Comunicação Social

DD

Citação de: fffernas em 19 de Fevereiro de 2009, 17:16
Opinadores

Por Alberto Miguéns

Há cada vez mais adeptos do “Glorioso” revoltados com a passividade dos supostos
“representantes do Clube”, em programas de painel televisivo. Todos sabemos que não é o Benfica que escolhe os seus “representantes” para os programas televisivos com painel de opinadores para três clubes, que semanalmente ocupam as noites de segunda-feira (“O Dia Seguinte” na SIC-Notícias) e de terça-feira (“Trio d’Ataque” na RTP-Notícias). Já o mesmo não se sabe em referência aos do Sporting CP e do FC Porto.

Há muito que nos apercebemos que as direcções desses programas escolhem quem melhor defende os interesses da sua programação, e menos quem defende – de facto – os valores do Benfica e do Benfiquismo. E há incompatibilidade entre uma defesa vigorosa, e real, do Benfica e os interesses em ter por lá “distraídos” Benfiquistas que, acomodados, pecam por serem escassos na veemência e abrangentes na passividade.

Seja como for, eles – os que se dizem “intrépidos” benfiquistas – estão nesses programas porque estão referenciados como pertencentes ao Clube. É a sua simpatia pelo Benfica que permite que ocupem esse lugar, é, evidentemente, o “Glorioso” que deveriam respeitar e defender na verdadeira acepção da palavra. Quem se predispõe a “defender o Benfica” deverá estar perfeitamente identificado com as estratégias do Clube, porque quem define a planificação, desenvolvimento e crescimento são os dirigentes que estão legitimados pelos associados que em assembleia geral elegem democraticamente os Órgãos Sociais. Quem escolhe – os responsáveis desses programas – deve ter em conta isto, a menos que queira estigmatizar os nossos dirigentes, o que seria deontologicamente muito grave. Quem é escolhido deve ser conhecedor da realidade em que está inserido e agrilhoado ao Clube, em todas as esferas – desportiva, política e social. O que se vai assistindo é a uma espécie de NIM – cumprem as “normas”, mas pelo mínimo… Basta comparar a defesa corporativa - fazendo passar o que interessa aos seus clubes - que os opinadores dos outros dois
grémios promovem para percebermos a vacuidade das posições dos nossos  representantes”, com a incongruência de poucos de nós se sentirem representados.

Em relação a Fernando Seara (“O Dia Seguinte”), e, por vezes, Pedro Vasconcelos (“Trio
d’Ataque”), os seus comportamentos passivos, as declarações dúbias, as posições inconsequentes e contrastantes com os outros “representantes”, os comentários sem nexo e irrealistas fragilizam o nosso clube. O Benfica na sua globalidade, e em particular as nossas equipas, sofrem deste modo amorfo de (não) defender o “Glorioso”. Funcionam mais como um “calcanhar de Aquiles” do que outra coisa qualquer…

O melhor que eles podiam fazer – para auxiliar em vez de (des)ajudar os nossos atletas, era abdicarem das posições que ocupam nesses programas. Em prol do Benfica!

Tudo dito em relação aos pseudo-representantes do benfica e mais concretamente ao político seara.

Já defendo isso há muito tb

VALEBEM

Isso de alguém se julgar mais Benfiquista do que outro tem muito que se lhe diga... A forma ideal de defender o clube varia de pessoa para pessoa... Nem sempre o fanatismo é o melhor conselheiro...
E, sinceramente, não acho que o Azias Ferreira ou o Aguiar passem melhor a sua mensagem do que o Seara...

