63017 - Tópico: Época 2018/2019  (Lida 285276 vezes)

Cloughie

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  • 20 de Março de 2019, 16:41
Eu não disse que devemos negligenciar os restantes mercados, disso isso sim que a formação é a base que nos deve sustentar e resolver diversos problemas que vão desde a qualidade dos planteis, às questões financeiras e terminam na cultura desportiva/identificação com o clube.

Isto não é uma questão apenas do hóquei é de todas as modalidades.

Vou dar 2 exemplos concretos da importância da formação, o primeiro é o hóquei onde foi através da mesma que o Benfica ressurgiu na modalidade. A grande evolução do Benfica foi baseada nos jovens formados/que vieram para a formação, Pedro Henriques, Diogo Rafael, João Rodrigues pois para além da qualidade eram jogadores baratos e libertavam dessa forma verbas para os estrangeiros de maior cartel. Como neste momento estes jogadores já tiveram os contratos revistos (justo) e não apareceram outros temos dificuldades em reforçar ainda mais o plantel pois os jogadores que temos são todos "caros".

O outro é o andebol onde o Alex é uma das nossa figuras e é um jogador barato, com a saída dele teremos um grave problema para resolver pois um jogador que dê tanto como ele dá é caro logo teremos menos verba para reforçar outras posições. Se tivéssemos a capacidade de formar por exemplo um pivot como o Frade já compensaria esta saída...

O ponto é que uma formação forte para além de nos dotar de qualidade também nos liberta verbas para atacar outros reforços com maior qualidade.

Vais-me desculpar, mas o Benfica não ressurgiu no Hoquei através da formação. Não foi essa a principal causa. Ressurgiu no Hoquei apartir do momento em que começou a contratar estrangeiros de qualidade, jogadores batidos para elevar o nível do seu plantel e alcançar algumas conquistas internacionais que nunca tinha alcançado na sua história. O Benfica nunca teria lá chegado se não tivesse feito essa aposta forte.

Essa conversa da formação é muito bonita e tal, mas quando se tem temporadas a seco e fala-se em apostar na formação mesmo assim, é no mínimo negligente. As pessoas querem é apostar em qualidade e em ganhar títulos no imediato. O Benfica não é um clube formador, nem experimental. É um clube ganhador. Nunca esquecer isso.

E eu estou a falar em pegar jogadores que venham directamente das equipas da formação e integrá-los no plantel, acho um erro crasso. Outra coisa é vê-los a jogar noutro nível competitivo e perceber que há ali qualidade para o Benfica após 2, 3 ou mesmo 4 anos a jogarem com regularidade no mais alto escalão. Vou dar um exemplo: Diogo Alves do Tomar que encaixava muito bem aqui e que seria boa concorrência para o Pedro Henriques. Um atleta que já tem 24 anos e 4 temporadas no escalão principal do Hoquei Nacional.
Claro que ressurgiu até porque como disse teres jogadores jovens nacionais de qualidade mas com contratos ainda razoáveis permite libertar verbas para estrangeiros de maior qualidade.

O Diogo e o João eram pedras basilares da nossa equipa, o Pedro foi decisivo na Liga Europeia. Aliás já na equipa que venceu a Taça Cers eles eram importantes (Diogo e João).

Na que foi campeã nacional o único estrangeiro acima da média era o Carlitos, tanto o Tuco como o Cacau eram jogadores normais.

 Não foi a causa principal. Foi um pilar importante sem dúvida, mas não foi a principal

O Valter já estava estabelecido na equipa há uns anos. O João já veio de Paço de Arcos com 18 ou 19 anos, não foi propriamente formado no Benfica. Foi desenvolvido no Benfica, sem qualquer dúvida e tinha esse "Star Power" que eu afirmei há pouco, que poucos jogadores têm. Assim como o Diogo Rafael, que como todos sabemos, é bem mais inconsistente por razões que todos sabemos aqui e não vale a pena voltar a falar. O Pedro Henriques foi aposta tardia, antes disso era conhecido apenas e só como o GR das bolas paradas. Foi importantíssimo, mas não era titular indiscutível no Benfica até regressar de Réus. 

O Benfica antes desse período, nem jogadores ao nível do Tuco e do Cacau andava a contratar no estrangeiro. Salvo excepções há uns bons anos dos irmãos Velasquez. A verdade é que foi apartir dessa mudança de estratégia no mercado estrangeiro, que o Benfica começou a ganhar vários titulos internacionais a sério. Até lá, só tinha uma "mísera" Taça Cers". Muito pouco para um clube desta grandeza.

As escolhas de mercado mudaram para melhor, esse foi o segredo principal. Não te podes dar ao luxo nos dias de hoje de apostares no talento jovem. É um risco tremendo. É que voltar aos tempos de ter jovens a comer pó no banco de suplentes, só para dizer que lá estão... não quero isso.
Eu falei em jogadores formados cá ou que vieram para a formação, o João e o Pedro são disso exemplo.

E discordo, podemo-nos dar a esse luxo sim se tivermos qualidade. Para entrada imediata não temos e é urgente corrigir esse défice.

O problema é esse. É que essa base, era uma base com um star power tremendo. Hoje em dia... não vês isso.

E o Benfica não pode perder tempo em experiências.
O Benfica não tem de perder tempo, aliás tem é de ganhar tempo corrigindo esse défice e lacuna que temos porque a mesmo será decisiva no futuro.

O Benfica tem de ter visão e antecipar os problemas caso contrário continuará a gastar para ser competitivo e não para ganhar. E eu quero ganhar...

Não é com 3 "miudos" e 7 Top que vamos ganhar
Porque não?

O Barcelona ganha com Roca e Alabart na equipa.

A qualidade não tem idade.

fdx meu, o Alabart é um craque do crl! e o Roca era puto quando jogou em 2016 a final4 da Liga Europeia na Luz,ainda como junior... depois foi emprestado, e "está feito um homem".
Lá está, temos de criar/procurar os nossos.

Daqui a pouco despacham Gual, Panadero e estes assumem os contratos deles.

O Barcelona faz isto e resulta, o Benfica só tem de replicar isto.

O Barcelona também tem 2 GR de topo. E resulta.

Carlsberg87

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  • 20 de Março de 2019, 16:43
Eu não disse que devemos negligenciar os restantes mercados, disso isso sim que a formação é a base que nos deve sustentar e resolver diversos problemas que vão desde a qualidade dos planteis, às questões financeiras e terminam na cultura desportiva/identificação com o clube.

Isto não é uma questão apenas do hóquei é de todas as modalidades.

Vou dar 2 exemplos concretos da importância da formação, o primeiro é o hóquei onde foi através da mesma que o Benfica ressurgiu na modalidade. A grande evolução do Benfica foi baseada nos jovens formados/que vieram para a formação, Pedro Henriques, Diogo Rafael, João Rodrigues pois para além da qualidade eram jogadores baratos e libertavam dessa forma verbas para os estrangeiros de maior cartel. Como neste momento estes jogadores já tiveram os contratos revistos (justo) e não apareceram outros temos dificuldades em reforçar ainda mais o plantel pois os jogadores que temos são todos "caros".

O outro é o andebol onde o Alex é uma das nossa figuras e é um jogador barato, com a saída dele teremos um grave problema para resolver pois um jogador que dê tanto como ele dá é caro logo teremos menos verba para reforçar outras posições. Se tivéssemos a capacidade de formar por exemplo um pivot como o Frade já compensaria esta saída...

