Comunicação Social

peta

Sabiam que aquando da entrevista (ultima) que o porko mor deu à SIC, em directo no jornal da noite, tinha tudo acertado para que a entrevista fosse na TVI, mas para isso exigiu que fosse mudado o entrevistador (Pedro Pinto) por ser benfiquista, ao que a TVI, e muito bem se recusou a fazer.

Vieri

Citação de: peta em 09 de Outubro de 2008, 10:35
Sabiam que aquando da entrevista (ultima) que o porko mor deu à SIC, em directo no jornal da noite, tinha tudo acertado para que a entrevista fosse na TVI, mas para isso exigiu que fosse mudado o entrevistador (Pedro Pinto) por ser benfiquista, ao que a TVI, e muito bem se recusou a fazer.

Fo pena a SIC não lhe ter posto o RAP a fazer a entrevista... ;D

De caminho, penso que os benfiquistas e os outros seres menores devem ver aquilo que lhes apetecer quando lhes apetecer.
Agora, não devem é dar mais importância a esses programas e respectivos paineleiros do que aquela que realmente têm...

SAL.

Somos o MÁIOR!!!!

O palhaço do Nuno Luz entrevistou o Magnusson p o Jornal da Noite da SIC: selecção, jogo de amanhã, memórias...
Às tantas, pegunta-lhe: "Então e tem clube? É do Benfica?"
O Mats responde, com os olhos a brilhar (parecia um miúdo!): "Está a brincar???!!! Claro que sou do Benfica!!!"
NL:"Para terminar esta entrevista quer deixar uma mensagem aos portugueses...aos benfiquistas?"
MM: "VIVA O BENFICA!"

E o palhaço do Nuno Luz lá teve de se calar, que o seu Sp. Lisboa (como ainda há umas semanas vi na imprensa espanhola) não era para aqui chamado...

Mats, grande testemunho de benfiquismo!

cacete

Citação de: Vieri em 09 de Outubro de 2008, 17:27
Citação de: peta em 09 de Outubro de 2008, 10:35
Sabiam que aquando da entrevista (ultima) que o porko mor deu à SIC, em directo no jornal da noite, tinha tudo acertado para que a entrevista fosse na TVI, mas para isso exigiu que fosse mudado o entrevistador (Pedro Pinto) por ser benfiquista, ao que a TVI, e muito bem se recusou a fazer.

Fo pena a SIC não lhe ter posto o RAP a fazer a entrevista... ;D

De caminho, penso que os benfiquistas e os outros seres menores devem ver aquilo que lhes apetecer quando lhes apetecer.
Agora, não devem é dar mais importância a esses programas e respectivos paineleiros do que aquela que realmente têm...

Curioso como nessa entrevista o porco mor ja tinha os documentos todos ordenadinhos com as perguntas que lhe iam fazer.  É o chamado crime organizado.

Notguilty

Citação de: cacete em 10 de Outubro de 2008, 22:37
Citação de: Vieri em 09 de Outubro de 2008, 17:27
Citação de: peta em 09 de Outubro de 2008, 10:35
Sabiam que aquando da entrevista (ultima) que o porko mor deu à SIC, em directo no jornal da noite, tinha tudo acertado para que a entrevista fosse na TVI, mas para isso exigiu que fosse mudado o entrevistador (Pedro Pinto) por ser benfiquista, ao que a TVI, e muito bem se recusou a fazer.

Fo pena a SIC não lhe ter posto o RAP a fazer a entrevista... ;D

De caminho, penso que os benfiquistas e os outros seres menores devem ver aquilo que lhes apetecer quando lhes apetecer.
Agora, não devem é dar mais importância a esses programas e respectivos paineleiros do que aquela que realmente têm...

Curioso como nessa entrevista o porco mor ja tinha os documentos todos ordenadinhos com as perguntas que lhe iam fazer.  É o chamado crime organizado.
;D

patriarca

Todas as TVs estão controladas e foram colocados estratégicamente nos lugares " VISIVEIS" das ditas Televisões, individuos Sectaristas e Principalmente ATROZMENTE ANTI-BENFIQUISTAS, para tudo o que é tempo de jogo ou fora dele DENEGRIREM A IMAGEM BENFICA e dos Benfiquistas e taparem as IRREGULARIDADES feitas pelos outros e ESCARAFUNCHAREM com métodos do ESCARAVELHO tudo o que possam inventar, deturpar e "alterar", desde que seja contra o Benfica.

