Época 2018/2019

Slb23

Citação de: Coach_Gouveia em 19 de Fevereiro de 2019, 14:57
Citação de: Slb23 em 19 de Fevereiro de 2019, 11:53
Citação de: Carlsberg87 em 19 de Fevereiro de 2019, 11:50
Sim eu sei, mas tem de certeza mais de 109kg e é bastante móvel
Mas não consegue defender um jogador mais leve e veloz, aliás eles quando fazem trocas defensivas ele passa mal. É normal que assim seja, não é propriamente um defeito dele...

O Benfica se quer ser campeão não pode trocar os estrangeiros todos ou quase todos agora. Tem de trocar o Xavi, os restantes é para manter por diversas razões sendo a principal o facto de que já se está a trabalhar muito condicionados (lesões), se ainda vamos andar a trocar jogadores ainda vamos ficar piores.
Este americano apesar de ser pesado, é bem móvel. Aliás ele joga mais a 3 que a 4, pelo menos em Israel jogava. Agora no tugão é jogador para jogar a 4.

Quanto à segunda parte, é preciso perceber que no basket e em equipas que treinam (?) todos os dias, é bem mais fácil trocar jogadores e ficar melhor. Tal como o Arturo ter tido uma equipa quase nova até ser uma vantagem para ele, visto os vicios que lá estavam não poderem estar.
Estás mais próximo do sucesso numa equipa com rotinas desde Agosto/Setembro que numa que as começa a criar em Março...

O tempo para experiências na minha opinião já terminou, agora deve-se é apresentar resultados.

Coach_Gouveia

Citação de: Slb23 em 19 de Fevereiro de 2019, 14:59
Citação de: Coach_Gouveia em 19 de Fevereiro de 2019, 14:57
Citação de: Slb23 em 19 de Fevereiro de 2019, 11:53
Citação de: Carlsberg87 em 19 de Fevereiro de 2019, 11:50
Sim eu sei, mas tem de certeza mais de 109kg e é bastante móvel
Mas não consegue defender um jogador mais leve e veloz, aliás eles quando fazem trocas defensivas ele passa mal. É normal que assim seja, não é propriamente um defeito dele...

O Benfica se quer ser campeão não pode trocar os estrangeiros todos ou quase todos agora. Tem de trocar o Xavi, os restantes é para manter por diversas razões sendo a principal o facto de que já se está a trabalhar muito condicionados (lesões), se ainda vamos andar a trocar jogadores ainda vamos ficar piores.
Este americano apesar de ser pesado, é bem móvel. Aliás ele joga mais a 3 que a 4, pelo menos em Israel jogava. Agora no tugão é jogador para jogar a 4.

Quanto à segunda parte, é preciso perceber que no basket e em equipas que treinam (?) todos os dias, é bem mais fácil trocar jogadores e ficar melhor. Tal como o Arturo ter tido uma equipa quase nova até ser uma vantagem para ele, visto os vicios que lá estavam não poderem estar.
Estás mais próximo do sucesso numa equipa com rotinas desde Agosto/Setembro que numa que as começa a criar em Março...

O tempo para experiências na minha opinião já terminou, agora deve-se é apresentar resultados.
Sem discordar por completo, mas no basket por se jogar num espaço mais pequeno, por se ter de defender e atacar com os mesmo 5, e acima de tudo por os jogadores (falando principalmente dos estrangeiros) quando chegam a profissionais já terem exprimentado quase tudo o que é tipo de ataque e defesa, essas rotinas são muito mais facilmente adquiridas do que aquilo que se pode pensar, basta ver o caso do Micah que quando chegou treinou 1 dia e parecia que estava com a equipa desde inicio.

Krovinovas

Citação de: Dandy em 19 de Fevereiro de 2019, 09:48





   Só faz sentido manter esta modalidade se formos capazes de desenvolver uma formação de qualidade.

   Seria possível manter esta modalidade, sem ter uma formação de qualidade, se fossemos milionários e pudéssemos (todos os anos) contratar estrangeiros de excelência e de rendimento inequívoco.

   Não somos milionários. Todos os anos passamos pela enorme incerteza/angústia de não saber aquilo que estamos a contratar, quando contratamos os estrangeiros, pois sabemos que (ao comprar barato) o rendimento deles é sempre uma verdadeira incógnita (apesar de ser fundamental e decisivo para a época ser um sucesso ou um fracasso).

   Portanto, se desejamos alterar este paradigma, só nos resta ter uma formação de qualidade.

   O que é ter uma formação de qualidade?

   É ser capaz de formar, de um modo sistemático e organizado, jogadores de nível internacional "médio".

