André Gomes

Médio, 33 anos,
Portugal
Equipa Principal: 2 épocas (2012-2014), 41 jogos (2335 minutos), 4 golos

Equipa B: 2 épocas, 17 jogos, 9 golos

Títulos: Campeonato Nacional (1), Taça de Portugal (1), Taça da Liga (1)

andre_04_SLB

Citação de: pedroslb18 em 02 de Setembro de 2012, 02:17
Nessas imagens é o André Almeida ou o Leandro a 6?

Parece-me o André, mas não tenho a certeza.

Isto é a minha leitura, a forma como eu vejo, não quer dizer que seja a certa. Mas eles alternam os 2. Porque se o sistema base é triângulo invertido, e a defender, faz duplo pivot, se for sempre o mesmo jogador a equilibrar defensivamente (ou a baixar) e a fazer ruptura sem bola para criar o triângulo ofensivo e garantir progressão, como queiras, aos 60 minutos está morto. Então parece-me que alternam, para o André Almeida descansar com bola. Mas o principal, ou o ponto de partida, é o Leandro Pimenta.

andre_04_SLB

Citação de: abar85 em 02 de Setembro de 2012, 02:19
Já agora, na 3ª imagem que apresentas, não podemos dizer que defendemos por vezes em 4-5-1? Que acaba por ser um 4-3-3, em que os alas descem para ajudar o lateral?

E uma última coisa! O modelo da principal não é bastante diferente? Pelo menos nas dinâmicas da equipa? Se assim é não é ridiculo que tal aconteça? E como podemos encarar os jogadores da B como alternativas na principal quando isto acontece!
O caso do médio defensivo parece-me gritante!

Concordo com a análise. O 4-5-1 é outra variante, porque se fazemos campo pequeno, juntamos linhas, aproximamos sectores, procuramos retirar profundidade ao adversário, jogamos mais juntos, logo mais próximos e os extremos ao baixarem como interiores (praticamente) origina esse 4-5-1 que falas. Há equipas, sobretudo de 2ª Liga, que jogam 4-3-3 com triângulo invertido mas em processo defensivo quando a bola se encontra no corredor esquerdo (de quem ataca), por exemplo, o extremo já nem se preocupa em acompanhar o lateral, vem baixar automaticamente como interior direito, deixando praticamente só 1 jogador (avançado) ou 2 - que sai ao portador - (se a bola estiver no lateral) para os 4 defesas.

No Benfica B isso não é tão pronunciado. Na Naval por exemplo o Helder Costa não fechou uma vez o corredor central. Era só penetrações sem bola do jogador da Naval a criar 2x1 com o extremo contra o Cancelo. Nesse sentido pergunto: Um dos princípios básicos do processo defensivo é encurtar espaço e defender o jogador mais próximo da nossa baliza. Qual o perigo que o lateral vai criar para o estar a acompanhar? É por estas coisas que digo que o Helder ainda tem muito para aprender.

Quanto à questão dos modelos... sabes... eu não sou grande adepto de modelos pré-definidos e estereotipados. Acho que deve existir um fio condutor. Não podes ter os Iniciados A em que a 1ª fase construção é os centrais darem largura e receberem e baterem imediatamente no avançado para jogar nos extremos. E os Juvenis A a baixarem os laterais para baterem para os extremos em profundidade. Acho que tem de existir uma linha, um ponto de partida.

A partir daí, existir abertura. Porque só potencias o máximo dos teus jogadores se o sistema e o modelo se adequar às suas características. Não faz sentido a equipa B jogar como joga os A em alguns momentos porque simplesmente não pode ter condições para o fazer. E o facto de o modelo ser semelhante (nunca é igual) e o sistema ser parecido (as suas dinâmicas e sub-dinâmicas também são sempre diferentes) cada pessoa vê o jogo de uma forma, interpreta-o de uma forma completamente diferente, e tem de existir sempre uma habituação ou adaptação. E em relação à posição 6, sinceramente, vejo os B a ter alguns comportamentos muito semelhantes ao que existe nos A.