No20__

Já não vejo "programa" desportivo nenhum. Os que estão lá e se dizem do Benfica são bananas e como não me quero irritar e já não me vou rir com o que os lagartos e tripas dizem, caguei neles...

avo maltine

#13582
O grande Artur Semedo, actor e realizador, professante monoteísta do benfiquismo, era supersticioso. Talvez não seja má ideia lembrar às gerações mais novas quem era Artur Semedo.

Era actor estimado pelo público e tinha nos seus verdes anos uma pinta de galã irónico que o transformou num ídolo do teatro ligeiro. Também talvez não seja má ideia retirar imediatamente parte do que atrás foi dito.

Sobretudo a parte dos verdes anos. Não é que a imagem metafórica não sirva os seus propósitos e não esclareça, de forma pronta, ao que se refere. Aos anos da juventude e dos fulgores nos palcos, nas avenidas, na vida. E Artur Semedo com o seu bigodinho que mais parecia desenhado a carvão, nos seus anos de galã das matinés, era um ídolo de verdade.

Não é isso que está, portanto, em causa e que deve ser retirado. A questão não é a palavra anos é a palavra verde.

Para as gerações mais novas de benfiquistas que, provavelmente não conhecem nem nunca ouviram falar do grande Artur Semedo, talvez seja surpreendente tomarem conhecimento de que em tempos houve um Artur Semedo, consócio, que não hesitaria em cortar relações com quem quer que se atrevesse a insinuar a possibilidade de alguma vez ele, o grande Artur Semedo, ter tido verdes anos.

Isso é que nunca. Haja respeito, diria. Verde, jamais.

Enfim, era um tempo em que se levava a sério estas coisas e Semedo nasceu e cresceu benfiquista no período histórico de intensa rivalidade com o Sporting, o adversário estrutural, enquanto o FC Porto, com quem as gerações mais novas de benfiquistas embirram mais, se começava a afirmar como o adversário conjuntural, ou seja, da conjuntura. São coisas diferentes e que suscitam variados empenhos bélicos e reacções particulares de geração para geração.

Adiante.

Artur Semedo era supersticioso e era do Benfica e de que maneira. Contou-me uma vez que estando em sua casa, num domingo à tarde, ouvindo o relato pela telefonia de um jogo do Glorioso com um grau de dificuldade imenso, perante um adversário aguerrido e competente, tentou tudo o que estava ao seu alcance para, a quilómetros de distância do relvado onde os nosso bravos se esmifravam sem sucesso, conseguir com um truque de mágica os favores dos Deuses, ou seja, um golinho a favor do Benfica.

Rezar segundo os cânones não era com ele, portanto tratou de inventar de um modo ateu e apressado, porque os jogos têm só 90 minutos e o golo tardava, uma prática que desse resultado, milagre, vitória. Tentou mil coisas. Ouvir o relato de pé, ouvir o relato sentado, não ouvir o relato, ir para a janela, contar 27 carros a passar na rua, ao vigésimo-sétimo carro abrir a telefonia, contar até 27, fechar a telefonia. E nada. O zero a zero mantinha-se teimoso, insensível a tanta prédica, sacana, infiel.

Até que o grande Artur Semedo, finalmente, acertou na mezinha. Abriu a torneira da água quente do duche da casa de banho, deixou correr a água, na máxima força, até o vapor se transformar em nevoeiro cerrado e até o nosso avançado-de-centro, a quilómetros de distância — era um jogo fora, obviamente — conseguir acertar na baliza do adversário.

Ganhámos 1-0 graças à torneira da água quente.

Fomos campeões nesse ano porque em todos os jogos fora, até ao final do campeonato, o grande Artur Semedo ficou em casa, ou melhor ficou fechado na casa de banho da sua casa, agarrado a telefonia de pilhas e deixando correr ininterruptamente durante 90 minutos a água quente do duche, respirando com dificuldade o vapor de água.

Foi suado, ai isso foi, mas foi Trigo Limpo, Farinha Amparo, como se dizia há muitos anos quando se queria dizer que a coisa, qualquer coisa, tinha sido fácil.

No último jogo dessa época, na Luz, já campeões, houve festa no estádio. Era um velho hábito a que nem sequer dávamos especial valor. No fim, invadia-se o campo, tirava-se um bocadinho de relva para levar para casa e desejava-se a repetição do ritual 12 meses mais tarde.

