Futebol Feminino Internacional / Selecções 2019/2020

Gradinni

Citação de: anarcos em 28 de Outubro de 2019, 14:26
Rute Costa desde 16 de Setembro (derrota com o Sporting) que não sai do banco do Braga.

Se há coisa que não se pode acusar o seleccionador é falta de coerência. Ou falta de casmurrice.

Tendo em conta que a Inês Pereira só fez um jogo oficial no Sporting esta época (em casa contra a Ovarense), pode-se concluir que só há 3 GR aptas para a selecção portuguesa, com ou sem rotina de jogo.
Isso só para falar em GR, ja nem falando que em 23 convocadas ha para ai 20 que o sao por decreto, joguem ou nao joguem, estejam bem ou nao, haja ou nao outras jogadoras em muito melhor forma que essas e cheias de vontade de acrescentar algo a uma selecção que corre o risco serio de estagnar a sua evolução por estes motivos
Ao menos chamou a Telma Encarnação (que curiosamente nem está em grande forma actualmente, está melhor a Érica Costa)

Teka_91

A questão das guarda-redes é algo difícil porque não existem guarda-redes portuguesas de qualidade.
Embora não concorde com a gestão feita na selecção, também não existe muito por onde escolher.

Não sei se concordam ou não, mas o facto de a grande maioria dos jogos não serem transmitidos também contribui para que as convocatórias permaneçam praticamente inalteradas.
As pessoas só conhecem as jogadoras dos grandes e ao mesmo tempo não têm a possibilidade de perceber a qualidade e o momento de forma de outras jogadoras, e também por aí não existe "contestação" ou pressão para que determinadas jogadoras possam ter oportunidade em detrimento de outras.

Obviamente que o seleccionador deveria ter a capacidade de olhar à performance e não aos nomes nas camisolas ou aos clubes que representam.
Mas o próprio modelo de jogo da selecção está estagnado, é natural que as convocatórias estejam também.

Gradinni

Citação de: Teka_91 em 28 de Outubro de 2019, 15:00
A questão das guarda-redes é algo difícil porque não existem guarda-redes portuguesas de qualidade.
Embora não concorde com a gestão feita na selecção, também não existe muito por onde escolher.

Não sei se concordam ou não, mas o facto de a grande maioria dos jogos não serem transmitidos também contribui para que as convocatórias permaneçam praticamente inalteradas.
As pessoas só conhecem as jogadoras dos grandes e ao mesmo tempo não têm a possibilidade de perceber a qualidade e o momento de forma de outras jogadoras, e também por aí não existe "contestação" ou pressão para que determinadas jogadoras possam ter oportunidade em detrimento de outras.

Obviamente que o seleccionador deveria ter a capacidade de olhar à performance e não aos nomes nas camisolas ou aos clubes que representam.
Mas o próprio modelo de jogo da selecção está estagnado, é natural que as convocatórias estejam também.
Entao mas o homem é seleccionador para quê?
Exactamente para observar o maximo de jogos e seleccionar as melhores. Se so escolhe com base nos jogos que dao na TV entao poupem dinheiro e paguem-lhe ao jogo, que fora isso o homem nao trabalha

Teka_91

Citação de: Gradinni em 28 de Outubro de 2019, 15:41
Citação de: Teka_91 em 28 de Outubro de 2019, 15:00
A questão das guarda-redes é algo difícil porque não existem guarda-redes portuguesas de qualidade.
Embora não concorde com a gestão feita na selecção, também não existe muito por onde escolher.

Não sei se concordam ou não, mas o facto de a grande maioria dos jogos não serem transmitidos também contribui para que as convocatórias permaneçam praticamente inalteradas.
As pessoas só conhecem as jogadoras dos grandes e ao mesmo tempo não têm a possibilidade de perceber a qualidade e o momento de forma de outras jogadoras, e também por aí não existe "contestação" ou pressão para que determinadas jogadoras possam ter oportunidade em detrimento de outras.