O ponto é que uma formação forte para além de nos dotar de qualidade também nos liberta verbas para atacar outros reforços com maior qualidade.

Vais-me desculpar, mas o Benfica não ressurgiu no Hoquei através da formação. Não foi essa a principal causa. Ressurgiu no Hoquei apartir do momento em que começou a contratar estrangeiros de qualidade, jogadores batidos para elevar o nível do seu plantel e alcançar algumas conquistas internacionais que nunca tinha alcançado na sua história. O Benfica nunca teria lá chegado se não tivesse feito essa aposta forte.

Essa conversa da formação é muito bonita e tal, mas quando se tem temporadas a seco e fala-se em apostar na formação mesmo assim, é no mínimo negligente. As pessoas querem é apostar em qualidade e em ganhar títulos no imediato. O Benfica não é um clube formador, nem experimental. É um clube ganhador. Nunca esquecer isso.

E eu estou a falar em pegar jogadores que venham directamente das equipas da formação e integrá-los no plantel, acho um erro crasso. Outra coisa é vê-los a jogar noutro nível competitivo e perceber que há ali qualidade para o Benfica após 2, 3 ou mesmo 4 anos a jogarem com regularidade no mais alto escalão. Vou dar um exemplo: Diogo Alves do Tomar que encaixava muito bem aqui e que seria boa concorrência para o Pedro Henriques. Um atleta que já tem 24 anos e 4 temporadas no escalão principal do Hoquei Nacional.
Claro que ressurgiu até porque como disse teres jogadores jovens nacionais de qualidade mas com contratos ainda razoáveis permite libertar verbas para estrangeiros de maior qualidade.

O Diogo e o João eram pedras basilares da nossa equipa, o Pedro foi decisivo na Liga Europeia. Aliás já na equipa que venceu a Taça Cers eles eram importantes (Diogo e João).

Na que foi campeã nacional o único estrangeiro acima da média era o Carlitos, tanto o Tuco como o Cacau eram jogadores normais.

 Não foi a causa principal. Foi um pilar importante sem dúvida, mas não foi a principal

O Valter já estava estabelecido na equipa há uns anos. O João já veio de Paço de Arcos com 18 ou 19 anos, não foi propriamente formado no Benfica. Foi desenvolvido no Benfica, sem qualquer dúvida e tinha esse "Star Power" que eu afirmei há pouco, que poucos jogadores têm. Assim como o Diogo Rafael, que como todos sabemos, é bem mais inconsistente por razões que todos sabemos aqui e não vale a pena voltar a falar. O Pedro Henriques foi aposta tardia, antes disso era conhecido apenas e só como o GR das bolas paradas. Foi importantíssimo, mas não era titular indiscutível no Benfica até regressar de Réus. 

O Benfica antes desse período, nem jogadores ao nível do Tuco e do Cacau andava a contratar no estrangeiro. Salvo excepções há uns bons anos dos irmãos Velasquez. A verdade é que foi apartir dessa mudança de estratégia no mercado estrangeiro, que o Benfica começou a ganhar vários titulos internacionais a sério. Até lá, só tinha uma "mísera" Taça Cers". Muito pouco para um clube desta grandeza.

As escolhas de mercado mudaram para melhor, esse foi o segredo principal. Não te podes dar ao luxo nos dias de hoje de apostares no talento jovem. É um risco tremendo. É que voltar aos tempos de ter jovens a comer pó no banco de suplentes, só para dizer que lá estão... não quero isso.
Eu falei em jogadores formados cá ou que vieram para a formação, o João e o Pedro são disso exemplo.

E discordo, podemo-nos dar a esse luxo sim se tivermos qualidade. Para entrada imediata não temos e é urgente corrigir esse défice.

O problema é esse. É que essa base, era uma base com um star power tremendo. Hoje em dia... não vês isso.

E o Benfica não pode perder tempo em experiências.
O Benfica não tem de perder tempo, aliás tem é de ganhar tempo corrigindo esse défice e lacuna que temos porque a mesmo será decisiva no futuro.

O Benfica tem de ter visão e antecipar os problemas caso contrário continuará a gastar para ser competitivo e não para ganhar. E eu quero ganhar...

Não é com 3 "miudos" e 7 Top que vamos ganhar
Porque não?

O Barcelona ganha com Roca e Alabart na equipa.

A qualidade não tem idade.

fdx meu, o Alabart é um craque do crl! e o Roca era puto quando jogou em 2016 a final4 da Liga Europeia na Luz,ainda como junior... depois foi emprestado, e "está feito um homem".
Lá está, temos de criar/procurar os nossos.

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O Barcelona faz isto e resulta, o Benfica só tem de replicar isto.

O Barcelona também tem 2 GR de topo. E resulta.

Para mim é um dos fatores para eles ganharem mais.
As últimas 3 finais com Porto foi decisivo mesmo.

Slb23

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  • 20 de Março de 2019, 16:44
Eu não disse que devemos negligenciar os restantes mercados, disso isso sim que a formação é a base que nos deve sustentar e resolver diversos problemas que vão desde a qualidade dos planteis, às questões financeiras e terminam na cultura desportiva/identificação com o clube.

Isto não é uma questão apenas do hóquei é de todas as modalidades.

Vou dar 2 exemplos concretos da importância da formação, o primeiro é o hóquei onde foi através da mesma que o Benfica ressurgiu na modalidade. A grande evolução do Benfica foi baseada nos jovens formados/que vieram para a formação, Pedro Henriques, Diogo Rafael, João Rodrigues pois para além da qualidade eram jogadores baratos e libertavam dessa forma verbas para os estrangeiros de maior cartel. Como neste momento estes jogadores já tiveram os contratos revistos (justo) e não apareceram outros temos dificuldades em reforçar ainda mais o plantel pois os jogadores que temos são todos "caros".

O outro é o andebol onde o Alex é uma das nossa figuras e é um jogador barato, com a saída dele teremos um grave problema para resolver pois um jogador que dê tanto como ele dá é caro logo teremos menos verba para reforçar outras posições. Se tivéssemos a capacidade de formar por exemplo um pivot como o Frade já compensaria esta saída...

O ponto é que uma formação forte para além de nos dotar de qualidade também nos liberta verbas para atacar outros reforços com maior qualidade.

Vais-me desculpar, mas o Benfica não ressurgiu no Hoquei através da formação. Não foi essa a principal causa. Ressurgiu no Hoquei apartir do momento em que começou a contratar estrangeiros de qualidade, jogadores batidos para elevar o nível do seu plantel e alcançar algumas conquistas internacionais que nunca tinha alcançado na sua história. O Benfica nunca teria lá chegado se não tivesse feito essa aposta forte.

Essa conversa da formação é muito bonita e tal, mas quando se tem temporadas a seco e fala-se em apostar na formação mesmo assim, é no mínimo negligente. As pessoas querem é apostar em qualidade e em ganhar títulos no imediato. O Benfica não é um clube formador, nem experimental. É um clube ganhador. Nunca esquecer isso.

E eu estou a falar em pegar jogadores que venham directamente das equipas da formação e integrá-los no plantel, acho um erro crasso. Outra coisa é vê-los a jogar noutro nível competitivo e perceber que há ali qualidade para o Benfica após 2, 3 ou mesmo 4 anos a jogarem com regularidade no mais alto escalão. Vou dar um exemplo: Diogo Alves do Tomar que encaixava muito bem aqui e que seria boa concorrência para o Pedro Henriques. Um atleta que já tem 24 anos e 4 temporadas no escalão principal do Hoquei Nacional.
Claro que ressurgiu até porque como disse teres jogadores jovens nacionais de qualidade mas com contratos ainda razoáveis permite libertar verbas para estrangeiros de maior qualidade.

