Rui Costa, Presidente do Sport Lisboa e Benfica

Presidente, 53 anos,
Portugal

Sr. Coluna

Citação de: Tiago_I_ em Hoje às 02:13Foda-se e eu que achava que nunca iria odiar mais alguém que o LFV?

O LFV não era benfiquista, era um analfabeto ignorante, escumalha do piorio... mas foda-se ainda tinha algum interesse em ir ganhando de vez em quando para ir disfarçando e poder roubar o clube à vontade.

Agora este inapto? parece o filho do patrão que nasceu rico e nunca trabalhou.

Que merda de presidente! Não consigo apontar-lhe uma qualidade! UMA!

Estamos fodidos!
Isto. Cada vez me envergonho mais de ter este jumento como 'presidente'.

Endless

Citação de: sergio19azb em Hoje às 11:25
Citação de: J_PN em Hoje às 11:22
Citação de: darth vader em Hoje às 10:47Grande estouro do João Gabriel no banana.

"Indignação performativa
O permanente 'agarrem-me senão eu vou' — para depois ficar tudo na mesma, ou até recuar — passou a ser a marca desta direção do SL Benfica e do seu presidente. Quando um clube com a dimensão do Benfica ameaça, mas não age em conformidade, o efeito é o inverso: o clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo.
Em maio de 2025, após a final da Taça de Portugal e depois de um erro de arbitragem grosseiro que adulterou o resultado do jogo, o Benfica assumiu uma das posições mais duras dos últimos anos. Anunciou participações disciplinares, exigiu áudios do VAR, ameaçou recorrer a instâncias internacionais e suspendeu — supostamente — a colaboração com processos estruturantes do futebol português. Parecia um momento de rutura. Parecia, mas não foi. Foi um 'basta' inflamado, mas absolutamente inconsequente.

Meses depois, já em campanha eleitoral, Rui Costa voltou ao mesmo registo. Falou em evidências, exigiu respostas ao Conselho de Arbitragem e à FPF, denunciou a dualidade de critérios e reiterou a necessidade de 'respeito'. O tom era o mesmo. A indignação também. Mas nada mudou. As palavras perderam-se na euforia da vitória eleitoral, enquanto, na Cidade do Futebol, prevaleceu o silêncio e a indiferença em relação às exigências vindas da Luz. O tal 'projeto' que se apoiou de forma cega para não ir em 'contramão', atropelou o Benfica de forma dolosa ou negligente, tanto faz!
Apesar de tudo isto, pasme-se, no aniversário do clube - ao mesmo tempo que Rui Costa voltava a exigir respeito - Pedro Proença sentava-se na primeira fila da gala institucional mais simbólica do clube. O Benfica ofereceu palco, honra e centralidade institucional a quem — desde que chegou à FPF — o desrespeita. Não é apenas incoerente. É incompreensível. Tudo isto corrói, de forma ostensiva, a autoridade de qualquer instituição ou líder.
De Rui Costa, Proença já teve o que queria. Talvez daqui a três anos, quando a nova campanha para a FPF se aproximar, volte a dar-lhe importância. Até lá, iremos de 'murro na mesa' em 'murro na mesa' até ao naufrágio final."

Spoiler


Fernando Tavares

Caro João, mais do que indignação é a falta de consequência. Quando um clube como o Benfica fala grosso e age fino, perde força institucional e credibilidade. A repetição desse padrão transforma reivindicações legítimas em ruído. Sem coerência entre discurso e ação, até os "murros na mesa" deixam de fazer eco, dentro e fora do sistema. Abraço



 :rir:
Esse ficou ressabiado, ultimamente só manda postas contra o Ruizinho.
Alguém anda a preparar terreno. Será? Duvido que alguem consiga bater de frente com o Malboro, está super legitimado pelos 65% de burros, que hoje representariam 85 a 90% facilmente.

Deixa ele continuar a não ganhar que nem isso lhe safa.
Este ano acabamos em 3º e, se calhar ganhamos em Futsal e Basket.

Machadinho57


sergio19azb

Citação de: Endless em Hoje às 11:29
Citação de: sergio19azb em Hoje às 11:25
Citação de: J_PN em Hoje às 11:22
Citação de: darth vader em Hoje às 10:47Grande estouro do João Gabriel no banana.