Obviamente que o seleccionador deveria ter a capacidade de olhar à performance e não aos nomes nas camisolas ou aos clubes que representam.
Mas o próprio modelo de jogo da selecção está estagnado, é natural que as convocatórias estejam também.
Entao mas o homem é seleccionador para quê?
Exactamente para observar o maximo de jogos e seleccionar as melhores. Se so escolhe com base nos jogos que dao na TV entao poupem dinheiro e paguem-lhe ao jogo, que fora isso o homem nao trabalha
Eu não disse que o seleccionar faz as convocatórias pela tv.

Disse sim que o facto das suas escolhas não serem questionadas (ou contestadas) seja pela imprensa, seja pelos adeptos, advém em parte de as pessoas não conheceram 90% das jogadoras, se estão ou não num melhor momento de forma, ou se são melhores que as que são convocadas sempre. O que acontece porque os jogos não são transmitidos.
Obviamente o seleccionador tem mais é que as observar todas, até as da 2ª divisão.

Ou me expressei mal ou fui mal interpretada.

Gradinni

Citação de: Teka_91 em 28 de Outubro de 2019, 15:50
Citação de: Gradinni em 28 de Outubro de 2019, 15:41
Citação de: Teka_91 em 28 de Outubro de 2019, 15:00
A questão das guarda-redes é algo difícil porque não existem guarda-redes portuguesas de qualidade.
Embora não concorde com a gestão feita na selecção, também não existe muito por onde escolher.

Não sei se concordam ou não, mas o facto de a grande maioria dos jogos não serem transmitidos também contribui para que as convocatórias permaneçam praticamente inalteradas.
As pessoas só conhecem as jogadoras dos grandes e ao mesmo tempo não têm a possibilidade de perceber a qualidade e o momento de forma de outras jogadoras, e também por aí não existe "contestação" ou pressão para que determinadas jogadoras possam ter oportunidade em detrimento de outras.

Obviamente que o seleccionador deveria ter a capacidade de olhar à performance e não aos nomes nas camisolas ou aos clubes que representam.
Mas o próprio modelo de jogo da selecção está estagnado, é natural que as convocatórias estejam também.
Entao mas o homem é seleccionador para quê?
Exactamente para observar o maximo de jogos e seleccionar as melhores. Se so escolhe com base nos jogos que dao na TV entao poupem dinheiro e paguem-lhe ao jogo, que fora isso o homem nao trabalha
Eu não disse que o seleccionar faz as convocatórias pela tv.

Disse sim que o facto das suas escolhas não serem questionadas (ou contestadas) seja pela imprensa, seja pelos adeptos, advém em parte de as pessoas não conheceram 90% das jogadoras, se estão ou não num melhor momento de forma, ou se são melhores que as que são convocadas sempre. O que acontece porque os jogos não são transmitidos.
Obviamente o seleccionador tem mais é que as observar todas, até as da 2ª divisão.

Ou me expressei mal ou fui mal interpretada.
Se formos por ai nem as convocatorias do volei ou do andebol ou do basket, por exemplo, sao minimamente "contestadas", nao ha massa critica mediatica nessas modalidades que ja estao "estabelecidas" ha bastante tempo, e ainda faltará muito tempo para o futebol feminino chegar a esse nivel. Neste momento o que as pessoas vêem sao 3 clubes profissionais, em que 1 deles tem poucas portuguesas, portanto esta tudo normal nestas convocatorias.

Com isto nao estou a dizer que convocaria 23 jogadoras diferentes, se calhar ate mantinha 13 ou 14 das que la costumam ir, mas a realidade é que as 20 que eu falei ja sabem que façam o que fizerem (ou mesmo que fiquem no banco e nao façam efectivamente nada) têm sempre o lugar garantido.

anarcos

Quando falei em GR na selecção, já sabia que era um tema "arriscado", por discutível.

