Comunicação Social

Pedro Neto

Citação de: VALEBEM em 06 de Setembro de 2007, 21:10
O Camilo Lourenço é Benfiquista... Não o tratem assim...

O APV também é...  O0

Gaizka

Parece que está na moda serem os benfiquistas a mandarem o BENFICA a baixo... critícas sim, mas pelo positiva e para construir, não para destruir...

VALEBEM

 Eu nunca insultei o APV...
Sinceramente, acho que o Camilo Lourenço tem tido uma postura importante para o Benfica naquele programa... Não é por acaso que a nossa Direcção sente as críticas, sobre a construção deficiente do plantel para esta época e a gestão do clube, de tal modo que envia esclarecimentos ao próprio Camilo Lourenço...

manageiro

Citação de: VALEBEM em 06 de Setembro de 2007, 21:10
O Luis Freitas Lobo, que participa nesse progrma, ainda ontem fez uma análise muito interessante à equipa do Benfica, na sua coluna no jornal A Bola...

Há ainda esta crónica, a propósito do Copenhaga-Benfica...

«Um chá no deserto
O Benfica sobreviveu em Copenhaga. O Reino de Camacho pode começar. Sem requintes, com um «velho» maestro de classe e uma «cebola» com rabo-de-cavalo como maior esperança.

Por entre muitas explicações que já ouvi de treinadores nos final dos jogos explicando o que se passara em campo, recordo sempre uma, muito simples, dada por Bruno Pesaola, quando, nos anos 70, treinou em Itália. Era conhecido pelo seu jogo defensivo, mas um dia, quando treinava o Bolonha, surpreendeu toda a gente ao andar a semana toda a dizer que ia jogar ao ataque, com atrevimento e uma táctica arrojada. Chegou ao jogo, contra o Génova, e a equipa mal saiu da baliza. Defendeu, defendeu, fez um golito, voltou a defender, sem requintes e, no fim, saiu de lá com a vitória. Quando foi questionado pela contradição entre o que dissera e o que fizera em campo, Pesaola nem pestanejou: "Não, não, nos entramos com um bom plano para jogar ao ataque, o problema foi que o Génova roubou-nos a ideia do primeiro ao ultimo minuto!"
Lembrei-me disso ao ver o Benfica a jogar em Copenhaga, encafuado no seu meio-campo, procurando dominar uma bola que saltava como se fosse de borracha, num relvado que, acredito, poucas horas antes vibrara com os Stones. As marcas permaneciam vivas e os «riffs» de «Jumping Jack Flash» seriam ideais para descrever aqueles 90 minutos.
Não acredito que, ao preparar o jogo, estivesse nos planos Camacho passar tanto tempo perto ou dentro da área, procurando afastar a bola como se ela fosse uma granada pronta a explodir e, com isso, desintegrar a equipa e seu plano de jogo. Mas foi o que aconteceu, sobretudo por força da dimensão física que os toscos, altos e louros dinamarqueses imprimiram ao confronto.
Nesse estilo, rudimentar mas perturbador, eles roubaram a intenção e ideia de atacar para si. Fizeram-na à sua maneira. Mas, no chamado quinto momento do jogo, como diria Jorge Jesus, que são as bolas paradas, o Benfica conseguiu, por breves instantes, entregar a batuta do jogo a Rui Costa. Na sua jangada de bom futebol, meteu, cirurgicamente, uma bola na área, e uma pequena sociedade Nuno Gomes-Katsouranis fez o golo que pintou de vermelho e branco um jogo que teve sempre outra tendência, mais fria e escandinava.


O Benfica pós-Fernando Santos começa a ganhar formas. Desde logo, nos reforços que vão chegando. Pode parecer estranho, para quem mal os conhece, mas é naquele que surge disfarçado de cebola com um rabo-de-cavalo que moram as maiores esperanças para resolver os problemas do jogo da equipa. O uruguaio Cristian Rodriguez. Isto porque embora demonstrando outro estado de ânimo em campo, no plano táctico o onze continua a denunciar muitos problemas.
Eles estão sobretudo na ligação defesa-ataque, ou, mais exactamente, naquele espaço que vai desde o trinco (Petit) e o médio mais ofensivo, o que não existe no actual onze, pois para ocupar essa posição recorreu-se, nos dois últimos jogos, ao recuo de Nuno Gomes, inicialmente avançado puro ao lado de Cardozo.
Entre estas duas zonas, 30 metros de vazio. Colocado numa posição mais atrasada, muitas vezes de perfil, Rui Costa já não tem fôlego para percorrer esse deserto («box to box») e chegar vivo à tal zona de construção ofensiva, sem que depois a sua condição física não se ressinta rapidamente no jogo.
O salto para a elite europeia da «Champions» foi como descobrir o código de um cofre. Financeira e desportivamente. Uma nova dimensão que começa, em dois jogos, através dos pés de um «balzaquiano» com classe que explica, como ninguém, a relação entre o jogo e o golo. Como um chá no deserto.


