Roger Schmidt

Treinador, 59 anos,
Alemanha
Equipa Principal: 3 épocas (2022-2024), 115 jogos (81 vitórias, 17 empates, 17 derrotas)

Títulos: Campeonato Nacional (1), Supertaça (1)

Davidslb04

Além da gestão do plantel, jogadores adaptados a posições quando se tem jogadores de raiz para o lugar, substituições tardias junta-se as viagens longas nos  dias de jogos.

Roy Kent

Citação de: Keiroxes em 22 de Abril de 2024, 11:11
Citação de: Fenómeno em 22 de Abril de 2024, 10:33Acredito que estas folgas são a única forma que tem de segurar o plantel.
"É um gajo porreiro."
Após os desaires devia impor mais, isto é transmitir a ideia errada.

Para mim, ele desistiu do campeonato.

Aposto numa equipa com muitas mudanças...

Depois da derrota em alvalade, não há mais nada a fazer, são 5 amigáveis até final da época, toda a gente sabe disso

Não são 5 amigáveis, num clube a sério, eram 5 jogos muito importantes, já a preparar o futuro

maxi04

Mas até nessas merdas se percebe que protege as vacas sagradas...

Ver se o Toino ou o Neves não gostam dos estágios.

Enfim este gajo é uma fraude autêntica

Boa visita de estudo, professor! Desfrutem das praias algarvias

Jb3011

Não esquecer que levámos 5 do pior porto de que há memória.

tripiatrik

Citação de: Roy Kent em 22 de Abril de 2024, 13:26
Citação de: Keiroxes em 22 de Abril de 2024, 11:11
Citação de: Fenómeno em 22 de Abril de 2024, 10:33Acredito que estas folgas são a única forma que tem de segurar o plantel.
"É um gajo porreiro."
Após os desaires devia impor mais, isto é transmitir a ideia errada.

Para mim, ele desistiu do campeonato.

Aposto numa equipa com muitas mudanças...

Depois da derrota em alvalade, não há mais nada a fazer, são 5 amigáveis até final da época, toda a gente sabe disso

Não são 5 amigáveis, num clube a sério, eram 5 jogos muito importantes, já a preparar o futuro

Para isso teríamos de ter já um novo treinador e já agora um novo presidente também. Como já não somos um clube a sério, vamos andar a fazer peladinhas até ao fim que a malta quer é ir de férias. Na próxima época lá continuaremos a levar com este inapto e o outro banana.

nikas

Era imperativo jogar já praticamente todos os jogos assim!

Trubin

Carreras
Antonio
Tomas
Bah

Tino
Neves

Gouveia
Rollheiser
Aursnes

Leonardo

Mas como estes espantalho se esta a cagar para isto e as Vacas tem que jogar todas...

Riverwalk

Citação de: nikas em 22 de Abril de 2024, 13:40Era imperativo jogar já praticamente todos os jogos assim!

Trubin

Carreras
Antonio
Tomas
Bah

Tino
Neves

Gouveia
Rollheiser
Aursnes

Leonardo

Mas como estes espantalho se esta a cagar para isto e as Vacas tem que jogar todas...
o Tomas está fora até final da época com entorse no tornozelo.

Redfield73

Citação de: Riverwalk em 22 de Abril de 2024, 13:45
Citação de: nikas em 22 de Abril de 2024, 13:40Era imperativo jogar já praticamente todos os jogos assim!

Trubin

Carreras
Antonio
Tomas
Bah

Tino
Neves

Gouveia
Rollheiser
Aursnes

Leonardo

Mas como estes espantalho se esta a cagar para isto e as Vacas tem que jogar todas...
o Tomas está fora até final da época com entorse no tornozelo.
E o Leonardo nao vale a ponta de um chavelho.

Spiritvs

Citação de: nikas em 22 de Abril de 2024, 13:40Era imperativo jogar já praticamente todos os jogos assim!