(Não vou debater agora as possíveis causas da efectiva escassez de qualidade na posição em Portugal. Fica para outra oportunidade. Mas estou convencido que uma das principais é a ausência de formação profissionalizada nos clubes até recentemente.)

O que é caricato e triste, é que tenho consciência que é a Rute Costa, para mim a melhor GR nacional mas que para o Francisco Neto é um "boneco" que se convoca para ficar no banco ou ir para a bancada, porque a rotação é Patrícia/Inês por decreto-lei.

A Neide Simões do Valadares (60 internacionalizações A!), que antes de se retirar (apenas com 30 anos) mostrou na final da Taça que estava a um nível alto, já tinha sido marginalizada há um par de anos.

A Bárbara Santos do Marítimo, que ainda ontem mostrou que é uma opção a ter em conta, não vai às selecções desde que passou a sénior, em 2013, depois de ter sido 25 vezes internacional Sub19.

São exemplos destes, que podem ser transpostos para outras posições no campo, que mostram a selecção principal como um "clube exclusivo", onde as primeiras a terem a porta fechada são as provenientes das selecções jovens.

Teka_91

Anarcos, concordo com a substância do teu post e acho que o exemplo que deste da Neide ilustra perfeitamente o teu ponto.

No entanto discordo da referência à Bárbara Santos, porque acho que é um exemplo que permite descrever quase na perfeição o problema da guarda-redes portuguesa.
Desde logo é baixa. Não é possível estar a competir no contexto internacional (europeus, mundiais) com uma guarda-redes de 1.60m. Só se fosse uma guarda-redes diferenciada (que não é o caso), e mesmo assim seria dificil.
Não é que as outras 3 sejam muito mais altas, mas é desde logo um handicap.

E depois, algo que me faz imensa confusão, a quantidade de guarda-redes que se apresentam na liga completamente fora de forma, para não dizer que em alguns casos é mesmo com excesso de peso.
E a Bárbara não está em forma, como muitas outras não estão.
Teve alguns bons apontamentos técnicos mas só isso não chega para o nível que se exige numa selecção nacional, na minha opinião.

As miúdas das gerações abaixo sim, já aparecem muito melhor preparadas quer a nível físico quer técnico.
Embora concorde em absoluto quando falas na falta de treino específico e profissionalizado.
É mesmo a posição em que temos maior défice. Se já nos masculinos é assim, então no feminino ainda mais atrasados estamos.

anarcos

Citação de: Teka_91 em 28 de Outubro de 2019, 19:27
Anarcos, concordo com a substância do teu post e acho que o exemplo que deste da Neide ilustra perfeitamente o teu ponto.

No entanto discordo da referência à Bárbara Santos, porque acho que é um exemplo que permite descrever quase na perfeição o problema da guarda-redes portuguesa.
Desde logo é baixa. Não é possível estar a competir no contexto internacional (europeus, mundiais) com uma guarda-redes de 1.60m. Só se fosse uma guarda-redes diferenciada (que não é o caso), e mesmo assim seria dificil.
Não é que as outras 3 sejam muito mais altas, mas é desde logo um handicap.

E depois, algo que me faz imensa confusão, a quantidade de guarda-redes que se apresentam na liga completamente fora de forma, para não dizer que em alguns casos é mesmo com excesso de peso.
E a Bárbara não está em forma, como muitas outras não estão.
Teve alguns bons apontamentos técnicos mas só isso não chega para o nível que se exige numa selecção nacional, na minha opinião.

As miúdas das gerações abaixo sim, já aparecem muito melhor preparadas quer a nível físico quer técnico.
Embora concorde em absoluto quando falas na falta de treino específico e profissionalizado.
É mesmo a posição em que temos maior défice. Se já nos masculinos é assim, então no feminino ainda mais atrasados estamos.

