dinamarquesa."

Thomas Delaney é daltónico: «Era difícil ver quem era da minha equipa e quem era o adversário»
Thomas Delaney é daltónico: «Era difícil ver quem era da minha equipa e quem era o adversário»


Como Delaney terá visto o encontro com o México, usando o simulador 'Coblis'

Na muche: de um lado, uma equipa que se veste de verde; do outro, uma de vermelho. "São as cores que mais se confundem. Verdes, vermelhos, amarelos, laranjas… Afeta oito em cada cem homens, o que significa que, num plantel, existe, em média, um ou dois casos", explica ao nosso jornal o especialista em visão e desporto Jorge Jorge, que colabora com várias equipas e atletas. Na prática, várias são as repercussões que entravam o rendimento de um jogador: "Faz com que o atleta tenha dificuldade em perceber onde estão os adversários nestas situações, com estas cores. Somente vêem um conjunto de atletas, pelo que afeta na tomada de decisão, no tempo de reação. Vai demorar mais a decidir porque demora também a perceber onde está o ‘bom’ e o ‘mau’."

Um problema que se estende à restante rotina de um jogador – sobretudo com os ‘malditos’ coletes de treino. "Geralmente têm cores que são confundidas pelos daltónicos. E aqui incluam-se treinadores - já trabalhei, naturalmente, com treinadores também daltónicos. Mas começa-se a mudar as cores dos coletes, já vemos muitos cinzentos, pretos… ao invés dos típicos fluorescentes", nota o professor da Universidade do Minho, entendendo que, também em jogos a valer, deveria haver outra abertura: "Há que olhar para estes problemas. Nesse México-Dinamarca, o único elemento do equipamento que ajudaria um daltónico a distinguir as equipas seriam as meias. E por que não se usou um equipamento alternativo?"

E essa seria mesmo a única forma de minorar os efeitos. "Aumentaria o potencial dos tais jogadores em questão. Existem marcas a produzir lentes que tentam combater esse problema, mas não me parece que seja viável no desporto. A solução é mudarem-se as camisolas quando necessário", entende o especialista.

Jorge Jorge: «A solução é mudarem-se as camisolas quando necessário»


"Dezenas de casos em Portugal: desde a Seleção Nacional aos três grandes"

É um problema comum, como nos dizem os números – e embora existam níveis mais moderados do que outros -, mas Delaney foi mesmo um dos poucos futebolistas a nível mundial a assumi-lo. Em Portugal, não só não se assume, como os clubes, muitas vezes, não o identificam: "Já colaborei com algumas equipas da Europa e os atletas estão identificados, tem-se noção das condicionantes. Cá, os atletas têm dificuldade de assumir e os próprios clubes quase que só se preocupam se vêem bem do olho direito e do olho esquerdo. Só muito recentemente se começou a considerar a visão como um elemento primordial no desempenho dos atletas, ainda que existam clubes que não atendam a determinados procedimentos importantes. A visão é fundamental e há muito deixou de ser um pormenor".


Jorge Jorge levanta mesmo o véu sobre o panorama do futebol profissional português: "Trabalho com atletas de alta competição desde 2007. No futebol já avaliei mais de mil jogadores e posso dizer que conheço dezenas de casos de daltónicos: desde a Seleção Nacional aos três grandes." O que significa que, para estes jogadores, as cores da equipas das quinas, da camisola do Benfica, do Sporting, do Sp. Braga, do P. Ferreira ou do Tondela serão uma valente dor de cabeça, o mesmo não se dirá de um azul do FC Porto ou do Belenenses SAD. O simulador 'Coblis - Color Blindness Simulator' ajuda a entender a perturbação que gera o daltonismo num encontro entre Benfica e P. Ferreira, por exemplo.


