44004 - Tópico: Hóquei Internacional  (Lida 201466 vezes)

TeamRocket37

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  • Team Rocket à velocidade da luz vai atacar o 38!
  • 11 de Outubro de 2019, 14:55
Sul Americano de Clubes terão apenas 12 clubes e 0 clubes brasileiros.

Argentina:
Concepción
Valenciano
Murialdo
Banco Mendoza
Casa de Italia
San Lorenzo
Club Ciudad

Chile:
Universidad Católica
Estudiantil San Miguel
León Prado
Llano Subercaseaux
 
Colombia:
Club Colegio Corazonista.
Pena pelos brasileiros, mas 12 clubes até é demais para o nível e o interesse que a competição tem, que é quase zero.

Em San Juan no Aldo Cantoni está muito longe de ser quase zero.
Tem um interesse local. Bastava irem organizar isso no Chile e era completamente diferente. Para o restante hóquei mundial também tem zero interesse. Contam-se pelos dedos as pessoas que conhecem as equipas participantes. Por fim, o vencedor e o vencido ganham a oportunidade de levar uma tareia de uma equipa profissional e, se for na Europa, nem é certo que venham participar numa competição que também não interessa ao menino Jesus como a Intercontinental.

Anos e anos e a situação não muda. Às vezes faz-se torneio. Outras vezes não. Às vezes vão todos, outras vezes há boicote de um país. Às vezes há intercontinental depois do sul americano, outras vezes não. Sinceramente não vejo relevo nenhum nesta competição. Mais valia focarem-se em aumentar o profissionalismo nas competições nacionais. E mais valia haver um torneio do resto do mundo quando houvesse nível para todos competirem. Porque como está actualmente, nem vale a pena.

Esse comentário teu é que uma pessoa que não acompanhou a últimas 2 Taças Intercontinentais.
Não só acompanhei como sou amante da modalidade, embora cada vez mais desiludido. Repito, é uma competição que não interessa ao menino Jesus. Serve para os clubes europeus disputarem mais um troféu. São demasiados troféus, na minha opinião. Que interesse tem uma intercontinental com Réus e Benfica na final ou FC Porto e Barcelona para os sul americanos? Em que medida isso é intercontinental? Mais valia apostar a sério num formato mais interessante para a Liga Europeia. Isto de dar rebuçados aos grandes europeus é entediante. A continental é a mesma merda...

Vamos lá ver:
Edição 2017

Concepcion só perde no prolongamento porque o Peixoto e Rainha roubaram o Concepcion, senão a final do Benfica tinha sido com eles.
Depois dizes que eles levaram tareia.

Edição 2018:
Tens a maior promoção do hóquei feminino feita Mundialmente ao nível de clubes.
Aonde a equipa do Concepcion ganhou ao Benfica e Gijon.
Anders Tallers só perdeu no prolongamento com Gijon.
Mais depois dizes que as equipas sul americanas levam tareias das equipas europeias.
Depois tens o Murialdo que fez muito o Porto sofrer para passar a final. Mais outra goleada.

Depois ter assistência acima das 5 mil pessoas todos os dias.
Aonde tens um jogo entre 2 equipas europeias numa final com 8 mil pessoas?
Ou um jogo de hóquei feminino com essa assistência?!
Aonde as nossas meninas que jogaram para 5 mil pessoas?! Nunca mais voltarão a jogar tão prestes.

A edição de 2018 foi um sucesso para modalidade, há muito que não havia uma promoção tão bem feita como os argentinos fizeram.

fyure

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Sul Americano de Clubes terão apenas 12 clubes e 0 clubes brasileiros.

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Pena pelos brasileiros, mas 12 clubes até é demais para o nível e o interesse que a competição tem, que é quase zero.

Em San Juan no Aldo Cantoni está muito longe de ser quase zero.
Tem um interesse local. Bastava irem organizar isso no Chile e era completamente diferente. Para o restante hóquei mundial também tem zero interesse. Contam-se pelos dedos as pessoas que conhecem as equipas participantes. Por fim, o vencedor e o vencido ganham a oportunidade de levar uma tareia de uma equipa profissional e, se for na Europa, nem é certo que venham participar numa competição que também não interessa ao menino Jesus como a Intercontinental.