"Indignação performativa
O permanente 'agarrem-me senão eu vou' — para depois ficar tudo na mesma, ou até recuar — passou a ser a marca desta direção do SL Benfica e do seu presidente. Quando um clube com a dimensão do Benfica ameaça, mas não age em conformidade, o efeito é o inverso: o clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo.
Em maio de 2025, após a final da Taça de Portugal e depois de um erro de arbitragem grosseiro que adulterou o resultado do jogo, o Benfica assumiu uma das posições mais duras dos últimos anos. Anunciou participações disciplinares, exigiu áudios do VAR, ameaçou recorrer a instâncias internacionais e suspendeu — supostamente — a colaboração com processos estruturantes do futebol português. Parecia um momento de rutura. Parecia, mas não foi. Foi um 'basta' inflamado, mas absolutamente inconsequente.

Meses depois, já em campanha eleitoral, Rui Costa voltou ao mesmo registo. Falou em evidências, exigiu respostas ao Conselho de Arbitragem e à FPF, denunciou a dualidade de critérios e reiterou a necessidade de 'respeito'. O tom era o mesmo. A indignação também. Mas nada mudou. As palavras perderam-se na euforia da vitória eleitoral, enquanto, na Cidade do Futebol, prevaleceu o silêncio e a indiferença em relação às exigências vindas da Luz. O tal 'projeto' que se apoiou de forma cega para não ir em 'contramão', atropelou o Benfica de forma dolosa ou negligente, tanto faz!
Apesar de tudo isto, pasme-se, no aniversário do clube - ao mesmo tempo que Rui Costa voltava a exigir respeito - Pedro Proença sentava-se na primeira fila da gala institucional mais simbólica do clube. O Benfica ofereceu palco, honra e centralidade institucional a quem — desde que chegou à FPF — o desrespeita. Não é apenas incoerente. É incompreensível. Tudo isto corrói, de forma ostensiva, a autoridade de qualquer instituição ou líder.
De Rui Costa, Proença já teve o que queria. Talvez daqui a três anos, quando a nova campanha para a FPF se aproximar, volte a dar-lhe importância. Até lá, iremos de 'murro na mesa' em 'murro na mesa' até ao naufrágio final."

Spoiler


Fernando Tavares

Caro João, mais do que indignação é a falta de consequência. Quando um clube como o Benfica fala grosso e age fino, perde força institucional e credibilidade. A repetição desse padrão transforma reivindicações legítimas em ruído. Sem coerência entre discurso e ação, até os "murros na mesa" deixam de fazer eco, dentro e fora do sistema. Abraço



 :rir:
Esse ficou ressabiado, ultimamente só manda postas contra o Ruizinho.
Alguém anda a preparar terreno. Será? Duvido que alguem consiga bater de frente com o Malboro, está super legitimado pelos 65% de burros, que hoje representariam 85 a 90% facilmente.

Deixa ele continuar a não ganhar que nem isso lhe safa.
Este ano acabamos em 3º e, se calhar ganhamos em Futsal e Basket.
Pode perder durante alguns anos, tem o crédito e a confiança dos sócios.
Infelizmente está para durar e qualquer pessoa que apareça para debater ou questionar, será destruída pela CS em 2 tempos.

menta

Citação de: Endless em Hoje às 11:29
Citação de: sergio19azb em Hoje às 11:25
Citação de: J_PN em Hoje às 11:22
Citação de: darth vader em Hoje às 10:47Grande estouro do João Gabriel no banana.

"Indignação performativa
O permanente 'agarrem-me senão eu vou' — para depois ficar tudo na mesma, ou até recuar — passou a ser a marca desta direção do SL Benfica e do seu presidente. Quando um clube com a dimensão do Benfica ameaça, mas não age em conformidade, o efeito é o inverso: o clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo.
Em maio de 2025, após a final da Taça de Portugal e depois de um erro de arbitragem grosseiro que adulterou o resultado do jogo, o Benfica assumiu uma das posições mais duras dos últimos anos. Anunciou participações disciplinares, exigiu áudios do VAR, ameaçou recorrer a instâncias internacionais e suspendeu — supostamente — a colaboração com processos estruturantes do futebol português. Parecia um momento de rutura. Parecia, mas não foi. Foi um 'basta' inflamado, mas absolutamente inconsequente.

