Fernando Tavares (Vice-Presidente)

66 anos,
Portugal

HB

Fernando Tavares e o "bate-papo" entre FC Porto e Sporting: «É o momento de o Benfica assumir a responsabilidade»

Antigo vice-presidente do Benfica para as Modalidades fez publicação nas redes sociais



Spoiler
Fernando Tavares, antigo vice-presidente do Benfica para as Modalidades, recorreu esta sexta-feira à sua página oficial no LinkedIn para comentar a mais recente polémica entre Sporting e FC Porto, mais concretamente sobre o "bate-papo" entre os presidentes dos dois clubes, Frederico Varandas e André Villas-Boas, logo após o clássico da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal. Na publicação feita nas redes sociais, o gestor sublinha que "os dirigentes do Benfica podiam liderar uma agenda reformista: repensar os quadros competitivos, acelerar a profissionalização e a independência da arbitragem e defender regras financeiras que imponham maior disciplina e sustentabilidade aos clubes", permitindo assim ao clube da Luz "assumir um papel mais estruturante no debate sobre o futuro do futebol português."

"Enquanto os rivais trocam argumentos no espaço público, talvez fosse o momento do Benfica assumir um papel mais estruturante no debate sobre o futuro do futebol português. Em vez de ficarem a meio da ponte a assistir ao 'bate-papo' entre os rivais, os dirigentes do Benfica, podiam liderar uma agenda reformista: repensar os quadros competitivos, acelerar a profissionalização e a independência da arbitragem e defender regras financeiras que imponham maior disciplina e sustentabilidade aos clubes. O futebol português precisa de menos ruído circunstancial e mais propostas concretas que reforcem a credibilidade, a competitividade e a estabilidade do sistema", escreveu, enumerando de seguida aqueles que considera serem os pontos essenciais e sobre os quais o Benfica deveria agora centrar-se.

"Com 122 anos de história o Benfica deve assumir um papel reformador do futebol português. O Benfica podia ir além da reação ao debate do momento e apresentar uma agenda concreta para o sistema:

• Quadros competitivos – repensar o modelo das ligas profissionais para aumentar competitividade e o valor do produto.

• Arbitragem profissional e independente – criação de um verdadeiro corpo profissional e independente de árbitros, com dedicação exclusiva, avaliação independente, maior transparência nos critérios e investimento em formação e tecnologia.

• Regras financeiras – introdução de princípios de sustentabilidade semelhantes aos que existem noutras ligas com limites de gasto com o plantel em função da receita, maior controlo sobre o endividamento e incentivos à gestão responsável.

• Governança do sistema – clarificação de competências entre a Liga e a Federação e reforço dos mecanismos de integridade e de transparência.

O futebol português tem talento e projeção internacional. Falta muitas vezes estrutura, previsibilidade e capacidade de reforma. Alguém tem de assumir essa liderança. Este é o momento para o Benfica assumir a sua responsabilidade. Ser ator passivo ou em alternativa ser ator ativo. O momento necessita. A história do clube assim o exige", pode ler-se.

https://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-betclic/benfica/detalhe/fernando-tavares-e-o-bate-papo-entre-fc-porto-e-sporting-e-o-momento-de-o-benfica-assumir-a-responsabilidade?ref=HP_Ultimas
[fechar]

Este só depois de sair do Benfica é que parece ter descoberto que tinha uma língua, mas pronto já é uma evolução, antes só a utilizava para ir insultar sócios nas Assembleias Gerais.

|OnE|

Fernando Tavares abordou um possível conflito de interesses com a ida de Lourenço Pereira Coelho para a Federação Portuguesa de Futebol. Através de uma longa publicação na sua conta oficial no LinkedIn, o antigo vice-presidente do Benfica para as modalidades falou do facto de o ex-adminsitrador dos encarnados - com quem coincidiu no clube da Luz - ter assumido um cargo na FPF depois de ter sido delegado das águias no processo eleitoral que elegeu Pedro Proença como presidente do organismo, mencionando três fatores que, como diz, alimentam a "a perceção pública de falta de transparência".

Eis a publicação completa:

"Recentemente, Lourenço Coelho, antigo administrador da SL Benfica Futebol SAD, passou a ter responsabilidades nas seleções da Federação Portuguesa de Futebol. Ao mesmo tempo, foi delegado do Benfica no processo eleitoral que ele Pedro Proença foi eleito presidente da FPF.

Porque é que isto levanta dúvidas de transparência e a percepção de conflito de interesses? Antes de mais referir que tenho admiração pessoal e profissional por Lourenço Coelho. Não está em causa de todo a pessoa.

