José Mourinho, Treinador do SL Benfica

Treinador, 63 anos,
Portugal
Equipa Principal: 2 épocas (2000-2000, 2025-), 41 jogos (24 vitórias, 9 empates, 8 derrotas)
Em 2025/2026: 30 jogos (18 vitórias, 6 empates, 6 derrotas)

Benfiquismo

Passa te ao crl daqui, se fosse outro já tinha sido corrido.

Kinkolas


Fear Factory

Um campo pesadíssimo e este artolas mete-me o Rafa e o Bruma numa forma lastimável.

Keiroxes

Citação de: Nielsen em 01 de Fevereiro de 2026, 22:33A exibição foi boa.

mas contra autocarros destes é impossível.

Continuar o trabalho!

O BOM trabalho, faltou isso só

alsohugo

É de génio meter dois gajos que não têm jogado! De génio!

Cloughie

Excelente toque de Mirdas com as subs.
Só piorou.

Jamal

Erro tremendo meter o Rafa fodeu tudinho

Orgulhosamente_SLB

Citação de: Benfiquismo em 01 de Fevereiro de 2026, 22:38Passa te ao crl daqui, se fosse outro já tinha sido corrido.

Tinha, tinha... viu-se em outubro a exigência dos sócios...

Kinkolas

Não ganha à merda do Tondela, 17º classificado, que só não tinha sofrido golos em dois jogos.

:rir:

Archie Bunker

12 pontos perdidos em 16 jogos.
é continuar o bom trabalho.

Vianna

Estávamos a ver o Benfica a cheirar o golo e ia acontecer, não devias ter mexido com o rafa e Cabral, o golo estava iminente, após as substituições perdeu se a dinâmica

Kurt Cobain 10

12 pontos do primeiro lugar. Se fosse outro treinador já estava despedido.

Moltisanti

Muito bem Zé, de volta ao que já nos habituaste.

Tirar Schjelderup, colocar Lopes Cabral a lateral-direito, meter o Rafinha com este frio,...

Continuemos a trabalhar e a seixalizar mais jogadores.

Confiança inabalável na dupla Rui + Zé e restante estrumetura.

Godescalco

Por acaso, abre-se aqui uma janela de oportunidade interessantíssima na medida em que o Benfica pode ser o primeiro terceiro classificado final do campeonato português que termina a prova invicto.

Trapattoni

@Espártaco
A Solidão da Posse e o Pêndulo Cruel
O futebol tem uma ironia trágica que lhe é intrínseca. Apenas uns dias depois de tocarmos o céu contra a realeza europeia, fomos devolvidos à terra árida da realidade doméstica. O nulo em Tondela não é apenas um resultado; é um tratado sobre a incomunicabilidade.
Vimos um Benfica preso no seu próprio labirinto, exercendo uma posse de bola que se transformou num monólogo narcisista. A equipa teve a bola, mas não teve a palavra. Faltou a sincronização entre o desejo de vencer e a lucidez para executar. O bloco baixo do adversário funcionou como um espelho onde a nossa criatividade embateu, refletindo apenas a imagem de uma equipa que, hoje, confundiu paciência com lentidão.
Schjelderup e companhia procuraram a pureza do gesto no meio de uma floresta de pernas, mas encontraram apenas o ruído de fundo da frustração. É a ressaca emocional na sua forma mais crua: a mente queria a "Champions", mas as pernas estavam presas na gravidade do "Tugão".
Este 0-0 recorda-nos que a beleza do futebol não reside na geometria da posse, mas na eficácia da rutura. Hoje, fomos reis sem coroa, donos de um terreno onde nada floresceu.
Como se diz perante o esforço que resulta em vazio:

Vanitas vanitatum, et omnia vanitas.