Comunicação Social

Strata

Pronto, o APV já nos tirou as esperanças de sermos campeões....assim não! No final da época quero ver se assumes as responsabilidades! >:(

XHITA



Canto directo: Liga dos Campeões só para um

Por José António Lima

O 2.º classificado do Campeonato português só muito dificilmente terá acesso à Liga dos Campeões da próxima época. E o 3.º classificado precisará de disputar uma eliminatória de apuramento para ter entrada na Liga Europa (competição que substitui a actual Taça UEFA já a partir de Junho).

No momento em que FC Porto, Sporting e Benfica discutem entre si os três primeiros lugares da Liga portuguesa, a maioria dos adeptos ainda não tem noção desta depreciação que sofreram os segundo e terceiro lugares do pódio nacional em termos europeus, depois das alterações aprovadas e introduzidas pela UEFA.

A verdade é que só o campeão português terá presença assegurada na fase de grupos da Champions. O 2.º lugar obrigará a disputar duas difíceis pré-eliminatórias para lá chegar. A primeira entre os 10 segundos classificados dos países posicionados entre a 6.ª e a 15.ª posição do ranking da UEFA (que deverá incluir clubes como o Dínamo de Moscovo, Twente ou Ajax, Glasgow Rangers, Besiktas, Panathinaikos ou Sparta de Praga), a realizar no final de Julho-ínício de Agosto. A segunda entre os cinco apurados desta fase e os 3.ºs e 4.ºs classificados dos cinco melhores campeonatos da Europa (onde poderão estar Arsenal, Villarreal ou At. Madrid, Fiorentina ou Roma, Marselha e Bayern ou Hamburgo), que terá lugar na segunda quinzena de Agosto.

O novo formato de qualificação para a Liga dos Campeões complicou — e muito — o acesso à prova de uma segunda equipa portuguesa.

E na nova Liga Europa, que põe fim à Taça UEFA e adopta um modelo competitivo semelhante ao da Liga dos Campeões, a vida das equipas portuguesas também é muito dificultada.

Na realidade, o vencedor da Taça de Portugal (ou finalista vencido) e o 3.º classificado do Campeonato terão que ultrapassar a 4.ª e última pré-eliminatória para acederem à fase de grupos. O 4.º classificado português já terá que jogar duas pré-eliminatórias. E o 5.º lugar (à atenção de Sp. Braga, Nacional, Leixões e Marítimo) implicará a realização de três pré-eliminatórias sucessivas, a primeira das quais a realizar logo a meio do mês de Julho...

A agravar este panorama para as próximas épocas europeias está a possibilidade (cada vez mais real) de Portugal cair do actual 9.º lugar para o 10.º lugar do ranking da UEFA, perdendo um clube na Liga Europa em 2010/11, passando de 4 para 3 equipas na competição.

A queda gradual de Portugal no ranking de clubes da UEFA começou há dois anos (de 6.º para 8.º) e parece quase inevitável agora a descida para o 10.º lugar (com a Ucrânia prestes a ultrapassar-nos). Ao ter que dividir por 6 ou por 7 (o número de clubes do contingente português na Europa, nas últimas épocas) o total de pontos somados pelas equipas nacionais, a classificação ressente-se. Esta época 2008/09, por exemplo, Portugal obteve até agora 6,214 pontos, correspondentes a 43,5 pontos a dividir por 7 (13 do FC Porto, 13 do Sp. Braga, 12 do Sporting, 3 do Benfica, 2,5 de V. Guimarães, V. Setúbal e Marítimo). Com esses 6,214 pontos, Portugal está no 12.º lugar da época, atrás da Dinamarca, da Turquia, da Grécia e... até do Chipre.

Neste cenário de crescentes dificuldades, de acesso e de pontuação, a nível europeu o Sporting fechou ontem à noite, em Munique, a sua participação na Liga dos Campeões. E, de novo, em tons de pesadelo.

Depois da goleada sofrida em Alvalade, uma derrota ainda mais pesada em Munique, por 7-1. E uma nova demonstração de menoridade futebolística que mancha a imagem europeia do Sporting. Sair de uma eliminatória vergado a um somatório de 12-1 é uma humilhação para o clube, para o seu prestígio e a sua história. E um enxovalho que os adeptos não esquecerão.

Hoje, o FC Porto parte com a vantagem do empate a dois em Espanha para a decisão da eliminatória frente ao At. Madrid, uma equipa capaz do pior e do melhor, como se tem visto na Liga espanhola. E que vem de dois moralizadores resultados contra Barcelona e Real Madrid. Não será um jogo fácil.