Anos e anos e a situação não muda. Às vezes faz-se torneio. Outras vezes não. Às vezes vão todos, outras vezes há boicote de um país. Às vezes há intercontinental depois do sul americano, outras vezes não. Sinceramente não vejo relevo nenhum nesta competição. Mais valia focarem-se em aumentar o profissionalismo nas competições nacionais. E mais valia haver um torneio do resto do mundo quando houvesse nível para todos competirem. Porque como está actualmente, nem vale a pena.

Esse comentário teu é que uma pessoa que não acompanhou a últimas 2 Taças Intercontinentais.
Não só acompanhei como sou amante da modalidade, embora cada vez mais desiludido. Repito, é uma competição que não interessa ao menino Jesus. Serve para os clubes europeus disputarem mais um troféu. São demasiados troféus, na minha opinião. Que interesse tem uma intercontinental com Réus e Benfica na final ou FC Porto e Barcelona para os sul americanos? Em que medida isso é intercontinental? Mais valia apostar a sério num formato mais interessante para a Liga Europeia. Isto de dar rebuçados aos grandes europeus é entediante. A continental é a mesma merda...

Vamos lá ver:
Edição 2017

Concepcion só perde no prolongamento porque o Peixoto e Rainha roubaram o Concepcion, senão a final do Benfica tinha sido com eles.
Depois dizes que eles levaram tareia.

Edição 2018:
Tens a maior promoção do hóquei feminino feita Mundialmente ao nível de clubes.
Aonde a equipa do Concepcion ganhou ao Benfica e Gijon.
Anders Tallers só perdeu no prolongamento com Gijon.
Mais depois dizes que as equipas sul americanas levam tareias das equipas europeias.
Depois tens o Murialdo que fez muito o Porto sofrer para passar a final. Mais outra goleada.

Depois ter assistência acima das 5 mil pessoas todos os dias.
Aonde tens um jogo entre 2 equipas europeias numa final com 8 mil pessoas?
Ou um jogo de hóquei feminino com essa assistência?!
Aonde as nossas meninas que jogaram para 5 mil pessoas?! Nunca mais voltarão a jogar tão prestes.

A edição de 2018 foi um sucesso para modalidade, há muito que não havia uma promoção tão bem feita como os argentinos fizeram.
Historicamente apena uma vez, UMA, a intercontinental ficou na América do sul. São amadores a jogar contra profissionais, onde é que isto é interessante?

O que referes são excepções à regra que é mais que esclarecedora em relação às diferenças de nível. E eu nem falei do hóquei feminino, pois com todo o respeito, o interesse nem é comparável.

Eu podia dar o exemplo inverso e falar do atropelo do Benfica ao Sport Recife, em que até deu para rodar... Jogo sem interesse desportivo nenhum. Podia até ter tido um resultado mais volumoso, mas a dada altura era uma brincadeira dentro do rinque. Digo isto porque gosto da modalidade.

Competições a mudarem de formato a cada dois anos, equipas que desistem aqui e ali, umas vezes vão, outras não. Se achas que isto é um espectáculo e grande promoção da modalidade, muito bem.

Doutra maneira não é mais que o reflexo de que anos após anos, continuam a não conseguir tornar estes encontros interessantes. O único ponto positivo é mesmo a febre que as pessoas de San Juan têm pelo hóquei. Mas isso é relativo quando tu não vais organizar ano sim, ano sim, a competição lá.

Posto isto, reitero. O sul americano com 12, 8 ou 10 equipas, sejam elas de onde forem, interessa muito pouco e não tem perspectiva nenhuma de crescer e se tornar interessante... Ainda para mais quando se resigna a equipas de um país, na sua grande maioria... A consequente intercontinental também não tem perspectiva de ser grande coisa. Vai ser mais uma final entre os campeões e vice campeões europeus. Basicamente, ganhar ou estar lá na final é garantia de sacar mais dois títulos num dia bom... Isto não te parece demasiado, não te parece desvirtuar um pouco toda competição internacional?