Numa 1ª fase de construção considero muito parecido. Não igual porque o Jesus fazia uma linha de 3 declarada. Mas existe o conceito de dar largura aos centrais, subir os laterais, e fazer baixar o 6 numa posição de triângulo com os centrais procurando circulação para receber, rodar e sair jogável. Ou seja, os princípios são os mesmos (manutenção e posse, procura linhas de passe, aproximação). As formas diferentes. Mas isso é o mais simples de adquirir. Muito mau era uma equipa B em que os centrais recebem e jogam directo no avançado, e uma A em que o 6 baixa e procura sair jogável. Aí sim, havia diferenças gritantes.

PS: Que testamento perdi a noção quando estava a escrever! :rua:

BC

Primeiro que tudo o Jesus nunca na vida vai apostar no André Gomes. É um treinador muito fraco para conseguir apostar em jovens da cantera.

Em segundo lugar, se o fizesse meteria o rapaz sempre a jogar a 6, posiçao que nao é a dele, logo nao se sentiria tanto a vontade.

abar85

Citação de: andre_04_SLB em 02 de Setembro de 2012, 02:37

Quanto à questão dos modelos... sabes... eu não sou grande adepto de modelos pré-definidos e estereotipados. Acho que deve existir um fio condutor. Não podes ter os Iniciados A em que a 1ª fase construção é os centrais darem largura e receberem e baterem imediatamente no avançado para jogar nos extremos. E os Juvenis A a baixarem os laterais para baterem para os extremos em profundidade. Acho que tem de existir uma linha, um ponto de partida.

A partir daí, existir abertura. Porque só potencias o máximo dos teus jogadores se o sistema e o modelo se adequar às suas características. Não faz sentido a equipa B jogar como joga os A em alguns momentos porque simplesmente não pode ter condições para o fazer. E o facto de o modelo ser semelhante (nunca é igual) e o sistema ser parecido (as suas dinâmicas e sub-dinâmicas também são sempre diferentes) cada pessoa vê o jogo de uma forma, interpreta-o de uma forma completamente diferente, e tem de existir sempre uma habituação ou adaptação. E em relação à posição 6, sinceramente, vejo os B a ter alguns comportamentos muito semelhantes ao que existe nos A.

Numa 1ª fase de construção considero muito parecido. Não igual porque o Jesus fazia uma linha de 3 declarada. Mas existe o conceito de dar largura aos centrais, subir os laterais, e fazer baixar o 6 numa posição de triângulo com os centrais procurando circulação para receber, rodar e sair jogável. Ou seja, os princípios são os mesmos (manutenção e posse, procura linhas de passe, aproximação). As formas diferentes. Mas isso é o mais simples de adquirir. Muito mau era uma equipa B em que os centrais recebem e jogam directo no avançado, e uma A em que o 6 baixa e procura sair jogável. Aí sim, havia diferenças gritantes.

PS: Que testamento perdi a noção quando estava a escrever! :rua:

Acho que o mais importante é realmente o que pus a negrito.

Depois, acho que pelo menos a base devia ser idêntica, e não consigo ver o 4-3-3 na principal. Dentro disso é possível introduzir variações que melhor sirvam o conjunto de jogadores que temos.

Vejo a B com muito maior preocupação de jogar em posse, de forma controlada, do que a principal. Na principal, o 6 desce para o meio dos centrais e fica um autentico buraco no meio ocupado só pelo Witsel. Os desequilibrios são muito menores na B, e por isso custa-me acreditar que um André Almeida ou um Pimenta tivessem uma grande capacidade de ser alternativas na A sem adaptações do modelo (o JJ gosta pouco disso - muda o jogador mas o modelo é o mesmo). Mesmo para o Matic!

Mas isto já é opinião pessoal.

Desde já obrigado pelos esclarecimentos e pelo bom bocado de conversa.

pguerreiro

Parece que já lhe disse para prestar atenção ao que o Witsel faz.

abar85

Citação de: pguerreiro em 02 de Setembro de 2012, 02:49
Parece que já lhe disse para prestar atenção ao que o Witsel faz.