Mesmo que não exista qualquer irregularidade formal, há três fatores que alimentam a perceção pública de falta de transparência:

1. Proximidade política nas eleições federativas.

Quando alguém participa no apoio eleitoral a um candidato e depois integra a estrutura federativa, pode surgir a ideia de recompensa política.

2. Ligação recente a um grande clube. A passagem direta de um cargo de topo num clube para uma função na federação pode levantar dúvidas sobre neutralidade, especialmente num país onde os clubes grandes têm grande peso institucional.

3. Gestão das seleções como área sensível. A área das seleções envolve decisões estratégicas (treinadores, estruturas técnicas, formação, scouting), o que exige forte perceção de independência.

O outro lado do argumento ou o contra-argumento que deve ser considerado:

1. Dirigentes com experiência em grandes clubes conhecem bem o funcionamento do futebol profissional.

2. Podem trazer competência organizacional e rede de contactos úteis para a federação.

3. A própria estrutura da FPF inclui historicamente dirigentes vindos de clubes.

Qual é o verdadeiro problema? Percepção pública.

No futebol moderno, a questão central não é apenas ser transparente, mas parecer transparente. Quando as transições entre clubes e federação acontecem muito rapidamente, a confiança pública pode diminuir, mesmo que os processos sejam legais.

Em resumo, a nomeação de Lourenço Coelho pode ser vista de duas formas:

1. Visão crítica - reforça a ideia de proximidade política dentro da estrutura federativa.

2. Visão institucional - aproveita experiência de gestão de alto nível no futebol português.

O impacto real dependerá sobretudo de forma como a FPF garanta os mecanismos de independência e transparência nas decisões.

O contexto português é frequentemente descrito como tendo fortes redes informais e relações pessoais relevantes. O risco é que as decisões possam ser influenciadas por relações de proximidade e que os interesses individuais ou de curto prazo se sobreponham à maximização do funcionamento das organizações."


O Benfica escolhe-os a dedo.
É só mercenários na puta da direcção.


menta

Para além da nulidade que foi como vice presidente, ainda quer prejudicar mais ainda o Benfica.
Só os Fontelas Gomes ou Rui Caeiros é que podem ir para FPF!

Jeremy


Xanghai

Um valente fdp, enquanto andou lá a comer de bom e do melhor... estava tudo bem. Acabou o tacho e já vês coisas lol

Este e tantos outros que por lá andam, era tudo para o esgoto. Ratos de merda.

Takuara_Cardozo

Agora é que estás preocupado com gastos seu velho de merda? Enquanto andaste lá a mamar do bom sem fazer nada não te preocupaste.

Das maiores merdas que passaram pelo nosso clube e ainda tinha a distinta lata de vir para aqui comentar com postura de carneiro mal morto.

Desaparece de uma vez por todas seu parasita de merda.

Vitor Alves

Citação de: |OnE| em 10 de Março de 2026, 21:20Fernando Tavares abordou um possível conflito de interesses com a ida de Lourenço Pereira Coelho para a Federação Portuguesa de Futebol. Através de uma longa publicação na sua conta oficial no LinkedIn, o antigo vice-presidente do Benfica para as modalidades falou do facto de o ex-adminsitrador dos encarnados - com quem coincidiu no clube da Luz - ter assumido um cargo na FPF depois de ter sido delegado das águias no processo eleitoral que elegeu Pedro Proença como presidente do organismo, mencionando três fatores que, como diz, alimentam a "a perceção pública de falta de transparência".

Eis a publicação completa:

"Recentemente, Lourenço Coelho, antigo administrador da SL Benfica Futebol SAD, passou a ter responsabilidades nas seleções da Federação Portuguesa de Futebol. Ao mesmo tempo, foi delegado do Benfica no processo eleitoral que ele Pedro Proença foi eleito presidente da FPF.

Porque é que isto levanta dúvidas de transparência e a percepção de conflito de interesses? Antes de mais referir que tenho admiração pessoal e profissional por Lourenço Coelho. Não está em causa de todo a pessoa.

Mesmo que não exista qualquer irregularidade formal, há três fatores que alimentam a perceção pública de falta de transparência:

1. Proximidade política nas eleições federativas.

Quando alguém participa no apoio eleitoral a um candidato e depois integra a estrutura federativa, pode surgir a ideia de recompensa política.

2. Ligação recente a um grande clube. A passagem direta de um cargo de topo num clube para uma função na federação pode levantar dúvidas sobre neutralidade, especialmente num país onde os clubes grandes têm grande peso institucional.