Trubin

Carreras
Antonio
Tomas
Bah

Tino
Neves

Gouveia
Rollheiser
Aursnes

Leonardo

Mas como estes espantalho se esta a cagar para isto e as Vacas tem que jogar todas...
Nem nestes jogos que não contam para nada este burro dá minutos aos outros.. vai ser mais do mesmo.
Anseio pelo dia em que nos vemos livres deste asno completo. Pqp

Lebohang Mokoena

Schmidt é o mesmo treinador

O alemão já tinha, quando foi contratado pelo Benfica, o perfil rígido que hoje evidencia. Não é um treinador com capacidade de adaptação, que resolva problemas a partir do engenho tático, analisa Tomás da Cunha, notando que o técnico precisa de jogadores que entrem rigorosamente nas especificidades do modelo de jogo que pratica. O talento de Di María é inquestionável, mas Roger Schmidt nunca procurou acomodar o argentino sem prejudicar o equilíbrio da equipa.

A época 23/24 do Benfica não apaga o passado, mas leva a que haja uma reflexão sobre as reais qualidades do técnico campeão em 2022/23. Estamos perante um dos casos mais bruscos de passagem de herói a vilão. Há não muito tempo, o alemão era visto como rosto de um projeto duradouro. Agora, com a tolerância dos adeptos esgotada, cabe a Rui Costa tomar uma decisão que marcará o futuro do clube. Na bancada da Luz, pensa-se que, afinal, tudo não passou de uma ilusão. Foram os jogadores (Grimaldo, Enzo Fernández e Gonçalo Ramos) que meteram a equipa na rota do título. É uma explicação fácil e injusta para Schmidt. Não se entende o sucesso encarnado sem a transformação tática e de mentalidade. A incapacidade revelada nesta temporada não valida a construção de uma nova narrativa.

Quando foi contratado, o Benfica sabia que trazia um perfil rígido. Essa clareza de pensamento (modelo de jogo e de jogador mais do que identificados) foi o ponto forte, ao início. Criou um coletivo reconhecível, que pressionava e ditava o ritmo das partidas. Tinha aquela verticalidade tão característica do futebol alemão, mas também um toque de pausa e criatividade. Existia harmonia. Redefiniu a posição de Gonçalo Ramos e deu uma nova vida a Rafa e João Mário. Recebeu um presente chamado Enzo Fernández, o que fez toda a diferença naquele início espetacular. O caso mais curioso é o de Grimaldo, possivelmente a figura maior daquele título. É legítimo assumir que Schmidt nunca iria privilegiar um lateral-esquerdo como o espanhol, caso pudesse ir ao mercado. As circunstâncias deram-lhe esse trunfo.

Aí está uma das principais diferenças para esse Benfica em início de ciclo. Com a renovação de contrato, um título e a valorização de jogadores, o poder de Schmidt aumentou. Ainda que não seja totalmente claro o alinhamento entre a estrutura e o treinador, as escolhas de Jurásek (além da distância para Grimaldo, rapidamente se notou a inaptidão para vingar) e Kökçü (não por falta de valor, mas porque falhou o casting) não permitiram esquecer a influência de figuras marcantes. Aursnes, absolutamente essencial na pressão alta, teve de apagar fogos noutras posições. A sucessão de Gonçalo Ramos também não foi assegurada, nem nas características nem no rendimento. Quem planeou, não olhou para as necessidades.

Isto leva-nos ao início da história. Schmidt não é um treinador com capacidade de adaptação, que resolva problemas a partir do engenho tático. Precisa de jogadores que entrem rigorosamente nas especificidades do modelo de jogo que pratica. O Benfica desta temporada nunca foi – nem podia ser – particularmente afirmativo na pressão alta. Por várias razões, o técnico alemão só estabilizou um 11 em abril e a melhor exibição surgiu contra o Sporting, para a Taça de Portugal, precisamente porque sufocou o rival em vários momentos. Essa perda estilística fez surgir todos os problemas defensivos e ofensivos, tornando os encarnados dependentes da iniciativa individual de Di María.

Nesse regresso do argentino, o significado está todo lá. A mais-valia do pé esquerdo não se questiona, muito menos depois de uma carreira tão longa. Ao serviço da Juventus, jogava como segundo avançado num 3-5-2, perfeitamente protegido pela estrutura coletiva. O campo falou e, chegando ao fim da temporada, as conclusões mostram que Schmidt nunca procurou acomodar o argentino sem prejudicar o equilíbrio da equipa. Houve uma passagem fugaz por um sistema com três centrais, mais improvisado do que a mostrar convicção. Depois da substituição no Bessa e da (in)oportuna entrevista, Fideo teve direito a tudo – independentemente do contexto ou do resultado. A troca de Neres, em Marselha, foi apenas a gota de água de um exercício de gestão medrosa (forte com os fracos, fraco com os fortes) desde o banco. Desenhar o futuro do Benfica tem uma resposta para ser dada por Rui Costa: ou Di María ou Schmidt, nunca os dois.