O Diogo e o João eram pedras basilares da nossa equipa, o Pedro foi decisivo na Liga Europeia. Aliás já na equipa que venceu a Taça Cers eles eram importantes (Diogo e João).

Na que foi campeã nacional o único estrangeiro acima da média era o Carlitos, tanto o Tuco como o Cacau eram jogadores normais.

 Não foi a causa principal. Foi um pilar importante sem dúvida, mas não foi a principal

O Valter já estava estabelecido na equipa há uns anos. O João já veio de Paço de Arcos com 18 ou 19 anos, não foi propriamente formado no Benfica. Foi desenvolvido no Benfica, sem qualquer dúvida e tinha esse "Star Power" que eu afirmei há pouco, que poucos jogadores têm. Assim como o Diogo Rafael, que como todos sabemos, é bem mais inconsistente por razões que todos sabemos aqui e não vale a pena voltar a falar. O Pedro Henriques foi aposta tardia, antes disso era conhecido apenas e só como o GR das bolas paradas. Foi importantíssimo, mas não era titular indiscutível no Benfica até regressar de Réus. 

O Benfica antes desse período, nem jogadores ao nível do Tuco e do Cacau andava a contratar no estrangeiro. Salvo excepções há uns bons anos dos irmãos Velasquez. A verdade é que foi apartir dessa mudança de estratégia no mercado estrangeiro, que o Benfica começou a ganhar vários titulos internacionais a sério. Até lá, só tinha uma "mísera" Taça Cers". Muito pouco para um clube desta grandeza.

As escolhas de mercado mudaram para melhor, esse foi o segredo principal. Não te podes dar ao luxo nos dias de hoje de apostares no talento jovem. É um risco tremendo. É que voltar aos tempos de ter jovens a comer pó no banco de suplentes, só para dizer que lá estão... não quero isso.
Eu falei em jogadores formados cá ou que vieram para a formação, o João e o Pedro são disso exemplo.

E discordo, podemo-nos dar a esse luxo sim se tivermos qualidade. Para entrada imediata não temos e é urgente corrigir esse défice.

O problema é esse. É que essa base, era uma base com um star power tremendo. Hoje em dia... não vês isso.

E o Benfica não pode perder tempo em experiências.
O Benfica não tem de perder tempo, aliás tem é de ganhar tempo corrigindo esse défice e lacuna que temos porque a mesmo será decisiva no futuro.

O Benfica tem de ter visão e antecipar os problemas caso contrário continuará a gastar para ser competitivo e não para ganhar. E eu quero ganhar...

Não é com 3 "miudos" e 7 Top que vamos ganhar
Porque não?

O Barcelona ganha com Roca e Alabart na equipa.

A qualidade não tem idade.

fdx meu, o Alabart é um craque do crl! e o Roca era puto quando jogou em 2016 a final4 da Liga Europeia na Luz,ainda como junior... depois foi emprestado, e "está feito um homem".
Lá está, temos de criar/procurar os nossos.

Daqui a pouco despacham Gual, Panadero e estes assumem os contratos deles.

O Barcelona faz isto e resulta, o Benfica só tem de replicar isto.

O Barcelona também tem 2 GR de topo. E resulta.
É a excepção.

Até no Benfica isso foi complicado de gerir com Pedro e Trabal, no Barcelona no prime do Egurrola o Sergi também estava emprestado.

Cloughie

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Eu não disse que devemos negligenciar os restantes mercados, disso isso sim que a formação é a base que nos deve sustentar e resolver diversos problemas que vão desde a qualidade dos planteis, às questões financeiras e terminam na cultura desportiva/identificação com o clube.

Isto não é uma questão apenas do hóquei é de todas as modalidades.

Vou dar 2 exemplos concretos da importância da formação, o primeiro é o hóquei onde foi através da mesma que o Benfica ressurgiu na modalidade. A grande evolução do Benfica foi baseada nos jovens formados/que vieram para a formação, Pedro Henriques, Diogo Rafael, João Rodrigues pois para além da qualidade eram jogadores baratos e libertavam dessa forma verbas para os estrangeiros de maior cartel. Como neste momento estes jogadores já tiveram os contratos revistos (justo) e não apareceram outros temos dificuldades em reforçar ainda mais o plantel pois os jogadores que temos são todos "caros".

O outro é o andebol onde o Alex é uma das nossa figuras e é um jogador barato, com a saída dele teremos um grave problema para resolver pois um jogador que dê tanto como ele dá é caro logo teremos menos verba para reforçar outras posições. Se tivéssemos a capacidade de formar por exemplo um pivot como o Frade já compensaria esta saída...

O ponto é que uma formação forte para além de nos dotar de qualidade também nos liberta verbas para atacar outros reforços com maior qualidade.

Vais-me desculpar, mas o Benfica não ressurgiu no Hoquei através da formação. Não foi essa a principal causa. Ressurgiu no Hoquei apartir do momento em que começou a contratar estrangeiros de qualidade, jogadores batidos para elevar o nível do seu plantel e alcançar algumas conquistas internacionais que nunca tinha alcançado na sua história. O Benfica nunca teria lá chegado se não tivesse feito essa aposta forte.

Essa conversa da formação é muito bonita e tal, mas quando se tem temporadas a seco e fala-se em apostar na formação mesmo assim, é no mínimo negligente. As pessoas querem é apostar em qualidade e em ganhar títulos no imediato. O Benfica não é um clube formador, nem experimental. É um clube ganhador. Nunca esquecer isso.

E eu estou a falar em pegar jogadores que venham directamente das equipas da formação e integrá-los no plantel, acho um erro crasso. Outra coisa é vê-los a jogar noutro nível competitivo e perceber que há ali qualidade para o Benfica após 2, 3 ou mesmo 4 anos a jogarem com regularidade no mais alto escalão. Vou dar um exemplo: Diogo Alves do Tomar que encaixava muito bem aqui e que seria boa concorrência para o Pedro Henriques. Um atleta que já tem 24 anos e 4 temporadas no escalão principal do Hoquei Nacional.
Claro que ressurgiu até porque como disse teres jogadores jovens nacionais de qualidade mas com contratos ainda razoáveis permite libertar verbas para estrangeiros de maior qualidade.

O Diogo e o João eram pedras basilares da nossa equipa, o Pedro foi decisivo na Liga Europeia. Aliás já na equipa que venceu a Taça Cers eles eram importantes (Diogo e João).

Na que foi campeã nacional o único estrangeiro acima da média era o Carlitos, tanto o Tuco como o Cacau eram jogadores normais.

 Não foi a causa principal. Foi um pilar importante sem dúvida, mas não foi a principal

O Valter já estava estabelecido na equipa há uns anos. O João já veio de Paço de Arcos com 18 ou 19 anos, não foi propriamente formado no Benfica. Foi desenvolvido no Benfica, sem qualquer dúvida e tinha esse "Star Power" que eu afirmei há pouco, que poucos jogadores têm. Assim como o Diogo Rafael, que como todos sabemos, é bem mais inconsistente por razões que todos sabemos aqui e não vale a pena voltar a falar. O Pedro Henriques foi aposta tardia, antes disso era conhecido apenas e só como o GR das bolas paradas. Foi importantíssimo, mas não era titular indiscutível no Benfica até regressar de Réus. 