Meses depois, já em campanha eleitoral, Rui Costa voltou ao mesmo registo. Falou em evidências, exigiu respostas ao Conselho de Arbitragem e à FPF, denunciou a dualidade de critérios e reiterou a necessidade de 'respeito'. O tom era o mesmo. A indignação também. Mas nada mudou. As palavras perderam-se na euforia da vitória eleitoral, enquanto, na Cidade do Futebol, prevaleceu o silêncio e a indiferença em relação às exigências vindas da Luz. O tal 'projeto' que se apoiou de forma cega para não ir em 'contramão', atropelou o Benfica de forma dolosa ou negligente, tanto faz!
Apesar de tudo isto, pasme-se, no aniversário do clube - ao mesmo tempo que Rui Costa voltava a exigir respeito - Pedro Proença sentava-se na primeira fila da gala institucional mais simbólica do clube. O Benfica ofereceu palco, honra e centralidade institucional a quem — desde que chegou à FPF — o desrespeita. Não é apenas incoerente. É incompreensível. Tudo isto corrói, de forma ostensiva, a autoridade de qualquer instituição ou líder.
De Rui Costa, Proença já teve o que queria. Talvez daqui a três anos, quando a nova campanha para a FPF se aproximar, volte a dar-lhe importância. Até lá, iremos de 'murro na mesa' em 'murro na mesa' até ao naufrágio final."

Spoiler


Fernando Tavares

Caro João, mais do que indignação é a falta de consequência. Quando um clube como o Benfica fala grosso e age fino, perde força institucional e credibilidade. A repetição desse padrão transforma reivindicações legítimas em ruído. Sem coerência entre discurso e ação, até os "murros na mesa" deixam de fazer eco, dentro e fora do sistema. Abraço



 :rir:
Esse ficou ressabiado, ultimamente só manda postas contra o Ruizinho.
Alguém anda a preparar terreno. Será? Duvido que alguem consiga bater de frente com o Malboro, está super legitimado pelos 65% de burros, que hoje representariam 85 a 90% facilmente.

Deixa ele continuar a não ganhar que nem isso lhe safa.
Este ano acabamos em 3º e, se calhar ganhamos em Futsal e Basket.

Para a CHALUPADA65,basta um record qualquer do Guiness e está tudo fantástico!!ainda são capazes de insultar e maldizer de quem quer muito mais para este clube..

VSantos

Citação de: J_PN em Hoje às 11:22
Citação de: darth vader em Hoje às 10:47Grande estouro do João Gabriel no banana.

"Indignação performativa
O permanente 'agarrem-me senão eu vou' — para depois ficar tudo na mesma, ou até recuar — passou a ser a marca desta direção do SL Benfica e do seu presidente. Quando um clube com a dimensão do Benfica ameaça, mas não age em conformidade, o efeito é o inverso: o clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo.
Em maio de 2025, após a final da Taça de Portugal e depois de um erro de arbitragem grosseiro que adulterou o resultado do jogo, o Benfica assumiu uma das posições mais duras dos últimos anos. Anunciou participações disciplinares, exigiu áudios do VAR, ameaçou recorrer a instâncias internacionais e suspendeu — supostamente — a colaboração com processos estruturantes do futebol português. Parecia um momento de rutura. Parecia, mas não foi. Foi um 'basta' inflamado, mas absolutamente inconsequente.

Meses depois, já em campanha eleitoral, Rui Costa voltou ao mesmo registo. Falou em evidências, exigiu respostas ao Conselho de Arbitragem e à FPF, denunciou a dualidade de critérios e reiterou a necessidade de 'respeito'. O tom era o mesmo. A indignação também. Mas nada mudou. As palavras perderam-se na euforia da vitória eleitoral, enquanto, na Cidade do Futebol, prevaleceu o silêncio e a indiferença em relação às exigências vindas da Luz. O tal 'projeto' que se apoiou de forma cega para não ir em 'contramão', atropelou o Benfica de forma dolosa ou negligente, tanto faz!
Apesar de tudo isto, pasme-se, no aniversário do clube - ao mesmo tempo que Rui Costa voltava a exigir respeito - Pedro Proença sentava-se na primeira fila da gala institucional mais simbólica do clube. O Benfica ofereceu palco, honra e centralidade institucional a quem — desde que chegou à FPF — o desrespeita. Não é apenas incoerente. É incompreensível. Tudo isto corrói, de forma ostensiva, a autoridade de qualquer instituição ou líder.
De Rui Costa, Proença já teve o que queria. Talvez daqui a três anos, quando a nova campanha para a FPF se aproximar, volte a dar-lhe importância. Até lá, iremos de 'murro na mesa' em 'murro na mesa' até ao naufrágio final."