Falei na Bárbara por ser um exemplo que tenho fresco na memória.
Se é uma GR que eu considere interessante para o nosso Benfica? Não, de todo.
E a questão da estatura é pertinente, claro.
Mas para fazer figura de "corpo presente" na selecção, ela (ou outra) ficariam moralizadas com a convocatória, enquanto à Rute só serve para a "enterrar" mais anímicamente. Digo eu.

Quanto ao problema de excesso de peso, até nestes aspectos (condição física, nutrição, etc) o acompanhamento por uma estrutura de formação profissionalizada contribui, e muito, para a evolução das atletas.

Teka_91

Citação de: anarcos em 28 de Outubro de 2019, 20:35
Citação de: Teka_91 em 28 de Outubro de 2019, 19:27
Anarcos, concordo com a substância do teu post e acho que o exemplo que deste da Neide ilustra perfeitamente o teu ponto.

No entanto discordo da referência à Bárbara Santos, porque acho que é um exemplo que permite descrever quase na perfeição o problema da guarda-redes portuguesa.
Desde logo é baixa. Não é possível estar a competir no contexto internacional (europeus, mundiais) com uma guarda-redes de 1.60m. Só se fosse uma guarda-redes diferenciada (que não é o caso), e mesmo assim seria dificil.
Não é que as outras 3 sejam muito mais altas, mas é desde logo um handicap.

E depois, algo que me faz imensa confusão, a quantidade de guarda-redes que se apresentam na liga completamente fora de forma, para não dizer que em alguns casos é mesmo com excesso de peso.
E a Bárbara não está em forma, como muitas outras não estão.
Teve alguns bons apontamentos técnicos mas só isso não chega para o nível que se exige numa selecção nacional, na minha opinião.

As miúdas das gerações abaixo sim, já aparecem muito melhor preparadas quer a nível físico quer técnico.
Embora concorde em absoluto quando falas na falta de treino específico e profissionalizado.
É mesmo a posição em que temos maior défice. Se já nos masculinos é assim, então no feminino ainda mais atrasados estamos.

Falei na Bárbara por ser um exemplo que tenho fresco na memória.
Se é uma GR que eu considere interessante para o nosso Benfica? Não, de todo.
E a questão da estatura é pertinente, claro.
Mas para fazer figura de "corpo presente" na selecção, ela (ou outra) ficariam moralizadas com a convocatória, enquanto à Rute só serve para a "enterrar" mais anímicamente. Digo eu.

Quanto ao problema de excesso de peso, até nestes aspectos (condição física, nutrição, etc) o acompanhamento por uma estrutura de formação profissionalizada contribui, e muito, para a evolução das atletas.
A Rute agora até suplente no Braga... enfim, não sei o que se passou.
Mas claramente também nunca foi vista com real opção para o seleccionador.

Sabes, em certa medida consigo entender alguma inflexibilidade nas convocatórias. Quando só tens 3 equipas profissionais não é fácil de repente introduzires um miúda que venha de um clube "menor" e que não estará habituada a ter sequer tantas unidades de treino como as restantes, quanto mais habituada à mesma intensidade.
Claro que depois leva aquilo a um extremo em que temos jogadoras que podem ser suplentes durante 1 mês e são convocadas na mesma.
E depois podes ter a Beta e a Anita a bisar todos os jogos que não vão ser chamadas.
Aliás acho que para a maioria das jogadoras a ideia de chegar à selecção nem existe, e isso também contribuí para que depois exista um desleixo com a parte física que referíamos.

O que vai mudar o jogo são as miúdas das selecções jovens que começam a aparecer e que já estão habituadas a este ambiente e exigência.

Ele viu-se obrigado a chamar a Andreia e agora se a mete a jogar vê-se em maus lençóis, porque uma das habituais por decreto vai ter se saltar fora.

