LE : SL Benfica - AGF Aarhus, 20Ago. Qui. 20h00 *SIC*

Santolas

Fazer o que fizemos com o Hearts, ou seja, resolver já a eliminatória na Luz.

Ja Clbeb

Citação de: Noisiv em 17 de Agosto de 2026, 22:40Ponham os olhos no Aarhus! Que é feito deste Benfica?

Saudades daquilo que nunca vivemos...

CitaçãoUma retrospectiva antes da nossa terceira visita ao Benfica




No passado, já defrontámos duas vezes o SL Benfica, e esperam-nos, esta quinta-feira, na Liga Europa (primeiro jogo fora de casa). Aqui, recordamos os dois confrontos anteriores em Portugal.


Por vezes, a história é como um círculo e repete-se. E é isso que vai acontecer nas próximas duas semanas, quando disputarmos dois jogos com o S.L. Benfica, de Portugal, no play-off de acesso à Liga Europa – o primeiro na quinta-feira, em Lisboa, no Estádio da Luz, casa do Benfica.

Porque esta é a terceira vez que defrontamos o grande clube português num torneio europeu, vamos, portanto, antes do primeiro de dois jogos, entrar numa máquina do tempo e recordar as quatro partidas que fazem parte da nossa história europeia. E vamos começar como faremos na quinta-feira: fora, tal como nos dois jogos em que defrontámos o S.L. Benfica.

A primeira vez foi a 8 de Março de 1961. A segunda vez ocorreu 26 anos depois, a 4 de Novembro de 1987. Duas eras diferentes no futebol, duas equipas diferentes do AGF e dois jogos bastante diferentes.

Mas o palco era o mesmo: um templo do futebol português e um adversário habituado a disputar os maiores troféus europeus e que, em ambas as ocasiões, chegou à final.




8 de Março de 1961

Citação1961 – Taça dos Campeões Europeus, Quartos de Final (1a mão)
8 de Março 1961, 21:45, Estádio da Luz

SL Benfica 3-1 AGF
Golos: 1-0 José Águas (20'), 2-0 José Augusto (49', g.p.), 2-1 John Amdisen (51'), 3-1 José Águas (58')

O primeiro jogo frente ao Benfica foi também fora de portas, quando a equipa campeã do AGF (na foto) defrontou o Benfica a 8 de Março de 1961, nos quartos de final da Taça dos Campeões Europeus - a antiga Liga dos Campeões.

O caminho tinha sido traçado com vitórias frente ao Legia Varsóvia e ao Frederikstad no outono de 1960, mas com o chegar do novo ano aguardava-nos o Benfica, que por essa altura estava a caminho do topo do futebol europeu – "a caminho" de forma consistente.

Naquela altura, havia muitas diferenças entre as duas equipas. Por exemplo, o AGF não era profissional, sendo, portanto, ainda uma equipa amadora, cujos jogadores tinham empregos para além do futebol.

Já o Benfica, era uma super-potência profissional com uma equipa já com a época encaminhada em Portugal. O Benfica liderava a tabela nacional e caminhava para o seu 11.º campeonato português, enquanto que o AGF vinha de uma longa pausa de inverno.

O facto de os jogadores do AGF não receberem dinheiro para jogar futebol causou tanta polémica em Portugal que, quando o Benfica visitou Aarhus no jogo da segunda mão, alguns jogadores fizeram uma visita à empresa de Bruno Jensen, que trabalhava num porto quando não representava o AGF.

Outra diferença era que, quando a partida foi marcada, o AGF não disputava um jogo importante de um torneio desde novembro do ano anterior. Por conseguinte, o AGF fez um estágio em Madrid como preparação para os quartos de final.

Por essa altura, o AGF perdeu por 2-0 contra o Real Madrid, num particular jogado no Bernabéu, mas o estágio deu à equipa parte da garra que faltava após a pausa de inverno, e ajudou a preparar para o jogo no grande estádio a sul [da Europa].



"Aproveitámos muito o estágio aqui em Madrid, mas não estou optimista quanto a uma vitória em Lisboa. Todos me disseram que o Benfica está a jogar brilhantemente neste momento. Se conseguirmos evitar uma derrota por um ou mais golos, penso que podemos virar o jogo a nosso favor em Aarhus", disse o então treinador do AGF, Geza Toldi.

Depois de Madrid, a viagem seguiu para Lisboa e para o icónico Estádio da Luz, onde também se disputaria este jogo – embora num formato moderno.

O Benfica nos pressionou-nos bastante. Segundo relatos da época, a equipa de Aarhus jogava com uma organização muito defensiva, onde até oito jogadores podiam estar na defesa.

