Luís Filipe Vieira (Presidente)

Presidente, 76 anos,
Portugal

Lebohang Mokoena

Tem cuidado RP2021, se continuas a brilhar assim no fórum o parceiro estratégico ainda fica com 10% do teu passe.

joaoreis

Citação de: SAL. em 09 de Novembro de 2020, 15:16
Eu confio no nosso scouting, os 3 libaneses tinham tudo para vir a ser craques, tal como o Vera.
Não são infalíveis.
Não foi só o Elhouni?

Keiroxes

Citação de: joaotoy10 em 09 de Novembro de 2020, 14:22
sportv + em direto

20 inspetores

De certeza que o Vieira é amigo do chefe desses senhores


Benfiquista_

LFV é da Maçonaria e tem tudo controlado.

Bailey


alves6



Palmeirinha

QQ dia temos mais inspeções da PJ que vitórias...

isaias

Ontem escrevi este texto após a derrota com o Braga.
Resolvi não o publicar mas, como o guardei, resolvo publicá-lo agora.
E desculpem pelo facto de ser longo.

Meus amigos, o problema do Benfica está na falta de cultura de exigência que começou na cúpula e já se alastrou a todo o clube, incluindo sócios, como se viu na última eleição de Vieira.

Começando na direcção: como todos sabemos, os que querem saber, para Vieira e companhia a questão desportiva é de somenos importância. O clube passou de potência desportiva a (suposta) potência económica. Daí as referências ao que conseguimos gastar, em período de crise, e não ao que conseguimos vencer nesse período. Discursos como "ganhar o campeonato da credibilidade", "se calhar ganhámos demais", "não se pode ganhar sempre" ou "o treinador fica independentemente dos resultados" passam uma mensagem transversal de falta de exigência. Prolongar carreiras de atletas para além do aceitável, obrigar treinadores a apresentar constantemente equipas sem soluções válidas, porque, teimosamente, se pretende que as soluções estejam na formação, mesmo que em certas circunstâncias não faça sentido. Promover jovens atletas, à pressa, atirando-os para uma realidade para a qual não estão preparados e, provavelmente, jamais estarão. O constante rodopio de atletas, com vendas e compras, e agora empréstimos descabidos, denunciando uma inaceitável promiscuidade com o parceiro estratégico que parece ditar as leis na construção do plantel. A falta de referências no plantel, porque todos os que têm qualidade são vendidos à primeira oferta e os que sentem afeto pelo clube são escorraçados ou votados ao esquecimento. A veneração e o lambe-botismo vigente, onde o presidente parece estar acima do clube, e o nível de fidelidade parece medir-se precisamente mais pela bajulação ao líder do que pelo amor ao clube, daí estar, hoje em dia, pejado de gente que nada sente pelo clube. A falta de uma liderança forte no departamento de futebol, passando constantemente LFV como o grande mentor dos planteis, um homem que, ao que diz, não percebe de futebol e decide consoante intuições e superstições. Os constantes casos de justiça envolvendo quer clube quer  presidente. E mesmo que alguns desses casos pareçam forçados e alimentados por uma imprensa sensacionalista e inimigos do clube, a defesa do Benfica deveria ser intransigente, passando a clara ideia de que nada nem ninguém escaparia, no que diz respeito aos que passam a vida a denegri-lo. Ao invés, reage-se com muito mais veemência na defesa do presidente do que do próprio clube, quando tudo isto tem tido origem, precisamente, no presidente.

Os treinadores: depois da passagem de JJ pelo Benfica, altura em que houve algum critério de exigência quanto a contratações e respectivos resultados, a contratação dos treinadores passou a ser o reflexo da política e cultura desportiva pretendida para o clube. Os treinadores passaram a ser escolhidos não pela sua competência, experiência, estatuto, sucesso, mas pelo grau de subserviência à política mercantilista implementada, cujo principal objectivo passava por transformar o clube num entreposto de jogadores. Os jogadores com qualidade são vendidos em catadupa, não havendo preocupação com a qualidade de quem os substitua. As aquisições passaram a estar muito mais condicionadas por uma perspectiva futura de negócio do que propriamente pelo valor acrescentado do ponto de vista desportivo ou necessidade do plantel. Entretanto, o regresso a JJ, para além de confirmar a falta de rumo desportivo, passa novamente essa imagem de falta de exigência e bandalheira reinantes, uma vez que alguém que tanto destratou o Benfica quando se mudou para o rival, jamais, mas mesmo jamais, deveria ter lugar novamente no Benfica, num Grande Benfica. Mais uma prova de que a fidelidade é para com o presidente e não para com o clube.

Os jogadores: são o reflexo de tudo o que referi. Primeiro, porque se sentem desprotegidos de todo o tipo de ataques que lhes dirijam. Não há quem defenda ninguém no Benfica para além do presidente. É só comparar a pressão que a imprensa tratava já de colocar sobre Darwin, um miúdo acabado de chegar, e aquela que nunca se colocou sobre Taremi, por exemplo, mais velho e adaptado ao futebol tuga. Depois, a política mercantilista afasta a possibilidade de vínculo emocional com o clube. Os jogadores passaram a ver o clube como mero trampolim para outros clubes de outras ligas. Jogadores contratados sem o mínimo de critério quer na qualidade, quer naquilo que seriam as necessidades do plantel. Jogadores afastados sem que alguém perceba a razão. Jogadores promovidos e sua insistência no plantel reveladora de que outros interesses se elevam, o que leva a revolta e sentimentos de injustiça por parte de alguns. A falta de critério, de que já fiz referência, que leva a que, actualmente, tenhamos um plantel caro mas cheio de lacunas, e não falo apenas de falta de opções para algumas posições vitais. Falo do facto de se ter conseguido reunir um conjunto de jogadores que parecem clonados uns dos outros na abordagem às adversidades, na falta de intensidade com que jogam, na fraqueza física, mental, etc.

Por fim, os benfiquistas, que poderiam ter dito basta a isto tudo e optado por uma alternativa, ao invés, passaram um cheque em branco a Vieira, Jorge Mendes, JJ e companhia. Os Benfiquistas que tiveram hipótese de optar por benfiquistas para dirigir os destinos do clube, preferiram manter Vieira e a sua entourage, onde o amor ao clube foi substituído pelo amor ao presidente. No Benfica de hoje festejam-se os sucessos de Vieira, e os sucessos de Vieira nem sempre coincidem com os sucessos do Benfica. Em suma, do que o clube necessita é de benfiquismo, de gente que o lidere com amor, de gente que sofra por ele. O Benfica necessita, precisamente, daquilo que os outros dois candidatos tinham. Mas amaioria votou nisto. Agora é aguentar com a bronca mais 4 anos, se forem apenas 4 anos.   

jdrodrigues

É isto que temos.

Daqui a 4 anos há mais.

fil79

Citação de: Benfiquista_ em 09 de Novembro de 2020, 15:20
LFV é da Maçonaria e tem tudo controlado.

Tinha a maçonaria em melhor conta. Pelo menos só devia aceitar malta que tivesse a escolaridade minima obrigatória...

Mr.10


fyure

Um comunicado de vão de escada, à taberneiro do Benfica, claro está.

poorportuguese

O que tem Vladimiro a dizer sobre estas buscas?