José Mourinho, Treinador do SL Benfica

Treinador, 63 anos,
Portugal
Equipa Principal: 2 épocas (2000-2000, 2025-), 44 jogos (26 vitórias, 9 empates, 9 derrotas)
Em 2025/2026: 33 jogos (20 vitórias, 6 empates, 7 derrotas)

Bethinho

ta foder tu a pores o Ivanovic a extremo.....até num jogo destes,foda-se....


eplunum


uezor

Citação de: Andris em 21 de Fevereiro de 2026, 19:34Que pancada com o Pavlidis, credo.

A ideia será alimentar a veia goleadora do Pavlidis e dessa forma galvanizar o seu rendimento.

Todavia não está a ter muito sucesso.

overmarte

Roger mudava de PL a cada jogo.

Mourinho para tirar o Pavlidis é preciso quase desfalecer.

Pqp. Porque é que nada pode ser feito normalmente neste clube.

albericofaria

Gestao do tempo de jogo do plantel ruinoso!

HeijiHattori

Se tivessemos treinador iamos buscar a eliminatoria a Madrid. é pena.

Bethinho

jogo tranquilo,mas tinha que inventar e gerir mal a equipa....

Diogo Brito

"O público é incrível. Lindo, lindo, lindo. Aquele pessoal que começou atrás da baliza... até eu próprio segui o cântico."

Mourinho trademark. Falar dos adeptos que ficam atrás da baliza ;D

Kurt Cobain 10

#48744
Continua a queimar o ivanovic ao mete lo na ala.

O ivanovic é um excelente pl , não um extremo

Quem o viu  jogar na Bélgica sabe bem o valor do croata.

Um dia vai embora do Benfica ( Mourinho) e quem fica a arder é o Benfica que gastou mais de 20 M no jogador e provavelmente vai ser dispensado se o Mourinho continuar.

Trapattoni

@Espártaco



Depois da noite amarga e do desaire europeu frente ao Real Madrid, a equipa de José Mourinho regressou à Luz e transformou a frustração em eletricidade pura. Um categórico 3-0 contra o AVS, totalmente construído numa primeira parte de sincronização letal.

O futebol tem uma memória muito curta, e a ressaca de Madrid exigia um antídoto rápido. Hoje, na Catedral, o Benfica não quis jogar os 90 minutos, o Benfica decidiu comprimir o tempo e resolver a sua vida em apenas 45.
O 3-0 ao intervalo não é apenas um resultado avassalador, é uma declaração de maturidade estrutural.

A equipa percebeu que a densidade emocional de estar atrás do prejuízo pode ser fatal, e por isso aplicou uma entrada em campo que foi pura arquitetura de rutura.

O primeiro golo, logo aos 11 minutos, dita a cadência da tarde. Alexander Bah não é apenas um lateral, ele é um corredor de fundo que ataca a profundidade com a fúria de quem quer rasgar a gravidade. Aquele golo não foi apenas a inauguração do marcador, foi o momento em que o espelho defensivo do AVS se estilhaçou por completo."

Se Bah trouxe a vertigem, Enzo Barrenechea trouxe o cérebro. O golo do argentino aos 30 minutos é a prova de que a inteligência funcional pisa terrenos que o físico não alcança. Ele é o metrónomo da equipa: lê o ruído de fundo do jogo adversário, antecipa a jogada e, quando o AVS tentava respirar, ele apareceu para asfixiar a esperança com uma frieza cirúrgica.

Quando a rede balançou pela terceira vez à beira do intervalo, a segunda parte tornou-se num mero exercício académico. O Benfica de Mourinho, na etapa complementar, não correu, fez a bola correr. Foi a estética da poupança, congelando o ritmo, usando o microcosmos da posse para gerir o oxigénio de uma equipa que sabe que maratonas se ganham sabendo quando caminhar.

Vencer um jogo resolvendo tudo na primeira parte é o pináculo da eficiência. É a prova de que, quando a fome de vitória se alia ao rigor tático, o adversário torna-se apenas um espetador privilegiado da tua própria sinfonia. A resposta à ferida europeia foi dada com a precisão de um cirurgião.

Como dizia o poeta Horácio, lembrando que a chave do sucesso está na atitude com que se inicia a batalha:

Dimidium facti, qui coepit, habet.

Moltisanti


alsohugo

Citação de: Trapattoni em 21 de Fevereiro de 2026, 20:30@Espártaco



Depois da noite amarga e do desaire europeu frente ao Real Madrid, a equipa de José Mourinho regressou à Luz e transformou a frustração em eletricidade pura. Um categórico 3-0 contra o AVS, totalmente construído numa primeira parte de sincronização letal.