   Não sendo assim ... estaremos, apenas, a gastar o nosso ESCASSO dinheiro de forma idiota. Não há um verdadeiro investimento.

   Qualquer equipa em Portugal arrisca vencer o campeonato nacional ... se calhar, nesse ano, de acertar com os estrangeiros que contratou. Porque são estes que fazem a diferença.

   Isso diz bem do carácter avulso e aleatório daquilo que andamos a fazer.





Sem estar a defender nada nem ninguém.

Mas eu acho isso praticamente impossivel estando em Portugal em que o estado da modalidade é deplorável.

Não deve haver um jogador português de nível médio formado no país há anos, quanto mais um so clube a forma los de forma sistemática.

Dandy

Citação de: Krovinovas em 19 de Fevereiro de 2019, 20:53
Citação de: Dandy em 19 de Fevereiro de 2019, 09:48





   Só faz sentido manter esta modalidade se formos capazes de desenvolver uma formação de qualidade.

   Seria possível manter esta modalidade, sem ter uma formação de qualidade, se fossemos milionários e pudéssemos (todos os anos) contratar estrangeiros de excelência e de rendimento inequívoco.

   Não somos milionários. Todos os anos passamos pela enorme incerteza/angústia de não saber aquilo que estamos a contratar, quando contratamos os estrangeiros, pois sabemos que (ao comprar barato) o rendimento deles é sempre uma verdadeira incógnita (apesar de ser fundamental e decisivo para a época ser um sucesso ou um fracasso).

   Portanto, se desejamos alterar este paradigma, só nos resta ter uma formação de qualidade.

   O que é ter uma formação de qualidade?

   É ser capaz de formar, de um modo sistemático e organizado, jogadores de nível internacional "médio".

   Não sendo assim ... estaremos, apenas, a gastar o nosso ESCASSO dinheiro de forma idiota. Não há um verdadeiro investimento.

   Qualquer equipa em Portugal arrisca vencer o campeonato nacional ... se calhar, nesse ano, de acertar com os estrangeiros que contratou. Porque são estes que fazem a diferença.

   Isso diz bem do carácter avulso e aleatório daquilo que andamos a fazer.





Sem estar a defender nada nem ninguém.

Mas eu acho isso praticamente impossivel estando em Portugal em que o estado da modalidade é deplorável.

Não deve haver um jogador português de nível médio formado no país há anos, quanto mais um so clube a forma los de forma sistemática.




   Não há formação de qualidade porque não se replicam os modelos de sucesso.

   Se Portugal é capaz de formar atletas de nível internacional em futebol ... em futsal ... em hóquei em patins ... em andebol ... e em voleibol ... por que razão não o faz em basquetebol?

   Há quem me diga que é tudo uma questão de demografia.
   Discordo disso. Quantos atletas federados de basquetebol há na Eslovénia? Quantos atletas federados de basquetebol há na Sérvia ... na Croácia ... na Grécia ... e quantos atletas federados de basquetebol há em Portugal?

   E quantos atletas federados de futsal há em Portugal? E de andebol? E de hóquei em patins? E de voleibol?
   Por que raio, então, a demografia não é redutora (também) para estas modalidades?

   Depois, há quem diga que nos faltam os genes para ter pessoas altas.

   Também discordo. A eventual impossibilidade para formarmos "Postes" ... não teria por que impedir-nos de formar "Bases" e "Extremos".




Krovinovas

Citação de: Dandy em 19 de Fevereiro de 2019, 21:57
Citação de: Krovinovas em 19 de Fevereiro de 2019, 20:53
Citação de: Dandy em 19 de Fevereiro de 2019, 09:48





   Só faz sentido manter esta modalidade se formos capazes de desenvolver uma formação de qualidade.

   Seria possível manter esta modalidade, sem ter uma formação de qualidade, se fossemos milionários e pudéssemos (todos os anos) contratar estrangeiros de excelência e de rendimento inequívoco.

   Não somos milionários. Todos os anos passamos pela enorme incerteza/angústia de não saber aquilo que estamos a contratar, quando contratamos os estrangeiros, pois sabemos que (ao comprar barato) o rendimento deles é sempre uma verdadeira incógnita (apesar de ser fundamental e decisivo para a época ser um sucesso ou um fracasso).

   Portanto, se desejamos alterar este paradigma, só nos resta ter uma formação de qualidade.

   O que é ter uma formação de qualidade?

   É ser capaz de formar, de um modo sistemático e organizado, jogadores de nível internacional "médio".

   Não sendo assim ... estaremos, apenas, a gastar o nosso ESCASSO dinheiro de forma idiota. Não há um verdadeiro investimento.