Amanhã, em Paris, o confiante Sp. Braga tem a hipótese de levar mais longe a sua excelente carreira na Taça UEFA e de trazer um resultado positivo do jogo com o PSG.

Como se viu, o futebol português bem precisa de somar pontos na Europa.

P.S. - Ah! E hoje ainda há o tudo ou nada de José Mourinho em Manchester. Um duelo empolgante com Alex Ferguson e Cristiano Ronaldo. A não perder.

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Na margem: Facilidades a mais

O FC Porto teve os dois primeiros golos oferecidos pelo Leixões. E em momentos cruciais: o primeiro num penalty disparatado cometido por Hugo Morais; o segundo, aos 50 minutos, num passe desastrado de Laranjeiro a isolar Hulk. A partir daí, tudo ficou mais fácil para os portistas. Em Alvalade, o Sporting beneficiou, logo aos 7 minutos, de uma deficiente intervenção do Coelho a remate defensável de Liedson, para impor o seu futebol e chegar com naturalidade ao 2-0. Daí até ao final, a equipa leonina pôde poupar esforços perante a quase inofensiva equipa pacense. Na Figueira, o Benfica chegou cedo à vantagem, desapareceu do jogo durante 50 minutos e só despertou ao sofrer o golo do empate. O árbitro, como é seu timbre, deu uma ajuda e a vitória lá chegou. Espera-se, a bem da emoção da recta final da Liga, que os três grandes não tenham tantas facilidades nas jornadas que se seguem.

XHITA



O planeta do futebol - Missão: saber perder a bola

Por Luís Freitas Lobo

O jogo conhece muitos momentos ao longo de 90 minutos, mas existe um que supera todos em matéria de correr riscos: é quando se perde a bola. O local onde isso sucede e a forma como então a equipa fica posicionada (e reage), é dos momentos tacticamente mais decisivos do jogo. É, também, a acção mais repetida ao longo do jogo, pois quando se tem a bola, a única coisa de que a equipa tem a certeza é que (salvo os raros casos de golo) é que vai acabar por perdê-la. Por isso, é difícil entender equipas que, em campo, dão a ideia de não contemplar as consequências dessa perda, tal a forma como ficam desequilibradas (na cobertura dos espaços) quando deixam de ter a sua posse.

Paulo Sérgio, treinador do Paços de Ferreira, tocou nesse aspecto ao analisar o primeiro golo sofrido com o Sporting: «Perdemos a bola no início da transição.» É um bom prisma de análise do impacto dos momentos de perda da bola. De todos, esse é o mais arriscado: no início da transição defesa-ataque. Ou seja, logo depois de a recuperar, apanhando a equipa (jogadores) imediatamente após mudar o chip mental do momento defensivo para o ofensivo. Quanto mais perto isso sucede da sua própria área, maior o risco de apanhar a equipa descolocada, em contrapé (na relva e na mente). Por isso, o risco de fazer passes de primeira instância em bloco baixo sem precisão. Isto é, passes curtos para o colega mais próximo (primeira instância) quando a equipa está concentrada muito perto da sua área (bloco baixo). Se o passe não entra, o adversário apanha os espaços descompensados de marcação e os defesas com a cabeça noutro momento do jogo. Jogando mais longo nessas situações (saltando assim a tal zona de maior risco) garante-se perder a bola o mais longe possível da sua área. Entretanto, o bloco, pode subir alguns metros.

Pensemos no Benfica. Apesar das críticas feitas à falta de troca de bola organizada na construção ofensiva, é raro ver a equipa perder a bola no início de transição defesa-ataque. Esta é feita, muitas vezes, com um toque e sai logo um passe longo para a faixa. Com isso, perde cultura de posse, mas evita expor a linha defensiva, sobretudo centrais, às consequências de falhar o passe na tal zona de máximo risco. Quique sabe as características dos centrais que tem. Para subir a linha defensiva, tem de pensar ao mesmo tempo na forma de a proteger. Essa protecção passa por conseguir prever a colocação da equipa após perder a bola.

Tudo isto, preocupação com a perda da bola, pode criar a ilusão de que a equipa entra em campo a pensar em defender. Não é assim. No fundo, trata-se de perceber que entre ter a bola e perder a bola (a constante do jogo) existe um momento de fronteira, espécie de buraco negro do jogo, que escapa aos seus quatro grandes momentos (organização e transição ofensiva e defensiva). Se esse momento de fronteira (o secreto início da transição) falha, a equipa fica, tacticamente, na terra de ninguém. A solução parece virar o jogo do avesso: equilíbrio defensivo a atacar.