Digo e repito. Prefiro que se concentre a competição europeia numa liga melhor. E de preferência sem CERS ou a fantochada do novo nome. Uma grande competição continental, equipas representativas das menores ligas (ao estilo do rugby), ou então competição tipo mundial A e B (estilo EHF Champions League) e na América do sul, começar por recuperar o hóquei onde ele está moribundo, melhorar as ligas locais e, por fim, pensar em fazer uma verdadeira competição que envolva os melhores clubes da América do sul, e quiçá, África.

Enquanto a ideia for marcar ponto e fazer por fazer, com a desculpas dos esforços e dos coitadinhos, isto não passa da cepa torta. Repito, interesse zero, por um apaixonado da modalidade. Simplesmente, farto disto todos os anos. Acho que dificilmente se sai da cepa torta. Já nem falo na necessidade óbvia de ter uma federação independente para o desporto, não só a nível nacional como internacional. Mas isso são outras contas doutros rosários.

Desculpa se achas isto tudo uma afronta ou o que seja. Não o digo com o maior prazer, também.
« Última modificação: 11 de Outubro de 2019, 15:40 por fyure »

TeamRocket37

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Sul Americano de Clubes terão apenas 12 clubes e 0 clubes brasileiros.

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Chile:
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Pena pelos brasileiros, mas 12 clubes até é demais para o nível e o interesse que a competição tem, que é quase zero.

Em San Juan no Aldo Cantoni está muito longe de ser quase zero.
Tem um interesse local. Bastava irem organizar isso no Chile e era completamente diferente. Para o restante hóquei mundial também tem zero interesse. Contam-se pelos dedos as pessoas que conhecem as equipas participantes. Por fim, o vencedor e o vencido ganham a oportunidade de levar uma tareia de uma equipa profissional e, se for na Europa, nem é certo que venham participar numa competição que também não interessa ao menino Jesus como a Intercontinental.

Anos e anos e a situação não muda. Às vezes faz-se torneio. Outras vezes não. Às vezes vão todos, outras vezes há boicote de um país. Às vezes há intercontinental depois do sul americano, outras vezes não. Sinceramente não vejo relevo nenhum nesta competição. Mais valia focarem-se em aumentar o profissionalismo nas competições nacionais. E mais valia haver um torneio do resto do mundo quando houvesse nível para todos competirem. Porque como está actualmente, nem vale a pena.

Esse comentário teu é que uma pessoa que não acompanhou a últimas 2 Taças Intercontinentais.
Não só acompanhei como sou amante da modalidade, embora cada vez mais desiludido. Repito, é uma competição que não interessa ao menino Jesus. Serve para os clubes europeus disputarem mais um troféu. São demasiados troféus, na minha opinião. Que interesse tem uma intercontinental com Réus e Benfica na final ou FC Porto e Barcelona para os sul americanos? Em que medida isso é intercontinental? Mais valia apostar a sério num formato mais interessante para a Liga Europeia. Isto de dar rebuçados aos grandes europeus é entediante. A continental é a mesma merda...

Vamos lá ver:
Edição 2017

Concepcion só perde no prolongamento porque o Peixoto e Rainha roubaram o Concepcion, senão a final do Benfica tinha sido com eles.
Depois dizes que eles levaram tareia.

Edição 2018:
Tens a maior promoção do hóquei feminino feita Mundialmente ao nível de clubes.
Aonde a equipa do Concepcion ganhou ao Benfica e Gijon.
Anders Tallers só perdeu no prolongamento com Gijon.
Mais depois dizes que as equipas sul americanas levam tareias das equipas europeias.
Depois tens o Murialdo que fez muito o Porto sofrer para passar a final. Mais outra goleada.

Depois ter assistência acima das 5 mil pessoas todos os dias.
Aonde tens um jogo entre 2 equipas europeias numa final com 8 mil pessoas?
Ou um jogo de hóquei feminino com essa assistência?!
Aonde as nossas meninas que jogaram para 5 mil pessoas?! Nunca mais voltarão a jogar tão prestes.

A edição de 2018 foi um sucesso para modalidade, há muito que não havia uma promoção tão bem feita como os argentinos fizeram.
Historicamente apena uma vez, UMA, a intercontinental ficou na América do sul. São amadores a jogar contra profissionais, onde é que isto é interessante?

O que referes são excepções à regra que é mais que esclarecedora em relação às diferença de nível. E eu nem falei do hóquei feminino, pois com todo o respeito, o interesse nem é comparável.

