Comunicação Social

nº20

Notícia de última hora

Parece que nesse programa dos MaisFutebol o Luis Sobral vai defender o Anti-Benfica, ficando por confirmar quem vai defender o Benfica.

flip69

Citação de: Pedro Neto em 18 de Fevereiro de 2009, 23:57
Noticiários TVI durante 24 horas? É o Apocalipse.
Mundo vai acabar meus amigos!!!
Depois deste sinal não há duvidas.

TVI+24=  ::bater::

rohff

as noticias da tvi, sao a mais nojento que a nesse pais e quando o mst vem cantar a sua mudo logo de canal automaticamente para nao dar audiencias a essses porcos. e um reflexo como mijar de manha...

Ruud

Citação de: nº20 em 19 de Fevereiro de 2009, 00:21
Notícia de última hora

Parece que nesse programa dos MaisFutebol o Luis Sobral vai defender o Anti-Benfica, ficando por confirmar quem vai defender o Benfica.

É verdade, sim senhor.

zedoscalotes

Citação de: DL em 19 de Fevereiro de 2009, 00:28
Citação de: nº20 em 19 de Fevereiro de 2009, 00:21
Notícia de última hora

Parece que nesse programa dos MaisFutebol o Luis Sobral vai defender o Anti-Benfica, ficando por confirmar quem vai defender o Benfica.

É verdade, sim senhor.

Tao a falar a serio? Finalmente esse monte de esterco vai dar a cara? é que até agora so saiu o grunhido dele nos antigos comentarios da bola na tvi e aqueles comentarios que imprimidos davam um bom papel de limpar o rabo que saem na net... havia de lhe cair um holofote no focinho e ficar com nariz de porco, para assim nao restarem duvidas...

tiagoterceira

tou a ver a repetiçao do Trio de Atake..e digo k tou a adorar ver o APV...é com cada machadada nos porkos!!

SeN$hi

Nao sabia que havia aqui tanto mentiroso, "ha e nao sei que a TVI isto e a TVI aquilo" mas vao la todos.

ibranco

Comentei a noticia do maisfutebol ir para a tv mas n publicaram hehehe

O_Glorioso


No20__


Corrosivo

Citação de: nº20 em 19 de Fevereiro de 2009, 00:21
Notícia de última hora

Parece que nesse programa dos MaisFutebol o Luis Sobral vai defender o Anti-Benfica, ficando por confirmar quem vai defender o Benfica.

e é preciso alguém a defender o Benfica? É muito mais giro se for todos a atacar o Benfica, como fazem por exemplo no Dia Seguinte

SeN$hi


bystander

18-02-2009 FUTEBOL
Jornalista de café

Podem acusar o Labaredas de plágio, mas a reprodução até não deixa de
ser irónica. «Por incrível que possa parecer», há um jornalista (?) de
TV que lança uma notícia com a sua opinião e deixa os factos para
segundo plano. Ontem, quem viu o Jornal Nacional da TVI ficou a saber
que o pivot acha «incrível» o que devia merecer-lhe unicamente
equidistância. É o que dá a clubite aguda.

Trata-se de mais um vermelho por dentro e por fora. Nunca o escondeu.
Escusa é de o demonstrar no cumprimento de tarefas profissionais que
lhe exigem isenção, rigor e objectividade. Que era mau a escolher
clubes já todos sabíamos. Descobrimos agora que também deixa a desejar
enquanto jornalista.

«Pedro Proença, árbitro do F.C. Porto-Benfica, teve nota negativa pelo
seu desempenho no clássico, mas, por incrível que possa parecer, em
causa não está o penálti inexistente que permitiu ao F.C. Porto
empatar a partida».

«Incrível?» «Inexistente?» Não terá confundido o estúdio com a mesa do
café?

http://www.fcporto.pt/Info/Labaredas/infolabaredas_labaredas_180209_41618.asp


toma-te......
olha-me para estas putas ofendidas.......

XHITA



Quase 30 mil euros em multas da Liga

Benfica punido ontem em mais 2300 euros.
Adeptos, elementos da SAD e jogadores têm saído muito caros.