Uma «cebola» para encher o relvado
Mais do que um novo treinador em termos tácticos, o Benfica espelhou contra o Guimarães e FC Copenhaga, um novo estado de ânimo. A anarquia táctica com que acabou o jogo reflecte os seus muitos problemas. Pelas últimas contratações, verifica-se, porém, que as principais lacunas estão localizadas. Edcarlos é uma boa solução para a defesa e Pereira é um médio para dar profundidade à ala direita.
O enigma reside no Cebola Rodriguez. Não pelo valor, mas pela dificuldade que sente muitas vezes em demonstrá-lo de forma emocionalmente estável.
Quando jogava no Uruguai era dos jogadores que mais gostava. Há um mês, destaquei-o como a figura da Copa América. Depois do buraco negro de Paris, o Cebola renascera. Com técnica e picardia, desafiando adversários e levando a bola, sem medo, do meio-campo até à área. Poderá ser ele a encher essa zona de transição, aliviando Rui Costa de uma missão para a qual já não tem disponibilidade física, como se viu frente ao Guimarães e FC Copenhaga, onde, forçado a partir muito de trás, a equipa ficou com uma excessiva distância entre-linhas na saída para o ataque. No regresso da Venezuela, escrevi então: "Para o Cebola, a próxima época poderá ser a da verdade". O teste será na Luz.»

www.planetadofutebol.com

análise interessante e muito filosófica  ;)

Batistuta

#1729
Então se o Chelsea não tem comprado ninguém o Benfica tinha a obrigação de ter uma equipa melhor??

E as contratações dos anos anteriores? E a folha salarial e os contratos renovados? Não conta? Assim até eu era gestor no Benfica

Podiamos ter ido buscar o Riquelme mas depois queria saber quem lhe pagava o ordenado. Seria o Camilo?

Eterno

segundo m disseram esse camilo n sei das quantas foi mandado embora para entrar o domingos soares oliveira..deve ser dai k vem tanta azia...pk ele é mesmo aziado com o benfica..mas mesmo mto...n passa um prog k n fale mal do benfica mesmo k n lhe perguntem nada LOL

fmb

lflobo é outro amante do fernando santos....

hoje vao ve-lo dizer que a equipa melhorou, bla bla bla, mas que continuam a haver problemas muito mais serios no benfica que nao o treinador, como um plantel desequilibrado bla bla bla.... que camacho veio trazer novo animo mas que isso rapidamente passara e que as dificuldades virao de novo ao de cima....

se nao engoliu outro disco, é isso que o lobo hoje vai dizer!!!

netking

Citação de: fmb em 06 de Setembro de 2007, 21:32
lflobo é outro amante do fernando santos....

hoje vao ve-lo dizer que a equipa melhorou, bla bla bla, mas que continuam a haver problemas muito mais serios no benfica que nao o treinador, como um plantel desequilibrado bla bla bla.... que camacho veio trazer novo animo mas que isso rapidamente passara e que as dificuldades virao de novo ao de cima....

se nao engoliu outro disco, é isso que o lobo hoje vai dizer!!!

um comentador engole discos todas as semanas para comentar o que aconteceu, o que se disse na semana ou no dia anterior pouco interessa

iloy

e acham que tudo que è dito è falso?

patife

A que horas é o programa na rtpn hoje?

Imperador04



Haller

Citação de: Leandro Sampaio em 06 de Setembro de 2007, 21:12
Citação de: VALEBEM em 06 de Setembro de 2007, 21:10
O Camilo Lourenço é Benfiquista... Não o tratem assim...
E por ser Benfiquista temos de ouvir e calar as porcarias k ele diz

Ele apenas lança alertas para a gestão dos clubes de futebol, em particular do benfica para que este melhore cada vez mais. E sinceramente acho que muitas opiniões dele são tidas em conta pela gestão do nosso clube.

Imperador04


Batistuta