Recortes...


Reed

Peço desculpa de ser um recorte recente (é de hoje :P), mas tenho que aqui partilhar a  fantástica entrevista aos únicos bicampões europeus que ainda se encontram entre nós







(Arrastar para um novo separador para melhor resolução)

RedVC

Ficam bem "coloridas" as personalidades destes homens. Personalidades fortes, irreverentes, ainda hoje algo revoltadas. Transportavam a raiva lá para dentro fundindo a raiva da injustiça que sentiam com a mística Benfiquista que tinham no coração. E havia o talento. E por isso fomos grandes entre os maiores. Com homens destes o Benfica tinha de ser campeão. E também de derrotas com maior o menor cunho pessoal se faz a grandeza dos campeões. E com um pouco de sorte. A tal que acabou em 1962.

Fica claro que se poderia fazer uma obra de excepção - um livro? - ao compilar entrevistas e fontes adequadas. O Sport Lisboa e Benfica deveria ter um projecto para aproveitar bem os testemunhos destes homens e lançar uma obra que nos desse o outro lado, o lado humano, o lado menos conhecido - dito pelos protagonistas - da época mais gloriosa que o nosso clube já viveu.

Quanto mais conheço mais me convenço do brilhantismo e da universalidade do nosso clube. Porque foi feita com valores, talento, raiva, sangue, suor e lágrimas. Com a Alma Benfiquista. Que era assim que se dizia no princípio. Quando a ideia do clube seguiu-se ao prazer do triunfo.

Obrigado por este recorte. Verdadeiro serviço Benfiquista.

faneca_slb4ever



RedVC

Por trás dessa fotografia está (mais) uma história da grandeza e generosidade Benfiquista.
Uma história que está magnificamente contada partindo de um mistério.
O mistério de "Onde é que está a Placa?".
Créditos devidos a Alberto Miguéns.

http://em-defesa-do-benfica.blogspot.pt/2014/11/onde-e-que-esta-placa.html

zappendrix



António Fidalgo, Benfica.

Poster do "O Século Ilustrado".

Fake Blood



Retirado do facebook Benfiquistas desde pequeninos.

Fake Blood


Rodolfo Dias

Já que o Dnipro está na berra, 'xa cá recordar dois jogos do Benfica com eles, quando tinham um nome algo diferente...

Taça dos Clubes Campeões Europeus 1989/90, quartos-de-final, 1ª mão: Benfica 1-0 Dniepr


Taça dos Clubes Campeões Europeus 1989/90, quartos-de-final, 2ª mão: Dniepr 0-3 Benfica

Theroux



Está por horas!

Ahhh, CS.

Theroux



Fatura para cal e limões.

RedVC

Citação de: Theroux em 11 de Junho de 2015, 18:46


Fatura para cal e limões.

@ Gourlade muito à frente...

Estou a brincar, na verdade é bem antigo:

O Símbolo @ (arroba)

Durante a Idade Média, os livros eram escritos à mão pelos copistas. Precursores dos taquígrafos, os copistas simplificavam seu trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido (tempo era o que não faltava, naquela época!). O motivo era de ordem econômica: tinta e papel eram valiosíssimos.

Assim, surgiu o til (~), para substituir o m ou n que nasalizava a vogal anterior. Se reparar bem, você verá que o til é um enezinho sobre a letra.

(...)


E foi com esse mesmo recurso de entrelaçamento de letras que os copistas criaram o símbolo @, para substituir a preposição latina ad, que tinha, entre outros, o sentido de casa de.

Foram-se os copistas, veio a imprensa – mas os símbolos @ e & continuaram firmes nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço. Por exemplo: o registro contábil 10@£3 significava 10 unidades ao preço de 3 libras cada uma. Nessa época, o símbolo @ significava, em Inglês, at (a ou em).

No século XIX, na Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar as práticas comerciais e contábeis dos ingleses. E, como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses davam ao símbolo @ (a ou em), acharam que o símbolo devia ser uma unidade de peso. Para isso contribuíram duas coincidências:

1 – A unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cuja inicial lembra a forma do símbolo;

2 – Os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Por isso, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registro de 10@£3 assim: dez arrobas custando 3 libras cada uma. Então, o símbolo @ passou a ser usado por eles para designar a arroba.

O termo arroba vem da palavra árabe ar-ruba, que significa a quarta parte: uma arroba ( 15 kg , em números redondos) correspondia a ¼ de outra medida de origem árabe, o quintar, que originou o vocábulo português quintal, medida de peso que equivale a 58,75 kg .

As máquinas de escrever, que começaram a ser comercializadas na sua forma definitiva há dois séculos, mais precisamente em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais datilografados), trouxeram em seu teclado o símbolo @, mantido no de seu sucessor – o computador.

Então, em 1972, ao criar o programa de correio eletrônico (o e-mail), Roy Tomlinson usou o símbolo @ (at), disponível no teclado dessa máquina, entre o nome do usuário e o nome do provedor. E foi assim que Fulano@Provedor X ficou significando Fulano no provedor X.

Na maioria dos idiomas, o símbolo @ recebeu o nome de alguma coisa parecida com sua forma: em Italiano, chiocciola (caracol); em Sueco, snabel (tromba de elefante); em Holandês, apestaart (rabo de macaco). Em alguns, tem o nome de certo doce de forma circular: shtrudel, em iídisch; strudel, em alemão; pretzel, em vários outros idiomas europeus. No nosso, manteve sua denominação original: arroba.


Fonte: http://trainingtecnologia.com.br/o-simbolo-arroba/

Theroux


pcssousa

Citação de: Theroux em 14 de Junho de 2015, 19:47
Recorte digital:



Falta a vertente feminina. Está na hora de valorizar devidamente o desporto no feminino.