   Qualquer equipa em Portugal arrisca vencer o campeonato nacional ... se calhar, nesse ano, de acertar com os estrangeiros que contratou. Porque são estes que fazem a diferença.

   Isso diz bem do carácter avulso e aleatório daquilo que andamos a fazer.





Sem estar a defender nada nem ninguém.

Mas eu acho isso praticamente impossivel estando em Portugal em que o estado da modalidade é deplorável.

Não deve haver um jogador português de nível médio formado no país há anos, quanto mais um so clube a forma los de forma sistemática.




   Não há formação de qualidade porque não se replicam os modelos de sucesso.

   Se Portugal é capaz de formar atletas de nível internacional em futebol ... em futsal ... em hóquei em patins ... em andebol ... e em voleibol ... por que razão não o faz em basquetebol?

   Há quem me diga que é tudo uma questão de demografia.
   Discordo disso. Quantos atletas federados de basquetebol há na Eslovénia? Quantos atletas federados de basquetebol há na Sérvia ... na Croácia ... na Grécia ... e quantos atletas federados de basquetebol há em Portugal?

   E quantos atletas federados de futsal há em Portugal? E de andebol? E de hóquei em patins? E de voleibol?
   Por que raio, então, a demografia não é redutora (também) para estas modalidades?

   Depois, há quem diga que nos faltam os genes para ter pessoas altas.

   Também discordo. A eventual impossibilidade para formarmos "Postes" ... não teria por que impedir-nos de formar "Bases" e "Extremos".




Sim, eu concordo contigo também em grande parte.

Mas repara, alguns desses exemplos não são bons exemplos, principalmente o hóquei em patins que é um desporto jogado em 3/4 países de forma regular, onde está incluído Portugal.

O que eu queria dizer era que o problema do basquetebol está a nível nacional. Que interessará ao Benfica ter uma excelente formação senão houver competitividade para os miudos se desenvolverem?

Com isto quero dizer que para o Benfica começar a formar bons atletas, o nível dos restantes clubes teria de subir consideravelmente, o que não me parece que vá acontecer.

Aqui culpo mais a Federação que deixou a modalidade chegar a este ponto do que propriamente o Benfica (e atenção que sou bastante critico em relação a muitas coisas no clube).

Já agora, como não estou por dentro do tema, o basquetebol tem quantos atletas federados? Está no top 3 nacional de mais atletas? Se sim, qual é que acham que são os problemas que impedem um aumento da qualidade dos jogadores? Qualidade dos treinadores? Do treino? Fraca competitividade?


Dandy





   Dados de 2017:


   » Futebol: 176 mil

   » Andebol 49 mil

   » Voleibol 44 mil

   » Basquetebol 41 mil

   » Atletismo 18 mil

   » Patinagem (onde se engloba o hóquei em patins) 15 mil


   https://www.pordata.pt/Portugal/Praticantes+desportivos+federados+total+e+por+algumas+federa%C3%A7%C3%B5es+desportivas-2226




Dandy






   De referir que, em 20 anos, de 1996 a 2017, o número de atletas federados, no global, independentemente da modalidade ... mais do que duplicou.





ala esquerda

Citação de: Dandy em 19 de Fevereiro de 2019, 21:57
Citação de: Krovinovas em 19 de Fevereiro de 2019, 20:53
Citação de: Dandy em 19 de Fevereiro de 2019, 09:48





   Só faz sentido manter esta modalidade se formos capazes de desenvolver uma formação de qualidade.

   Seria possível manter esta modalidade, sem ter uma formação de qualidade, se fossemos milionários e pudéssemos (todos os anos) contratar estrangeiros de excelência e de rendimento inequívoco.

   Não somos milionários. Todos os anos passamos pela enorme incerteza/angústia de não saber aquilo que estamos a contratar, quando contratamos os estrangeiros, pois sabemos que (ao comprar barato) o rendimento deles é sempre uma verdadeira incógnita (apesar de ser fundamental e decisivo para a época ser um sucesso ou um fracasso).

   Portanto, se desejamos alterar este paradigma, só nos resta ter uma formação de qualidade.

   O que é ter uma formação de qualidade?

   É ser capaz de formar, de um modo sistemático e organizado, jogadores de nível internacional "médio".

   Não sendo assim ... estaremos, apenas, a gastar o nosso ESCASSO dinheiro de forma idiota. Não há um verdadeiro investimento.

   Qualquer equipa em Portugal arrisca vencer o campeonato nacional ... se calhar, nesse ano, de acertar com os estrangeiros que contratou. Porque são estes que fazem a diferença.

   Isso diz bem do carácter avulso e aleatório daquilo que andamos a fazer.