3. Gestão das seleções como área sensível. A área das seleções envolve decisões estratégicas (treinadores, estruturas técnicas, formação, scouting), o que exige forte perceção de independência.

O outro lado do argumento ou o contra-argumento que deve ser considerado:

1. Dirigentes com experiência em grandes clubes conhecem bem o funcionamento do futebol profissional.

2. Podem trazer competência organizacional e rede de contactos úteis para a federação.

3. A própria estrutura da FPF inclui historicamente dirigentes vindos de clubes.

Qual é o verdadeiro problema? Percepção pública.

No futebol moderno, a questão central não é apenas ser transparente, mas parecer transparente. Quando as transições entre clubes e federação acontecem muito rapidamente, a confiança pública pode diminuir, mesmo que os processos sejam legais.

Em resumo, a nomeação de Lourenço Coelho pode ser vista de duas formas:

1. Visão crítica - reforça a ideia de proximidade política dentro da estrutura federativa.

2. Visão institucional - aproveita experiência de gestão de alto nível no futebol português.

O impacto real dependerá sobretudo de forma como a FPF garanta os mecanismos de independência e transparência nas decisões.

O contexto português é frequentemente descrito como tendo fortes redes informais e relações pessoais relevantes. O risco é que as decisões possam ser influenciadas por relações de proximidade e que os interesses individuais ou de curto prazo se sobreponham à maximização do funcionamento das organizações."


O Benfica escolhe-os a dedo.
É só mercenários na puta da direcção.

E tu eras um deles, agora já não mamas, vens chamar a atenção/razão.

|OnE|

Citação de: Vitor Alves em 12 de Março de 2026, 17:08
Citação de: |OnE| em 10 de Março de 2026, 21:20Fernando Tavares abordou um possível conflito de interesses com a ida de Lourenço Pereira Coelho para a Federação Portuguesa de Futebol. Através de uma longa publicação na sua conta oficial no LinkedIn, o antigo vice-presidente do Benfica para as modalidades falou do facto de o ex-adminsitrador dos encarnados - com quem coincidiu no clube da Luz - ter assumido um cargo na FPF depois de ter sido delegado das águias no processo eleitoral que elegeu Pedro Proença como presidente do organismo, mencionando três fatores que, como diz, alimentam a "a perceção pública de falta de transparência".

Eis a publicação completa:

"Recentemente, Lourenço Coelho, antigo administrador da SL Benfica Futebol SAD, passou a ter responsabilidades nas seleções da Federação Portuguesa de Futebol. Ao mesmo tempo, foi delegado do Benfica no processo eleitoral que ele Pedro Proença foi eleito presidente da FPF.

Porque é que isto levanta dúvidas de transparência e a percepção de conflito de interesses? Antes de mais referir que tenho admiração pessoal e profissional por Lourenço Coelho. Não está em causa de todo a pessoa.

Mesmo que não exista qualquer irregularidade formal, há três fatores que alimentam a perceção pública de falta de transparência:

1. Proximidade política nas eleições federativas.

Quando alguém participa no apoio eleitoral a um candidato e depois integra a estrutura federativa, pode surgir a ideia de recompensa política.

2. Ligação recente a um grande clube. A passagem direta de um cargo de topo num clube para uma função na federação pode levantar dúvidas sobre neutralidade, especialmente num país onde os clubes grandes têm grande peso institucional.

3. Gestão das seleções como área sensível. A área das seleções envolve decisões estratégicas (treinadores, estruturas técnicas, formação, scouting), o que exige forte perceção de independência.

O outro lado do argumento ou o contra-argumento que deve ser considerado:

1. Dirigentes com experiência em grandes clubes conhecem bem o funcionamento do futebol profissional.

2. Podem trazer competência organizacional e rede de contactos úteis para a federação.

3. A própria estrutura da FPF inclui historicamente dirigentes vindos de clubes.

Qual é o verdadeiro problema? Percepção pública.

No futebol moderno, a questão central não é apenas ser transparente, mas parecer transparente. Quando as transições entre clubes e federação acontecem muito rapidamente, a confiança pública pode diminuir, mesmo que os processos sejam legais.

Em resumo, a nomeação de Lourenço Coelho pode ser vista de duas formas:

1. Visão crítica - reforça a ideia de proximidade política dentro da estrutura federativa.

2. Visão institucional - aproveita experiência de gestão de alto nível no futebol português.

O impacto real dependerá sobretudo de forma como a FPF garanta os mecanismos de independência e transparência nas decisões.

O contexto português é frequentemente descrito como tendo fortes redes informais e relações pessoais relevantes. O risco é que as decisões possam ser influenciadas por relações de proximidade e que os interesses individuais ou de curto prazo se sobreponham à maximização do funcionamento das organizações."