Spoiler


Fernando Tavares

Caro João, mais do que indignação é a falta de consequência. Quando um clube como o Benfica fala grosso e age fino, perde força institucional e credibilidade. A repetição desse padrão transforma reivindicações legítimas em ruído. Sem coerência entre discurso e ação, até os "murros na mesa" deixam de fazer eco, dentro e fora do sistema. Abraço



 :rir:

A clareza que se ganha, quando o tacho acaba.

+1benfiquista

As últimas eleições foram verdadeiramente trágicas. Rui Costa não aguenta o mandato todo mas a seguir vem a tralha vieirista toda que foi abandonando o barco ao longo dos anos...

+1benfiquista

Citação de: VSantos em Hoje às 11:43
Citação de: J_PN em Hoje às 11:22
Citação de: darth vader em Hoje às 10:47Grande estouro do João Gabriel no banana.

"Indignação performativa
O permanente 'agarrem-me senão eu vou' — para depois ficar tudo na mesma, ou até recuar — passou a ser a marca desta direção do SL Benfica e do seu presidente. Quando um clube com a dimensão do Benfica ameaça, mas não age em conformidade, o efeito é o inverso: o clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo.
Em maio de 2025, após a final da Taça de Portugal e depois de um erro de arbitragem grosseiro que adulterou o resultado do jogo, o Benfica assumiu uma das posições mais duras dos últimos anos. Anunciou participações disciplinares, exigiu áudios do VAR, ameaçou recorrer a instâncias internacionais e suspendeu — supostamente — a colaboração com processos estruturantes do futebol português. Parecia um momento de rutura. Parecia, mas não foi. Foi um 'basta' inflamado, mas absolutamente inconsequente.

Meses depois, já em campanha eleitoral, Rui Costa voltou ao mesmo registo. Falou em evidências, exigiu respostas ao Conselho de Arbitragem e à FPF, denunciou a dualidade de critérios e reiterou a necessidade de 'respeito'. O tom era o mesmo. A indignação também. Mas nada mudou. As palavras perderam-se na euforia da vitória eleitoral, enquanto, na Cidade do Futebol, prevaleceu o silêncio e a indiferença em relação às exigências vindas da Luz. O tal 'projeto' que se apoiou de forma cega para não ir em 'contramão', atropelou o Benfica de forma dolosa ou negligente, tanto faz!
Apesar de tudo isto, pasme-se, no aniversário do clube - ao mesmo tempo que Rui Costa voltava a exigir respeito - Pedro Proença sentava-se na primeira fila da gala institucional mais simbólica do clube. O Benfica ofereceu palco, honra e centralidade institucional a quem — desde que chegou à FPF — o desrespeita. Não é apenas incoerente. É incompreensível. Tudo isto corrói, de forma ostensiva, a autoridade de qualquer instituição ou líder.
De Rui Costa, Proença já teve o que queria. Talvez daqui a três anos, quando a nova campanha para a FPF se aproximar, volte a dar-lhe importância. Até lá, iremos de 'murro na mesa' em 'murro na mesa' até ao naufrágio final."

Spoiler


Fernando Tavares

Caro João, mais do que indignação é a falta de consequência. Quando um clube como o Benfica fala grosso e age fino, perde força institucional e credibilidade. A repetição desse padrão transforma reivindicações legítimas em ruído. Sem coerência entre discurso e ação, até os "murros na mesa" deixam de fazer eco, dentro e fora do sistema. Abraço



 :rir:

A clareza que se ganha, quando o tacho acaba.


Já estão é todos a preparar terreno...