Pedro Neto

Labaredas? O que é isso? MUAHAHAHAH

fffernas

Mas o seara passa alguma mensagem?!?!...só se for mudar de canal ou não ver o dito programa...que é o meu caso.
Isto é a minha opinião e não tem nada a ver com fanatismo!....tem a ver com uma defesa forte e acutilante do clube que manifestamente seara não faz parecendo mais interessado em manter um low-profile tipíco de um politico ambicioso que tem outro tipo de prioridades que não a defesa do clube.

nightcrowler

Citação de: XHITA em 19 de Fevereiro de 2009, 16:52
Jornal O Benfica, 20 Fev 2009.

http://www.slbenfica.pt/incslb/pdf/jornal/3382/jb03_20_cor.pdf

Crédito ao usuário PMCA!  :clap1:


Citação

Sagres sim! Super Bock não!

Por Alberto Miguéns

A criação da “Taça da Liga”, uma competição patrocinada pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), revelou-se um enorme equívoco, porque nada acrescenta ao depauperado futebol português… nem competitividade, nem espectacularidade, nem financeiramente rentável, nem credibilidade. Se o modelo da 1.ª edição era retrógrado, revelando-se um empecilho – porque colidia com a preparação de jogos internacionais - para os clubes com equipas a competir nas provas organizadas pela UEFA, o modelo desta 2.ª edição é de uma inoperacionalidade atroz.

A inútil Taça inútil

Desde o início que se levantou uma questão. Para que serve uma “Taça da Liga” no actual modelo europeu das competições de futebol? O modelo desta competição surgiu nas Ilhas Britânicas, quando foi necessário aumentar o número de jogos – e entradas pagas – face ao crescimento do profissionalismo dos futebolistas. Não havendo competições europeias de clubes, ou quando foram criadas estarem limitadas a um número reduzido de jogos – por exemplo, a Taça dos Clubes Campeões Europeus estava circunscrita a um representante por país, com jogos a duas mãos a eliminar – e havendo poucos jogos internacionais entre selecções nacionais, havia “espaço” e necessidade para fazer receitas, em manter os clubes em actividade. Actualmente
tudo isto mudou, e no sentido de “fomentar” uma competição sem tradição, “colocada” num mês (Janeiro) de “defeso” das competições europeias. O público tem-lhe dito “Não!”, ou seja, não interessa… a não ser para o presidente da Liga.

O FC Porto faz o que quer…

Uma competição ferida de credibilidade desde a 1.ª jornada (7 de Janeiro), quando a LPFP deu cobertura a um facto… ilegal. O FC Porto apenas utilizou um jogador (Pedro Emanuel) titular num dos dois últimos jogos oficiais, quando o artigo n.º 11 especifica que teria de utilizar pelo menos… cinco! Ou seja, o clube que fez um contrato publicitário com a Unicer (Carlsberg) - cervejeira de Leça do Bailio, dirigida pelo portista António Pires de Lima, que se está a mostrar ruinoso, pois em menos de dois anos perdeu dez por cento de quota de mercado para a Centralcer (Sagres) - nem sequer respeitou este patrocinador tão “especial” (ver gráfico). Recebem, “choram”, ignoram e desrespeitam.
Nisto “esta taça” até é uma competição do “sistema”. Com o beneplácito do SCP e à FCP!

Só faltava o Sporting…

Ainda a “poeira” não assentara quando surge uma notícia no jornal “Record” (ver imagem) dando conta da insatisfação dos dirigentes sportinguistas face ao patrocínio da Sagres, porque segundo eles o “Sporting sentiu-se discriminado e até enganado, porque não é aceitável que a Centralcer esteja disponível para o Benfica e não melhore
as verbas para novo contrato publicitário com o Sporting”. Ao que parece o Sporting CP pretende seguir (mais uma vez…) o FC Porto, estabelecendo contrato com a Super Bock. Esta marca pertencente à Unicer e vai ser publicitada (será?) no FC Porto – equipamentos, bancadas e modalidades – no “tal contrato” ruinoso (cerca de três milhões de euros/ano) que tem contribuído para o insucesso comercial – para lá do financeiro – da marca de Leça do Bailio, administrada pelo Dr. Pires de Lima.

Que retorno?

