Comunicação Social

CASPA and RUSKO

Perde-se mto tempo a falar do caracolinhos...

aguia_misteriosa

Às vezes, ainda vejo algo e leio, mas sinceramente não dou importância. :whistle2:
Muitos falam, falam, e nada dizem... :o
Conseguem ser piores que os meus textos filosóficos, que tem mais realidade que a opinião formatada por alguns. :coolsmiley:



RedJohn

Ehehe o Guilherme Aguiar convidado pela SIC para ir a um debate sobre verdade desportiva, ele que fez as leis mesmo a jeito pró clube corrupto se safar da descida de divisão até quando se prova que compraram dois árbitros.

Siga a palhaçada!

Didiman

Citação de: RedJohn em 12 de Março de 2009, 00:17
Ehehe o Guilherme Aguiar convidado pela SIC para ir a um debate sobre verdade desportiva, ele que fez as leis mesmo a jeito pró clube corrupto se safar da descida de divisão até quando se prova que compraram dois árbitros.

Siga a palhaçada!

As regras são votadas pelos clubes.
Os emprestimos de jogadores e alguns negócios explicam a tendência das votações da Liga.
Mesmo o que o Hermínio falou esta semana das dívidas aos jogadores em Maio não é inscrito, vai ainda a votos pelos clubes, eles é que decidem tudo.

O_Glorioso

Citação de: vigilantegnu em 11 de Março de 2009, 23:07
Hoje apanhei aqui há tarde na Foz em Matosinhos o Cervan em amena cavaqueira com o Porko Moreira do Trio

Até parei o carro de propósito para lhe mandar uma boquita..."ó cervan andas-te a dar com os Porkus?"
Nem ele nem o Moreira piaram...

A famosa fruta é o que é... famosa!

| João |

Este Afonso Alves e os hipotéticos 11M €...
O que vos parece?

Race Tuning

#28251
Citação de: RedJohn em 12 de Março de 2009, 00:17
Ehehe o Guilherme Aguiar convidado pela SIC para ir a um debate sobre verdade desportiva, ele que fez as leis mesmo a jeito pró clube corrupto se safar da descida de divisão até quando se prova que compraram dois árbitros.

Siga a palhaçada!
[/q
Citação de: aguia_misteriosa em 12 de Março de 2009, 00:11
Às vezes, ainda vejo algo e leio, mas sinceramente não dou importância. :whistle2:
Muitos falam, falam, e nada dizem... :o
Conseguem ser piores que os meus textos filosóficos, que tem mais realidade que a opinião formatada por alguns. :coolsmiley:




por falar em textos filosoficos
num dos momentos de introspecção e na completa realisação do meu ego, vi que existiam dois sentimentos congenitos e patologicos, um é o amor esse afródito e afrodisiaco o outro é a côisminencia Hiperbolica dos factos metafisicos que não passam de uma mera aberração á logica filosófica  :coolsmiley:



Denim

#28254
adoro o facto do reco-reco fazer capa com o Zpording...deixando o Porco par 2º plano ;D



e as alfinetadas na velosa continuam :rir:

molotov

Essa do Veloso rir ao entrar no treino é mesmo para tentar lixar o gajo por ter falado na tal campanha do record. Sou contra tudo o que o gajo tem feito, tem tido uma atitude de merda para um profissional mas neste caso ja tao a ir um pouco longe...

XHITA



Contra a corrente: A incrível semana da «bitola da época»

Por Leonor Pinhão

No que diz respeito ao futebol — ou à falta de respeito pelo futebol, se assim o entenderem —, nós por aqui já conhecíamos bem e de ginjeira a famosa «fruta da época». Da «bitola da época» é que nunca tínhamos ouvido falar.

Ao fim e ao cabo, trata-se exactamente da mesma coisa. E sendo o futebol português rico em imagens, neologismos e metáforas, mais rico ficou. Ainda que possa parecer um contra-senso esta opulência visto que, pela «bitola da época», o que ressalta é a incomensurável avareza dos seus protagonistas maiores.

E que bem, em pleno Tribunal de Gaia, foi explicitada a inverosímil sovinice pelo juiz (... cá está o magistrado) conselheiro jubilado António Mortágua, ex-presidente do Conselho de Justiça (... cá está a justiça) da Federação Portuguesa (...cá está o país) de Futebol (... cá está o futebol), ex-presidente da Comissão de Disciplina (...cá está a palmatória) da Liga e actual membro do Comité de Apelo da UEFA (...lá está o Platini, certamente encantado).

Veio o juiz Mortágua, sem papas na língua (ou com papas na língua, isto é que ainda está por esclarecer...), esclarecer o Tribunal e a opinião pública sobre a impossibilidade da ocorrência de um suborno no valor de 2500 euros por uma razão muito simples: se «é claro que todas as pessoas têm um preço» também é claro que 2500 euros são «uma maquia ridícula» e tendo em conta «a bitola da época» tal valorzinho, enfim, «só se fosse para o aquecimento».