O primeiro golo surgiu aos 20 minutos, quando José Águas cabeceou para o fundo das redes, colocando o Benfica em vantagem. Isto deu ao AGF a primeira amostra do quão perigoso era José Águas. Era o grande nome do Benfica na altura e, em 1960/61, foi o melhor marcador tanto do Campeonato Português como da Taça dos Campeões Europeus.



Logo após o intervalo, a tarefa tornou-se ainda mais difícil. José Augusto fez o 2-0 de grande penalidade. Mas o AGF reagiu rapidamente. Poucos minutos depois, John Amdisen reduziu o marcador para 2-1, dando à equipa um resultado que, de repente, parecia mais interessante.

A alegria, porém, durou pouco. José Águas voltou a marcar e fez o 3-1. Este golo tornou-se também um símbolo das pequenas margens de vitória que o AGF enfrentava.

A bola portuguesa era mais leve do que a pesada bola de couro a que os dinamarqueses estavam habituados a usar, e o guarda-redes do AGF, Henry From, teve dificuldades em controlá-la. Após a partida, o lendário guarda-redes admitiu que teve uma noite difícil.

Ainda assim, o resultado de 3-1 não foi o catastrófico que a AGF temia. O treinador Geza Toldi esperava, antes da partida, uma derrota por, no máximo, um ou dois golos, para que ainda tivéssemos algo em jogo na segunda mão.

Para o Benfica, a vitória foi apenas mais um passo rumo a uma época histórica. O clube conquistou a Taça dos Campeões Europeus após uma vitória na final contra o Barcelona. Mas primeiro tiveram de viajar até Aarhus – falaremos mais sobre isso antes do nosso jogo de regresso, no dia 27 de Agosto.




26 anos depois

Citação1987 - Taça dos Campeões Europeus, 2 ronda (2a mão)
4 de Novembro de 1987, 21:00, Estádio da Luz

SL Benfica 0-1 AGF
Golos: 0-1 Adelino Nunes (38').

O nosso segundo jogo fora contra o Benfica aconteceu em 1987. Apenas 26 anos depois, muito tinha acontecido no mundo do futebol – incluindo no AGF, que era agora profissional e tinha-se qualificado novamente para o mais prestigiado torneio de clubes da Europa, depois de termos eliminado o Jeunesse d'Esch na primeira fase.

O Benfica aguardava-nos na segunda jornada. Desta vez, era o jogo da segunda mão, depois do primeiro confronto em Aarhus ter terminado 0-0. E assim, tudo teria de ser decidido em Lisboa, quando o AGF entrou em campo a 4 de Novembro de 1987 perante 55.000 espectadores no Estádio da Luz, onde a equipa da casa tinha no banco de suplentes o treinador dinamarquês Ebbe Skovdahl.

Em teoria, o Benfica era novamente o grande favorito. Mas a situação era muito diferente da de 1961. Desta vez, o AGF tinha um resultado fora favorável, o que fazia com que o Benfica fosse obrigado a tomar a iniciativa do jogo. Portanto, para nós, o objetivo era impedir que os portugueses marcassem durante o máximo de tempo possível e marcar os nossos próprios golos.

Vejam o vídeo aqui.

Mas, aos 38 minutos, surgiu o golo que viria a decidir toda a partida, quando Adelino Nunes colocou o Benfica em vantagem por 1-0 – e foi também esse o resultado do jogo frente a uma equipa formada por lendas do AGF, como Lars Lundkvist, Bent Wachmann, Troels Rasmussen e vários outros jogadores de renome.

Assim, ao contrário de 1961, o Benfica não venceu por goleada, mas derrotou-nos pela menor margem possível.

A aventura europeia do AGF chegou ao fim, mas a diferença em relação a 1961 foi impressionante. Nessa altura, o Benfica tinha vencido por 3-1 em Lisboa e depois dilatou ainda mais o resultado acumulado.

Em 1987, conseguimos manter o jogo muito equilibrado – e novamente contra o eventual finalista. Porque, tal como em 1961, também o Benfica chegou à final esta época, onde perdeu nos penáltis com o PSV Eindhoven.




Em 1961, o contraste era quase brutal: uma equipa amadora dinamarquesa com jogadores que trabalhavam como estivadores, gerentes de cervejaria, bancários e oculistas, entre outras coisas, contra estrelas profissionais portuguesas.

Em 1987, a diferença era menor. O AGF tinha muito mais experiência europeia, e a partida tornou-se equilibrada, e, dessa vez, o AGF manteve-se firme num jogo em que apenas um golo separou as duas equipas.