+1benfiquista

Citação de: sergio19azb em Hoje às 11:25
Citação de: J_PN em Hoje às 11:22
Citação de: darth vader em Hoje às 10:47Grande estouro do João Gabriel no banana.

"Indignação performativa
O permanente 'agarrem-me senão eu vou' — para depois ficar tudo na mesma, ou até recuar — passou a ser a marca desta direção do SL Benfica e do seu presidente. Quando um clube com a dimensão do Benfica ameaça, mas não age em conformidade, o efeito é o inverso: o clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo.
Em maio de 2025, após a final da Taça de Portugal e depois de um erro de arbitragem grosseiro que adulterou o resultado do jogo, o Benfica assumiu uma das posições mais duras dos últimos anos. Anunciou participações disciplinares, exigiu áudios do VAR, ameaçou recorrer a instâncias internacionais e suspendeu — supostamente — a colaboração com processos estruturantes do futebol português. Parecia um momento de rutura. Parecia, mas não foi. Foi um 'basta' inflamado, mas absolutamente inconsequente.

Meses depois, já em campanha eleitoral, Rui Costa voltou ao mesmo registo. Falou em evidências, exigiu respostas ao Conselho de Arbitragem e à FPF, denunciou a dualidade de critérios e reiterou a necessidade de 'respeito'. O tom era o mesmo. A indignação também. Mas nada mudou. As palavras perderam-se na euforia da vitória eleitoral, enquanto, na Cidade do Futebol, prevaleceu o silêncio e a indiferença em relação às exigências vindas da Luz. O tal 'projeto' que se apoiou de forma cega para não ir em 'contramão', atropelou o Benfica de forma dolosa ou negligente, tanto faz!
Apesar de tudo isto, pasme-se, no aniversário do clube - ao mesmo tempo que Rui Costa voltava a exigir respeito - Pedro Proença sentava-se na primeira fila da gala institucional mais simbólica do clube. O Benfica ofereceu palco, honra e centralidade institucional a quem — desde que chegou à FPF — o desrespeita. Não é apenas incoerente. É incompreensível. Tudo isto corrói, de forma ostensiva, a autoridade de qualquer instituição ou líder.
De Rui Costa, Proença já teve o que queria. Talvez daqui a três anos, quando a nova campanha para a FPF se aproximar, volte a dar-lhe importância. Até lá, iremos de 'murro na mesa' em 'murro na mesa' até ao naufrágio final."

Spoiler


Fernando Tavares

Caro João, mais do que indignação é a falta de consequência. Quando um clube como o Benfica fala grosso e age fino, perde força institucional e credibilidade. A repetição desse padrão transforma reivindicações legítimas em ruído. Sem coerência entre discurso e ação, até os "murros na mesa" deixam de fazer eco, dentro e fora do sistema. Abraço



 :rir:
Esse ficou ressabiado, ultimamente só manda postas contra o Ruizinho.
Alguém anda a preparar terreno. Será? Duvido que alguem consiga bater de frente com o Malboro, está super legitimado pelos 65% de burros, que hoje representariam 85 a 90% facilmente.

Os ignorantes que votam RC "pela mudança na continuidade" a seguir vão pela mudança com recurso ao passado. Para tirar de lá RC tem de ser um nome ligado a Vieira, é o estado lastimável a que este clube chegou. Dá vontade de deixar esta merda toda para trás...

Il trattore

Só este sujeito para me por a concordar com a tralha vieirista. 

Di_Maria

O Vieirismo nas ultimas eleições apareceu todo para acabar com a oposição e agora vão tirar o tapete ao Noce Ruie.

Os acéfalos já salivam pelo regresso ao passado, com alguém que seja ligado ao Vieira.

Entretanto já acabaram com as AG. Agora é tudo online e com votações falsas e corruptas. Está tudo preparado...

O Benfica nunca mais será livre. Muito em breve virá a falsa oposição com João Gabriel, Fernando Tavares, Mauro Xavier, Marco Galinha.

Terão as páginas de propaganda todas controladas, muito antes de avançar para uma candidatura.

E é isto a merda que temos.

Zeca_Diabo

Citação de: darth vader em Hoje às 10:47Grande estouro do João Gabriel no banana.