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Ronaldo já é mais rápido

Usain Bolt vai ajudar Ronaldo a ser mais rápido. A notícia, engraçada, torna-se, rapidamente, assustadora. Porque são dois tipos de velocidade totalmente diferentes. A de Bolt em 100 metros voadores, em linha recta, sem nada pela frente. A de Ronaldo, em largos metros com curvas, simulações, dribles, travagens, remates e passes, com uma bola à frente. Passem esta ideia para os anos 80, e coloquem Carl Lewis, supersónico, e Laudrup, que até era meio dengoso com bola, lado a lado para uma corrida. Quem é mais rápido? Na pista, Lewis, sem dúvida. Se, no entanto, os colocassem lado a lado num campo de futebol, correndo e pensando com a bola ao mesmo tempo, Laudrup chegaria sempre primeiro. O futebol não tem a lógica atlética do atletismo onde vence o mais rápido. Porque é um jogo, com a lógica do mais inteligente cruzada com o uso da destreza física, Ronaldo nunca terá, futebolisticamente falando, nada a aprender com Bolt. Só tem a desaprender, mesmo. Até poderá conseguir correr ainda mais rápido, mas, de certeza, irá jogar mais... devagar.

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Naval: dupla personalidade

A Naval é uma equipa que joga jogos diferentes conforme o local da bola. Entende o corredor central só para pressionar. Utiliza os flancos para transições e transporte de bola. Em 4x3x3, o trio do meio-campo jogam sempre por dentro (só alarga em tarefas defensivas, pressing, em função do local onde cai a bola). A largura de circulação em posse é dada por um lateral mais subido ou o recuo de um extremo. Não acelera nas transições ofensivas, tenta jogar organizado, de forma mais pausada. É uma boa ideia, só que quando a bola entra no espaço entre-linhas central, o jogo perde lucidez. Nessa altura só ganha vida se surgir uma diagonal curta de um ala a acelerar com a bola. Godemeche, por exemplo, é o médio interior que sai para o meio-campo adversário quando a bola cai nele, mas em vez de ser para jogar, surge para pressionar o adversário que quer sair a jogar. A equipa está sempre bem posicionada (o jogo posicional é a sua maior qualidade) mas, nesta divisão, perde, por vezes, a indispensável relação entre zonas laterais e interiores.

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O 'mistério' da Amadora

Poucos parecem ter reparado, mas o Estrela da Amadora tem treinador. É Lázaro Oliveira. Vendo a equipa jogar, nota-se a organização como se coloca em campo, entendendo muito bem o jogo de harmónio, isto é, torna-se curta (linhas juntas a defender, pressing e recuperação) e longa (estendendo linhas a atacar, sem perder a segurança dos passes apoiados). Vê-se trabalho específico para cada jogo, com um futebol. Sem dinheiro, mas seguro, inteligente e.... sereno, como Lázaro. Tem um central que corta tudo (Nuno André Coelho), um nº. 9 que segura muito bem a bola (Anselmo), um avançado que marca a diferença na velocidade agressiva (Varela), e médios que lutam (F. Alexandre e Goianira) e jogam (Celestino e Jardel). Num 4x3x3 falso que se torna num 4x4x2 assimétrico com os recuos de Vítor Moreno, ou, numa descrição matemática mais rigorosa, num 4x6x0, tal a forma como todos se transformam em médios (porque ora tentam recuperar a bola, ora assumem a sua posse) no entendimento e na capacidade de participar nesses diferentes momentos do jogo.

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Atenção a... Djalmir (Olhanense)

Depois de longas épocas anónimo pela II Liga (Famalicão, Salgueiros, Feirense, passando pelo Belenenses em 2001 e 2003, mas jogando pouco), Djalmir emerge como o goleador que vai levando o Olhanense rumo à subida. Sem ser muito rápido, usa a inteligência para surgir no sítio certo a finalizar, uma espécie de força ágil (1,85 m e 76 kg), muito frio em frente ao guarda-redes. Leva 16 golos esta época (na passada fizera apenas 5). Faz 33 anos este mês, pelo que é tarde para dar o salto. Merece, porém, olhar atento e, na próxima época, jogar na I Liga. Com o Olhanense, muito provavelmente.

bystander

ahhhh, filho da puta lima no seu melhor, 3, 4 linhas sobre a humilhação, e a bicada no slb de sempre....que fdp.....um pinheiro era pouco......