Simulação de um encontro entre Benfica e P. Ferreira na ótica de um daltónico

As imagens utilizadas ao longo deste artigo foram alteradas com recurso ao simulador Coblis

Há jogadores cujo espírito de sacrifício embeleza qualquer equipa. E Thomas Delaney é, à vista de todos, um dos heróis que vai alimentando o sonho da Dinamarca neste Euro'2020 – e não só..."

Por isso a imposição da UEFA de os clubes terem 3 equipamentos.
De preferência um com tons mais claros e outro com tons mais escuros.


Pessoalmente sou daltónico, conheço o problema.
Se é para melhorar a visualização dos jogos, podiam fazer como fazem nos desportos americanos, quem recebe joga com camisola de core, e quem visita recebe com camisola branca.

Facto, os Dallas Cowboys, são a única equipa de NFL a jogar em branco em casa.
No final dos anos 60, os Cowboys decidiram jogar em branco em casa assim o publico terá sempre uma nova combinação de cores com a equipa em casa a jogar em branco, os Cowboys, e os visitantes a jogar com as suas cores, Giants em azul, Redskins em Vermelho Bordeaux, Eagles em verde...

Eles até mudaram de cor das calças nos anos 80, para que a core passar melhor na TV.

Para falar a sério, a UEFA tem regras, mas as marcas fazem as camisolas para vender a bom preço com custos baixos. e a fazer camisolas com cores diferentes sabem que vão poder vender ao maior numero de pessoas.
E a malta gosta de esses tipos de camisolas. 

Eagle Heart

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  • 22 de Julho de 2021, 21:32
Não estou a desgostar de ver esta Camisola

Só  nao gosto dos nomes de cor diferente dos numeros.
Imaginem na Europa.


Eagle Heart

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  • 22 de Julho de 2021, 21:34
Sempre fui defensor de não termos 3 equipamentos

Por causa disto
O terceiro equipamento é feito por isto, sacar dinheiro a quem não tem gostos.

As novas regras são assim e nada tem a ver com dinheiro.
Verdade que certas marcas se aproveitam disso.
Mas tudo tem uma lógica.
Pessoas/jogadores que sofrem de daltonismo.
E por causa da arbitragem.
Vais a jogar contra um Arsenal, Ajax ou PSV e as mangas, meias ou calções podem se confundir em certos lances, como os de fora de jogo. Ou uma bola no braço.

"Daltonismo também afeta craques do futebol nacional: entenda como veem dentro de campo
Especialista em visão no desporto Jorge Jorge explica que há "dificuldades em assumir", como fez Delaney


Há jogadores cujo espírito de sacrifício embeleza qualquer equipa. E Thomas Delaney é, à vista de todos, um dos heróis que vai alimentando o sonho da Dinamarca neste Euro'2020 – e não só por ter sido um dos que mais ‘pernas’ teve e um dos autores dos golos que atiraram a Rep. Checa para fora da prova (1-2). A história do médio do Borussia Dortmund também é sobre um exemplo de superação: é daltónico e tem dificuldade para "conseguir a perceber onde está o ‘bom’ e o ‘mau’" quando determinadas cores o desafiam.

"O meu nome é Thomas. Sou daltónico e isso acontece. No outro dia em campo era difícil ver quem era da minha equipa e quem era o adversário", disse o futebolista, dias antes do Mundial da Rússia, quando telefonou para a rádio 'DR P3' para dar o seu apoio a um adepto que contou ter tido problemas para distinguir as camisolas durante o particular entre a Dinamarca e o México. Ninguém sabia exatamente de quem se tratava, até que, no mesmo direto, lhe perguntaram: "Em que equipa jogas?" Delaney explicou: "Na seleção dinamarquesa."