Por Nuno Reis

O jogo com o Paços de Ferreira, de domingo passado, ficou caro aos encarnados: a presença de Rui Costa, ao intervalo, no túnel de acesso aos balneários, onde deu conta do seu desagrado ao delegado da Liga, Fernando Arrojado, em relação às constantes demoras dos pacenses, custou 1000 euros.

Ontem, porém, os valores subiram de tom, com os encarnados a serem obrigados a liquidar mais 2300 euros por causa de várias infracções decorridas na partida (2-2) com o Vitória de Setúbal, na Luz, entre as quais a presença de elementos afectos ao clube em zonas não autorizadas pela Liga, como sejam as zonas do túnel e de acesso ao balneário do árbitro.

A lista, no entanto, é muito mais extensa e um olhar pormenorizado pelos comunicados emitidos pela Comissão Disciplinar desde o início da temporada mostra que os encarnados vão já a caminho dos 30 mil euros em multas da Liga. No campeonato, 26.600 euros, na Taça da Liga, apenas 1.075 euros.

Só na 16.ª Jornada, a tal do golo de Mantorras ao Rio Ave, na Luz, não houve despesa por indisciplina. Os jogos com FC Porto (1-1), Vitória de Setúbal (2-2), Nacional (0-0) e Paços de Ferreira (3-2), na Luz, foram aqueles que mais caros saíram aos cofres encarnados.

E entre os agentes sancionados, destacam-se adeptos — no jogo com o FC Porto, o famoso diabo custou 4000 euros ao Benfica... —, os elementos da SAD — Rui Costa e o assessor jurídico Paulo Gonçalves — e, obviamente, os jogadores — Katsouranis, Luisão e Nuno Gomes têm sido os mais visados e nem sempre por cartões amarelos ou vermelhos, dado que alguns protestos excessivos têm sido punidos.

E há os extras...

Ainda antes do início da temporada houve multas para Fernando Chalana, por declarações feitas ainda na condição de treinador do Benfica em 2007/2008, e Luís Filipe Vieira, por palavras dirigidas contra elementos e órgãos da Federação Portuguesa de Futebol e Liga. Para Chalana, 750 euros, para o presidente dos encarnados, 2000 euros, além de dois meses de suspensão. Mais tarde ainda foi multado em mais 500 euros.


XHITA



Contra a corrente: Jacinto Paixão é que devia ser o árbitro do Sporting-Benfica

Por Leonor Pinhão

Um derby é um derby. É especial. É uma civilização. Tem um caderno de encargos, de exigências básicas. Exige, em primeiro lugar, uma grande cidade, ou seja, uma onda cosmopolita sem lugar para saloiadas. Um cenário em grande, não em pequeno. Um diálogo franco entre as partes em oposição. A ferocidade nasce da luz que emana de uma razão por todos conhecida.

Um derby é como a Revolução Francesa. Um antagonismo de estado, a luta de classes, o passado e o futuro.

No presente caso do derby do próximo sábado, estamos em presença de duas bandeiras. A vermelha com o emblema dos órfãos e dos pés-descalços e a verde com o emblema dos viscondes. Ao longo de um século de história deram-se extraordinárias misturas nestes interesses, visto que a cidade é a mesma.

Já o grande Victor Hugo no seu romance épico 93, precisamente sobre a Revolução Francesa, punha o mesmo queixume na boca de um dos seus personagens, lutador pela República: « Meu caro, as queixas são as mesmas do dois lados. Nós estamos cheios de nobres; eles estão cheios de burgueses.»

Um Sporting-Benfica, ou vice--versa, mexe com a cidade e mexe com o País, por força do abençoado centralismo que satisfaz amplamente os dois campos adversários. E mexe com as famílias, com os amigos, com os colegas, com os barbeiros e com os taxistas. No fundo, é uma festa, um arrazoado sem fim.

Já dura há mais de cem anos, o que tem o seu mérito.

Nascem e morrem e nascem os ferrenhos vermelhos e verdes e voltam a morrer e as nascer e a conversa continua igual ao que sempre foi de geração em geração. Contudo, no derby do próximo sábado há a registar algumas variantes no tom com que ambas as partes defendem a sua respectiva bandeira.

Ouçamo-los então. Estão na fila para comprar bilhetes na Agência dos Restauradores, antecâmara da Baixa lisboeta. São irmãos. Um é do Benfica, o outro é do Sporting. Conversam para passar o tempo.