E era muito normal que voltasse a acontecer. O Benfica dispunha de bons jogadores, bons técnicos, bons dirigentes e bons adeptos e, entre eles, os bons adeptos, dispunha de Artur Semedo que nessa tarde de festa, com a certeza das coisas certas, reivindicava para si e em benefício do colectivo a invenção do passe de mágica que nos tinha permitido «passear a nossa classe» pela competição terminando-a no primeiro lugar.

Naquele ano, foi preciso meter água, e quente, em todos o jogos, para que o Benfica fosse campeão!

Na euforia da festa, o grande Artur Semedo, com o seu jeito único de ser engraçado ainda me disse:

— Bom, é que nem imaginas quanto é que isto me custou todos os meses na conta da água e do gás!

Imagino, pois. E com que alegria deverá ter pago as contas.


Leonor Pinhão IN A Bola

Golden

Citação de: avo maltine em 11 de Outubro de 2008, 02:42
O grande Artur Semedo, actor e realizador, professante monoteísta do benfiquismo, era supersticioso. Talvez não seja má ideia lembrar às gerações mais novas quem era Artur Semedo.

Era actor estimado pelo público e tinha nos seus verdes anos uma pinta de galã irónico que o transformou num ídolo do teatro ligeiro. Também talvez não seja má ideia retirar imediatamente parte do que atrás foi dito.

Sobretudo a parte dos verdes anos. Não é que a imagem metafórica não sirva os seus propósitos e não esclareça, de forma pronta, ao que se refere. Aos anos da juventude e dos fulgores nos palcos, nas avenidas, na vida. E Artur Semedo com o seu bigodinho que mais parecia desenhado a carvão, nos seus anos de galã das matinés, era um ídolo de verdade.

Não é isso que está, portanto, em causa e que deve ser retirado. A questão não é a palavra anos é a palavra verde.

Para as gerações mais novas de benfiquistas que, provavelmente não conhecem nem nunca ouviram falar do grande Artur Semedo, talvez seja surpreendente tomarem conhecimento de que em tempos houve um Artur Semedo, consócio, que não hesitaria em cortar relações com quem quer que se atrevesse a insinuar a possibilidade de alguma vez ele, o grande Artur Semedo, ter tido verdes anos.

Isso é que nunca. Haja respeito, diria. Verde, jamais.

Enfim, era um tempo em que se levava a sério estas coisas e Semedo nasceu e cresceu benfiquista no período histórico de intensa rivalidade com o Sporting, o adversário estrutural, enquanto o FC Porto, com quem as gerações mais novas de benfiquistas embirram mais, se começava a afirmar como o adversário conjuntural, ou seja, da conjuntura. São coisas diferentes e que suscitam variados empenhos bélicos e reacções particulares de geração para geração.

Adiante.

Artur Semedo era supersticioso e era do Benfica e de que maneira. Contou-me uma vez que estando em sua casa, num domingo à tarde, ouvindo o relato pela telefonia de um jogo do Glorioso com um grau de dificuldade imenso, perante um adversário aguerrido e competente, tentou tudo o que estava ao seu alcance para, a quilómetros de distância do relvado onde os nosso bravos se esmifravam sem sucesso, conseguir com um truque de mágica os favores dos Deuses, ou seja, um golinho a favor do Benfica.

Rezar segundo os cânones não era com ele, portanto tratou de inventar de um modo ateu e apressado, porque os jogos têm só 90 minutos e o golo tardava, uma prática que desse resultado, milagre, vitória. Tentou mil coisas. Ouvir o relato de pé, ouvir o relato sentado, não ouvir o relato, ir para a janela, contar 27 carros a passar na rua, ao vigésimo-sétimo carro abrir a telefonia, contar até 27, fechar a telefonia. E nada. O zero a zero mantinha-se teimoso, insensível a tanta prédica, sacana, infiel.

Até que o grande Artur Semedo, finalmente, acertou na mezinha. Abriu a torneira da água quente do duche da casa de banho, deixou correr a água, na máxima força, até o vapor se transformar em nevoeiro cerrado e até o nosso avançado-de-centro, a quilómetros de distância — era um jogo fora, obviamente — conseguir acertar na baliza do adversário.

Ganhámos 1-0 graças à torneira da água quente.