O Benfica antes desse período, nem jogadores ao nível do Tuco e do Cacau andava a contratar no estrangeiro. Salvo excepções há uns bons anos dos irmãos Velasquez. A verdade é que foi apartir dessa mudança de estratégia no mercado estrangeiro, que o Benfica começou a ganhar vários titulos internacionais a sério. Até lá, só tinha uma "mísera" Taça Cers". Muito pouco para um clube desta grandeza.

As escolhas de mercado mudaram para melhor, esse foi o segredo principal. Não te podes dar ao luxo nos dias de hoje de apostares no talento jovem. É um risco tremendo. É que voltar aos tempos de ter jovens a comer pó no banco de suplentes, só para dizer que lá estão... não quero isso.
Eu falei em jogadores formados cá ou que vieram para a formação, o João e o Pedro são disso exemplo.

E discordo, podemo-nos dar a esse luxo sim se tivermos qualidade. Para entrada imediata não temos e é urgente corrigir esse défice.

O problema é esse. É que essa base, era uma base com um star power tremendo. Hoje em dia... não vês isso.

E o Benfica não pode perder tempo em experiências.
O Benfica não tem de perder tempo, aliás tem é de ganhar tempo corrigindo esse défice e lacuna que temos porque a mesmo será decisiva no futuro.

O Benfica tem de ter visão e antecipar os problemas caso contrário continuará a gastar para ser competitivo e não para ganhar. E eu quero ganhar...

Não é com 3 "miudos" e 7 Top que vamos ganhar
Porque não?

O Barcelona ganha com Roca e Alabart na equipa.

A qualidade não tem idade.

fdx meu, o Alabart é um craque do crl! e o Roca era puto quando jogou em 2016 a final4 da Liga Europeia na Luz,ainda como junior... depois foi emprestado, e "está feito um homem".
Lá está, temos de criar/procurar os nossos.

Daqui a pouco despacham Gual, Panadero e estes assumem os contratos deles.

O Barcelona faz isto e resulta, o Benfica só tem de replicar isto.

O Barcelona também tem 2 GR de topo. E resulta.
É a excepção.

Até no Benfica isso foi complicado de gerir com Pedro e Trabal, no Barcelona no prime do Egurrola o Sergi também estava emprestado.

Se eles conseguem, nós também conseguimos.
Temos de ter 2 opções de grande valia.
O que temos para esta temporada não é suficiente.

Slb23

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  • 20 de Março de 2019, 16:45
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Isto não é uma questão apenas do hóquei é de todas as modalidades.

Vou dar 2 exemplos concretos da importância da formação, o primeiro é o hóquei onde foi através da mesma que o Benfica ressurgiu na modalidade. A grande evolução do Benfica foi baseada nos jovens formados/que vieram para a formação, Pedro Henriques, Diogo Rafael, João Rodrigues pois para além da qualidade eram jogadores baratos e libertavam dessa forma verbas para os estrangeiros de maior cartel. Como neste momento estes jogadores já tiveram os contratos revistos (justo) e não apareceram outros temos dificuldades em reforçar ainda mais o plantel pois os jogadores que temos são todos "caros".

O outro é o andebol onde o Alex é uma das nossa figuras e é um jogador barato, com a saída dele teremos um grave problema para resolver pois um jogador que dê tanto como ele dá é caro logo teremos menos verba para reforçar outras posições. Se tivéssemos a capacidade de formar por exemplo um pivot como o Frade já compensaria esta saída...

O ponto é que uma formação forte para além de nos dotar de qualidade também nos liberta verbas para atacar outros reforços com maior qualidade.

Vais-me desculpar, mas o Benfica não ressurgiu no Hoquei através da formação. Não foi essa a principal causa. Ressurgiu no Hoquei apartir do momento em que começou a contratar estrangeiros de qualidade, jogadores batidos para elevar o nível do seu plantel e alcançar algumas conquistas internacionais que nunca tinha alcançado na sua história. O Benfica nunca teria lá chegado se não tivesse feito essa aposta forte.

Essa conversa da formação é muito bonita e tal, mas quando se tem temporadas a seco e fala-se em apostar na formação mesmo assim, é no mínimo negligente. As pessoas querem é apostar em qualidade e em ganhar títulos no imediato. O Benfica não é um clube formador, nem experimental. É um clube ganhador. Nunca esquecer isso.

E eu estou a falar em pegar jogadores que venham directamente das equipas da formação e integrá-los no plantel, acho um erro crasso. Outra coisa é vê-los a jogar noutro nível competitivo e perceber que há ali qualidade para o Benfica após 2, 3 ou mesmo 4 anos a jogarem com regularidade no mais alto escalão. Vou dar um exemplo: Diogo Alves do Tomar que encaixava muito bem aqui e que seria boa concorrência para o Pedro Henriques. Um atleta que já tem 24 anos e 4 temporadas no escalão principal do Hoquei Nacional.
Claro que ressurgiu até porque como disse teres jogadores jovens nacionais de qualidade mas com contratos ainda razoáveis permite libertar verbas para estrangeiros de maior qualidade.

O Diogo e o João eram pedras basilares da nossa equipa, o Pedro foi decisivo na Liga Europeia. Aliás já na equipa que venceu a Taça Cers eles eram importantes (Diogo e João).

Na que foi campeã nacional o único estrangeiro acima da média era o Carlitos, tanto o Tuco como o Cacau eram jogadores normais.

 Não foi a causa principal. Foi um pilar importante sem dúvida, mas não foi a principal

O Valter já estava estabelecido na equipa há uns anos. O João já veio de Paço de Arcos com 18 ou 19 anos, não foi propriamente formado no Benfica. Foi desenvolvido no Benfica, sem qualquer dúvida e tinha esse "Star Power" que eu afirmei há pouco, que poucos jogadores têm. Assim como o Diogo Rafael, que como todos sabemos, é bem mais inconsistente por razões que todos sabemos aqui e não vale a pena voltar a falar. O Pedro Henriques foi aposta tardia, antes disso era conhecido apenas e só como o GR das bolas paradas. Foi importantíssimo, mas não era titular indiscutível no Benfica até regressar de Réus. 

O Benfica antes desse período, nem jogadores ao nível do Tuco e do Cacau andava a contratar no estrangeiro. Salvo excepções há uns bons anos dos irmãos Velasquez. A verdade é que foi apartir dessa mudança de estratégia no mercado estrangeiro, que o Benfica começou a ganhar vários titulos internacionais a sério. Até lá, só tinha uma "mísera" Taça Cers". Muito pouco para um clube desta grandeza.

As escolhas de mercado mudaram para melhor, esse foi o segredo principal. Não te podes dar ao luxo nos dias de hoje de apostares no talento jovem. É um risco tremendo. É que voltar aos tempos de ter jovens a comer pó no banco de suplentes, só para dizer que lá estão... não quero isso.
Eu falei em jogadores formados cá ou que vieram para a formação, o João e o Pedro são disso exemplo.

E discordo, podemo-nos dar a esse luxo sim se tivermos qualidade. Para entrada imediata não temos e é urgente corrigir esse défice.

O problema é esse. É que essa base, era uma base com um star power tremendo. Hoje em dia... não vês isso.

E o Benfica não pode perder tempo em experiências.
O Benfica não tem de perder tempo, aliás tem é de ganhar tempo corrigindo esse défice e lacuna que temos porque a mesmo será decisiva no futuro.

O Benfica tem de ter visão e antecipar os problemas caso contrário continuará a gastar para ser competitivo e não para ganhar. E eu quero ganhar...

Não é com 3 "miudos" e 7 Top que vamos ganhar
Porque não?

