Treinadores

tulio_slb

Citação de: Dogs Corleone em 09 de Fevereiro de 2022, 16:04
Eu coloquei isto no tópico do Veríssimo e esta é a minha forma de pensar e é a forma como vejo o Benfica e como deve o Benfica contratar um treinador:

"No Benfica sempre se jogou jogo a jogo. E jogo a jogo o Benfica tem obrigação de vencer todos os jogos.

Já que vivemos uma crise de identidade, pois o Benfica fundiu-se com Vieira e Vieira com Benfica, recuperar a essência do futebol do Benfica é uma emergência e uma bússola para encontrar o próximo treinador.

Ora. Futebolisticamente. O Benfica tem no seu ADN, resta-lhe recuperar, os 15 minutos à Benfica. É uma tradição de intensidade, seja no primeiro ou no último quarto de hora de jogo.

O próximo treinador que venha, tem que saber que, principalmente na Luz, os adversários têm que viver um autêntico inferno. Eles já entram derrotados pelo ambiente nas bancadas, em campo é a machadada final.

O Benfica, em 90% dos jogos, tem posse de bola acima dos 70%. Quem venha, tem que ser top mundial nesse momento do jogo. Em organização ofensiva. Tem que haver uma amplitude de recursos que permitam à equipa chegar ao último terço com qualidade e criar perigo. Pelas faixas, pela zona interior. Não é andar a bombear bolas os 90 minutos porque existe tempo demais com a bola nos pés e faltam as ideias para chegar ao golo.

A transição defensiva também tem de ser top mundial. Correr, saber para onde correr, naqueles primeiros 15 metros de raio de ação da bola. Com intensidade. Com agressividade. Se no limiar da violência ou não, tanto faz. Intensidade. Caso contrário tem que se correr 70 metros para trás.

O futebol descomplica-se quando sabemos quem somos. O que mete confusão são os nomes que saem na imprensa, em que todos têm o seu estilo, poucos casam com a identidade do Benfica.

Resumindo. Benfica é jogo a jogo. É 15 minutos à Benfica. Traduz-se em organização ofensiva, transição defensiva. Traduz-se em qualidade e em intensidade.

Quando recuperarmos a nossa identidade, estaremos mais próximos das conquistas."

Acrescento que por a identidade do Benfica ser o jogo a jogo, a análise e a estratégia também têm um peso importante sobre a escolha.

Conhecer o adversário, os seus pontos fortes e fracos, adotar uma estratégia em função disso, etc.

Eu penso exatamente o mesmo e acho que devíamos apostar num treinador que trouxesse o Gegenpress para o clube (Roger Schmidt) por exemplo.

É um tipo de futebol que nas competições internas ia trazer uma enorme vantagem e que da mesma forma iria empolgar os adeptos.

Olhando igualmente para o nosso plantel acho que temos jogadores que podem encaixar muito bem nesse tipo de jogo principalmente os mais jovens.

Por isso sugeria os seguintes treinadores:

Roger Schmidt
Sebastian Hoeneß
Christian Streich


Num registo ligeiramente diferente Urs Fischer e Matthias Jaissle

vermelhoftw

O jardim está a jogar contra o Chelsea no canal 11 vale a pena ver como a meu ver seria o melhor candidato

Vejam as dinâmicas esqueçam a qualidade individual pois não são nada de especial

lonstrup

Citação de: Dogs Corleone em 09 de Fevereiro de 2022, 16:04
Eu coloquei isto no tópico do Veríssimo e esta é a minha forma de pensar e é a forma como vejo o Benfica e como deve o Benfica contratar um treinador:

"No Benfica sempre se jogou jogo a jogo. E jogo a jogo o Benfica tem obrigação de vencer todos os jogos.

Já que vivemos uma crise de identidade, pois o Benfica fundiu-se com Vieira e Vieira com Benfica, recuperar a essência do futebol do Benfica é uma emergência e uma bússola para encontrar o próximo treinador.

Ora. Futebolisticamente. O Benfica tem no seu ADN, resta-lhe recuperar, os 15 minutos à Benfica. É uma tradição de intensidade, seja no primeiro ou no último quarto de hora de jogo.

O próximo treinador que venha, tem que saber que, principalmente na Luz, os adversários têm que viver um autêntico inferno. Eles já entram derrotados pelo ambiente nas bancadas, em campo é a machadada final.