E se ele põe o Witsel a trinco agora?

pinheiro3

#786
Devia era ter dado oportunidades ao Davisd Simão depois da época que fez no Paços de Ferreira. Qualquer destes jogadores dos juniores ou que saíram de lá este ano são uns meninos comparado com aquilo que o David fazia

pguerreiro

Citação de: abar85 em 02 de Setembro de 2012, 02:51
Citação de: pguerreiro em 02 de Setembro de 2012, 02:49
Parece que já lhe disse para prestar atenção ao que o Witsel faz.
E se ele põe o Witsel a trinco agora?
Acho que vai apostar no Matic, mas nunca fiando...

abar85

Citação de: pinheiro3 em 02 de Setembro de 2012, 02:52
Devia era ter dado oportunidades ao Davisd Simão depois da época que fez no Paços de Ferreira. Qualquer destes jogadores dos juniores ou que saíram de lá este ano são uns meninos comparado com aquilo que o David fazia

Ainda por cima numa época em que saiu o Martins por empréstimo.

pedroslb18

Citação de: andre_04_SLB em 02 de Setembro de 2012, 02:23
Citação de: pedroslb18 em 02 de Setembro de 2012, 02:17
Nessas imagens é o André Almeida ou o Leandro a 6?

Parece-me o André, mas não tenho a certeza.

Isto é a minha leitura, a forma como eu vejo, não quer dizer que seja a certa. Mas eles alternam os 2. Porque se o sistema base é triângulo invertido, e a defender, faz duplo pivot, se for sempre o mesmo jogador a equilibrar defensivamente (ou a baixar) e a fazer ruptura sem bola para criar o triângulo ofensivo e garantir progressão, como queiras, aos 60 minutos está morto. Então parece-me que alternam, para o André Almeida descansar com bola. Mas o principal, ou o ponto de partida, é o Leandro Pimenta.

Obrigado  O0

Android1974

Citação de: andre_04_SLB em 02 de Setembro de 2012, 01:53
Não vou perder mais tempo. Vou-te fazer desenhos. Os movimentos dos atletas desdobram, ou alteram, a base de um esquema pré-definido. Dentro do MJA (Modelo de Jogo Adoptado), há nuances e movimentações que alteram os seus posicionamentos. Mas o ponto de partida de um sistema tem de existir. O da equipa B é o 4-3-3. É com um triângulo invertido que joga na sua 1ª e 2ª fase de construção. E os interiores não jogam na linha dos extremos, mas sim dos laterais.

Citação de: andre_04_SLB em 02 de Setembro de 2012, 02:03
Sim. 4-2-3-1 não existe. Existe 1-4-3-3. Eu também discuto no café e digo que jogo 4-2-3-1 mas se fosse a olhar pelos posicionamentos dos jogadores, então jogar-se-ia em algo como 1-2-3-3-2, por exemplo, e isto também não existe. O Benfica B em ORG Ofensiva joga com triângulo invertido, com 6 e 2 interiores. Dá linhas para maior progressão porque tem mais profundidade. A defender, ou se quiseres numa organização defensiva base, baixa um dos interiores para o lado do 6, e faz o tal 4-2-3-1 que ele fala. Mas tanto o 4-2-3-1, como o 4-1-2-3, não existem. Existe o 4-3-3 que é o ponto de partida. E o Benfica joga, na maioria do seu jogo, porque tem mais vezes a bola do que o adversário, em 4-3-3 com triângulo invertido.