"Indignação performativa
O permanente 'agarrem-me senão eu vou' — para depois ficar tudo na mesma, ou até recuar — passou a ser a marca desta direção do SL Benfica e do seu presidente. Quando um clube com a dimensão do Benfica ameaça, mas não age em conformidade, o efeito é o inverso: o clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo.
Em maio de 2025, após a final da Taça de Portugal e depois de um erro de arbitragem grosseiro que adulterou o resultado do jogo, o Benfica assumiu uma das posições mais duras dos últimos anos. Anunciou participações disciplinares, exigiu áudios do VAR, ameaçou recorrer a instâncias internacionais e suspendeu — supostamente — a colaboração com processos estruturantes do futebol português. Parecia um momento de rutura. Parecia, mas não foi. Foi um 'basta' inflamado, mas absolutamente inconsequente.

Meses depois, já em campanha eleitoral, Rui Costa voltou ao mesmo registo. Falou em evidências, exigiu respostas ao Conselho de Arbitragem e à FPF, denunciou a dualidade de critérios e reiterou a necessidade de 'respeito'. O tom era o mesmo. A indignação também. Mas nada mudou. As palavras perderam-se na euforia da vitória eleitoral, enquanto, na Cidade do Futebol, prevaleceu o silêncio e a indiferença em relação às exigências vindas da Luz. O tal 'projeto' que se apoiou de forma cega para não ir em 'contramão', atropelou o Benfica de forma dolosa ou negligente, tanto faz!
Apesar de tudo isto, pasme-se, no aniversário do clube - ao mesmo tempo que Rui Costa voltava a exigir respeito - Pedro Proença sentava-se na primeira fila da gala institucional mais simbólica do clube. O Benfica ofereceu palco, honra e centralidade institucional a quem — desde que chegou à FPF — o desrespeita. Não é apenas incoerente. É incompreensível. Tudo isto corrói, de forma ostensiva, a autoridade de qualquer instituição ou líder.
De Rui Costa, Proença já teve o que queria. Talvez daqui a três anos, quando a nova campanha para a FPF se aproximar, volte a dar-lhe importância. Até lá, iremos de 'murro na mesa' em 'murro na mesa' até ao naufrágio final."

Spoiler

Muito bem  :bow2:  :bow2:

Tapion

#486447
Ninguém o leva a sério , pelo menos por 2 razões mais obvias.

- Primeiro, não toma medidas realmente onde doi ao futebol português, que é isolar o Benfica de tudo o resto do futebol português, desde a centralização a outras questões onde o Benfica é peça fundamental para a sobrevivência do futebol em Portugal. Enquanto não o fizer, tudo continua a ter a mama à conta do Benfica , e a prejudicar-nos ao mesmo tempo, porque as instâncias no futebol estão doentes, cheias de pessoas escolhidas a dedo por sporting e porto.
"Ah mas o Benfica se isola, também perde com isso". Só sei que a última proposta da centralização por parte da Liga, com o Benfica todos ganhavam e o Benfica perdia, e sem o Benfica , todos perdiam. Engraçado, não é?

- Segundo, porque nos momentos certos em que se deve afastar de gente como Proença ( e não só),  faz o  contrário. Aproxima-os.
Tenta-se passar uma mensagem de luta contra o sistema só para fora, para enganar o comum ignorante,  porque no final de tudo, está o Proença como se nada fosse na nossa gala, a comer de borla e a aproveitar a festa.



A quem "exigimos" respeito, quem é que leva as palavras do RC a sério? Ninguém. No final, gozam com a cara dele.

Zeca_Diabo

Citação de: Endless em Hoje às 11:29
Citação de: sergio19azb em Hoje às 11:25
Citação de: J_PN em Hoje às 11:22
Citação de: darth vader em Hoje às 10:47Grande estouro do João Gabriel no banana.

"Indignação performativa
O permanente 'agarrem-me senão eu vou' — para depois ficar tudo na mesma, ou até recuar — passou a ser a marca desta direção do SL Benfica e do seu presidente. Quando um clube com a dimensão do Benfica ameaça, mas não age em conformidade, o efeito é o inverso: o clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo.
Em maio de 2025, após a final da Taça de Portugal e depois de um erro de arbitragem grosseiro que adulterou o resultado do jogo, o Benfica assumiu uma das posições mais duras dos últimos anos. Anunciou participações disciplinares, exigiu áudios do VAR, ameaçou recorrer a instâncias internacionais e suspendeu — supostamente — a colaboração com processos estruturantes do futebol português. Parecia um momento de rutura. Parecia, mas não foi. Foi um 'basta' inflamado, mas absolutamente inconsequente.