Thomas Delaney é daltónico: «Era difícil ver quem era da minha equipa e quem era o adversário»
Thomas Delaney é daltónico: «Era difícil ver quem era da minha equipa e quem era o adversário»


Como Delaney terá visto o encontro com o México, usando o simulador 'Coblis'

Na muche: de um lado, uma equipa que se veste de verde; do outro, uma de vermelho. "São as cores que mais se confundem. Verdes, vermelhos, amarelos, laranjas… Afeta oito em cada cem homens, o que significa que, num plantel, existe, em média, um ou dois casos", explica ao nosso jornal o especialista em visão e desporto Jorge Jorge, que colabora com várias equipas e atletas. Na prática, várias são as repercussões que entravam o rendimento de um jogador: "Faz com que o atleta tenha dificuldade em perceber onde estão os adversários nestas situações, com estas cores. Somente vêem um conjunto de atletas, pelo que afeta na tomada de decisão, no tempo de reação. Vai demorar mais a decidir porque demora também a perceber onde está o ‘bom’ e o ‘mau’."

Um problema que se estende à restante rotina de um jogador – sobretudo com os ‘malditos’ coletes de treino. "Geralmente têm cores que são confundidas pelos daltónicos. E aqui incluam-se treinadores - já trabalhei, naturalmente, com treinadores também daltónicos. Mas começa-se a mudar as cores dos coletes, já vemos muitos cinzentos, pretos… ao invés dos típicos fluorescentes", nota o professor da Universidade do Minho, entendendo que, também em jogos a valer, deveria haver outra abertura: "Há que olhar para estes problemas. Nesse México-Dinamarca, o único elemento do equipamento que ajudaria um daltónico a distinguir as equipas seriam as meias. E por que não se usou um equipamento alternativo?"

E essa seria mesmo a única forma de minorar os efeitos. "Aumentaria o potencial dos tais jogadores em questão. Existem marcas a produzir lentes que tentam combater esse problema, mas não me parece que seja viável no desporto. A solução é mudarem-se as camisolas quando necessário", entende o especialista.

Jorge Jorge: «A solução é mudarem-se as camisolas quando necessário»


"Dezenas de casos em Portugal: desde a Seleção Nacional aos três grandes"

É um problema comum, como nos dizem os números – e embora existam níveis mais moderados do que outros -, mas Delaney foi mesmo um dos poucos futebolistas a nível mundial a assumi-lo. Em Portugal, não só não se assume, como os clubes, muitas vezes, não o identificam: "Já colaborei com algumas equipas da Europa e os atletas estão identificados, tem-se noção das condicionantes. Cá, os atletas têm dificuldade de assumir e os próprios clubes quase que só se preocupam se vêem bem do olho direito e do olho esquerdo. Só muito recentemente se começou a considerar a visão como um elemento primordial no desempenho dos atletas, ainda que existam clubes que não atendam a determinados procedimentos importantes. A visão é fundamental e há muito deixou de ser um pormenor".


Jorge Jorge levanta mesmo o véu sobre o panorama do futebol profissional português: "Trabalho com atletas de alta competição desde 2007. No futebol já avaliei mais de mil jogadores e posso dizer que conheço dezenas de casos de daltónicos: desde a Seleção Nacional aos três grandes." O que significa que, para estes jogadores, as cores da equipas das quinas, da camisola do Benfica, do Sporting, do Sp. Braga, do P. Ferreira ou do Tondela serão uma valente dor de cabeça, o mesmo não se dirá de um azul do FC Porto ou do Belenenses SAD. O simulador 'Coblis - Color Blindness Simulator' ajuda a entender a perturbação que gera o daltonismo num encontro entre Benfica e P. Ferreira, por exemplo.


Simulação de um encontro entre Benfica e P. Ferreira na ótica de um daltónico

As imagens utilizadas ao longo deste artigo foram alteradas com recurso ao simulador Coblis

Há jogadores cujo espírito de sacrifício embeleza qualquer equipa. E Thomas Delaney é, à vista de todos, um dos heróis que vai alimentando o sonho da Dinamarca neste Euro'2020 – e não só..."

Por isso a imposição da UEFA de os clubes terem 3 equipamentos.
De preferência um com tons mais claros e outro com tons mais escuros.