Desta forma, as duas noites em Lisboa são quase como dois retratos do desenvolvimento europeu do próprio AGF.

Em 1961, a viagem ao Estádio da Luz foi um encontro com um mundo do futebol no qual o AGF mal começava a entrar. Em 1987, não éramos favoritos, mas já não éramos turistas no maior torneio da Europa.

Duas noites. 26 anos de diferença. Dois jogos diferentes no Estádio da Luz. Em 2026, haverá uma nova e terceira partida - desta vez de acesso à Liga Europa.


https://agf.dk/nyheder/2026/august/tilbageblik-inden-tredje-besog-hos-benfica



(tradução feita com recurso ao Google Tradutor e revista por mim, enquanto espetávamos 7 no Casa Pia)

Temos um "departamento de comunicação" e até pagamos a investigadores...

Se falta gente ou não há talento, ponham os documentos no motor de IA e ele faz uns artiguitos destes, fogo.

Ja Clbeb

Citação de: Ricardim19 em 17 de Agosto de 2026, 23:52Essa equipa tem 2 bons jogadores. O noruegues arnstad e o emmery ou algo assim.

De resto... Se tivermos em dia sim, é 3/4 para cima.

Remember Académico de Viseu

slbfuckfcp


dmc

Não esquecer que o Benfica adiou o jogo da próxima jornada, por isso vamos jogar duas vezes seguidas contra o AGF.

Do meio campo para a frente temos algumas soluções que nos permitem gerir a equipa. O jogo na Luz começará menos de 72h do jogo contra o Casa Pia.

Noisiv

Citação de: Ja Clbeb em 18 de Agosto de 2026, 09:37
Citação de: Noisiv em 17 de Agosto de 2026, 22:40Ponham os olhos no Aarhus! Que é feito deste Benfica?

Saudades daquilo que nunca vivemos...

CitaçãoUma retrospectiva antes da nossa terceira visita ao Benfica




No passado, já defrontámos duas vezes o SL Benfica, e esperam-nos, esta quinta-feira, na Liga Europa (primeiro jogo fora de casa). Aqui, recordamos os dois confrontos anteriores em Portugal.


Por vezes, a história é como um círculo e repete-se. E é isso que vai acontecer nas próximas duas semanas, quando disputarmos dois jogos com o S.L. Benfica, de Portugal, no play-off de acesso à Liga Europa – o primeiro na quinta-feira, em Lisboa, no Estádio da Luz, casa do Benfica.

Porque esta é a terceira vez que defrontamos o grande clube português num torneio europeu, vamos, portanto, antes do primeiro de dois jogos, entrar numa máquina do tempo e recordar as quatro partidas que fazem parte da nossa história europeia. E vamos começar como faremos na quinta-feira: fora, tal como nos dois jogos em que defrontámos o S.L. Benfica.

A primeira vez foi a 8 de Março de 1961. A segunda vez ocorreu 26 anos depois, a 4 de Novembro de 1987. Duas eras diferentes no futebol, duas equipas diferentes do AGF e dois jogos bastante diferentes.

Mas o palco era o mesmo: um templo do futebol português e um adversário habituado a disputar os maiores troféus europeus e que, em ambas as ocasiões, chegou à final.




8 de Março de 1961

Citação1961 – Taça dos Campeões Europeus, Quartos de Final (1a mão)
8 de Março 1961, 21:45, Estádio da Luz

SL Benfica 3-1 AGF
Golos: 1-0 José Águas (20'), 2-0 José Augusto (49', g.p.), 2-1 John Amdisen (51'), 3-1 José Águas (58')

O primeiro jogo frente ao Benfica foi também fora de portas, quando a equipa campeã do AGF (na foto) defrontou o Benfica a 8 de Março de 1961, nos quartos de final da Taça dos Campeões Europeus - a antiga Liga dos Campeões.

O caminho tinha sido traçado com vitórias frente ao Legia Varsóvia e ao Frederikstad no outono de 1960, mas com o chegar do novo ano aguardava-nos o Benfica, que por essa altura estava a caminho do topo do futebol europeu – "a caminho" de forma consistente.

Naquela altura, havia muitas diferenças entre as duas equipas. Por exemplo, o AGF não era profissional, sendo, portanto, ainda uma equipa amadora, cujos jogadores tinham empregos para além do futebol.

Já o Benfica, era uma super-potência profissional com uma equipa já com a época encaminhada em Portugal. O Benfica liderava a tabela nacional e caminhava para o seu 11.º campeonato português, enquanto que o AGF vinha de uma longa pausa de inverno.