Desde há muito que os sportinguistas pretendem junto do meio empresarial e publicitário conseguir contratos iguais aos do Benfica, e mesmo superiores, obtidos através de pressão, como foi o que conseguiram com o BES, onde tiraram vantagem dessa sua política! Olha se nós, os Benfiquistas, fizéssemos ao BES o que eles anunciam ir fazer à Centralcer (Sagres)? Porque pretendem eles – já com os contratos televisivos é “mais do mesmo” – igualar-se a nós se no mercado empresarial financeiro todos sabem que o retorno dado pelo Benfica é incomparavelmente maior? SE o BENFICA vale mais, recebe mais, terá obviamente de receber mais! É assim a lei da vida, não é?…

Caixa a “arder”

Esta “política” de pressão e choradinho – após a inauguração do nosso Caixa Futebol Campus - valeu-lhes um contrato com a CGD para patrocinar as modalidades, em particular o atletismo. Que visibilidade dá uma modalidade como o atletismo a uma empresa bancária como o CGD? Que mediatismo? Que interesse? Realmente estamos
em presença de um clube que tem um poderio na política portuguesa e nos media
nacionais muito acima da sua real importância social e desportiva! Agora surge mais um devaneio: descontentes com a Sagres pretendem encostar-se ao FC Porto para se unirem à Super Bock. Que sejam felizes!

E que os Benfiquistas se apercebam do que está em jogo com esta “dança” das cervejas. E como eles – portistas e sportinguistas – nos querem “encostar”... Cá por mim já fiz a opção certa. Cerveja só Sagres! Bancada junto da qual está a nossa baliza talismã!


Citação

Opinadores

Por Alberto Miguéns

Há cada vez mais adeptos do “Glorioso” revoltados com a passividade dos supostos
“representantes do Clube”, em programas de painel televisivo. Todos sabemos que não é o Benfica que escolhe os seus “representantes” para os programas televisivos com painel de opinadores para três clubes, que semanalmente ocupam as noites de segunda-feira (“O Dia Seguinte” na SIC-Notícias) e de terça-feira (“Trio d’Ataque” na RTP-Notícias). Já o mesmo não se sabe em referência aos do Sporting CP e do FC Porto.

Há muito que nos apercebemos que as direcções desses programas escolhem quem melhor defende os interesses da sua programação, e menos quem defende – de facto – os valores do Benfica e do Benfiquismo. E há incompatibilidade entre uma defesa vigorosa, e real, do Benfica e os interesses em ter por lá “distraídos” Benfiquistas que, acomodados, pecam por serem escassos na veemência e abrangentes na passividade.

Seja como for, eles – os que se dizem “intrépidos” benfiquistas – estão nesses programas porque estão referenciados como pertencentes ao Clube. É a sua simpatia pelo Benfica que permite que ocupem esse lugar, é, evidentemente, o “Glorioso” que deveriam respeitar e defender na verdadeira acepção da palavra. Quem se predispõe a “defender o Benfica” deverá estar perfeitamente identificado com as estratégias do Clube, porque quem define a planificação, desenvolvimento e crescimento são os dirigentes que estão legitimados pelos associados que em assembleia geral elegem democraticamente os Órgãos Sociais. Quem escolhe – os responsáveis desses programas – deve ter em conta isto, a menos que queira estigmatizar os nossos dirigentes, o que seria deontologicamente muito grave. Quem é escolhido deve ser conhecedor da realidade em que está inserido e agrilhoado ao Clube, em todas as esferas – desportiva, política e social. O que se vai assistindo é a uma espécie de NIM – cumprem as “normas”, mas pelo mínimo… Basta comparar a defesa corporativa - fazendo passar o que interessa aos seus clubes - que os opinadores dos outros dois
grémios promovem para percebermos a vacuidade das posições dos nossos  representantes”, com a incongruência de poucos de nós se sentirem representados.