O Barcelona ganha com Roca e Alabart na equipa.

A qualidade não tem idade.

fdx meu, o Alabart é um craque do crl! e o Roca era puto quando jogou em 2016 a final4 da Liga Europeia na Luz,ainda como junior... depois foi emprestado, e "está feito um homem".
Lá está, temos de criar/procurar os nossos.

Daqui a pouco despacham Gual, Panadero e estes assumem os contratos deles.

O Barcelona faz isto e resulta, o Benfica só tem de replicar isto.

O Barcelona também tem 2 GR de topo. E resulta.
É a excepção.

Até no Benfica isso foi complicado de gerir com Pedro e Trabal, no Barcelona no prime do Egurrola o Sergi também estava emprestado.

Se eles conseguem, nós também conseguimos.
Temos de ter 2 opções de grande valia.
O que temos para esta temporada não é suficiente.
Neste momento é irrelevante, temos lacunas bem mais urgentes.

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  • 20 de Março de 2019, 16:48
Eu não disse que devemos negligenciar os restantes mercados, disso isso sim que a formação é a base que nos deve sustentar e resolver diversos problemas que vão desde a qualidade dos planteis, às questões financeiras e terminam na cultura desportiva/identificação com o clube.

Isto não é uma questão apenas do hóquei é de todas as modalidades.

Vou dar 2 exemplos concretos da importância da formação, o primeiro é o hóquei onde foi através da mesma que o Benfica ressurgiu na modalidade. A grande evolução do Benfica foi baseada nos jovens formados/que vieram para a formação, Pedro Henriques, Diogo Rafael, João Rodrigues pois para além da qualidade eram jogadores baratos e libertavam dessa forma verbas para os estrangeiros de maior cartel. Como neste momento estes jogadores já tiveram os contratos revistos (justo) e não apareceram outros temos dificuldades em reforçar ainda mais o plantel pois os jogadores que temos são todos "caros".

O outro é o andebol onde o Alex é uma das nossa figuras e é um jogador barato, com a saída dele teremos um grave problema para resolver pois um jogador que dê tanto como ele dá é caro logo teremos menos verba para reforçar outras posições. Se tivéssemos a capacidade de formar por exemplo um pivot como o Frade já compensaria esta saída...

O ponto é que uma formação forte para além de nos dotar de qualidade também nos liberta verbas para atacar outros reforços com maior qualidade.

Vais-me desculpar, mas o Benfica não ressurgiu no Hoquei através da formação. Não foi essa a principal causa. Ressurgiu no Hoquei apartir do momento em que começou a contratar estrangeiros de qualidade, jogadores batidos para elevar o nível do seu plantel e alcançar algumas conquistas internacionais que nunca tinha alcançado na sua história. O Benfica nunca teria lá chegado se não tivesse feito essa aposta forte.

Essa conversa da formação é muito bonita e tal, mas quando se tem temporadas a seco e fala-se em apostar na formação mesmo assim, é no mínimo negligente. As pessoas querem é apostar em qualidade e em ganhar títulos no imediato. O Benfica não é um clube formador, nem experimental. É um clube ganhador. Nunca esquecer isso.

E eu estou a falar em pegar jogadores que venham directamente das equipas da formação e integrá-los no plantel, acho um erro crasso. Outra coisa é vê-los a jogar noutro nível competitivo e perceber que há ali qualidade para o Benfica após 2, 3 ou mesmo 4 anos a jogarem com regularidade no mais alto escalão. Vou dar um exemplo: Diogo Alves do Tomar que encaixava muito bem aqui e que seria boa concorrência para o Pedro Henriques. Um atleta que já tem 24 anos e 4 temporadas no escalão principal do Hoquei Nacional.
Claro que ressurgiu até porque como disse teres jogadores jovens nacionais de qualidade mas com contratos ainda razoáveis permite libertar verbas para estrangeiros de maior qualidade.

O Diogo e o João eram pedras basilares da nossa equipa, o Pedro foi decisivo na Liga Europeia. Aliás já na equipa que venceu a Taça Cers eles eram importantes (Diogo e João).

Na que foi campeã nacional o único estrangeiro acima da média era o Carlitos, tanto o Tuco como o Cacau eram jogadores normais.

 Não foi a causa principal. Foi um pilar importante sem dúvida, mas não foi a principal

O Valter já estava estabelecido na equipa há uns anos. O João já veio de Paço de Arcos com 18 ou 19 anos, não foi propriamente formado no Benfica. Foi desenvolvido no Benfica, sem qualquer dúvida e tinha esse "Star Power" que eu afirmei há pouco, que poucos jogadores têm. Assim como o Diogo Rafael, que como todos sabemos, é bem mais inconsistente por razões que todos sabemos aqui e não vale a pena voltar a falar. O Pedro Henriques foi aposta tardia, antes disso era conhecido apenas e só como o GR das bolas paradas. Foi importantíssimo, mas não era titular indiscutível no Benfica até regressar de Réus. 

O Benfica antes desse período, nem jogadores ao nível do Tuco e do Cacau andava a contratar no estrangeiro. Salvo excepções há uns bons anos dos irmãos Velasquez. A verdade é que foi apartir dessa mudança de estratégia no mercado estrangeiro, que o Benfica começou a ganhar vários titulos internacionais a sério. Até lá, só tinha uma "mísera" Taça Cers". Muito pouco para um clube desta grandeza.

As escolhas de mercado mudaram para melhor, esse foi o segredo principal. Não te podes dar ao luxo nos dias de hoje de apostares no talento jovem. É um risco tremendo. É que voltar aos tempos de ter jovens a comer pó no banco de suplentes, só para dizer que lá estão... não quero isso.
Eu falei em jogadores formados cá ou que vieram para a formação, o João e o Pedro são disso exemplo.

E discordo, podemo-nos dar a esse luxo sim se tivermos qualidade. Para entrada imediata não temos e é urgente corrigir esse défice.

O problema é esse. É que essa base, era uma base com um star power tremendo. Hoje em dia... não vês isso.

E o Benfica não pode perder tempo em experiências.
O Benfica não tem de perder tempo, aliás tem é de ganhar tempo corrigindo esse défice e lacuna que temos porque a mesmo será decisiva no futuro.

O Benfica tem de ter visão e antecipar os problemas caso contrário continuará a gastar para ser competitivo e não para ganhar. E eu quero ganhar...

Não é com 3 "miudos" e 7 Top que vamos ganhar
Porque não?

O Barcelona ganha com Roca e Alabart na equipa.

A qualidade não tem idade.

fdx meu, o Alabart é um craque do crl! e o Roca era puto quando jogou em 2016 a final4 da Liga Europeia na Luz,ainda como junior... depois foi emprestado, e "está feito um homem".
Lá está, temos de criar/procurar os nossos.

Daqui a pouco despacham Gual, Panadero e estes assumem os contratos deles.

O Barcelona faz isto e resulta, o Benfica só tem de replicar isto.

O Barcelona também tem 2 GR de topo. E resulta.
É a excepção.

Até no Benfica isso foi complicado de gerir com Pedro e Trabal, no Barcelona no prime do Egurrola o Sergi também estava emprestado.

Gestão horrível do Pedro Nunes, nesse aspecto, provalvelmente podiamos ter ainda o Trabal, a ter renovado com ordenado mais baixo.

Trabal foi falado para Oliveirense para a próxima época, depois na nega do Egurrola.