Os problemas apontados, tanto a nível da utilização do plantel como da preparação estratégica para os jogos grandes, já lá estavam na época anterior. Mas havia um modelo sólido a que o Benfica podia agarrar-se e um elenco mais curto em profundidade e investimento. Além disso, o desgaste causado por uma temporada de conflito aberto entre o treinador e a bancada (nunca assumindo a responsabilidade e apontando o dedo aos adeptos) não tem uma reversão simples. Mantendo o alemão, Rui Costa só pode guiar o pensamento pela premissa de que é preciso garantir que o modelo de Schmidt voltará a ser aplicado. Os pontos fortes e os pontos fracos estão à vista, sem qualquer perspetiva de mudança. Está ali uma figura para executar, não para planear. As decisões terão de vir de cima.

https://tribuna.expresso.pt/cronica/2024-04-22-schmidt-e-o-mesmo-treinador-e72d75ff

nikas

Citação de: Redfield73 em 22 de Abril de 2024, 13:48
Citação de: Riverwalk em 22 de Abril de 2024, 13:45
Citação de: nikas em 22 de Abril de 2024, 13:40Era imperativo jogar já praticamente todos os jogos assim!

Trubin

Carreras
Antonio
Tomas
Bah

Tino
Neves

Gouveia
Rollheiser
Aursnes

Leonardo

Mas como estes espantalho se esta a cagar para isto e as Vacas tem que jogar todas...
o Tomas está fora até final da época com entorse no tornozelo.
E o Leonardo nao vale a ponta de um chavelho.

Os outros também não.
Ao menos este pode ter alguma margem de progressão.


_Xebola_

Citação de: nikas em 22 de Abril de 2024, 13:40Era imperativo jogar já praticamente todos os jogos assim!

Trubin

Carreras
Antonio
Tomas
Bah

Tino
Neves

Gouveia
Rollheiser
Aursnes

Leonardo

Mas como estes espantalho se esta a cagar para isto e as Vacas tem que jogar todas...

Trocava o Gouveia pelo Neres.

E dar minutos ao Kokçu na posição dele.

tulio_slb

Citação de: Lebohang Mokoena em 22 de Abril de 2024, 14:07Schmidt é o mesmo treinador

O alemão já tinha, quando foi contratado pelo Benfica, o perfil rígido que hoje evidencia. Não é um treinador com capacidade de adaptação, que resolva problemas a partir do engenho tático, analisa Tomás da Cunha, notando que o técnico precisa de jogadores que entrem rigorosamente nas especificidades do modelo de jogo que pratica. O talento de Di María é inquestionável, mas Roger Schmidt nunca procurou acomodar o argentino sem prejudicar o equilíbrio da equipa.

A época 23/24 do Benfica não apaga o passado, mas leva a que haja uma reflexão sobre as reais qualidades do técnico campeão em 2022/23. Estamos perante um dos casos mais bruscos de passagem de herói a vilão. Há não muito tempo, o alemão era visto como rosto de um projeto duradouro. Agora, com a tolerância dos adeptos esgotada, cabe a Rui Costa tomar uma decisão que marcará o futuro do clube. Na bancada da Luz, pensa-se que, afinal, tudo não passou de uma ilusão. Foram os jogadores (Grimaldo, Enzo Fernández e Gonçalo Ramos) que meteram a equipa na rota do título. É uma explicação fácil e injusta para Schmidt. Não se entende o sucesso encarnado sem a transformação tática e de mentalidade. A incapacidade revelada nesta temporada não valida a construção de uma nova narrativa.