Francescoli

Citação de: ricardof em 10 de Março de 2009, 20:10
Citação de: Vieri em 10 de Março de 2009, 18:53
Citação de: Gudjohnsen em 10 de Março de 2009, 18:49
Citação de: Vieri em 10 de Março de 2009, 18:45
Citação de: Royal_Flush em 10 de Março de 2009, 16:07
 
Os jogadores Beto, Hugo Morais e Laranjeiro vão apresentar uma queixa-crime contra Rui Santos, por considerarem que o jornalista ofendeu a sua "honra e a dignidade" nos comentários proferidos no programa "Tempo Extra", exibido domingo na SIC.
Os atletas do Leixões vão ter o apoio do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), que hoje, em comunicado assinado pelo presidente, Joaquim Evangelista, repudia as "opiniões difamatórias" proferidas no âmbito da análise ao encontro que os leixonenses perderam (1-4) com o FC Porto, no passado sábado.

"Lamentavelmente, Rui Santos levantou uma suspeita grave sobre os referidos jogadores, enquanto intervenientes em lances menos felizes para a sua equipa no jogo com o FC Porto. Uma coisa é a análise crítica em abstrato de um determinado assunto, coisa diferente será a associação de um comportamento incorreto a uma determinada pessoa", refere o comunicado.
Joaquim Evangelista destaca ainda que, "sendo óbvia a legitimidade do comentador abordar as questões que julgue pertinentes, não menos inquestionável é o dever que lhe incumbe de respeitar a honra dos destinatários das suas observações".

http://www.record.pt/noticia.aspx?id=56f3b9ff-ff6f-4713-a312-48c5fe59c9fe&idCanal=00000806-0000-0000-0000-000000000806




Eu não tenho andado por cá, nem ouvi o Rui Santos.
Quanto ao penalty e ao atraso do Laranjeiro eu não posso insinuar nada. É, até prova em contrário, futebol.

Agora aquela abordagem do Beto ao lance do golo do Hulk é das coisas mais estranhas e bizarras que eu vi no futebol...
Mais 2 metros para o lado contrário e ele saía do enfiamento da baliza !!!

Isso não foi discutido por aqui?


Meu caro, discutir o quê? Era mais que provável que algo do género ia acontecer, tal como nos próximos jogos irão acontecer mais lances "estranhos".

Gastam-se horas a discutir aqui o sexo dos anjos, e aquilo não mereceu discussão?
Está tudo doido!

Já aqui foi discutido... Se bem que certas pessoas contra-argumentaram com o auto-golo escandaloso e a "avenida" que um defesa do Leixões deu ao Cardozo (esse tosco sem velocidade) no jogo contra o Benfica.

Esse segundo golo do Porto foi das coisas mais irreais que eu já vi num campo de futebol...

Pergunto-me se "certas pessoas" agora nao vao insinuar que o Polga e o Patricio estavam comprados pelo Bayern...

Coerencia precisa-se!!!

XHITA



Editorial: Ter ou não ter crucial estofo...

Por Santos Neves

Estado de choque! Decerto por isso, a consternação de Paulo Bento se ficou pelo mínimo quanto a desabafo: "Um resultado destes faz sempre mossa". Mossa?! O que houve foi... cataclismo. Segunda noite de terror frente ao Bayern, total de 12-1 (!) em 3 horas de confrangedora inépcia, céus!, que humilhante adeus à Liga dos Campeões, que terrível rescaldo dos festejos por o Sporting pela primeira vez ter atingido os oitavos-de-final.

Evidentíssima urgência de profunda reflexão em Alvalade, tirando conclusões: nesta temporada, em 5 jogos com gigantes europeus (Real Madrid, Barcelona, Bayern), o Sporting viu-se chocantemente esmagado, sofrendo 25 (!) golos, o que dá a dramática média de 5 por desafio! Logo, não se trata de acaso, de um daqueles pontuais acidentes de percurso que acontecem a qualquer um. Trata-se de brutal amplificação da irregularidade (já de si enorme) que leva esta equipa a vencer o Benfica e, 3 dias depois, a vergar-se por 5-0 em sua casa, a reagir com empate no Dragão e fácil vitória sobre o P. Ferreira, para de imediato ser esmagada com 7-1! (ou, na época passada, brilhar no 5-3 ao Benfica e, de enfiada, sofrer goleada de 4-1, frente ao Leiria a caminho da despromoção!). Que razões de fundo para tamanha falta de estofo?