O Benfica, em 90% dos jogos, tem posse de bola acima dos 70%. Quem venha, tem que ser top mundial nesse momento do jogo. Em organização ofensiva. Tem que haver uma amplitude de recursos que permitam à equipa chegar ao último terço com qualidade e criar perigo. Pelas faixas, pela zona interior. Não é andar a bombear bolas os 90 minutos porque existe tempo demais com a bola nos pés e faltam as ideias para chegar ao golo.

A transição defensiva também tem de ser top mundial. Correr, saber para onde correr, naqueles primeiros 15 metros de raio de ação da bola. Com intensidade. Com agressividade. Se no limiar da violência ou não, tanto faz. Intensidade. Caso contrário tem que se correr 70 metros para trás.

O futebol descomplica-se quando sabemos quem somos. O que mete confusão são os nomes que saem na imprensa, em que todos têm o seu estilo, poucos casam com a identidade do Benfica.

Resumindo. Benfica é jogo a jogo. É 15 minutos à Benfica. Traduz-se em organização ofensiva, transição defensiva. Traduz-se em qualidade e em intensidade.

Quando recuperarmos a nossa identidade, estaremos mais próximos das conquistas."

Acrescento que por a identidade do Benfica ser o jogo a jogo, a análise e a estratégia também têm um peso importante sobre a escolha.

Conhecer o adversário, os seus pontos fortes e fracos, adotar uma estratégia em função disso, etc.
obrigado pelo bom texto.

Não desmerecendo, vou dar parcialmente a minha opinião.

O Benfica tem de ser uma equipa grande, que assina riscos. Sei que para muitos adeptos do tugao isto é um pesadelo. Mas o que dá gozo ver numa grande equipa é uma autoridade, uma certa arrogância até, que bem de arriscar sabendo que só dependem da sua qualidade para se safar.

Não podemos ter um futebol calculista, de gestão de jogo e essas tretas. Temos de ter uma atitude de ir pela vitória, ou morrer a tentar. E deixar liberdade aos talentos para fazerem o seu jogo.

O benfiquista que ver o talento e a entrega a serem recompensados, o risco.

E sinceramente, pode ser preconceito, mas não vejo nenhum treinador português cumprir estes requisitos.

_1962_

Citação de: lonstrup em 09 de Fevereiro de 2022, 18:29
Citação de: Dogs Corleone em 09 de Fevereiro de 2022, 16:04
Eu coloquei isto no tópico do Veríssimo e esta é a minha forma de pensar e é a forma como vejo o Benfica e como deve o Benfica contratar um treinador:

"No Benfica sempre se jogou jogo a jogo. E jogo a jogo o Benfica tem obrigação de vencer todos os jogos.

Já que vivemos uma crise de identidade, pois o Benfica fundiu-se com Vieira e Vieira com Benfica, recuperar a essência do futebol do Benfica é uma emergência e uma bússola para encontrar o próximo treinador.

Ora. Futebolisticamente. O Benfica tem no seu ADN, resta-lhe recuperar, os 15 minutos à Benfica. É uma tradição de intensidade, seja no primeiro ou no último quarto de hora de jogo.

O próximo treinador que venha, tem que saber que, principalmente na Luz, os adversários têm que viver um autêntico inferno. Eles já entram derrotados pelo ambiente nas bancadas, em campo é a machadada final.

O Benfica, em 90% dos jogos, tem posse de bola acima dos 70%. Quem venha, tem que ser top mundial nesse momento do jogo. Em organização ofensiva. Tem que haver uma amplitude de recursos que permitam à equipa chegar ao último terço com qualidade e criar perigo. Pelas faixas, pela zona interior. Não é andar a bombear bolas os 90 minutos porque existe tempo demais com a bola nos pés e faltam as ideias para chegar ao golo.

A transição defensiva também tem de ser top mundial. Correr, saber para onde correr, naqueles primeiros 15 metros de raio de ação da bola. Com intensidade. Com agressividade. Se no limiar da violência ou não, tanto faz. Intensidade. Caso contrário tem que se correr 70 metros para trás.

O futebol descomplica-se quando sabemos quem somos. O que mete confusão são os nomes que saem na imprensa, em que todos têm o seu estilo, poucos casam com a identidade do Benfica.

Resumindo. Benfica é jogo a jogo. É 15 minutos à Benfica. Traduz-se em organização ofensiva, transição defensiva. Traduz-se em qualidade e em intensidade.