Em relação a Fernando Seara (“O Dia Seguinte”), e, por vezes, Pedro Vasconcelos (“Trio
d’Ataque”), os seus comportamentos passivos, as declarações dúbias, as posições inconsequentes e contrastantes com os outros “representantes”, os comentários sem nexo e irrealistas fragilizam o nosso clube. O Benfica na sua globalidade, e em particular as nossas equipas, sofrem deste modo amorfo de (não) defender o “Glorioso”. Funcionam mais como um “calcanhar de Aquiles” do que outra coisa qualquer…

O melhor que eles podiam fazer – para auxiliar em vez de (des)ajudar – os nossos atletas, era abdicarem das posições que ocupam nesses programas. Em prol do Benfica!


o pires de lima é sportinguista.
a unicer é uma grande marca, não façam disto uma gueera norte/sul se faz favor.
muitos momentos de felicidade proporcionou-me a super bock!!

VALEBEM

 É outra discussão, mas não me parece nada que o Seara seja um «político ambicioso»...
Já teve várias oportunidades para voos mais altos, e continua no mesmo sítio...
Acho que a atitude dele no programa tem a ver com a sua maneira de ser, e há muitos Benfiquistas que se revêm nela... Porque faz a diferença e relação aos talibãs dos outros clubes...

pcnunes

Citação de: VALEBEM em 19 de Fevereiro de 2009, 17:57
É outra discussão, mas não me parece nada que o Seara seja um «político ambicioso»...
Já teve várias oportunidades para voos mais altos, e continua no mesmo sítio...
Acho que a atitude dele no programa tem a ver com a sua maneira de ser, e há muitos Benfiquistas que se revêm nela... Porque faz a diferença e relação aos talibãs dos outros clubes...
cuidado com esses "voos mais altos", pois o Seara coisa que não é,é estúpido, e soube bem se tinha bases de apoio suficientes para embarcar nesses "voos mais altos".

Quanto à postura, concordo contigo, acho que não é uma questão de cobardia mas sim de modo de estar

afsantos

Sai uma vénia para o Alberto MIguéns... cum caraças esta pagina a4 diz mais que oe todos os comentadores juntos nesses programas da treta...

Um abraço

VodkaBoy

Citação de: BENFIC@1904 em 19 de Fevereiro de 2009, 17:08
Citação de: william em 19 de Fevereiro de 2009, 16:58
pessoal uma info pf.

o jornal do benfica sai em que dias?? e qual e o custo normalmente?

Á sexta-feira, 80 centimos.


75 cent... comprado no stand benfica junto à loja adidas

unum

Citação de: VALEBEM em 19 de Fevereiro de 2009, 17:57
É outra discussão, mas não me parece nada que o Seara seja um «político ambicioso»...
Já teve várias oportunidades para voos mais altos, e continua no mesmo sítio...
Acho que a atitude dele no programa tem a ver com a sua maneira de ser, e há muitos Benfiquistas que se revêm nela... Porque faz a diferença e relação aos talibãs dos outros clubes...

O Seara de parvo não tem nada. Na actual conjectura política, voos altos no PSD só são no sentido descendente. Daqui a uns anos, quando o PS estiver em contra-ciclo veremos se mantém a sua posição actual...

Contudo não concordo totalmente com a crónica. Acho que a defesa intransigente do Benfica não implica necessariamente propagandistas ligados à actual direcção, seja ela qual for. O que implica é uma verve e acutilância que nem Seara nem APV (apesar de ter estado bem no último programa) podem oferecer. 

insatisfeito

Temos que fazer aqui uma lista de produtos (ex:cerveja, bancos, jornais, etc...) que devemos ou não comprar de forma a aumentar o poder do BENFICA.......