O facto de os jogadores do AGF não receberem dinheiro para jogar futebol causou tanta polémica em Portugal que, quando o Benfica visitou Aarhus no jogo da segunda mão, alguns jogadores fizeram uma visita à empresa de Bruno Jensen, que trabalhava num porto quando não representava o AGF.

Outra diferença era que, quando a partida foi marcada, o AGF não disputava um jogo importante de um torneio desde novembro do ano anterior. Por conseguinte, o AGF fez um estágio em Madrid como preparação para os quartos de final.

Por essa altura, o AGF perdeu por 2-0 contra o Real Madrid, num particular jogado no Bernabéu, mas o estágio deu à equipa parte da garra que faltava após a pausa de inverno, e ajudou a preparar para o jogo no grande estádio a sul [da Europa].



"Aproveitámos muito o estágio aqui em Madrid, mas não estou optimista quanto a uma vitória em Lisboa. Todos me disseram que o Benfica está a jogar brilhantemente neste momento. Se conseguirmos evitar uma derrota por um ou mais golos, penso que podemos virar o jogo a nosso favor em Aarhus", disse o então treinador do AGF, Geza Toldi.

Depois de Madrid, a viagem seguiu para Lisboa e para o icónico Estádio da Luz, onde também se disputaria este jogo – embora num formato moderno.

O Benfica nos pressionou-nos bastante. Segundo relatos da época, a equipa de Aarhus jogava com uma organização muito defensiva, onde até oito jogadores podiam estar na defesa.

O primeiro golo surgiu aos 20 minutos, quando José Águas cabeceou para o fundo das redes, colocando o Benfica em vantagem. Isto deu ao AGF a primeira amostra do quão perigoso era José Águas. Era o grande nome do Benfica na altura e, em 1960/61, foi o melhor marcador tanto do Campeonato Português como da Taça dos Campeões Europeus.



Logo após o intervalo, a tarefa tornou-se ainda mais difícil. José Augusto fez o 2-0 de grande penalidade. Mas o AGF reagiu rapidamente. Poucos minutos depois, John Amdisen reduziu o marcador para 2-1, dando à equipa um resultado que, de repente, parecia mais interessante.

A alegria, porém, durou pouco. José Águas voltou a marcar e fez o 3-1. Este golo tornou-se também um símbolo das pequenas margens de vitória que o AGF enfrentava.

A bola portuguesa era mais leve do que a pesada bola de couro a que os dinamarqueses estavam habituados a usar, e o guarda-redes do AGF, Henry From, teve dificuldades em controlá-la. Após a partida, o lendário guarda-redes admitiu que teve uma noite difícil.

Ainda assim, o resultado de 3-1 não foi o catastrófico que a AGF temia. O treinador Geza Toldi esperava, antes da partida, uma derrota por, no máximo, um ou dois golos, para que ainda tivéssemos algo em jogo na segunda mão.

Para o Benfica, a vitória foi apenas mais um passo rumo a uma época histórica. O clube conquistou a Taça dos Campeões Europeus após uma vitória na final contra o Barcelona. Mas primeiro tiveram de viajar até Aarhus – falaremos mais sobre isso antes do nosso jogo de regresso, no dia 27 de Agosto.




26 anos depois

Citação1987 - Taça dos Campeões Europeus, 2 ronda (2a mão)
4 de Novembro de 1987, 21:00, Estádio da Luz

SL Benfica 0-1 AGF
Golos: 0-1 Adelino Nunes (38').

O nosso segundo jogo fora contra o Benfica aconteceu em 1987. Apenas 26 anos depois, muito tinha acontecido no mundo do futebol – incluindo no AGF, que era agora profissional e tinha-se qualificado novamente para o mais prestigiado torneio de clubes da Europa, depois de termos eliminado o Jeunesse d'Esch na primeira fase.

O Benfica aguardava-nos na segunda jornada. Desta vez, era o jogo da segunda mão, depois do primeiro confronto em Aarhus ter terminado 0-0. E assim, tudo teria de ser decidido em Lisboa, quando o AGF entrou em campo a 4 de Novembro de 1987 perante 55.000 espectadores no Estádio da Luz, onde a equipa da casa tinha no banco de suplentes o treinador dinamarquês Ebbe Skovdahl.

Em teoria, o Benfica era novamente o grande favorito. Mas a situação era muito diferente da de 1961. Desta vez, o AGF tinha um resultado fora favorável, o que fazia com que o Benfica fosse obrigado a tomar a iniciativa do jogo. Portanto, para nós, o objetivo era impedir que os portugueses marcassem durante o máximo de tempo possível e marcar os nossos próprios golos.