Que o árbitro visitou o dirigente na sua residência particular ficou provado. E nunca poderá vir a ser reprovado porque se tratou de um procedimento inocente e corriqueiro pela bitola da época.

Ah, mas a coisa não ficou por aqui em termos de numerário...

Surpreendentemente, uma outra testemunha do mesmo processo afirmou na Procuradoria-Geral da República que fora aliciada a «5000 euros por mês» para produzir declarações que comprometessem e descredibilizassem a acusação. Chama-se a isto reincidência forreta-somítica compulsiva.

Sempre pela bitola da época, naturalmente.

*******

Pela bitola da época, foi francamente exagerado o score das duas mãos da eliminatória da Liga dos Campeões que opôs o Sporting ao Bayern Munique.

Na manhã seguinte, a de quarta-feira, por todo o País, 6 milhões de benfiquistas chegaram bem cedo aos empregos, às fábricas, aos campos, às escolas, aos cafés, a todo o lado. Não foi a urgência do trabalho que os motivou a acordar meia hora antes do despertador soar.

Era, simplesmente, a vontade de chegar primeiro do que os colegas eternos rivais só para lhes ver a expressão do rosto em primeiríssima mão. Desde Vigo que os benfiquistas ansiavam pelo momento da resposta. E depois de tantos anos de espera não havia um minuto a perder.

Foi mais ou menos isto o que se passou do Minho ao Algarve, com especial incidência na região de Lisboa onde a concentração de elementos dos dois campos opostos é mais elevada:

— Bom dia — disse o benfiquista.

— ... — disse o sportinguista.

— Que dia bonito, já cheira a Primavera — insistiu o benfiquista.

— ...— respondeu o sportinguista.

— Estás doente? É que não consegues falar...

— Estou.

— Deve ser da garganta.

— Vai gozar com outro. Estou exactamente como tu estavas depois de Vigo.

— Foste à Galiza? — disse o benfiquista fingindo-se distraído.

— Não, tu é que foste...

— Eu? Não vou à Galiza há anos...

— Desde que levaste 7 do Celta de Vigo! — atirou-lhe o sportinguista muito irritado.

— É verdade, sim senhor. Mas, pessoalmente só levei 3 porque me vim embora quando eles marcaram o terceiro golo...

Em voz baixa, deixou escapar o sportinguista:

— Era o que eu devia ter feito ontem... desligado a televisão... mas aquele golo do Moutinho enganou-me...

Foi a deixa para o benfiquista acordar da sua falsa letargia:

— Ah, já me esquecia! De facto vocês ontem tiveram uma noite infeliz!

— Fizemos melhor do que vocês em Vigo. Sim porque 7-0 é muitíssimo pior do que 7-1.

— Se considerarmos o total das eliminatórias nós fizemos 8-1, porque empatámos em casa 1-1, e vocês fizeram 12-1 pelo que, aritmeticamente, a vantagem é nossa.

— Então, nesse caso, parabéns! — ripostou o sportinguista tentando acabar com a conversa.

— Para além do facto de na soma dos dois jogos vocês terem averbado um número de golos que chegou aos dois dígitos, o que nunca tinha acontecido nesta fase da Liga dos Campeões.

— Dois dígitos?

— Sim ou será que 12 não é um número com dois dígitos?

— Mas marcámos um golo fora e não sei se sabes que nas competições europeias os golos marcados fora valem a dobrar...

— Ah então ficou em 12-2 o que é uma coisa completamente diferente.

—E foi um grande golo o nosso tento de honra...

— Olha, eu prefiro levar 7-0 do que 7-1 porque, sinceramente, nestas circunstâncias acho uma desonra marcar um tento de honra — concluiu o benfiquista com grande dignidade.

— No dia 21 voltamos a conversar...— ameaçou o sportinguista farto do tema internacional.

— No dia 21?

— Sim, é a final da Taça da Liga. Jogamos uns contra os outros. Vê lá se não voltas mais cedo do Algarve, como fizeste em Vigo quando chegou aos 3!

— Nunca se sabe... nunca se sabe. E tu, ontem, viste o jogo até ao fim?

— Vi — disse com voz sumida.

— Então viste os 7 golos?

— Cala-te com isso.

— Eu vi o jogo todo e ainda vi cinco vezes o resumo, ao longo da noite. Portanto... Sete golos vezes seis é igual a 42... Vi 42 golos do Bayern Munique.

— Vais levar poucas na final da Taça da Liga!

— Podíamos ir no mesmo carro até ao Algarve para pouparmos na gasolina e nas portagens — sugeriu o benfiquista.