Quando foi contratado, o Benfica sabia que trazia um perfil rígido. Essa clareza de pensamento (modelo de jogo e de jogador mais do que identificados) foi o ponto forte, ao início. Criou um coletivo reconhecível, que pressionava e ditava o ritmo das partidas. Tinha aquela verticalidade tão característica do futebol alemão, mas também um toque de pausa e criatividade. Existia harmonia. Redefiniu a posição de Gonçalo Ramos e deu uma nova vida a Rafa e João Mário. Recebeu um presente chamado Enzo Fernández, o que fez toda a diferença naquele início espetacular. O caso mais curioso é o de Grimaldo, possivelmente a figura maior daquele título. É legítimo assumir que Schmidt nunca iria privilegiar um lateral-esquerdo como o espanhol, caso pudesse ir ao mercado. As circunstâncias deram-lhe esse trunfo.

Aí está uma das principais diferenças para esse Benfica em início de ciclo. Com a renovação de contrato, um título e a valorização de jogadores, o poder de Schmidt aumentou. Ainda que não seja totalmente claro o alinhamento entre a estrutura e o treinador, as escolhas de Jurásek (além da distância para Grimaldo, rapidamente se notou a inaptidão para vingar) e Kökçü (não por falta de valor, mas porque falhou o casting) não permitiram esquecer a influência de figuras marcantes. Aursnes, absolutamente essencial na pressão alta, teve de apagar fogos noutras posições. A sucessão de Gonçalo Ramos também não foi assegurada, nem nas características nem no rendimento. Quem planeou, não olhou para as necessidades.

Isto leva-nos ao início da história. Schmidt não é um treinador com capacidade de adaptação, que resolva problemas a partir do engenho tático. Precisa de jogadores que entrem rigorosamente nas especificidades do modelo de jogo que pratica. O Benfica desta temporada nunca foi – nem podia ser – particularmente afirmativo na pressão alta. Por várias razões, o técnico alemão só estabilizou um 11 em abril e a melhor exibição surgiu contra o Sporting, para a Taça de Portugal, precisamente porque sufocou o rival em vários momentos. Essa perda estilística fez surgir todos os problemas defensivos e ofensivos, tornando os encarnados dependentes da iniciativa individual de Di María.

Nesse regresso do argentino, o significado está todo lá. A mais-valia do pé esquerdo não se questiona, muito menos depois de uma carreira tão longa. Ao serviço da Juventus, jogava como segundo avançado num 3-5-2, perfeitamente protegido pela estrutura coletiva. O campo falou e, chegando ao fim da temporada, as conclusões mostram que Schmidt nunca procurou acomodar o argentino sem prejudicar o equilíbrio da equipa. Houve uma passagem fugaz por um sistema com três centrais, mais improvisado do que a mostrar convicção. Depois da substituição no Bessa e da (in)oportuna entrevista, Fideo teve direito a tudo – independentemente do contexto ou do resultado. A troca de Neres, em Marselha, foi apenas a gota de água de um exercício de gestão medrosa (forte com os fracos, fraco com os fortes) desde o banco. Desenhar o futuro do Benfica tem uma resposta para ser dada por Rui Costa: ou Di María ou Schmidt, nunca os dois.

Os problemas apontados, tanto a nível da utilização do plantel como da preparação estratégica para os jogos grandes, já lá estavam na época anterior. Mas havia um modelo sólido a que o Benfica podia agarrar-se e um elenco mais curto em profundidade e investimento. Além disso, o desgaste causado por uma temporada de conflito aberto entre o treinador e a bancada (nunca assumindo a responsabilidade e apontando o dedo aos adeptos) não tem uma reversão simples. Mantendo o alemão, Rui Costa só pode guiar o pensamento pela premissa de que é preciso garantir que o modelo de Schmidt voltará a ser aplicado. Os pontos fortes e os pontos fracos estão à vista, sem qualquer perspetiva de mudança. Está ali uma figura para executar, não para planear. As decisões terão de vir de cima.

https://tribuna.expresso.pt/cronica/2024-04-22-schmidt-e-o-mesmo-treinador-e72d75ff

Aqui está praticamente tudo dito.

E as culpas não podem ser repartidas apenas pelo treinador e jogadores.

A contratação de Jurasek sendo ou não pedida pelo o treinador estava condenada ao fracasso.

Um treinador com o a dinâmica de jogo de Schmidt nunca poderia jogar com um ataque composto por Di Maria, Rafa, Neres e Cabral.

Houve bons reforços o problema é o encaixe dos jogadores na dinâmica da equipa e aqui ou ficam os jogadores ou o treinador.