Carlsberg87

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  • 20 de Março de 2019, 16:48
Eu não disse que devemos negligenciar os restantes mercados, disso isso sim que a formação é a base que nos deve sustentar e resolver diversos problemas que vão desde a qualidade dos planteis, às questões financeiras e terminam na cultura desportiva/identificação com o clube.

Isto não é uma questão apenas do hóquei é de todas as modalidades.

Vou dar 2 exemplos concretos da importância da formação, o primeiro é o hóquei onde foi através da mesma que o Benfica ressurgiu na modalidade. A grande evolução do Benfica foi baseada nos jovens formados/que vieram para a formação, Pedro Henriques, Diogo Rafael, João Rodrigues pois para além da qualidade eram jogadores baratos e libertavam dessa forma verbas para os estrangeiros de maior cartel. Como neste momento estes jogadores já tiveram os contratos revistos (justo) e não apareceram outros temos dificuldades em reforçar ainda mais o plantel pois os jogadores que temos são todos "caros".

O outro é o andebol onde o Alex é uma das nossa figuras e é um jogador barato, com a saída dele teremos um grave problema para resolver pois um jogador que dê tanto como ele dá é caro logo teremos menos verba para reforçar outras posições. Se tivéssemos a capacidade de formar por exemplo um pivot como o Frade já compensaria esta saída...

O ponto é que uma formação forte para além de nos dotar de qualidade também nos liberta verbas para atacar outros reforços com maior qualidade.

Vais-me desculpar, mas o Benfica não ressurgiu no Hoquei através da formação. Não foi essa a principal causa. Ressurgiu no Hoquei apartir do momento em que começou a contratar estrangeiros de qualidade, jogadores batidos para elevar o nível do seu plantel e alcançar algumas conquistas internacionais que nunca tinha alcançado na sua história. O Benfica nunca teria lá chegado se não tivesse feito essa aposta forte.

Essa conversa da formação é muito bonita e tal, mas quando se tem temporadas a seco e fala-se em apostar na formação mesmo assim, é no mínimo negligente. As pessoas querem é apostar em qualidade e em ganhar títulos no imediato. O Benfica não é um clube formador, nem experimental. É um clube ganhador. Nunca esquecer isso.

E eu estou a falar em pegar jogadores que venham directamente das equipas da formação e integrá-los no plantel, acho um erro crasso. Outra coisa é vê-los a jogar noutro nível competitivo e perceber que há ali qualidade para o Benfica após 2, 3 ou mesmo 4 anos a jogarem com regularidade no mais alto escalão. Vou dar um exemplo: Diogo Alves do Tomar que encaixava muito bem aqui e que seria boa concorrência para o Pedro Henriques. Um atleta que já tem 24 anos e 4 temporadas no escalão principal do Hoquei Nacional.
Claro que ressurgiu até porque como disse teres jogadores jovens nacionais de qualidade mas com contratos ainda razoáveis permite libertar verbas para estrangeiros de maior qualidade.

O Diogo e o João eram pedras basilares da nossa equipa, o Pedro foi decisivo na Liga Europeia. Aliás já na equipa que venceu a Taça Cers eles eram importantes (Diogo e João).

Na que foi campeã nacional o único estrangeiro acima da média era o Carlitos, tanto o Tuco como o Cacau eram jogadores normais.

 Não foi a causa principal. Foi um pilar importante sem dúvida, mas não foi a principal

O Valter já estava estabelecido na equipa há uns anos. O João já veio de Paço de Arcos com 18 ou 19 anos, não foi propriamente formado no Benfica. Foi desenvolvido no Benfica, sem qualquer dúvida e tinha esse "Star Power" que eu afirmei há pouco, que poucos jogadores têm. Assim como o Diogo Rafael, que como todos sabemos, é bem mais inconsistente por razões que todos sabemos aqui e não vale a pena voltar a falar. O Pedro Henriques foi aposta tardia, antes disso era conhecido apenas e só como o GR das bolas paradas. Foi importantíssimo, mas não era titular indiscutível no Benfica até regressar de Réus. 

O Benfica antes desse período, nem jogadores ao nível do Tuco e do Cacau andava a contratar no estrangeiro. Salvo excepções há uns bons anos dos irmãos Velasquez. A verdade é que foi apartir dessa mudança de estratégia no mercado estrangeiro, que o Benfica começou a ganhar vários titulos internacionais a sério. Até lá, só tinha uma "mísera" Taça Cers". Muito pouco para um clube desta grandeza.

As escolhas de mercado mudaram para melhor, esse foi o segredo principal. Não te podes dar ao luxo nos dias de hoje de apostares no talento jovem. É um risco tremendo. É que voltar aos tempos de ter jovens a comer pó no banco de suplentes, só para dizer que lá estão... não quero isso.
Eu falei em jogadores formados cá ou que vieram para a formação, o João e o Pedro são disso exemplo.

E discordo, podemo-nos dar a esse luxo sim se tivermos qualidade. Para entrada imediata não temos e é urgente corrigir esse défice.

O problema é esse. É que essa base, era uma base com um star power tremendo. Hoje em dia... não vês isso.

E o Benfica não pode perder tempo em experiências.
O Benfica não tem de perder tempo, aliás tem é de ganhar tempo corrigindo esse défice e lacuna que temos porque a mesmo será decisiva no futuro.

O Benfica tem de ter visão e antecipar os problemas caso contrário continuará a gastar para ser competitivo e não para ganhar. E eu quero ganhar...

Não é com 3 "miudos" e 7 Top que vamos ganhar
Porque não?

O Barcelona ganha com Roca e Alabart na equipa.

A qualidade não tem idade.

fdx meu, o Alabart é um craque do crl! e o Roca era puto quando jogou em 2016 a final4 da Liga Europeia na Luz,ainda como junior... depois foi emprestado, e "está feito um homem".
Lá está, temos de criar/procurar os nossos.

Daqui a pouco despacham Gual, Panadero e estes assumem os contratos deles.

O Barcelona faz isto e resulta, o Benfica só tem de replicar isto.

O Barcelona também tem 2 GR de topo. E resulta.
É a excepção.

Até no Benfica isso foi complicado de gerir com Pedro e Trabal, no Barcelona no prime do Egurrola o Sergi também estava emprestado.

Se eles conseguem, nós também conseguimos.
Temos de ter 2 opções de grande valia.
O que temos para esta temporada não é suficiente.
Neste momento é irrelevante, temos lacunas bem mais urgentes.

Não é irrelevante, não é a primeiro prioridade.
Essa está no ataque.

Carlsberg87

  • Eusébio
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  • 20 de Março de 2019, 16:50
Neste momento está tudo contra nós nesta modalidade.
Federação, conselho disciplina, árbitros, rivais (Porto, Oliveirense, Sporting).

Ou temos 10 jogadores top para ganhar, porque não chega ter o melhor treinador do mundo.


Tr - 17

  • Eusébio
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  • Obrigado Eusébio e Coluna.. Foram gigantes!
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  • Sport Lisboa e Benfica
  • 20 de Março de 2019, 17:17
Eu não disse que devemos negligenciar os restantes mercados, disso isso sim que a formação é a base que nos deve sustentar e resolver diversos problemas que vão desde a qualidade dos planteis, às questões financeiras e terminam na cultura desportiva/identificação com o clube.

Isto não é uma questão apenas do hóquei é de todas as modalidades.