Muito obrigadinho pelos desenhos. Obviamente, não provam nada. Apenas que, nesses momentos, os jogadores estão posicionados de forma compatível com a tua descrição. Se eu estivesse para ter o teu trabalho, também arranjava outros a mostrar o contrário do que dizes. Mas, enfim, por agora deixo-te apenas uma imagem antiga, que já postei por aqui, a "provar" o 4-1-3-2 da A, que tu dizes "não existir":


Agora, se o Jesus disse explicitamente, na última entrevista longa ao Record, que jogamos em 4-1-3-2 (e 4-2-3-1), mas tu dizes que isso "não existe", é evidente que todos aqui devemos é confiar no teu MJA. Não te fazia mal um pouco mais de atitude crítica em relação aos manuais que andas a ler, sabes? Isso da ORG, ou raio que o parta, são apenas convenções, adequadas ou não a descrever um jogo de futebol, tal como dizer que há somente 4 sectores de jogo também é, infelizmente, apenas uma convenção.

andre_04_SLB

#791
Tu não queres chegar lá. Falas de variantes e chamas-lhe sistemas. 4-1-3-2 é variante do 4-4-2. 4-1-3-2 não existe. Mas isso já é contigo, eu não te censuro, cada um morre pelas suas ideias, mas quando não se sabe, às vezes mais vale não insistir no erro, pode-se continuar a cair no ridículo, não por defender uma ideia (errada), mas sim por não querer ver o óbvio. Se dizes que os jogadores estão posicionados de acordo com a minha descrição... lógico... se é ali que devem estar. Ou estando eles mesmo posicionados ali tu achas que é só para enganar os outros?!! :D

Citação de: Android1974 em 02 de Setembro de 2012, 01:13
E, que eu saiba, não há 4-3-3 em parte alguma do mundo com o triângulo invertido. Um sistema assim, simplesmente não se chama 4-3-3.

Isto revela que realmente não vale mesmo muito mais a pena bater na mesma tecla. Mas eu continuo a deixar-te imagens:

4-3-3 de AVB no Porto



4-3-3 de JM no Chelsea



http://globoesporte.globo.com/platb/tabuleiro/2011/05/19/villas-boas-reprisa-no-porto-o-4-3-3-do-chelsea-de-mourinho/

4-3-3 Portugal



4-3-3 Portugal com Queiroz e legenda para perceberes melhor



Quanto ao Jesus dizer isso, mostra-me, estou curioso para ouvir.

Em relação aos sectores, aconselho-te esta leitura, ia-te fazer bem:

"4380 - Sistemas do jogo de futebol

Objectivos
Distinguir os diferentes sistemas tácticos de organização do jogo.

Conteúdos
1:4:4:2 (losango)
1:4:4:2 (com alas)
1:3:5:2
1:4:3:3 (com triângulo no meio campo)
1:4:3:3 (com triângulo invertido no meio campo)
1:3:4:3
Encaixe entre sistemas de jogo"


http://www.catalogo.anqep.gov.pt/UFCD/Detalhe/3872

Boa Sorte.

Android1974

Citação de: andre_04_SLB em 02 de Setembro de 2012, 04:25
Tu não queres chegar lá. Falas de variantes e chamas-lhe sistemas. 4-1-3-2 é variante do 4-4-2. 4-1-3-2 não existe. Mas isso já é contigo, eu não te censuro, cada um morre pelas suas ideias, mas quando não se sabe, às vezes mais vale não insistir no erro, pode-se continuar a cair no ridículo, não por defender uma ideia (errada), mas sim por não querer ver o óbvio. Se dizes que os jogadores estão posicionados de acordo com a minha descrição... lógico... se é ali que devem estar. Ou estando eles mesmo posicionados ali tu achas que é só para enganar os outros?!! :D

Citação de: Android1974 em 02 de Setembro de 2012, 01:13
E, que eu saiba, não há 4-3-3 em parte alguma do mundo com o triângulo invertido. Um sistema assim, simplesmente não se chama 4-3-3.

Isto revela que realmente não vale mesmo muito mais a pena bater na mesma tecla. Mas eu continuo a deixar-te imagens:

4-3-3 de AVB no Porto



4-3-3 de JM no Chelsea



http://globoesporte.globo.com/platb/tabuleiro/2011/05/19/villas-boas-reprisa-no-porto-o-4-3-3-do-chelsea-de-mourinho/

4-3-3 Portugal



4-3-3 Portugal com Queiroz e legenda para perceberes melhor



Quanto ao Jesus dizer isso, mostra-me, estou curioso para ouvir.