Eu podia dar o exemplo inverso e falar do atropelo do Benfica ao Sport Recife, em que até deu para rodar... Jogo sem interesse desportivo nenhum. Digo isto porque gosto da modalidade.

Competições a mudarem de formato a cada dois anos, equipas que desistem aqui e ali, umas vezes vão, outras não. Se achas que isto é um espectáculo e grande promoção da modalidade, muito bem.

Doutra maneira não é mais que o reflexo de que anos após anos, continuam a não conseguir tornar estes encontros interessantes. O único ponto positivo é mesmo a febre que as pessoas de San Juan têm pelo hóquei. Mas isso é relativo quando tu não vais organizar ano sim, ano sim, a competição lá.

Posto isto, reitero. O sul americano com 12, 8 ou 10 equipas, sejam elas de onde forem, interessa muito pouco e não tem perspectiva nenhuma de crescer e se tornar interessante... Ainda para mais quando se resigna a equipas de um país, na sua grande maioria... A consequente intercontinental também não tem perspectiva de ser grande coisa. Vai ser mais uma final entre os campeões e você campeões europeus. Basicamente, ganhar ou estar lá na final é garantia de sacar mais dois títulos num dia bom... Isto não te parece demasiado, não te parece desvirtuar um pouco toda competição internacional?

Digo e repito. Prefiro que se concentre a competição europeia numa liga melhor. E de preferência sem CERS ou a fantochada do novo nome. Uma grande competição continental, equipas representativas das menores ligas (ao estilo do rugby), ou então competição tipo mundial A e B (estilo EHF Champions League) e na América do sul, começar por recuperar o hóquei onde ele está moribundo, melhorar as ligas locais e, por fim, pensar em fazer uma verdadeira competição que envolva os melhores clubes da América do sul, e quiçá, África.

Enquanto a ideia for marcar ponto e fazer por fazer, com a desculpas dos esforços e dos coitadinha, isto não passa da cepa torta. Repito, interesse zero, por um apaixonado da modalidade. Simplesmente, farto disto todos os anos. Acho que dificilmente se sai da cepa torta. Já nem falo na necessidade onvia de ter uma federação independente para o deporto, não só a nível nacional como internacional. Mas isso são outras contas doutros rosários.

Desculpa se achas isto tudo uma afronta ou o que seja. Não o digo com o maior prazer, também.

Tu sabes Vice Campeão Europeu e Vice Campeã Sul Americano são convocados porque ainda não há campeão africano e asiático, porque e que está no regulamento da prova criada o ano passado.

A Intercontinental antes da edição de 2017 era uma coisa. Se concordo com a maioria das coisas disses, para a competição antes dessa data, agora é completamente outra.

Em relação ao Sul Americanos está muito melhor agora, agora e sempre realizado antes não era. Tem o feminino ser realizado que antes não tinha.
Está muito melhor organizado desde passou para World Skate América.

A criação da competição africana e Ásia/Oceania de Clubes será uma realidade breve. World Skate África e World Skate Ásia estão a trabalhar nisso. Há intenção de levar a Intercontinental para Angola e para Macau... Quando isso acontecer apenas o campeão europeu e sul americano irão a competição.
« Última modificação: 11 de Outubro de 2019, 15:49 por TeamRocket37 »

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Sul Americano de Clubes terão apenas 12 clubes e 0 clubes brasileiros.

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Chile:
Universidad Católica
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Pena pelos brasileiros, mas 12 clubes até é demais para o nível e o interesse que a competição tem, que é quase zero.

Em San Juan no Aldo Cantoni está muito longe de ser quase zero.
Tem um interesse local. Bastava irem organizar isso no Chile e era completamente diferente. Para o restante hóquei mundial também tem zero interesse. Contam-se pelos dedos as pessoas que conhecem as equipas participantes. Por fim, o vencedor e o vencido ganham a oportunidade de levar uma tareia de uma equipa profissional e, se for na Europa, nem é certo que venham participar numa competição que também não interessa ao menino Jesus como a Intercontinental.