O Benfica escolhe-os a dedo.
É só mercenários na puta da direcção.

E tu eras um deles, agora já não mamas, vens chamar a atenção/razão.
Era mais ao Tavares que me referia.
Chulo de primeira e aldrabão.

https://www.ojogo.pt/futebol/artigo/fernando-tavares-nao-existiu-nao-existe-e-nao-existira-saco-azul-no-benfica/17914481

https://www.record.pt/multimedia/videos/detalhe/fernando-tavares-saco-azul-fui-eu-quem-denunciou-as-irregularidades-ao-benfica

Vitor Alves

Citação de: |OnE| em 12 de Março de 2026, 23:52
Citação de: Vitor Alves em 12 de Março de 2026, 17:08
Citação de: |OnE| em 10 de Março de 2026, 21:20Fernando Tavares abordou um possível conflito de interesses com a ida de Lourenço Pereira Coelho para a Federação Portuguesa de Futebol. Através de uma longa publicação na sua conta oficial no LinkedIn, o antigo vice-presidente do Benfica para as modalidades falou do facto de o ex-adminsitrador dos encarnados - com quem coincidiu no clube da Luz - ter assumido um cargo na FPF depois de ter sido delegado das águias no processo eleitoral que elegeu Pedro Proença como presidente do organismo, mencionando três fatores que, como diz, alimentam a "a perceção pública de falta de transparência".

Eis a publicação completa:

"Recentemente, Lourenço Coelho, antigo administrador da SL Benfica Futebol SAD, passou a ter responsabilidades nas seleções da Federação Portuguesa de Futebol. Ao mesmo tempo, foi delegado do Benfica no processo eleitoral que ele Pedro Proença foi eleito presidente da FPF.

Porque é que isto levanta dúvidas de transparência e a percepção de conflito de interesses? Antes de mais referir que tenho admiração pessoal e profissional por Lourenço Coelho. Não está em causa de todo a pessoa.

Mesmo que não exista qualquer irregularidade formal, há três fatores que alimentam a perceção pública de falta de transparência:

1. Proximidade política nas eleições federativas.

Quando alguém participa no apoio eleitoral a um candidato e depois integra a estrutura federativa, pode surgir a ideia de recompensa política.

2. Ligação recente a um grande clube. A passagem direta de um cargo de topo num clube para uma função na federação pode levantar dúvidas sobre neutralidade, especialmente num país onde os clubes grandes têm grande peso institucional.

3. Gestão das seleções como área sensível. A área das seleções envolve decisões estratégicas (treinadores, estruturas técnicas, formação, scouting), o que exige forte perceção de independência.

O outro lado do argumento ou o contra-argumento que deve ser considerado:

1. Dirigentes com experiência em grandes clubes conhecem bem o funcionamento do futebol profissional.

2. Podem trazer competência organizacional e rede de contactos úteis para a federação.

3. A própria estrutura da FPF inclui historicamente dirigentes vindos de clubes.

Qual é o verdadeiro problema? Percepção pública.

No futebol moderno, a questão central não é apenas ser transparente, mas parecer transparente. Quando as transições entre clubes e federação acontecem muito rapidamente, a confiança pública pode diminuir, mesmo que os processos sejam legais.

Em resumo, a nomeação de Lourenço Coelho pode ser vista de duas formas:

1. Visão crítica - reforça a ideia de proximidade política dentro da estrutura federativa.

2. Visão institucional - aproveita experiência de gestão de alto nível no futebol português.

O impacto real dependerá sobretudo de forma como a FPF garanta os mecanismos de independência e transparência nas decisões.

O contexto português é frequentemente descrito como tendo fortes redes informais e relações pessoais relevantes. O risco é que as decisões possam ser influenciadas por relações de proximidade e que os interesses individuais ou de curto prazo se sobreponham à maximização do funcionamento das organizações."


O Benfica escolhe-os a dedo.
É só mercenários na puta da direcção.

E tu eras um deles, agora já não mamas, vens chamar a atenção/razão.
Era mais ao Tavares que me referia.
Chulo de primeira e aldrabão.

https://www.ojogo.pt/futebol/artigo/fernando-tavares-nao-existiu-nao-existe-e-nao-existira-saco-azul-no-benfica/17914481

https://www.record.pt/multimedia/videos/detalhe/fernando-tavares-saco-azul-fui-eu-quem-denunciou-as-irregularidades-ao-benfica

Eu quando referi "Tu" obviamente que não era para ti, e sim para o chulo do Tavares.