Quando recuperarmos a nossa identidade, estaremos mais próximos das conquistas."

Acrescento que por a identidade do Benfica ser o jogo a jogo, a análise e a estratégia também têm um peso importante sobre a escolha.

Conhecer o adversário, os seus pontos fortes e fracos, adotar uma estratégia em função disso, etc.
obrigado pelo bom texto.

Não desmerecendo, vou dar parcialmente a minha opinião.

O Benfica tem de ser uma equipa grande, que assina riscos. Sei que para muitos adeptos do tugao isto é um pesadelo. Mas o que dá gozo ver numa grande equipa é uma autoridade, uma certa arrogância até, que bem de arriscar sabendo que só dependem da sua qualidade para se safar.

Não podemos ter um futebol calculista, de gestão de jogo e essas tretas. Temos de ter uma atitude de ir pela vitória, ou morrer a tentar. E deixar liberdade aos talentos para fazerem o seu jogo.

O benfiquista que ver o talento e a entrega a serem recompensados, o risco.

E sinceramente, pode ser preconceito, mas não vejo nenhum treinador português cumprir estes requisitos.

Quais seriam os teus alvos?

Camisola_20

Citação de: Baron_Davis em 08 de Fevereiro de 2022, 15:16
Primeiro auditoria rigorosa e séria

Depois sim, falar de projectos, director geral, treinador, plantel
Primeira coisa que teriamos que pensar se fosse feito uma auditoria forense seria, era quem seria o proximo presidente.

Dogs Corleone

Citação de: lonstrup em 09 de Fevereiro de 2022, 18:29
Citação de: Dogs Corleone em 09 de Fevereiro de 2022, 16:04
Eu coloquei isto no tópico do Veríssimo e esta é a minha forma de pensar e é a forma como vejo o Benfica e como deve o Benfica contratar um treinador:

"No Benfica sempre se jogou jogo a jogo. E jogo a jogo o Benfica tem obrigação de vencer todos os jogos.

Já que vivemos uma crise de identidade, pois o Benfica fundiu-se com Vieira e Vieira com Benfica, recuperar a essência do futebol do Benfica é uma emergência e uma bússola para encontrar o próximo treinador.

Ora. Futebolisticamente. O Benfica tem no seu ADN, resta-lhe recuperar, os 15 minutos à Benfica. É uma tradição de intensidade, seja no primeiro ou no último quarto de hora de jogo.

O próximo treinador que venha, tem que saber que, principalmente na Luz, os adversários têm que viver um autêntico inferno. Eles já entram derrotados pelo ambiente nas bancadas, em campo é a machadada final.

O Benfica, em 90% dos jogos, tem posse de bola acima dos 70%. Quem venha, tem que ser top mundial nesse momento do jogo. Em organização ofensiva. Tem que haver uma amplitude de recursos que permitam à equipa chegar ao último terço com qualidade e criar perigo. Pelas faixas, pela zona interior. Não é andar a bombear bolas os 90 minutos porque existe tempo demais com a bola nos pés e faltam as ideias para chegar ao golo.

A transição defensiva também tem de ser top mundial. Correr, saber para onde correr, naqueles primeiros 15 metros de raio de ação da bola. Com intensidade. Com agressividade. Se no limiar da violência ou não, tanto faz. Intensidade. Caso contrário tem que se correr 70 metros para trás.

O futebol descomplica-se quando sabemos quem somos. O que mete confusão são os nomes que saem na imprensa, em que todos têm o seu estilo, poucos casam com a identidade do Benfica.

Resumindo. Benfica é jogo a jogo. É 15 minutos à Benfica. Traduz-se em organização ofensiva, transição defensiva. Traduz-se em qualidade e em intensidade.

Quando recuperarmos a nossa identidade, estaremos mais próximos das conquistas."

Acrescento que por a identidade do Benfica ser o jogo a jogo, a análise e a estratégia também têm um peso importante sobre a escolha.

Conhecer o adversário, os seus pontos fortes e fracos, adotar uma estratégia em função disso, etc.
obrigado pelo bom texto.

Não desmerecendo, vou dar parcialmente a minha opinião.

O Benfica tem de ser uma equipa grande, que assina riscos. Sei que para muitos adeptos do tugao isto é um pesadelo. Mas o que dá gozo ver numa grande equipa é uma autoridade, uma certa arrogância até, que bem de arriscar sabendo que só dependem da sua qualidade para se safar.