Em relação aos sectores, aconselho-te esta leitura, ia-te fazer bem:

"4380 - Sistemas do jogo de futebol

Objectivos
Distinguir os diferentes sistemas tácticos de organização do jogo.

Conteúdos
1:4:4:2 (losango)
1:4:4:2 (com alas)
1:3:5:2
1:4:3:3 (com triângulo no meio campo)
1:4:3:3 (com triângulo invertido no meio campo)
1:3:4:3
Encaixe entre sistemas de jogo"


http://www.catalogo.anqep.gov.pt/UFCD/Detalhe/3872

Boa Sorte.

Lá estás tu com os manuais! Fogo, fizeste um curso de treinador por correspondência, boa, parabéns! Aprendeste a dizer 1:4:3:3, muito bem! Estava mesmo a faltar o guarda-redes para descrever a disposição táctica das equipas em campo. :crazy2:  Vais ser reconhecido pelos outros maluquinhos que fazem esses cursos também, enquanto que o resto das pessoas que falam de futebol, escrevem sobre futebol e treinam equipas de futebol, continuarão a dizer 4-3-3...

Numa coisa tens razão, e peço desculpa por isso. Mas é tão óbvio, que nem reparei no meu lapso. É claro que o 4-3-3, que conheço bem do Porto, Barcelona, Paços de Ferreira, etc., é com triângulo invertido, ou seja, com o médio mais defensivo no meio e atrás.
O que eu queria dizer é que hoje não se encontra habitualmente equipas a jogar 4-3-3 de outra forma, quer dizer, com o triângulo suposto normal, em que a separação entre o médio mais avançado e os médios recuados é maior do que a dos extremos. Aliás, é por ser tão raro que me confundi, e tomei o invertido pelo normal.
E por isso é que é errado descrever o modo como a B joga assim. Porque os médios alas dessa maneira, também como acontece no Benfica A, ficam alinhados pelo médio criativo e criam uma linha de três. Todas estas representações são apenas aproximações daquilo que se passa em campo, e se descrever as linhas que se vêem em campo não é a forma mais fiel de o fazer, não sei então para que servem...

Também por isso é que dizer que o Benfica A joga em 4-4-2, mesmo que se especifique losango, é agora uma estupidez de todo o tamanho (talvez no tempo do Ramires não fosse). Porque, pese embora possa ter alguma coisa a ver com a história da evolução destes sistemas tácticos, nada tem a ver certamente com o que se vê (via) em campo, com Witsel à frente do Javi e atrás de Aimar ou Rodrigo, que por sua vez rodeiam o Cardozo, e com os alas alinhados pelo Witsel...

Quanto a duvidares de que o Jesus disse efectivamente aquilo que eu disse que ele disse, remeto-te para a entrevista, em que ele "insiste no erro" e "continua a cair no ridículo":
Para que não restem dúvidas, em que sistema táctico joga o Benfica?
Não joga sempre da mesma maneira. Quando jogamos contra equipas que achamos que têm o mesmo valor e equilíbrio da nossa, transformamos o sistema em 4x2x3x1, mas não quer dizer que a dinâmica não seja a mesma. Quando defrontamos equipas que entendemos serem mais acessíveis, jogamos com um médio no corredor central e aí é um 4x1x3x2.


lonstrup

Para mim continuam a existir 3 sectores da equipa, mais o guarda-redes. e esses sectores são defesa, meio campo e ataque.

daí as designações 433 ou 442 ou 532 ou 451.

o benfica normalmente em casa não joga com 4 defesas, 4 medios e 2 avançados? então porquê chamar outra coisa que não 442?

e outra coisa, por exemplo nos porcos do Jesualdo, não sei se será correcto dizer que jogavam em 433, porque  muitas das vezes os extremos eram mais membros do sector intermédio do que elementos de cariz ofensivo.

VALEBEM

Craque! Seja a 8 ou a 10!
Vi este rapaz jogar pela primeira vez contra o Braga, na fase final dos juniores, e fiquei logo convencido.