Vou dar 2 exemplos concretos da importância da formação, o primeiro é o hóquei onde foi através da mesma que o Benfica ressurgiu na modalidade. A grande evolução do Benfica foi baseada nos jovens formados/que vieram para a formação, Pedro Henriques, Diogo Rafael, João Rodrigues pois para além da qualidade eram jogadores baratos e libertavam dessa forma verbas para os estrangeiros de maior cartel. Como neste momento estes jogadores já tiveram os contratos revistos (justo) e não apareceram outros temos dificuldades em reforçar ainda mais o plantel pois os jogadores que temos são todos "caros".

O outro é o andebol onde o Alex é uma das nossa figuras e é um jogador barato, com a saída dele teremos um grave problema para resolver pois um jogador que dê tanto como ele dá é caro logo teremos menos verba para reforçar outras posições. Se tivéssemos a capacidade de formar por exemplo um pivot como o Frade já compensaria esta saída...

O ponto é que uma formação forte para além de nos dotar de qualidade também nos liberta verbas para atacar outros reforços com maior qualidade.

Vais-me desculpar, mas o Benfica não ressurgiu no Hoquei através da formação. Não foi essa a principal causa. Ressurgiu no Hoquei apartir do momento em que começou a contratar estrangeiros de qualidade, jogadores batidos para elevar o nível do seu plantel e alcançar algumas conquistas internacionais que nunca tinha alcançado na sua história. O Benfica nunca teria lá chegado se não tivesse feito essa aposta forte.

Essa conversa da formação é muito bonita e tal, mas quando se tem temporadas a seco e fala-se em apostar na formação mesmo assim, é no mínimo negligente. As pessoas querem é apostar em qualidade e em ganhar títulos no imediato. O Benfica não é um clube formador, nem experimental. É um clube ganhador. Nunca esquecer isso.

E eu estou a falar em pegar jogadores que venham directamente das equipas da formação e integrá-los no plantel, acho um erro crasso. Outra coisa é vê-los a jogar noutro nível competitivo e perceber que há ali qualidade para o Benfica após 2, 3 ou mesmo 4 anos a jogarem com regularidade no mais alto escalão. Vou dar um exemplo: Diogo Alves do Tomar que encaixava muito bem aqui e que seria boa concorrência para o Pedro Henriques. Um atleta que já tem 24 anos e 4 temporadas no escalão principal do Hoquei Nacional.
Claro que ressurgiu até porque como disse teres jogadores jovens nacionais de qualidade mas com contratos ainda razoáveis permite libertar verbas para estrangeiros de maior qualidade.

O Diogo e o João eram pedras basilares da nossa equipa, o Pedro foi decisivo na Liga Europeia. Aliás já na equipa que venceu a Taça Cers eles eram importantes (Diogo e João).

Na que foi campeã nacional o único estrangeiro acima da média era o Carlitos, tanto o Tuco como o Cacau eram jogadores normais.

 Não foi a causa principal. Foi um pilar importante sem dúvida, mas não foi a principal

O Valter já estava estabelecido na equipa há uns anos. O João já veio de Paço de Arcos com 18 ou 19 anos, não foi propriamente formado no Benfica. Foi desenvolvido no Benfica, sem qualquer dúvida e tinha esse "Star Power" que eu afirmei há pouco, que poucos jogadores têm. Assim como o Diogo Rafael, que como todos sabemos, é bem mais inconsistente por razões que todos sabemos aqui e não vale a pena voltar a falar. O Pedro Henriques foi aposta tardia, antes disso era conhecido apenas e só como o GR das bolas paradas. Foi importantíssimo, mas não era titular indiscutível no Benfica até regressar de Réus. 

O Benfica antes desse período, nem jogadores ao nível do Tuco e do Cacau andava a contratar no estrangeiro. Salvo excepções há uns bons anos dos irmãos Velasquez. A verdade é que foi apartir dessa mudança de estratégia no mercado estrangeiro, que o Benfica começou a ganhar vários titulos internacionais a sério. Até lá, só tinha uma "mísera" Taça Cers". Muito pouco para um clube desta grandeza.

As escolhas de mercado mudaram para melhor, esse foi o segredo principal. Não te podes dar ao luxo nos dias de hoje de apostares no talento jovem. É um risco tremendo. É que voltar aos tempos de ter jovens a comer pó no banco de suplentes, só para dizer que lá estão... não quero isso.
Eu falei em jogadores formados cá ou que vieram para a formação, o João e o Pedro são disso exemplo.

E discordo, podemo-nos dar a esse luxo sim se tivermos qualidade. Para entrada imediata não temos e é urgente corrigir esse défice.

O problema é esse. É que essa base, era uma base com um star power tremendo. Hoje em dia... não vês isso.

E o Benfica não pode perder tempo em experiências.
O Benfica não tem de perder tempo, aliás tem é de ganhar tempo corrigindo esse défice e lacuna que temos porque a mesmo será decisiva no futuro.

O Benfica tem de ter visão e antecipar os problemas caso contrário continuará a gastar para ser competitivo e não para ganhar. E eu quero ganhar...

Não é com 3 "miudos" e 7 Top que vamos ganhar
Porque não?

O Barcelona ganha com Roca e Alabart na equipa.

A qualidade não tem idade.

fdx meu, o Alabart é um craque do crl! e o Roca era puto quando jogou em 2016 a final4 da Liga Europeia na Luz,ainda como junior... depois foi emprestado, e "está feito um homem".
Lá está, temos de criar/procurar os nossos.

Daqui a pouco despacham Gual, Panadero e estes assumem os contratos deles.

O Barcelona faz isto e resulta, o Benfica só tem de replicar isto.

O Barcelona também tem 2 GR de topo. E resulta.
É a excepção.

Até no Benfica isso foi complicado de gerir com Pedro e Trabal, no Barcelona no prime do Egurrola o Sergi também estava emprestado.

Isso, parece-me, foi mesmo nabice do treinador.

Com Pedro Henriques e Trabal na equipa.. mete o Trabal a ganhar pó.

Se há modalidade onde dá para fazer esta gestão é no hóquei.

Não foi o P. Henriques entrar para defender as bolas paradas na primeira final europeia que vencemos?

Aquilo mexia com os adversários também. "Lá vem o gajo que nos vai f..."

Exige algo mais do treinador, mas é perfeitamente exequível.

Em todo o caso, Llamas óptimo.. fica a faltar um avançado que traga algo de diferente.. um finalizador.

Polaco

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  • 20 de Março de 2019, 17:29
Eu não disse que devemos negligenciar os restantes mercados, disso isso sim que a formação é a base que nos deve sustentar e resolver diversos problemas que vão desde a qualidade dos planteis, às questões financeiras e terminam na cultura desportiva/identificação com o clube.

Isto não é uma questão apenas do hóquei é de todas as modalidades.

Vou dar 2 exemplos concretos da importância da formação, o primeiro é o hóquei onde foi através da mesma que o Benfica ressurgiu na modalidade. A grande evolução do Benfica foi baseada nos jovens formados/que vieram para a formação, Pedro Henriques, Diogo Rafael, João Rodrigues pois para além da qualidade eram jogadores baratos e libertavam dessa forma verbas para os estrangeiros de maior cartel. Como neste momento estes jogadores já tiveram os contratos revistos (justo) e não apareceram outros temos dificuldades em reforçar ainda mais o plantel pois os jogadores que temos são todos "caros".

O outro é o andebol onde o Alex é uma das nossa figuras e é um jogador barato, com a saída dele teremos um grave problema para resolver pois um jogador que dê tanto como ele dá é caro logo teremos menos verba para reforçar outras posições. Se tivéssemos a capacidade de formar por exemplo um pivot como o Frade já compensaria esta saída...