:drunk:

pcnunes

Citação de: unum em 19 de Fevereiro de 2009, 18:33
Citação de: VALEBEM em 19 de Fevereiro de 2009, 17:57
É outra discussão, mas não me parece nada que o Seara seja um «político ambicioso»...
Já teve várias oportunidades para voos mais altos, e continua no mesmo sítio...
Acho que a atitude dele no programa tem a ver com a sua maneira de ser, e há muitos Benfiquistas que se revêm nela... Porque faz a diferença e relação aos talibãs dos outros clubes...

O Seara de parvo não tem nada. Na actual conjectura política, voos altos no PSD só são no sentido descendente. Daqui a uns anos, quando o PS estiver em contra-ciclo veremos se mantém a sua posição actual...

Contudo não concordo totalmente com a crónica. Acho que a defesa intransigente do Benfica não implica necessariamente propagandistas ligados à actual direcção, seja ela qual for. O que implica é uma verve e acutilância que nem Seara nem APV (apesar de ter estado bem no último programa) podem oferecer. 
Quanto ao primeiro parágrafo, já disse o que tinha a dizer, e afinei pelo mesmo diapasão.

Quanto ao 2.º parágrafo, concordo com tudo, já que liberdade de expressão deve imperar, mas discordo quando dizes que o APV não é acutilante... ele é bem mais que o Seara, a questão é que ele tem demasiados preconceitos (no sentido de ideias feitas) e não é capaz de se despir desses...tem ali umas idiossincrasias engraçadas...

Corrosivo

#25347
  O absurdo do ano
[ 2009/02/13 | 21:29 ] Luís Sobral
 
O Benfica tentou na quinta-feira pressionar a Comissão Disciplinar da Liga a castigar Lisandro López e Bruno Alves por «factos» ocorridos no clássico.
 
Esta é provavelmente a ideia mais absurda do ano. E ainda agora começou 2009, sei que é um risco. Mas acho que vai necessária muita imaginação para conseguir pior.
 
Os argumentos (?) do Benfica são frágeis e distorcem de forma tão evidente a letra e o espírito dos regulamentos que anulam à partida o efeito que pretendiam alcançar.
 
Sem argumentos, que desejava o Benfica? Apenas pressionar a Comissão Disciplinar e, na passada, a Comissão de Arbitragem, bem como os árbitros de todos os jogos dos grandes. Até porque se aproximam mais clássicos.
 
Este tipo de comportamento é pouco habitual na história do Benfica, mas relativamente comum nos anos de Luís Filipe Vieira. Já foi utilizado por muitos outros clubes, sobretudo o F.C. Porto, nos seus piores momentos (que foram bastantes, como a história registou).
 
Todos sabemos que este comportamento às vezes funciona, o que se lamenta. A curto prazo, o Benfica pode recolher um ponto ou dois. A médio e longo prazo perde o futebol, cada vez mais desacreditado por jogadas como estas.
 
Repito uma ideia que já defendi em ocasiões anteriores: esta Comissão Disciplinar foi uma das poucas coisas boas que aconteceram ao futebol português os últimos tempos. E não deixa de ser sinal da sua independência que Benfica e F.C. Porto, por caminhos diferentes, coincidam na crítica.
 
P.S. : Muito mais grave, do meu ponto de vista, do que a «iniciativa» do Benfica no canal do clube é a atitude dos três jornais desportivos portugueses face a um tema como este. Ao fazerem manchete com esta notícia (?!) estão a conferir-lhe uma importância que não tem e a dar-lhe uma dimensão que semelhante absurdo obviamente não justificava. Dito isto, é evidente que Pedro Proença errou ao assinalar grande penalidade pelo braço de Yebda em Lisandro. Espera-se que o árbitro seja pelo menos tão severamente punido como foi Pedro Henriques. É que se suceder desta vez Vítor Pereira terá tido justificação para isso.     
[/]----------------[/][/]O titulo adequado será o "absurdo do ano" ou o "absurdo do jornalista"?[/]

leo maravilha

e mais a inconpetencia do jornaleco

Deus Ex-Machina

esse artigo já tem uma semana...

mas apenas comprova que o Sobral é uma enorme besta...