O futebol tem uma memória muito curta, e a ressaca de Madrid exigia um antídoto rápido. Hoje, na Catedral, o Benfica não quis jogar os 90 minutos, o Benfica decidiu comprimir o tempo e resolver a sua vida em apenas 45.
O 3-0 ao intervalo não é apenas um resultado avassalador, é uma declaração de maturidade estrutural.

A equipa percebeu que a densidade emocional de estar atrás do prejuízo pode ser fatal, e por isso aplicou uma entrada em campo que foi pura arquitetura de rutura.

O primeiro golo, logo aos 11 minutos, dita a cadência da tarde. Alexander Bah não é apenas um lateral, ele é um corredor de fundo que ataca a profundidade com a fúria de quem quer rasgar a gravidade. Aquele golo não foi apenas a inauguração do marcador, foi o momento em que o espelho defensivo do AVS se estilhaçou por completo."

Se Bah trouxe a vertigem, Enzo Barrenechea trouxe o cérebro. O golo do argentino aos 30 minutos é a prova de que a inteligência funcional pisa terrenos que o físico não alcança. Ele é o metrónomo da equipa: lê o ruído de fundo do jogo adversário, antecipa a jogada e, quando o AVS tentava respirar, ele apareceu para asfixiar a esperança com uma frieza cirúrgica.

Quando a rede balançou pela terceira vez à beira do intervalo, a segunda parte tornou-se num mero exercício académico. O Benfica de Mourinho, na etapa complementar, não correu, fez a bola correr. Foi a estética da poupança, congelando o ritmo, usando o microcosmos da posse para gerir o oxigénio de uma equipa que sabe que maratonas se ganham sabendo quando caminhar.

Vencer um jogo resolvendo tudo na primeira parte é o pináculo da eficiência. É a prova de que, quando a fome de vitória se alia ao rigor tático, o adversário torna-se apenas um espetador privilegiado da tua própria sinfonia. A resposta à ferida europeia foi dada com a precisão de um cirurgião.

Como dizia o poeta Horácio, lembrando que a chave do sucesso está na atitude com que se inicia a batalha:

Dimidium facti, qui coepit, habet.

ChatGPT, porreiro.

Espártaco

Citação de: Trapattoni em 21 de Fevereiro de 2026, 20:30@Espártaco



Depois da noite amarga e do desaire europeu frente ao Real Madrid, a equipa de José Mourinho regressou à Luz e transformou a frustração em eletricidade pura. Um categórico 3-0 contra o AVS, totalmente construído numa primeira parte de sincronização letal.

O futebol tem uma memória muito curta, e a ressaca de Madrid exigia um antídoto rápido. Hoje, na Catedral, o Benfica não quis jogar os 90 minutos, o Benfica decidiu comprimir o tempo e resolver a sua vida em apenas 45.
O 3-0 ao intervalo não é apenas um resultado avassalador, é uma declaração de maturidade estrutural.

A equipa percebeu que a densidade emocional de estar atrás do prejuízo pode ser fatal, e por isso aplicou uma entrada em campo que foi pura arquitetura de rutura.

O primeiro golo, logo aos 11 minutos, dita a cadência da tarde. Alexander Bah não é apenas um lateral, ele é um corredor de fundo que ataca a profundidade com a fúria de quem quer rasgar a gravidade. Aquele golo não foi apenas a inauguração do marcador, foi o momento em que o espelho defensivo do AVS se estilhaçou por completo."

Se Bah trouxe a vertigem, Enzo Barrenechea trouxe o cérebro. O golo do argentino aos 30 minutos é a prova de que a inteligência funcional pisa terrenos que o físico não alcança. Ele é o metrónomo da equipa: lê o ruído de fundo do jogo adversário, antecipa a jogada e, quando o AVS tentava respirar, ele apareceu para asfixiar a esperança com uma frieza cirúrgica.

Quando a rede balançou pela terceira vez à beira do intervalo, a segunda parte tornou-se num mero exercício académico. O Benfica de Mourinho, na etapa complementar, não correu, fez a bola correr. Foi a estética da poupança, congelando o ritmo, usando o microcosmos da posse para gerir o oxigénio de uma equipa que sabe que maratonas se ganham sabendo quando caminhar.

Vencer um jogo resolvendo tudo na primeira parte é o pináculo da eficiência. É a prova de que, quando a fome de vitória se alia ao rigor tático, o adversário torna-se apenas um espetador privilegiado da tua própria sinfonia. A resposta à ferida europeia foi dada com a precisão de um cirurgião.

Como dizia o poeta Horácio, lembrando que a chave do sucesso está na atitude com que se inicia a batalha:

Dimidium facti, qui coepit, habet.
Caríssimo,

Vá ao tópico das CN e veja a faixa dos Cataris do Minho com um exemplo de latim límpido.

Gsound

Citação de: Moltisanti em 21 de Fevereiro de 2026, 20:39Está abatido e cabisbaixo, o José. >:(

Quando trabalhas com uma direcção assim, não há milagres