Gradinni

Citação de: Teka_91 em 28 de Outubro de 2019, 21:51
Citação de: anarcos em 28 de Outubro de 2019, 20:35
Citação de: Teka_91 em 28 de Outubro de 2019, 19:27
Anarcos, concordo com a substância do teu post e acho que o exemplo que deste da Neide ilustra perfeitamente o teu ponto.

No entanto discordo da referência à Bárbara Santos, porque acho que é um exemplo que permite descrever quase na perfeição o problema da guarda-redes portuguesa.
Desde logo é baixa. Não é possível estar a competir no contexto internacional (europeus, mundiais) com uma guarda-redes de 1.60m. Só se fosse uma guarda-redes diferenciada (que não é o caso), e mesmo assim seria dificil.
Não é que as outras 3 sejam muito mais altas, mas é desde logo um handicap.

E depois, algo que me faz imensa confusão, a quantidade de guarda-redes que se apresentam na liga completamente fora de forma, para não dizer que em alguns casos é mesmo com excesso de peso.
E a Bárbara não está em forma, como muitas outras não estão.
Teve alguns bons apontamentos técnicos mas só isso não chega para o nível que se exige numa selecção nacional, na minha opinião.

As miúdas das gerações abaixo sim, já aparecem muito melhor preparadas quer a nível físico quer técnico.
Embora concorde em absoluto quando falas na falta de treino específico e profissionalizado.
É mesmo a posição em que temos maior défice. Se já nos masculinos é assim, então no feminino ainda mais atrasados estamos.

Falei na Bárbara por ser um exemplo que tenho fresco na memória.
Se é uma GR que eu considere interessante para o nosso Benfica? Não, de todo.
E a questão da estatura é pertinente, claro.
Mas para fazer figura de "corpo presente" na selecção, ela (ou outra) ficariam moralizadas com a convocatória, enquanto à Rute só serve para a "enterrar" mais anímicamente. Digo eu.

Quanto ao problema de excesso de peso, até nestes aspectos (condição física, nutrição, etc) o acompanhamento por uma estrutura de formação profissionalizada contribui, e muito, para a evolução das atletas.
A Rute agora até suplente no Braga... enfim, não sei o que se passou.
Mas claramente também nunca foi vista com real opção para o seleccionador.

Sabes, em certa medida consigo entender alguma inflexibilidade nas convocatórias. Quando só tens 3 equipas profissionais não é fácil de repente introduzires um miúda que venha de um clube "menor" e que não estará habituada a ter sequer tantas unidades de treino como as restantes, quanto mais habituada à mesma intensidade.
Claro que depois leva aquilo a um extremo em que temos jogadoras que podem ser suplentes durante 1 mês e são convocadas na mesma.
E depois podes ter a Beta e a Anita a bisar todos os jogos que não vão ser chamadas.
Aliás acho que para a maioria das jogadoras a ideia de chegar à selecção nem existe, e isso também contribuí para que depois exista um desleixo com a parte física que referíamos.

O que vai mudar o jogo são as miúdas das selecções jovens que começam a aparecer e que já estão habituadas a este ambiente e exigência.

Ele viu-se obrigado a chamar a Andreia e agora se a mete a jogar vê-se em maus lençóis, porque uma das habituais por decreto vai ter se saltar fora.
Pontos muito pertinentes mas a realidade é que a maioria das que estao por decreto sao do sporting e como se viu no derbi a nivel de intensidade levaram um banho nosso (na minha opiniao). É nisto que se quer insistir? A questão da Andreia que apontaste é o maior exemplo, acho que vai continuar a ser convocada mas nunca vai jogar porque se jogar até envergonha as outras, neste momento o nivel de exigencia no Benfica está muito superior ao do sporting pelo que me dá a entender e ate pelos posts do FT percebe-se que existe a ideia de mudar o paradigma da jogadora portuguesa.
Arrisco-me a dizer que miudas como a Lara, Kika ou a Cameirão ja deveriam estar a ter minutos a um nivel superior, mesmo em emprestimos na 1ª divisão, e muito em breve estariam ja a contar a serio na nossa equipa e na selecção.
Por fim, quanto as GR para mim nao faz sentido nenhum ter 2 GR NFL (e ainda se fala que vem uma 3ª). O mercado "preferencial" brasileiro tambem nao oferece soluçoes com a qualidade pretendida portanto para mim teriamos de arranjar uma americana ou nordica de qualidade inegavel e uma suplente portuguesa que, no minimo, desenrascasse nos jogos da Liga, excepto sporting e braga, e acho que isso ha disponiveis. Por essa razão falei ontem na Bárbara porque foi das melhores que ja vi neste campeonato; esta seria sempre uma soluçao a curto prazo pois a aposta tera de ser no futuro na Vilão e/ou na Adriana (se fosse possivel convencer a Neide a sair da reforma tambem seria algo a considerar)