Pessoalmente sou daltónico, conheço o problema.
Se é para melhorar a visualização dos jogos, podiam fazer como fazem nos desportos americanos, quem recebe joga com camisola de core, e quem visita recebe com camisola branca.

Facto, os Dallas Cowboys, são a única equipa de NFL a jogar em branco em casa.
No final dos anos 60, os Cowboys decidiram jogar em branco em casa assim o publico terá sempre uma nova combinação de cores com a equipa em casa a jogar em branco, os Cowboys, e os visitantes a jogar com as suas cores, Giants em azul, Redskins em Vermelho Bordeaux, Eagles em verde...

Eles até mudaram de cor das calças nos anos 80, para que a core passar melhor na TV.

Para falar a sério, a UEFA tem regras, mas as marcas fazem as camisolas para vender a bom preço com custos baixos. e a fazer camisolas com cores diferentes sabem que vão poder vender ao maior numero de pessoas.
E a malta gosta de esses tipos de camisolas. 

Claro que nao.
Para as marcas foi um juntar de util ao agradavel.
Aproveitaram essa "ideia" da UEFA para facturar mais uns cobres.

S-Line

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  • 22 de Julho de 2021, 21:39
Não gosto do branco com calção preto .
Não consigo gostar .

serebotna

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  • Acordar o Gigante Europeu.
  • 22 de Julho de 2021, 21:58
Não gosto do branco com calção preto .
Não consigo gostar .
Come to Besiktas

Torgal

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  • 22 de Julho de 2021, 23:55
Hoje vi os equipamentos ao vivo, especialmente o alternativo. Muito bem conseguidos. O símbolo do alternativo é mais aceitável ao vivo.

Eagle Heart

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  • 23 de Julho de 2021, 03:35
Hoje vi os equipamentos ao vivo, especialmente o alternativo. Muito bem conseguidos. O símbolo do alternativo é mais aceitável ao vivo.


wAtchInGfromwayAbove

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  • 23 de Julho de 2021, 09:56
Hoje vi os equipamentos ao vivo, especialmente o alternativo. Muito bem conseguidos. O símbolo do alternativo é mais aceitável ao vivo.


Como disse ontem, durante o jogo, não desgosto, pelo contrário gosto do equipamento.
Mas depois de ver o símbolo do Lille, se não o conhecia, passava a conhecer, já o que está nesta camisola, se não o conhecesse...ficava na mesma!
É preciso mudar, não é uma questão de mais ou menos gosto - é um argumento, que a comprovar-se, é irrefutável, goste-se menos ou mais deste equipamento.

ps: eu gosto bastante do equipamento, e não sou contra todos os monocromáticos.
« Última modificação: 23 de Julho de 2021, 11:48 por wAtchInGfromwayAbove »

JozeSlb

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  • Benfica Sempre
  • 23 de Julho de 2021, 13:15
É impressão minha ou 90% das equipas da primeira liga tem um patrocínio de uma casa de apostas na camisola?

Minerva

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  • 23 de Julho de 2021, 14:03
Preferia calções brancos no 2° equipamento em vez dos pretos.

Mariachi

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  • 23 de Julho de 2021, 14:08
Preferia calções brancos no 2° equipamento em vez dos pretos.

Temos os calções brancos da principal com listas vermelhas que podem ser usados neste também.


Kyoto

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  • ...
  • 23 de Julho de 2021, 14:15
É impressão minha ou 90% das equipas da primeira liga tem um patrocínio de uma casa de apostas na camisola?
sao quem verdadeiramente ganham fortunas com o futebol (e outros desportos) a pala dos patos e dos viciados.

alfredo

  • Eusébio
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  • frankfurt/ castanheira
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  • http://benfica-portugal-shirts.blogspot.com
  • 23 de Julho de 2021, 14:23
podem dizer o que querem, mas o equipamento branco está muito bom.