Meses depois, já em campanha eleitoral, Rui Costa voltou ao mesmo registo. Falou em evidências, exigiu respostas ao Conselho de Arbitragem e à FPF, denunciou a dualidade de critérios e reiterou a necessidade de 'respeito'. O tom era o mesmo. A indignação também. Mas nada mudou. As palavras perderam-se na euforia da vitória eleitoral, enquanto, na Cidade do Futebol, prevaleceu o silêncio e a indiferença em relação às exigências vindas da Luz. O tal 'projeto' que se apoiou de forma cega para não ir em 'contramão', atropelou o Benfica de forma dolosa ou negligente, tanto faz!
Apesar de tudo isto, pasme-se, no aniversário do clube - ao mesmo tempo que Rui Costa voltava a exigir respeito - Pedro Proença sentava-se na primeira fila da gala institucional mais simbólica do clube. O Benfica ofereceu palco, honra e centralidade institucional a quem — desde que chegou à FPF — o desrespeita. Não é apenas incoerente. É incompreensível. Tudo isto corrói, de forma ostensiva, a autoridade de qualquer instituição ou líder.
De Rui Costa, Proença já teve o que queria. Talvez daqui a três anos, quando a nova campanha para a FPF se aproximar, volte a dar-lhe importância. Até lá, iremos de 'murro na mesa' em 'murro na mesa' até ao naufrágio final."

Spoiler


Fernando Tavares

Caro João, mais do que indignação é a falta de consequência. Quando um clube como o Benfica fala grosso e age fino, perde força institucional e credibilidade. A repetição desse padrão transforma reivindicações legítimas em ruído. Sem coerência entre discurso e ação, até os "murros na mesa" deixam de fazer eco, dentro e fora do sistema. Abraço



 :rir:
Esse ficou ressabiado, ultimamente só manda postas contra o Ruizinho.
Alguém anda a preparar terreno. Será? Duvido que alguem consiga bater de frente com o Malboro, está super legitimado pelos 65% de burros, que hoje representariam 85 a 90% facilmente.

Deixa ele continuar a não ganhar que nem isso lhe safa.
Este ano acabamos em 3º e, se calhar ganhamos em Futsal e Basket.

O que importa é participar

J_PN

Citação de: Tapion em Hoje às 12:10Ninguém o leva a sério , pelo menos por 2 razões mais obvias.

- Primeiro, não toma medidas realmente onde doi ao futebol português, que é isolar o Benfica de tudo o resto do futebol português, desde a centralização a outras questões onde o Benfica é peça fundamental para a sobrevivência do futebol em Portugal. Enquanto não o fizer, tudo continua a ter a mama à conta do Benfica , e a prejudicar-nos ao mesmo tempo, porque as instâncias no futebol estão doentes, cheias de pessoas escolhidas a dedo por sporting e porto.
"Ah mas o Benfica se isola, também perde com isso". Só sei que a última proposta da centralização por parte da Liga, com o Benfica todos ganhavam e o Benfica perdia, e sem o Benfica , todos perdiam. Engraçado, não é?

- Segundo, porque nos momentos certos em que se deve afastar de gente como Proença ( e não só),  faz o  contrário. Aproxima-os.
Tenta-se passar uma mensagem de luta contra o sistema só para fora, para enganar o comum ignorante,  porque no final de tudo, está o Proença como se nada fosse na nossa gala, a comer de borla e a aproveitar a festa.



A quem "exigimos" respeito, quem é que leva as palavras do RC a sério? Ninguém. No final, gozam com a cara dele.

Eu não sei que raio de comunicação o Benfica tem para deixar o gajo estar sempre com estas conversetas de assumir a responsabilidade e de que não brincam connosco sem quaisquer ações ou efeitos práticos que se sigam. É como a história do Pedro e do lobo, à primeira todos acreditam, à 10ª vez já é mais complicado e afinal o lobo estava mesmo lá.