8459 - Tópico: As Finanças do Benfica  (Lida 2334151 vezes)

eagles_viseu

  • Juvenil
  • **
  • Viseu
  • Mensagens: 174
  • http://dinheirogratuito.webs.com/
  • 20 de Agosto de 2017, 11:44
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.
« Última modificação: 20 de Agosto de 2017, 11:47 por eagles_viseu »

CitriC

  • Eusébio
  • ******
  • Mensagens: 7669
  • O Tetra não é mais que um meio para um fim
  • Sócio: 12925
  • 20 de Agosto de 2017, 15:41
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

eagles_viseu

  • Juvenil
  • **
  • Viseu
  • Mensagens: 174
  • http://dinheirogratuito.webs.com/
  • 20 de Agosto de 2017, 16:47
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.

MALU15

  • Eusébio
  • ******
  • Mensagens: 12944
  • A CAMINHO DO PENTA e PORQUE NÂO DO HEXA.
  • 20 de Agosto de 2017, 23:30
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

Puches

  • Sénior
  • ****
  • Mensagens: 2729
  • 20 de Agosto de 2017, 23:54
Quem tem lucros paga impostos. Ou por falarmos do Clube que apoiamos a coisa deve ser diferente?

aquaris

  • Capitão
  • ****
  • Warszawa
  • Mensagens: 3985
  • 21 de Agosto de 2017, 00:35
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

se o clube tivesse 100% da SAD, tendo o clube utilidade publica, quais as implicações a nível de impostos, em especial de IRC?

BerKut

  • Sénior
  • ****
  • Feliz - RS - Brasil
  • Mensagens: 1250
  • 21 de Agosto de 2017, 13:17
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

se o clube tivesse 100% da SAD, tendo o clube utilidade publica, quais as implicações a nível de impostos, em especial de IRC?
Do pouco que entendo de finanças em sede de IRC na própria SAD 0!!!

O que aconteceria era que na distribuição de dividendos o Clube não pagaria mais impostos!

Os seja o Clube não paga imposto de rende, mas outros accionistas no recebimento de dividendos ainda os têm de registar em sede de IRS ou IRC!

MALU15

  • Eusébio
  • ******
  • Mensagens: 12944
  • A CAMINHO DO PENTA e PORQUE NÂO DO HEXA.
  • 21 de Agosto de 2017, 16:04
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

se o clube tivesse 100% da SAD, tendo o clube utilidade publica, quais as implicações a nível de impostos, em especial de IRC?
Não seria diferente. Os impostos recaiem sobre a BSAD que é uma SA.

[email protected]

  • Velha Glória
  • *****
  • Mensagens: 5552
  • aspapoilasdobiscaia.blogspot.pt
  • 21 de Agosto de 2017, 16:13
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

se o clube tivesse 100% da SAD, tendo o clube utilidade publica, quais as implicações a nível de impostos, em especial de IRC?
Não seria diferente. Os impostos recaiem sobre a BSAD que é uma SA.

Já eu por mais descabido que possa parecer, daqui a dois no máximo três anos acabava com a SAD e voltava a ser apenas um clube tal como o Barcelona ou o Real Madrid... é pagar e acertar as contas da SAD e fechar aquela merda, a estrutura do clube está montada, a SAD só serve para chupistas e para os nossos rivais terem acesso a demasiada informação que a CMVM nos obriga a publicar.

MALU15

  • Eusébio
  • ******
  • Mensagens: 12944
  • A CAMINHO DO PENTA e PORQUE NÂO DO HEXA.
  • 21 de Agosto de 2017, 22:35
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

se o clube tivesse 100% da SAD, tendo o clube utilidade publica, quais as implicações a nível de impostos, em especial de IRC?
Não seria diferente. Os impostos recaiem sobre a BSAD que é uma SA.

Já eu por mais descabido que possa parecer, daqui a dois no máximo três anos acabava com a SAD e voltava a ser apenas um clube tal como o Barcelona ou o Real Madrid... é pagar e acertar as contas da SAD e fechar aquela merda, a estrutura do clube está montada, a SAD só serve para chupistas e para os nossos rivais terem acesso a demasiada informação que a CMVM nos obriga a publicar.
Respeito todas as opiniões. Mas não sei é se  estás a medir todas as consequências e dificuldades a enfrentar  com essa história de "acabar com a SAD" e os caminhos a trilhar para chegar a tal objectivo.

É fácil constiuir uma empresa mas é mais dificil proceder à sua liquidação, e ainda para mais quando estamos a falar duma SA cotada e com outros valores (EO`S) emitidos,   que integra um sub-grupo de empresas, e com histórico fiscal e contabilístico muito relevante.

Enveredar por OPAS ou processos de fusão seriam sempre caminhos dificeis e morosos com consequências imprevisíveis, pois há constrangimentos legais a respeitar.

Mas pronto, nos meandros dum forum como este, há sempre liberdade para se opinar sobre tudo.

STORM_13

  • Eusébio
  • ******
  • Braga
  • Mensagens: 8011
  • Where is it?
  • 21 de Agosto de 2017, 23:34
Quem tem lucros paga impostos. Ou por falarmos do Clube que apoiamos a coisa deve ser diferente?

Depende do valor dos resultados negativos acumulados..

BERNA_1961

  • Sénior
  • ****
  • Mensagens: 1962
  • 22 de Agosto de 2017, 00:03
Paga pelo menos sobre 30% do lucro, + s derrama (deve ser 1,5% sobre 100% do lucro tributável).
Se houver 50M de lucro, pode ser que o irc mínimo se aproxime dos 4M, a que devem acrescer as tributações autónomas.
É um valor considerável.