— E se algum de nós quiser sair mais cedo?

— Quem sair mais cedo espera pelo outro no parque de estacionamento.

E foi assim que ficou combinado.

XHITA



Um olhar do Norte: O inimigo interno

Por Jorge Olímpio Bento

Seguia de Vila Nova de Foz Côa para Figueira de Castelo Rodrigo, imerso no deslumbramento do branco e do rosa que coroam as amendoeiras em flor. De repente o telemóvel dá sinal de mensagem. Paro o carro na berma e uma saudação dura e crua entra-me pelos olhos e pela alma: «Bem-vindo a Espanha!» Não quis ler mais. Até nestas alturas, onde brota o plasma matricial e se acende o magma telúrico da pátria, já entrou em declínio a soberania nacional!

Continuo a viagem, matutando na sorte de tantas vidas que, naquelas bandas, defenderam a independência, numa heroicidade lembrada por castelos que vigiam, do cimo dos montes, os caminhos dos possíveis invasores. Para quê, afinal? Tudo está em ruínas.

É com este ânimo que, à chegada, me entrego à leitura do jornal. Vejo o secretário de Estado da Juventude e Desporto a avisar, mais uma vez, que os clubes de futebol vivem acima das posses. E são todos; não só os que devem salários, mas também os que pagam ordenados muito superiores à valia dos atletas e do jogo praticado e ao quadro realista de vencimentos suportáveis pelo País. Todo o mundo faz de conta que não percebe a gravidade da situação e assobia para o lado. Cantando e rindo e descendo cada vez mais ao fundo da crise.

Por estranho que pareça, pode ser que assim surjam condições para criar uma nova realidade. Porque a presente já deu o que tinha a dar. Chegou ao fim da linha e não leva mais adiante; limita-se a empatar o problema e a adiar a procura da solução.

É difícil definir com precisão aquilo que o futebol é na actualidade. O escritor Lobo Antunes diz que perdeu atracção, desde que deixou de ser desporto. Há algum exagero na avaliação, porém é notório que está corcunda. Muita gente pendura-se nele para os mais diversos fins; basta olhar a composição da Assembleia Geral da FPF para ver quantas corporações vivem à sua sombra, dando-lhe em troca muito pouco ou mesmo nada. Eis porque a agudização da crise pode dar azo a uma era pujante de redenção e reconstrução, conforme à matriz dos princípios e valores desportivos de que ele nunca se devia ter apartado.

A debilidade do futebol é ainda de outra ordem. Há quem o use como alvo fácil, quiçá para desviar os olhares de outros temas. Dei-me conta renovada disso, quando vi, nos rodapés dos noticiários televisivos, as oportunas afirmações do sr. PGR, avivando os remoques e suspeitas em torno do mundo da bola. Quão jubilosos e ditosos são os portugueses, por contarem com o desvelo e sageza de ilustres entidades envolvidas num tão denodado e exaustivo combate em prol da limpeza ética do País! Sim, porque o futebol é obviamente o epicentro da imoralidade que asfixia a vida nacional.

Disto retiro uma lição: ser homem e pertencer ao reino dos vivos requer carácter e estar de pé! Requer ser frontal e corajoso nesta desafiante conjuntura e não a uma distância segura. De resto a verdade dispensa a muleta de tácticas especiais; apenas carece de ser dita. Para denunciar os vilipêndios e espalhar o sal da indignação busquemos inspiração no Sermão de Santo António aos Peixes, proferido em 1654, pelo Padre António Vieira. O insigne pregador relata assim a atitude do santo face a um ambiente hostil que o não queria escutar: «Retirar-se-ia? Calar-se-ia? Dissimularia? Daria tempo ao tempo? Isso ensinaria porventura a prudência ou a covardia humana; mas o zelo da glória divina, que ardia naquele peito, não se rendeu a semelhantes partidos. Pois que fez? Mudou somente o púlpito e o auditório, mas não desistiu da doutrina. Deixa as praças, vai-se às praias; deixa a terra vai-se ao mar, e começa a dizer a altas vozes: Já que me não querem ouvir os homens, ouçam-me os peixes (...) Começam as ondas a ferver, começam a concorrer os peixes, os grandes, os maiores, os pequenos, e postos todos por sua ordem com as cabeças de fora da água, António pregava e eles ouviam». Se imitarmos o método do santo, o protesto não ficará calado no medo de o dizer, será ouvido por alguém, engrossará e chegará ao destino.