O ponto é que uma formação forte para além de nos dotar de qualidade também nos liberta verbas para atacar outros reforços com maior qualidade.

Vais-me desculpar, mas o Benfica não ressurgiu no Hoquei através da formação. Não foi essa a principal causa. Ressurgiu no Hoquei apartir do momento em que começou a contratar estrangeiros de qualidade, jogadores batidos para elevar o nível do seu plantel e alcançar algumas conquistas internacionais que nunca tinha alcançado na sua história. O Benfica nunca teria lá chegado se não tivesse feito essa aposta forte.

Essa conversa da formação é muito bonita e tal, mas quando se tem temporadas a seco e fala-se em apostar na formação mesmo assim, é no mínimo negligente. As pessoas querem é apostar em qualidade e em ganhar títulos no imediato. O Benfica não é um clube formador, nem experimental. É um clube ganhador. Nunca esquecer isso.

E eu estou a falar em pegar jogadores que venham directamente das equipas da formação e integrá-los no plantel, acho um erro crasso. Outra coisa é vê-los a jogar noutro nível competitivo e perceber que há ali qualidade para o Benfica após 2, 3 ou mesmo 4 anos a jogarem com regularidade no mais alto escalão. Vou dar um exemplo: Diogo Alves do Tomar que encaixava muito bem aqui e que seria boa concorrência para o Pedro Henriques. Um atleta que já tem 24 anos e 4 temporadas no escalão principal do Hoquei Nacional.
Claro que ressurgiu até porque como disse teres jogadores jovens nacionais de qualidade mas com contratos ainda razoáveis permite libertar verbas para estrangeiros de maior qualidade.

O Diogo e o João eram pedras basilares da nossa equipa, o Pedro foi decisivo na Liga Europeia. Aliás já na equipa que venceu a Taça Cers eles eram importantes (Diogo e João).

Na que foi campeã nacional o único estrangeiro acima da média era o Carlitos, tanto o Tuco como o Cacau eram jogadores normais.

A base que reergeu o Benfica foi o 5 base contratato ao Paço de Arcos , so voltamos a ganhar titulos quando apostamos em jogadores estrangeiros.

Desses 5 que vieram do Paço de Arcos apenas o Valter cá estava quando voltamos a ganhar.

Carlos Silva foi despachado, Ricardo Barreiros foi para o Liceo, Carlitos sucessivamente emprestado e Rui Ribeiro despachado.

Mas foi ai que passamos a ter uma equipa para "lutar " com o Porto , depois so quando meteste estrangeiros a serio e o Luis Viana e o Sergio Silva e assim e que voltamos a ganhar regularmente.

Neste momento o Benfica nao pode ter no seu plantel de hoquei putos, estamos numa "NBA" do hoquei aqui no Tugão e precisas de ter 10 gaijos TOP.

Tal e qual o Barça

Esta conclusão acima devia acabar a discussão, sintetiza tudo.

Com o devido respeito pelas outras opiniões.

Quando fomos mais fortes recentemente foi na época em que a dupla de atacantes era Nicolia e Jrodrigues e a outra dupla Torra e Adroher. Alternavam metade de cada parte e não havia adversário que suportasse físicamente.
Por isso se marcava a maioria dos golos nos últimos 10-15 mins. E muitos nos últimos 5 !!!

Nunca mais tivemos duas duplas de avançados a sério, e por isso nunca mais fomos tão dominadores.

Agora, sem ter o Jrodrigues é :

1) contratar um avançado de qualidade mundial, do estilo goleador, e se quiserem resistir á pressão da Corrupção ( que já havia antes, já dura há dezenas de anos ).

2) contratem os outro jogaodor mais defensivo também de qualidade mundial, para juntar ao Valter, Casanovas e Diogo.

3) Se quiserem ter um 2ª GRedes de grande qualidade, então garantam-lhe que vai jogar e não ficar esquecido no banco.

4) Quanto á Formação, terão de apostar fortemente em jogadores que identifiquem á saída de júniores e estejam preparados para os manter emprestados vários anos.

Mas para começar, invistam pela ordem de prioridades que estão acima, até acharem que têm dinheiro, Isto que eu defendo assim representa GASTAR MUITO MAIS do que estamos a gastar agora, mas  se não o fizermos no Hóquei será muito difícil dominar a modalidade como fazíamos há pouco tempo.

Só defendo isto para o Hóquei, que é onde estamos mais acima na hierarquia mundial de TODAS as modalidades.

Ah, não sei se com um treinador não português será possível jogar desta forma, os estrangeiros parecem-me mais táticos, se calhar gostam de ter muitos jogadores do estilo Vieirinha

 

izlek

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  • 20 de Março de 2019, 17:29
Gestão horrível do Pedro Nunes, nesse aspecto, provalvelmente podiamos ter ainda o Trabal, a ter renovado com ordenado mais baixo.

Trabal foi falado para Oliveirense para a próxima época, depois na nega do Egurrola.

não foste tu, mas aqui no forum e mesmo as pessoas com quem eu falei queriam matar o pedro por ter dado a titularidade ao trabal contra o barcelona

Amigo das modalidades

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  • 20 de Março de 2019, 18:14
Gestão horrível do Pedro Nunes, nesse aspecto, provalvelmente podiamos ter ainda o Trabal, a ter renovado com ordenado mais baixo.

Trabal foi falado para Oliveirense para a próxima época, depois na nega do Egurrola.

não foste tu, mas aqui no forum e mesmo as pessoas com quem eu falei queriam matar o pedro por ter dado a titularidade ao trabal contra o barcelona

ora nem mais. era aí que eu ia chegar...

curioso que nessa altura, a maioria deste fórum matou o PN por meter o Trabal nesse jogo.

Portanto a vossa ideia de rotaçao, era o Trabal jogar com o Valença, o Turquel. Riba de Ave e Paço de Arcos, certo?

Carlsberg87

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  • 20 de Março de 2019, 18:24
Gestão horrível do Pedro Nunes, nesse aspecto, provalvelmente podiamos ter ainda o Trabal, a ter renovado com ordenado mais baixo.

Trabal foi falado para Oliveirense para a próxima época, depois na nega do Egurrola.

não foste tu, mas aqui no forum e mesmo as pessoas com quem eu falei queriam matar o pedro por ter dado a titularidade ao trabal contra o barcelona

Essa não me podes apontar, basta ires ao meu histórico, sempre defendi o Trabal

joao12soares

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  • 20 de Março de 2019, 18:40
Gestão horrível do Pedro Nunes, nesse aspecto, provalvelmente podiamos ter ainda o Trabal, a ter renovado com ordenado mais baixo.

Trabal foi falado para Oliveirense para a próxima época, depois na nega do Egurrola.

não foste tu, mas aqui no forum e mesmo as pessoas com quem eu falei queriam matar o pedro por ter dado a titularidade ao trabal contra o barcelona

ora nem mais. era aí que eu ia chegar...

curioso que nessa altura, a maioria deste fórum matou o PN por meter o Trabal nesse jogo.

Portanto a vossa ideia de rotaçao, era o Trabal jogar com o Valença, o Turquel. Riba de Ave e Paço de Arcos, certo?
O problema foi ter metido o Trabal, contra o Barça, quando o Trabal até àquele jogo, tinha apenas 1 jogo completo contra os suiços.

izlek

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  • 20 de Março de 2019, 19:02
Essa não me podes apontar, basta ires ao meu histórico, sempre defendi o Trabal

eu deixei-te de fora mas lembro-me bem que na altura serviu para muita gente bater no pedro