Teka_91

A Andreia vai acabar por entrar até porque não existe nenhuma jogadora na selecção a fazer o que ela faz.

Progressão com bola e visão de jogo.
É o melhor prospect a sair das sub19 e aquela jogadora que se vê de caras que é qualidade de selecção principal.
Há-de errar também, mas faz parte.

A mim preocupa-me mais o modelo de jogo da selecção que consiste basicamente em jogar na retranca e depois meter a Jéssica a correr à parva lá para a frente.

A Andreia não joga assim, o Benfica não joga assim. E nenhuma equipa que queira fazer alguma coisa de relevante joga assim.

Ou muda o treinador ou vão ter de ser as "Andreias" que aí vêm a mudar a forma da selecção jogar, porque isto que temos agora não se compadece com as gerações mais técnicas e de bola no pé que temos nas sub17 e sub19.

Gradinni

Citação de: Teka_91 em 28 de Outubro de 2019, 22:38
A Andreia vai acabar por entrar até porque não existe nenhuma jogadora na selecção a fazer o que ela faz.

Progressão com bola e visão de jogo.
É o melhor prospect a sair das sub19 e aquela jogadora que se vê de caras que é qualidade de selecção principal.
Há-de errar também, mas faz parte.

A mim preocupa-me mais o modelo de jogo da selecção que consiste basicamente em jogar na retranca e depois meter a Jéssica a correr à parva lá para a frente.

A Andreia não joga assim, o Benfica não joga assim. E nenhuma equipa que queira fazer alguma coisa de relevante joga assim.

Ou muda o treinador ou vão ter de ser as "Andreias" que aí vêm a mudar a forma da selecção jogar, porque isto que temos agora não se compadece com as gerações mais técnicas e de bola no pé que temos nas sub17 e sub19.
A selecção joga assim porque a grande maioria delas estao no sporting e o sporting joga assim, a Raquel Fernandes nem sabe onde se foi meter, é a unica ali que tem alguma qualidade diferenciada na minha opiniao.
Qunato a Andreia, ja vi o Francisco Neto insistir em coisas mais declaradas do que a nao titularidade da Andreia (ate porque ela ainda nao é titularissima no Benfica), portanto acho mesmo que vai demorar algum tempo. Se ela so assumir essa titularidade quando as mais novas ja la tiverem chegado ate poderá ser melhor, para criar de raiz um novo modelo na selecção (que eventualmente precisará tambem de um novo seleccionador)

JMiguel23

Sinceramente, neste momento não temos muito que queixar em relação às convocadas (em relação ao 11 titular é outra conversa).
Suplentes ou não, a nível de GRs não temos melhor neste momento. Para mim a Rute é a melhor. A Inês Pereira não está muito atrás da Patrícia Morais. É uma pena a Neide estar de fora. Seria uma optima opção para a seleção e até mesmo para o Benfica.

Temos um problema em relação a De. Falta de opções e com qualidade.
A Carolina Mendes custar ter de chamar mas percebo a sua chamada pelas características que tem, apesar de não ter tanta qualidade como outras atacantes.