Fomos campeões nesse ano porque em todos os jogos fora, até ao final do campeonato, o grande Artur Semedo ficou em casa, ou melhor ficou fechado na casa de banho da sua casa, agarrado a telefonia de pilhas e deixando correr ininterruptamente durante 90 minutos a água quente do duche, respirando com dificuldade o vapor de água.

Foi suado, ai isso foi, mas foi Trigo Limpo, Farinha Amparo, como se dizia há muitos anos quando se queria dizer que a coisa, qualquer coisa, tinha sido fácil.

No último jogo dessa época, na Luz, já campeões, houve festa no estádio. Era um velho hábito a que nem sequer dávamos especial valor. No fim, invadia-se o campo, tirava-se um bocadinho de relva para levar para casa e desejava-se a repetição do ritual 12 meses mais tarde.

E era muito normal que voltasse a acontecer. O Benfica dispunha de bons jogadores, bons técnicos, bons dirigentes e bons adeptos e, entre eles, os bons adeptos, dispunha de Artur Semedo que nessa tarde de festa, com a certeza das coisas certas, reivindicava para si e em benefício do colectivo a invenção do passe de mágica que nos tinha permitido «passear a nossa classe» pela competição terminando-a no primeiro lugar.

Naquele ano, foi preciso meter água, e quente, em todos o jogos, para que o Benfica fosse campeão!

Na euforia da festa, o grande Artur Semedo, com o seu jeito único de ser engraçado ainda me disse:

— Bom, é que nem imaginas quanto é que isto me custou todos os meses na conta da água e do gás!

Imagino, pois. E com que alegria deverá ter pago as contas.


Leonor Pinhão IN A Bola

um grande benfiquista, Artur Semedo. Lembro-me bem dele.

RIP

JDF

Das (felizmente poucas) vezes em que as coisas estavam a correr mal também houve alturas em que o Artur se enfiava literalmente debaixo da cama para ouvir o relato e só saia de lá depois de termos ganho!

brigadeiro

depois de ler a entrevista do petit ,percebe se nitidamente uma fricçao qdo se fala em rui costa

a13263

Citação de: SAL. em 10 de Outubro de 2008, 22:25
Somos o MÁIOR!!!!

O palhaço do Nuno Luz entrevistou o Magnusson p o Jornal da Noite da SIC: selecção, jogo de amanhã, memórias...
Às tantas, pegunta-lhe: "Então e tem clube? É do Benfica?"
O Mats responde, com os olhos a brilhar (parecia um miúdo!): "Está a brincar???!!! Claro que sou do Benfica!!!"
NL:"Para terminar esta entrevista quer deixar uma mensagem aos portugueses...aos benfiquistas?"
MM: "VIVA O BENFICA!"

E o palhaço do Nuno Luz lá teve de se calar, que o seu Sp. Lisboa (como ainda há umas semanas vi na imprensa espanhola) não era para aqui chamado...

Mats, grande testemunho de benfiquismo!

Grande jogador e grandes tempos! Que saudades! :flagglorioso: :slb2:

patriarca

A CS portuguesa está com um ambiente, tal como os porkos no seu Chiqueiro. A podridão Nauseabunda impesta tudo quanto os rodeia, querendo os ditos espalhar o "perfume deles" aos outros honestos, mas mesmo estrangeiros não conseguem fazer passar a sua atitude ordinária e facciosa, tendo como alvo a atingir o Glorioso, mas mesmo assim, levou a resposta adequada, à porca pergunta feita, a um ex-jogadore do Benfica que deixou bem fincada a Grandiosidade do Benfica. Gran`da Magnusson .

Batistuta

#13588
Estes comentadores da sic são tão mauzinhos...

Aquele Nuno Luz então é lagarto e basta. A SIC que não limpe a merda que lá anda que qualquer dia têm menos audiencias que o canal alternativo da RTP

Notguilty

#13589
a semana passada o caracolinhos quase "provocou" o suicidio ao Miguel Vaidoso.
vamos a ver hoje quais as perolas que este manda   ;D


tive a reparar então a sic meteu os gato fedorento á mesma hora do tempo extra.. assim nao sei qual o programa de comédia vejo.
e numa de teorias de conspiração podia-se dizer que a sic assim evita que o RIcardo Pereira ouça as barbaridades que diz o caracolinhos...e assim malhe menos nele.  ;D