— Isto é que vai ser uma semana levada dos diabos! - diz o sportinguista.

— Dos Diabos Vermelhos?

— Não sejas parvo. Jogamos sábado com vocês, a meio da semana com o Bayern de Munique e no fim-de-semana seguinte com o Porto.

— Desejo-vos muita sorte para o fim-de-semana seguinte.

—Temos no espaço de sete dias jogos da maior importância em duas frentes, a nacional e a internacional. Não sei se o Paulo Bento tem unhas para estas guitarras.

— Olha, o que vocês podiam fazer era contratar esta semana o José Peseiro que deu tão boa conta do recado em 2005, naquela semana em que vocês jogaram connosco na Luz e com o Não-Sei-Quê de Moscovo na final da Taça UEFA, em Alvalade. Ou seja, nas duas frentes.

— O José Peseiro acaba de assinar contrato com a selecção da Arábia Saudita!

— Olha que pena! - respondeu o benfiquista.

— Já leste o relatório José Gonçalves?

— Quem é o José Gonçalves?

— Foi o observador da Liga do FC Porto-Benfica. Deu nota negativa ao teu consócio Pedro Proença por não ter assinalado a grande penalidade cometida pelo Reyes sobre o Lucho.

— Ah, então deve ter sido por isso que o árbitro se confessou «frustrado» no fim do jogo. Eu logo vi... E sobre o penalty que o meu consócio assinalou quando o Lisandro se atirou para o chão, o que é que diz o senhor Gonçalves?

— Diz isto: «Do local onde nos encontramos e uma vez o lance ter ocorrido...»

—«Uma vez»? Muitas vezes nos últimos 25 anos! Até o Jardel deu uma entrevista recentemente e contou como era sempre penalty contra o Benfica quando os nossos defesas lhe sopravam nas costas.

— Cala-te e ouve: «... e uma vez o lance ter ocorrido no vértice mais distante da grande área não nos foi possível vislumbrar...»

— Ah pois, «não vislumbrou»...

— «... não nos foi possível vislumbrar com clareza o desenlace da jogada.»

— Ah, ganda Gonçalves! - gritou o benfiquista.

— E continua: «... aliado ao facto de não terem existido protestos de jogadores da equipa penalizada que aceitaram pacificamente a decisão do árbitro.»

—Tem razão. Os jogadores do Benfica deviam ter corrido todos atrás do nosso consócio Pedro Proença como daquela vez que os jogadores do Porto andaram a correr atrás do José Pratas, em Coimbra, lembras-te?

— Se me lembro... José Pratas, outro grande benfiquista, como tu muito bem sabes, querido mano - fez questão de salientar o irmão sportinguista.

— E o que me dizes à nomeação de mais um árbitro benfiquista para sábado?

— O Xistra? O Baptista? Os manos Costa?

— Não, o Olegário Benquerença, essa grande papoila saltitante, que não viu a bola disparada pelo Petit entrar na baliza do Vítor Baía.

— Não «vislumbrou» queres tu dizer...

O irmão benfiquista suspirou fundo. E desabafou:

— Isto é uma grande injustiça, não concordo nada com as nomeações do Vítor Pereira, apesar de sermos do mesmo clube.

Aqui o irmão sportinguista quase se engasgou tentando disfarçar o riso. Mas logo se recompôs e mudou de assunto:

— Qual era o árbitro que nomeavas para sábado?

— De caras, o Jacinto Paixão.

— Ah, nisso estamos de acordo. Há que dar o lugar merecido às vítimas da cabala patrocinada pelo teu clube.

— É verdade. É que o Jacinto Paixão nunca «vislumbrou» nem fruta, nem café com leite, nem galões claros nem escuros, nada, nunca «vislumbrou» nada. Até porque é outro grande benfiquista, é mais um dos nossos, miseravelmente sacrificado!

— Só não percebo porque é que o Jacinto Paixão continua arredado da arbitragem...

— De facto, há coisas incríveis no futebol português.

— Bonito, bonito, era o Vítor Pereira ter nomeado o Jacinto Paixão para sábado.

— Bonito e justo.

— Justo e bonito.

E, por fim, lá compraram os bilhetes para o jogo. Benfiquistas e sportinguistas, grandes palermas.