Não podemos ter um futebol calculista, de gestão de jogo e essas tretas. Temos de ter uma atitude de ir pela vitória, ou morrer a tentar. E deixar liberdade aos talentos para fazerem o seu jogo.

O benfiquista que ver o talento e a entrega a serem recompensados, o risco.

E sinceramente, pode ser preconceito, mas não vejo nenhum treinador português cumprir estes requisitos.
Concordo contigo, daí ter feito referência à questão dos 70% de posse de bola. Na maior parte do jogos vamos ter 70% do tempo em organização ofensiva.

Temos que esmagar. Temos obrigação de ter múltiplos recursos com bola.

Contudo, tem que haver análise ao adversário para melhor chegar ao golo. Operacionalização das ideias. É no treino que se iniciam as vitórias.

hugoPT92

O Abel é bom treinador mas não o que o Benfica precisa, o Palmeiras nem joga nada de por ai além, muitas vezes jogam todos fechados na defesa só à procura de um contra-ataque e quando jogam contra equipas que fazem precisamente isso têm dificuldade.

Isto sem querer tirar o mérito ao trabalho do Abel até porque o Palmeiras não tem nenhum mega craque, vale pelo coletivo... Até podem ganhar ao Chelsea, não é impossível.


Abel, Fonseca, Vitó, Pepa, etc... Para mim é tudo nomes para nem sequer pensar, o Benfica precisa de um treinador de outro nível.

24-7SLB

Citação de: Dogs Corleone em 09 de Fevereiro de 2022, 16:04
Eu coloquei isto no tópico do Veríssimo e esta é a minha forma de pensar e é a forma como vejo o Benfica e como deve o Benfica contratar um treinador:

"No Benfica sempre se jogou jogo a jogo. E jogo a jogo o Benfica tem obrigação de vencer todos os jogos.

Já que vivemos uma crise de identidade, pois o Benfica fundiu-se com Vieira e Vieira com Benfica, recuperar a essência do futebol do Benfica é uma emergência e uma bússola para encontrar o próximo treinador.

Ora. Futebolisticamente. O Benfica tem no seu ADN, resta-lhe recuperar, os 15 minutos à Benfica. É uma tradição de intensidade, seja no primeiro ou no último quarto de hora de jogo.

O próximo treinador que venha, tem que saber que, principalmente na Luz, os adversários têm que viver um autêntico inferno. Eles já entram derrotados pelo ambiente nas bancadas, em campo é a machadada final.

O Benfica, em 90% dos jogos, tem posse de bola acima dos 70%. Quem venha, tem que ser top mundial nesse momento do jogo. Em organização ofensiva. Tem que haver uma amplitude de recursos que permitam à equipa chegar ao último terço com qualidade e criar perigo. Pelas faixas, pela zona interior. Não é andar a bombear bolas os 90 minutos porque existe tempo demais com a bola nos pés e faltam as ideias para chegar ao golo.

A transição defensiva também tem de ser top mundial. Correr, saber para onde correr, naqueles primeiros 15 metros de raio de ação da bola. Com intensidade. Com agressividade. Se no limiar da violência ou não, tanto faz. Intensidade. Caso contrário tem que se correr 70 metros para trás.

O futebol descomplica-se quando sabemos quem somos. O que mete confusão são os nomes que saem na imprensa, em que todos têm o seu estilo, poucos casam com a identidade do Benfica.

Resumindo. Benfica é jogo a jogo. É 15 minutos à Benfica. Traduz-se em organização ofensiva, transição defensiva. Traduz-se em qualidade e em intensidade.

Quando recuperarmos a nossa identidade, estaremos mais próximos das conquistas."

Acrescento que por a identidade do Benfica ser o jogo a jogo, a análise e a estratégia também têm um peso importante sobre a escolha.

Conhecer o adversário, os seus pontos fortes e fracos, adotar uma estratégia em função disso, etc.

Então e o dinheiro para isso?

LindoVermelhoeBranco

Bielsa. Futebol louco para esta maravilhosa loucura que é o Benfica.

Dogs Corleone

Citação de: 24-7SLB em 09 de Fevereiro de 2022, 19:02
Citação de: Dogs Corleone em 09 de Fevereiro de 2022, 16:04
Eu coloquei isto no tópico do Veríssimo e esta é a minha forma de pensar e é a forma como vejo o Benfica e como deve o Benfica contratar um treinador:

"No Benfica sempre se jogou jogo a jogo. E jogo a jogo o Benfica tem obrigação de vencer todos os jogos.