Anos e anos e a situação não muda. Às vezes faz-se torneio. Outras vezes não. Às vezes vão todos, outras vezes há boicote de um país. Às vezes há intercontinental depois do sul americano, outras vezes não. Sinceramente não vejo relevo nenhum nesta competição. Mais valia focarem-se em aumentar o profissionalismo nas competições nacionais. E mais valia haver um torneio do resto do mundo quando houvesse nível para todos competirem. Porque como está actualmente, nem vale a pena.

Esse comentário teu é que uma pessoa que não acompanhou a últimas 2 Taças Intercontinentais.
Não só acompanhei como sou amante da modalidade, embora cada vez mais desiludido. Repito, é uma competição que não interessa ao menino Jesus. Serve para os clubes europeus disputarem mais um troféu. São demasiados troféus, na minha opinião. Que interesse tem uma intercontinental com Réus e Benfica na final ou FC Porto e Barcelona para os sul americanos? Em que medida isso é intercontinental? Mais valia apostar a sério num formato mais interessante para a Liga Europeia. Isto de dar rebuçados aos grandes europeus é entediante. A continental é a mesma merda...

Vamos lá ver:
Edição 2017

Concepcion só perde no prolongamento porque o Peixoto e Rainha roubaram o Concepcion, senão a final do Benfica tinha sido com eles.
Depois dizes que eles levaram tareia.

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Tens a maior promoção do hóquei feminino feita Mundialmente ao nível de clubes.
Aonde a equipa do Concepcion ganhou ao Benfica e Gijon.
Anders Tallers só perdeu no prolongamento com Gijon.
Mais depois dizes que as equipas sul americanas levam tareias das equipas europeias.
Depois tens o Murialdo que fez muito o Porto sofrer para passar a final. Mais outra goleada.

Depois ter assistência acima das 5 mil pessoas todos os dias.
Aonde tens um jogo entre 2 equipas europeias numa final com 8 mil pessoas?
Ou um jogo de hóquei feminino com essa assistência?!
Aonde as nossas meninas que jogaram para 5 mil pessoas?! Nunca mais voltarão a jogar tão prestes.

A edição de 2018 foi um sucesso para modalidade, há muito que não havia uma promoção tão bem feita como os argentinos fizeram.
Historicamente apena uma vez, UMA, a intercontinental ficou na América do sul. São amadores a jogar contra profissionais, onde é que isto é interessante?

O que referes são excepções à regra que é mais que esclarecedora em relação às diferença de nível. E eu nem falei do hóquei feminino, pois com todo o respeito, o interesse nem é comparável.

Eu podia dar o exemplo inverso e falar do atropelo do Benfica ao Sport Recife, em que até deu para rodar... Jogo sem interesse desportivo nenhum. Digo isto porque gosto da modalidade.

Competições a mudarem de formato a cada dois anos, equipas que desistem aqui e ali, umas vezes vão, outras não. Se achas que isto é um espectáculo e grande promoção da modalidade, muito bem.

Doutra maneira não é mais que o reflexo de que anos após anos, continuam a não conseguir tornar estes encontros interessantes. O único ponto positivo é mesmo a febre que as pessoas de San Juan têm pelo hóquei. Mas isso é relativo quando tu não vais organizar ano sim, ano sim, a competição lá.

Posto isto, reitero. O sul americano com 12, 8 ou 10 equipas, sejam elas de onde forem, interessa muito pouco e não tem perspectiva nenhuma de crescer e se tornar interessante... Ainda para mais quando se resigna a equipas de um país, na sua grande maioria... A consequente intercontinental também não tem perspectiva de ser grande coisa. Vai ser mais uma final entre os campeões e você campeões europeus. Basicamente, ganhar ou estar lá na final é garantia de sacar mais dois títulos num dia bom... Isto não te parece demasiado, não te parece desvirtuar um pouco toda competição internacional?

Digo e repito. Prefiro que se concentre a competição europeia numa liga melhor. E de preferência sem CERS ou a fantochada do novo nome. Uma grande competição continental, equipas representativas das menores ligas (ao estilo do rugby), ou então competição tipo mundial A e B (estilo EHF Champions League) e na América do sul, começar por recuperar o hóquei onde ele está moribundo, melhorar as ligas locais e, por fim, pensar em fazer uma verdadeira competição que envolva os melhores clubes da América do sul, e quiçá, África.