Sem estar a defender nada nem ninguém.

Mas eu acho isso praticamente impossivel estando em Portugal em que o estado da modalidade é deplorável.

Não deve haver um jogador português de nível médio formado no país há anos, quanto mais um so clube a forma los de forma sistemática.




   Não há formação de qualidade porque não se replicam os modelos de sucesso.

   Se Portugal é capaz de formar atletas de nível internacional em futebol ... em futsal ... em hóquei em patins ... em andebol ... e em voleibol ... por que razão não o faz em basquetebol?

   Há quem me diga que é tudo uma questão de demografia.
   Discordo disso. Quantos atletas federados de basquetebol há na Eslovénia? Quantos atletas federados de basquetebol há na Sérvia ... na Croácia ... na Grécia ... e quantos atletas federados de basquetebol há em Portugal?

   E quantos atletas federados de futsal há em Portugal? E de andebol? E de hóquei em patins? E de voleibol?
   Por que raio, então, a demografia não é redutora (também) para estas modalidades?

   Depois, há quem diga que nos faltam os genes para ter pessoas altas.

   Também discordo. A eventual impossibilidade para formarmos "Postes" ... não teria por que impedir-nos de formar "Bases" e "Extremos".




pela primeira vez neste fórum concordo com a opinião do dandy!!!!!

alenker

 A partir da época 2019/2020 inclusive, na LPB/Liga Placard e noutras provas em que estas
equipas participem, em cada um dos jogos, cada equipa pode inscrever no boletim de jogo
um máximo de 5 jogadores de Formação Basquetebolística Estrangeira (FBE), que não
se enquadrem no conceito de "Atletas de Formação Basquetebolística Portuguesa (FBP)"
nos termos indicados no artigo 12º do RIT, qualquer que seja a sua nacionalidade;

Coach_Gouveia

Citação de: alenker em 20 de Fevereiro de 2019, 09:37
A partir da época 2019/2020 inclusive, na LPB/Liga Placard e noutras provas em que estas
equipas participem, em cada um dos jogos, cada equipa pode inscrever no boletim de jogo
um máximo de 5 jogadores de Formação Basquetebolística Estrangeira (FBE), que não
se enquadrem no conceito de "Atletas de Formação Basquetebolística Portuguesa (FBP)"
nos termos indicados no artigo 12º do RIT, qualquer que seja a sua nacionalidade;
Boa noticia.

Essa e o facto de na Proliga só descerem 3, o que deve dar para a B se safar.

blog benficaatemorrer

Citação de: Coach_Gouveia em 20 de Fevereiro de 2019, 10:45
Citação de: alenker em 20 de Fevereiro de 2019, 09:37
A partir da época 2019/2020 inclusive, na LPB/Liga Placard e noutras provas em que estas
equipas participem, em cada um dos jogos, cada equipa pode inscrever no boletim de jogo
um máximo de 5 jogadores de Formação Basquetebolística Estrangeira (FBE), que não
se enquadrem no conceito de "Atletas de Formação Basquetebolística Portuguesa (FBP)"
nos termos indicados no artigo 12º do RIT, qualquer que seja a sua nacionalidade;
Boa noticia.

Essa e o facto de na Proliga só descerem 3, o que deve dar para a B se safar.
foi por causa da entrada do sport...

consegues ter um 5 inicial todo ele não português...

Coach_Gouveia

Citação de: blog benficaatemorrer em 20 de Fevereiro de 2019, 11:05
Citação de: Coach_Gouveia em 20 de Fevereiro de 2019, 10:45
Citação de: alenker em 20 de Fevereiro de 2019, 09:37
A partir da época 2019/2020 inclusive, na LPB/Liga Placard e noutras provas em que estas
equipas participem, em cada um dos jogos, cada equipa pode inscrever no boletim de jogo
um máximo de 5 jogadores de Formação Basquetebolística Estrangeira (FBE), que não
se enquadrem no conceito de "Atletas de Formação Basquetebolística Portuguesa (FBP)"
nos termos indicados no artigo 12º do RIT, qualquer que seja a sua nacionalidade;
Boa noticia.

Essa e o facto de na Proliga só descerem 3, o que deve dar para a B se safar.
foi por causa da entrada do sport...

consegues ter um 5 inicial todo ele não português...
Também consegues ter mais qualidade  ;D

Rmgv

É pra quando a troca de jogadores? ou já se desistiu da época?

Bryan.

Manter Xavi Rey é irresponsável mas manter o Cantero é só insultuoso. Só mostra a falta de capacidade e independência do treinador.

O Suárez tem de continuar, claro. Tem bastante valor, independentemente de como as coisas estão a correr.