Já que vivemos uma crise de identidade, pois o Benfica fundiu-se com Vieira e Vieira com Benfica, recuperar a essência do futebol do Benfica é uma emergência e uma bússola para encontrar o próximo treinador.

Ora. Futebolisticamente. O Benfica tem no seu ADN, resta-lhe recuperar, os 15 minutos à Benfica. É uma tradição de intensidade, seja no primeiro ou no último quarto de hora de jogo.

O próximo treinador que venha, tem que saber que, principalmente na Luz, os adversários têm que viver um autêntico inferno. Eles já entram derrotados pelo ambiente nas bancadas, em campo é a machadada final.

O Benfica, em 90% dos jogos, tem posse de bola acima dos 70%. Quem venha, tem que ser top mundial nesse momento do jogo. Em organização ofensiva. Tem que haver uma amplitude de recursos que permitam à equipa chegar ao último terço com qualidade e criar perigo. Pelas faixas, pela zona interior. Não é andar a bombear bolas os 90 minutos porque existe tempo demais com a bola nos pés e faltam as ideias para chegar ao golo.

A transição defensiva também tem de ser top mundial. Correr, saber para onde correr, naqueles primeiros 15 metros de raio de ação da bola. Com intensidade. Com agressividade. Se no limiar da violência ou não, tanto faz. Intensidade. Caso contrário tem que se correr 70 metros para trás.

O futebol descomplica-se quando sabemos quem somos. O que mete confusão são os nomes que saem na imprensa, em que todos têm o seu estilo, poucos casam com a identidade do Benfica.

Resumindo. Benfica é jogo a jogo. É 15 minutos à Benfica. Traduz-se em organização ofensiva, transição defensiva. Traduz-se em qualidade e em intensidade.

Quando recuperarmos a nossa identidade, estaremos mais próximos das conquistas."

Acrescento que por a identidade do Benfica ser o jogo a jogo, a análise e a estratégia também têm um peso importante sobre a escolha.

Conhecer o adversário, os seus pontos fortes e fracos, adotar uma estratégia em função disso, etc.

Então e o dinheiro para isso?
A manta é curta.

Dos que falam na imprensa, Paulo Fonseca é top na organização ofensiva.

O Vítor Pereira é top na transição defensiva.

Se a escolha recair por aí, e já excluo o Marco Silva que irá receber 250 milhões quando chegue à Premier e outros 400 milhões se garantir a manutenção e também excluo o Pepa porque nem o melhor treinador num pequeno é, então partimos duma questão de prioridades.

O que é mais importante para o Benfica neste momento e o que será aquilo que o aproximará mais dos troféus. A segurança defensiva ou a pujança ofensiva?

Eu não consigo escolher entre os dois, depende do estado de espírito.

Num âmbito mais amplo. Gasperini, o mano do Hoffenheim, o Roger Schmidt e o Abel seriam as minhas escolhas.

O facto de o Abel querer trabalhar com o Luís Campos abria espaço a um projeto muito interessante.

Abel Ferreira + Luís Campos + Boto + Bouças + Benfica Lab
Em cinco temporadas teríamos que vencer 4, dava a primeira de desconto porque há muita miséria a arrumar no Benfica.


Brian Green

Acho o Abel bem mais interessante que o Jardim. Gosto de treinador com personalidade.

Diogo.Cris

Nunca o Marco Silva rejeitaria o Benfica para ficar no Fulham, nunca!

Eu como gosto de treinadores "malucos" gostava de ver o Abel por cá.

Dogs Corleone

Eu também tenho o feeling pelo Abel.

Qualidade/preço justifica-se, é um líder nato, é um treinador que pensa a estrutura, veja-se o facto de ter pedido ao Palmeiras para ser o Luís Campos a dirigir o futebol do clube, em campo demonstra equipas organizadas e competentes e vejo-o com margem para crescer.

MMeira

Citação de: Diogo.Cris em 09 de Fevereiro de 2022, 19:35
Nunca o Marco Silva rejeitaria o Benfica para ficar no Fulham, nunca!

Eu como gosto de treinadores "malucos" gostava de ver o Abel por cá.

Pois nao n rejeitaria LOL