Vejam o vídeo aqui.

Mas, aos 38 minutos, surgiu o golo que viria a decidir toda a partida, quando Adelino Nunes colocou o Benfica em vantagem por 1-0 – e foi também esse o resultado do jogo frente a uma equipa formada por lendas do AGF, como Lars Lundkvist, Bent Wachmann, Troels Rasmussen e vários outros jogadores de renome.

Assim, ao contrário de 1961, o Benfica não venceu por goleada, mas derrotou-nos pela menor margem possível.

A aventura europeia do AGF chegou ao fim, mas a diferença em relação a 1961 foi impressionante. Nessa altura, o Benfica tinha vencido por 3-1 em Lisboa e depois dilatou ainda mais o resultado acumulado.

Em 1987, conseguimos manter o jogo muito equilibrado – e novamente contra o eventual finalista. Porque, tal como em 1961, também o Benfica chegou à final esta época, onde perdeu nos penáltis com o PSV Eindhoven.




Em 1961, o contraste era quase brutal: uma equipa amadora dinamarquesa com jogadores que trabalhavam como estivadores, gerentes de cervejaria, bancários e oculistas, entre outras coisas, contra estrelas profissionais portuguesas.

Em 1987, a diferença era menor. O AGF tinha muito mais experiência europeia, e a partida tornou-se equilibrada, e, dessa vez, o AGF manteve-se firme num jogo em que apenas um golo separou as duas equipas.

Desta forma, as duas noites em Lisboa são quase como dois retratos do desenvolvimento europeu do próprio AGF.

Em 1961, a viagem ao Estádio da Luz foi um encontro com um mundo do futebol no qual o AGF mal começava a entrar. Em 1987, não éramos favoritos, mas já não éramos turistas no maior torneio da Europa.

Duas noites. 26 anos de diferença. Dois jogos diferentes no Estádio da Luz. Em 2026, haverá uma nova e terceira partida - desta vez de acesso à Liga Europa.


https://agf.dk/nyheder/2026/august/tilbageblik-inden-tredje-besog-hos-benfica



(tradução feita com recurso ao Google Tradutor e revista por mim, enquanto espetávamos 7 no Casa Pia)

Temos um "departamento de comunicação" e até pagamos a investigadores...

Se falta gente ou não há talento, ponham os documentos no motor de IA e ele faz uns artiguitos destes, fogo.

Aqui reina o desleixo.

Rúben Gomes

Citação de: dmc em 18 de Agosto de 2026, 10:44Não esquecer que o Benfica adiou o jogo da próxima jornada, por isso vamos jogar duas vezes seguidas contra o AGF.

Do meio campo para a frente temos algumas soluções que nos permitem gerir a equipa. O jogo na Luz começará menos de 72h do jogo contra o Casa Pia.


Já está confirmado que adiamos?

kenya24

Boas, não consigo tirar bilhetes para a zona das NN e diabos vermelhos,é normal?
Como consigo tirar para estas zonas ?

Roting

Ganhar e de preferência resolver isto já em casa.

Roting

Citação de: Rúben Gomes em 18 de Agosto de 2026, 11:14
Citação de: dmc em 18 de Agosto de 2026, 10:44Não esquecer que o Benfica adiou o jogo da próxima jornada, por isso vamos jogar duas vezes seguidas contra o AGF.

Do meio campo para a frente temos algumas soluções que nos permitem gerir a equipa. O jogo na Luz começará menos de 72h do jogo contra o Casa Pia.


Já está confirmado que adiamos?

Sim, para Setembro.

rsd


O 11 de ontem com scheldrup, duran, banjaqui e neto

pedro8484

Manu a central infelizmente, mas ja que a estrutura nao compra o central, deviamos rodar naquela posicao enquanto os jogos dao para isso.

Laranjeira

É jogar com os melhores, ganhar e sem sofrer golos, tentar resolver a eliminatória na Luz. Estando a eliminatória favorável por tres golos ou mais, na 2ª mao é que podemos fazer alguma rotaçao, conforme for o resultado cá.

twixslb

Citação de: kenya24 em 18 de Agosto de 2026, 11:18Boas, não consigo tirar bilhetes para a zona das NN e diabos vermelhos,é normal?
Como consigo tirar para estas zonas ?
não consegues

Ja Clbeb

Citação de: kenya24 em 18 de Agosto de 2026, 11:18Boas, não consigo tirar bilhetes para a zona das NN e diabos vermelhos,é normal?
Como consigo tirar para estas zonas ?
É preciso ter máscara de gás para ir para esses lugares.