Enquanto a ideia for marcar ponto e fazer por fazer, com a desculpas dos esforços e dos coitadinha, isto não passa da cepa torta. Repito, interesse zero, por um apaixonado da modalidade. Simplesmente, farto disto todos os anos. Acho que dificilmente se sai da cepa torta. Já nem falo na necessidade onvia de ter uma federação independente para o deporto, não só a nível nacional como internacional. Mas isso são outras contas doutros rosários.

Desculpa se achas isto tudo uma afronta ou o que seja. Não o digo com o maior prazer, também.

Tu sabes Vice Campeão Europeu e Vice Campeã Sul Americano são convocados porque ainda não há campeão africano e asiático, porque e que está no regulamento da prova criada o ano passado.

A Intercontinental antes da edição de 2017 era uma coisa. Se concordo com a maioria das coisas disses, para a competição antes dessa data, agora é completamente outra.
Agora imagina que fazem a intercontinental e, conforme aconteceu no passado, os sul americanos não têm condições para vir à Europa. Nem sei qual é a solução, mas até mete medo pensar que se faria uma repetição da final four da LE ou assim... Sinceramente não vejo onde é que estes formatos, que mudam de dois em dois anos ou até menos, beneficiam o interesse pela modalidade. Pelo contrário, mostram as fragilidades da mesma.

Mais valia apostar-se a sério onde ela tem força e reconhecer o restante hóquei como emergente. Dividir em categorias e preparar esses países para subirem um nível. Um exemplo: um jogo entre uma seleção de San Juan contra um Barcelona não teria muito mais probabilidades de ser mais competitivo que um Concepción ou uma uvt contra o mesmo Barcelona? Pois é assim que muitas modalidades tratam os países emergentes. E a gente sabe que ao nível das seleções, a Argentina não é emergente, mas ao nível de equipas, só tinham a ganhar com um modelo de país emergente. Havia mais fundos para a deslocação, melhores jogadores, maiores hipóteses de levarem algo para lá...

Gosto muito de fazer a comparação com o rugby, porque o sucesso é esclarecedor, apesar de ser necessário fazer uma adequação às diferentes conjecturas, claro. Mas vai aqui um exemplo: ainda este ano a final do super rugby teve a equipa representiva da Argentina presente, o que significa que mais vale concentrar esforços numa equipa para subir o nível que em várias para ir fazer figura de corpo presente. Até porque o nível tende a aumentar...

fyure

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  • 11 de Outubro de 2019, 15:56
Btw, neste momento, estás a imaginar um jogo contra o campeão asiático, nestes moldes? :rir:

TeamRocket37

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  • 12 de Outubro de 2019, 13:56


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  • 13 de Outubro de 2019, 15:07
http://hockey.capatinoficial.com/league/1

Fabuloso site do Sul Americano de Clubes.

Planteis, jogos, etc...

Os Argentinos sabem promover a modalidade.
« Última modificação: 13 de Outubro de 2019, 15:13 por TeamRocket37 »

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  • 13 de Outubro de 2019, 15:19
Mariano Velasquez reforço do Concepcion

David Paez recuperou da operação da lesão contraída durante o Mundial e vai jogar.

Os 3 manos Tamborindegui jogam no Banco Mendoza juntamente com Carlitos Lopez.

O Murialdo campeão em título com 5 base: Miranda, Saez, Nardi, Vargas e Nacevich

O campeão argentino valenciano reforçou-se com Maturano, para juntar-se a Josi Garcia e o Pony Romero.

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  • 13 de Outubro de 2019, 17:57
http://hockeypista.fisrtv.it/live/?liveId=A217BCEBB2594BDF8FE2E65131DBF66302493

Stream para Trissino Forte

Jogo entre as 2 melhores equipas da Liga Italiana este ano.

Ganha o Trissino do Sérgio Silva (Treinador) 3-1 na 2ª parte.

TeamRocket37

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  • 13 de Outubro de 2019, 18:10
Diogo Neves está um sr jogador.

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  • 13 de Outubro de 2019, 20:05
Trissino já lidera a liga italiana após a ganhar 5-3 ao Forte.

Sérgio Silva montou uma equipa para ganhar tudo em Itália e disputar a a Cers com o Barcelos.

Diogo Neves está um jogadorazo...

tozecs

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