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Bolas da bancada: O medo e as penas de pavão

Por Daniel Reis

Eu próprio me terei iludido, moderadamente. Mas, tal como escrevi há uns tempos, os adeptos do Sporting cedo se arriscavam a perder as ilusões. Para efeitos internos ia dando para o gasto, mas via-se que seria curtíssimo, face a adversários a sério, potentados europeus. Perder com estes nem seria desprimoroso, até porque o Sporting ia ganhando aos da sua igualha. Mas ser esmagado, em golos ou/e futebol, é que me parece intolerável. Até porque, nas duas anteriores idas à Champions, se batera razoavelmente com Manchester, Inter, Roma e o próprio Bayern (0-1 e 0-0).

Para mim, o que a família leonina está a amargar são os custos do medo, mal sai do seu habitat natural, a competição a um nível intermédio. E, também, da cultura de formar jogadores de exportação, sobretudo para os colossos capazes de pagar fortunas. Mal os defrontam, em vez de lhes baterem o pé, encaram-nos como os néscios olham para um palácio, murmurando baixinho: «Como gostaria de morar aqui!». E, quando se dão conta, estão a buscar a bola no fundo da própria baliza, não raro após ajudarem a metê-la lá.

Bem sei como é perigoso reagir a quente e como não terão grande futuro as casas erguidas sobre a lava do vulcão. Está, porém, chegado o tempo de concluir que um razoável ciclo de três anos chegou ao fim e que é preciso começar outro, antes que os ganhos adquiridos não se desfaçam em espuma e sigam corrente abaixo. Com as eleições anunciadas e as previsíveis mudanças na cúpula do clube e no comando (técnico e administrativo) do futebol, essas contas serão inevitavelmente feitas. Mas um dado tenho por adquirido já: é preciso cortar pela raiz as penas de pavão, que crescem prematuramente em muitos jovens formados no clube, desconfiando eu que, por vezes, esse falso crescimento é instigado de dentro, na mira de os despachar para estes que nos ganham por cinco, seis ou sete.

De momento, o caso mais flagrante é o de Veloso, mas já houve outros na presente época. Por acaso, repararam nas fotos do artista, tiradas à partida para Munique? O cabelo fora-lhe ajeitado, momentos antes, exactamente para desenhar penas de pavão de um lado e uma crista de galo no cocuruto. Assim, garantia não passar despercebido o acto de debitar um recado decorado, com as queixinhas sobre um tal de Miguel, sempre referido na terceira e importantíssima pessoa (se fosse o Jardel...) e que estaria a ser perseguido, sem ninguém o defender!

No mínimo, ridículo. E, confesso-lhes, só me espanta que alguém ainda o trate como profissional de futebol, isto é, elemento de equipa num jogo colectivo. Mandasse eu naquela tropa, o figurão ficava em terra e ia treinar-se sozinho para Alcochete, até lhe caírem as penas de pavão. E bem podiam gritar o pai, a mãe e o empresário, nos jornais que tão desveladamente lhes dão guarida. Servia de exemplo e era para o lado que eu dormia melhor.

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Remate de letra: A excursão a Munique

Por Hugo Vasconcelos

Já vi viagens de finalistas mais bem organizadas que a equipa do Sporting, na passada terça-feira, no Allianz Arena. A excursão a Munique foi histórica, mas não como Abel pretendia antes da primeira mão.

O leão tem realmente capacidade fantástica para se exceder: depois de há duas semanas ter feito o pior resultado de sempre em casa, incluindo provas nacionais, agora decidiu aumentar a parada e entrar na história como a pior equipa de sempre da Champions (desde 1991). Na Taça dos Campeões o recorde pertence ainda ao Dudelange, do Luxemburgo, eliminado pelo Benfica com o score de 18-0.

E se na primeira mão ficou o sabor amargo de, quando começou o descalabro, o Sporting até estar a ser ligeiramente superior ao Bayern, anteontem o 7-1 foi lisonjeiro para a equipa de Paulo Bento. Há quem fale de falta de experiência, de excesso de juventude... Mas quando o pior (está nos primeiros cinco golos do adversário) é Anderson Polga, campeão do Mundo, 30 anos, 42 jogos europeus... Uma coisa é clara: equipa que se desmorona assim, em duas ocasiões, depois de entrar nos 16 melhores da Europa, não tem capacidade mental para reagir à menor adversidade. O futuro no campeonato é negro...

sete

Citação de: RedJohn em 12 de Março de 2009, 00:17
Ehehe o Guilherme Aguiar convidado pela SIC para ir a um debate sobre verdade desportiva, ele que fez as leis mesmo a jeito pró clube corrupto se safar da descida de divisão até quando se prova que compraram dois árbitros.

Siga a palhaçada!
palhaçada feita para palhaços corruptos e este é um deles

JDF

«Lost in translation» e isso...

- ojogo «Afonso Alves não entra nos planos»

- Sun «Benfica target Boro flop Alves»

- SkySports «Benfica are ready to mount a bid for Middlesbrough striker Afonso Alves, according to reports in Portugal.»