Espera-se que estofo hoje não falte ao FC Porto, tão pertinho de se colocar entre os 8 melhores da Champions. Vamos lá a ambição assente em forte personalidade, sem esquecer o perigo de surgir outro Atlético de Madrid: o que, nos 2 últimos jogos, venceu o Barcelona... e quase, quase esfarrapou o Real com goleada tão à vista em casa deste...

Ouro sobre azul era o Atlético ganhar hoje no Dragay!  :cheerleaders:

Strata

Eu acho que o melhor era juntarmo-nos todos, irmos trabalhar para o jornal A Bola para parecermos mais e assim o título de certeza que não nos escapa. Para quê comprar treinadores e jogadores se o título pode estar nas nossas mãos, mesmo aqui ao virar da esquina?
Bora lá, pessoal! :metal:

darkwolf

Eu não ligo a pessoas que na era Damásio era só elogios e que agora se gaba de não ir ao estádio desde essa altura. Os outros comentadores defendem o seu clube até ao cúmulo do exagero o nosso ataca o próprio clube e parece em constante campanha presidencial. Ele está lá não por perceber de futebol mas porque é famoso. Mais vale meter o Ricardo Araújo Pereira pois é mais famoso que este palerma e até percebe mais de futebol.

Agora quando os lagartos vierem com a conversa dos 7-1 ao Benfica nós mandamos a boca do Bayern a passo espetar-lhes 7, falhar mais 4 e não ter sido marcado um penalty a seu favor.


RN

Não sei se já foi abordado por aqui este tema (ou não) mas não posso deixar de comentar a afirmação do Estatísticas Oliveira e Costa ontem no Trio de Ataque, nomeadamente quando ele diz que prefere dois 2º lugares do que um 1º lugar e um 3º lugar.

Como é que é possível algum adeptos de um dos 3 grandes pensar assim? Enfim, mais uma prova de que uma grande parte dos adeptos do Sporting é "mesmo" diferente...ainda bem que não somos assim no SLB!

Abraço :slb2:

APM

Citação de: PiccoloBomber em 11 de Março de 2009, 09:15
Citação de: VALEBEM em 11 de Março de 2009, 09:11
Vi parte do Trio de Ataque, precisamente a parte em que falaram do jogo do Benfica, e embora me reveja naquilo que o APV disse sobre o Quique, e até podia ter falado noutros aspectos, acho que é errado numa altura destas da época falar de formas tão agressiva sobre o nosso treinador... Eu não o faria, mas esse sempre foi o estilo APV, de dizer sempre o que pensa...
Felizmente estamos num país democrático e cada um é livre de dizer o que pensar.
Se foi o momento indicado ou não, a mim parece me que foi, visto que nos estamos a aproximar do final da época e como ele começou por referir as eleições deviam ser mudadas para se saber o que os adeptos querem para o ano.

Os adeptos ou os sócios?

blog benficaatemorrer

Já alguém te respondeu alguma coisa?

Francescoli

Citação de: RN em 11 de Março de 2009, 10:46
Não sei se já foi abordado por aqui este tema (ou não) mas não posso deixar de comentar a afirmação do Estatísticas Oliveira e Costa ontem no Trio de Ataque, nomeadamente quando ele diz que prefere dois 2º lugares do que um 1º lugar e um 3º lugar.

Como é que é possível algum adeptos de um dos 3 grandes pensar assim? Enfim, mais uma prova de que uma grande parte dos adeptos do Sporting é "mesmo" diferente...ainda bem que não somos assim no SLB!

Abraço :slb2:

Se fosse so ele a pensar assim...

A propria direcçao tem este pensamento, porque tem a teoria de que "mais vale um passaro na mao (2.º lugar e presença assidua na LC) do que dois a voar (ir la de x em qdo e nao ir num ano, que é um verdadeiro cataKLINSMANN para eles)...


PS: Nao resisti a piadola... ;)

Sickness:SLB

Citação de: .:VMPT:. em 11 de Março de 2009, 09:08
Em caso de duvida beneficia-se quem ataca....

Onde está o caso?

Lance perfeitamente normal...

isso é o que dizem sempre os comentadores....o que eu acho extremamente engraçado: quem é que disse que o fiscal de linha teve duvidas??

o que eu vejo é o liedson com uma perna e um braço (se bem me lembro) á frente...ora....hoje em dia isso é fora de jogo. curiosamente na 2ª parte assinalaram e bem um offside ao carriço, exactamente por essa razao

peta

Ontem o APV esteve miserável e mais não digo para não ter que cair nos insultos

darkwolf

Mas vocês não sabem que o clube do Tareco adora ficar aos pés do dono ? Por isso adoram o 2º lugar.