Comunicação Social

Afonso

é a capa do jogo com o hulk e a bola branca da radio renascença com o sbordeng

XHITA



A minha fé: O dinheiro não compra pressão

Por Zé Diogo Quintela

Segundo A Bola de ontem, José Eduardo Bettencourt reuniu com o plantel para, entre outras coisas, aliviar a pressão que a equipa tem sentido. Acho bem. Era o mínimo que podia fazer, depois da enorme pressão que ele próprio colocou sobre os jogadores. É que na terça-feira, numa entrevista dada aos três jornais desportivos, o nosso presidente disse que o orçamento do Sporting é barato para ser campeão e caro para ficar em terceiro lugar. Tive que ler as três entrevistas, para me certificar que não tinha havido engano. Não houve. O presidente pressionou mesmo a equipa a alcançar o 3.º lugar.

Na tentativa de desvalorizar o falhanço do 1.º lugar, Bettencourt pôs a pressão toda na conquista do 3.º. Ora, sucede que, neste momento, o Sporting está em 4º, ex aequo com o 5.º, apenas um ponto à frente do 6.º e cinco atrás do 3.º. A tal classificação para a qual temos dinheiro mais do que suficiente para ficar.

Querendo desresponsabilizar a equipa, JEB acabou por a colocar entre a espada e o 3.º lugar. Se não ficar nos dois primeiros é aceitável, porque não temos dinheiro, não ficar em 3.º só pode ser inadmissível, porque temos muito mais dinheiro do que qualquer outro candidato. Se o laxismo existe para perdoar a não conquista do campeonato, também tem de existir intransigência para punir o não alcançar do 3.º lugar. Os jogadores devem estar à rasquinha, coitados. Podem achar que não têm obrigação de ficar em 1.º ou 2.º, mas agora julgam que têm mesmo de ficar em 3.º.

Felizmente para os jogadores do Sporting, nem todos os adeptos têm essa ideia de que o dinheiro é que determina o lugar de um clube. Eu sou um deles. Não vou exigir o 3.º lugar só porque temos um orçamento que é, pelo menos, o triplo de qualquer outro clube mais pequeno. Exijo é o campeonato porque o Sporting é o Sporting. E porque o Braga, que tem um orçamento muito inferior aos 3 grandes está em primeiro lugar. E porque a Dinamarca, que tem uma equipa com jogadores que valem menos do que os nossos, qualificou-se facilmente à frente de Portugal. Como a Sérvia, da França. Como o Chile, da Argentina. Porque, na Liga dos Campeões o Milão (orçamento caro) perdeu em casa com o Zurique (orçamento barato), a Juventus (cara) empatou em casa com o Bordéus (mais barato), o Inter (caro) não conseguiu ganhar ao Rubin Kazan (barato), nem o Atlético de Madrid (caro) ao APOEL (pechincha). Porque nós não conseguimos ganhar ao Belenenses, um clube com orçamento de segunda divisão. Porque o dinheiro, que é importante, não é a única coisa que conta. Muito menos ficou a ser, de uma época para a outra. A mesma equipa que no ano passado se bateu pelo campeonato até ao fim, que foi melhor do que a muito mais cara equipa do Benfica, não está, de repente, dispensada de fazer o mesmo esta época.

As palavras do presidente (e de muitos outros, sportinguistas e não sportinguistas) servem para convencer os jogadores de que não faz mal correrem menos contra equipas mais caras. Além de ser um raciocínio errado, é aplicado parcialmente. Nunca vi ninguém ser admoestado por não correr mais contra equipas mais baratas.

A única vantagem deste discurso é que ameniza as minhas idas ao estádio. O jogo pode ser fraquinho, mas sou poupado à falta de qualidade porque não vejo bem, com toda a areia que me atiram aos olhos.


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Factos e protagonistas: A democracia no futebol

Por Fernando Seara

1-) O apuramento da Selecção Nacional de futebol para o Mundial-2010, a disputar na África do Sul, voltou a depender, apenas e exclusivamente, da capacidade da equipa comandada por Carlos Queiroz de se impor desportivamente ao adversário directo que, amanhã, nos calhar em sorte e sabendo nós, desde já, que será no Estádio da Luz que jogaremos o acesso ao Mundial do próximo ano. E para esta derradeira etapa, duas circunstâncias jogam a favor de Portugal. Em primeiro lugar, e pelo facto de se apresentar como cabeça de série na disputa dos jogos play-off de apuramento, Portugal evitará adversários com maior tradição e nomeada nestas lides de presenças em fases finais. Pelo menos a nível teórico. Em segundo lugar, porque acredito que a vasta experiência internacional da esmagadora maioria dos jogadores que têm sido utilizados pelo seleccionador nacional lhes permitirá abordar os dois jogos do play-off como se fossem duas verdadeiras finais.

Contudo, e atendendo ao que sucedeu na fase de qualificação, creio que seria da mais elementar prudência, independentemente da valia e tradição do adversário, que a equipa portuguesa se apresentasse, em cada jogo, com toda a convicção desde o início de cada partida. Ou seja, depois de uma série de testes, experiências e adaptações efectuadas ao longo de quase dois anos, seria de toda a conveniência que a equipa se apresentasse coesa, entrosada e dinâmica, sem esperar pelos erros alheios, sem ficar à espera do despontar do talento individual de qualquer uma das suas muitas estrelas e sem acreditar, até, que as camisolas, só por si, ganham jogos. Em suma, gostaria que este apuramento fosse selado por uma verdadeira equipa das quinas, granjeando assim expectativas fundadas sobre a sua participação no Mundial 2010. E não será certamente pela recente subida de Portugal no ranking FIFA, de 17º para 10º lugar, que os nossos adversários deitarão antecipadamente «a toalha ao chão»...

Nesta derradeira «fase final de acesso» a disputa será intensa. Estão em jogo muitas «realidades». A fama individual e a fama colectiva. Os ícones consagrados e os emergentes. Mas esta «fase derradeira» evidencia que a fase regular de apuramento, ou seja os grupos, foram arduamente disputados e que os níveis competitivos são cada vez mais elevados. O apuramento directo da aguerrida Suíça e da virtuosa equipa da Eslováquia são factos a evidenciar. E o imediato afastamento de selecções como a Croácia, a Suécia, a Turquia, a Roménia ou a República Checa, por exemplo, demonstram bem a crescente competitividade do espaço europeu e a emergente «democracia» no futebol ao nível de selecções. A experiência internacional, a troca de jogadores e treinadores, o conhecimento rápido e eficaz dos adversários são fenómenos derivados do processo de globalização e da criação do espaço europeu. E as consequências começam a ser bem visíveis e notórias. Já não há «senhores» e «servos». Sem vencedores antecipados, a democracia aí está. Mas com a consciência que há factores colectivos que se salientam e individualidades que merecem marcar, quase que por si, presença neste Mundial da África do Sul.

2-) O futebol caseiro regressou ao longo deste fim-de-semana com mais uma eliminatória da Taça de Portugal, desta vez com a presença dos clubes da principal Liga portuguesa. Esta é, de facto, a prova «rainha» do futebol nacional ou a mais «democrática» das competições, onde grandes e pequenos sentem o «fado» e o sortilégio de um mero sorteio e constroem, em cada momento, a verdadeira festa do futebol. E mais uma vez se colocou a questão de quem joga em casa e fora, se o critério da «receita» se deve sobrepor ao acontecimento que constituiu, por exemplo, o jogo do Benfica com o Monsanto, clube de uma aldeia com o mesmo nome no concelho de Alcanena. E aqui a opção foi clara: o jogo disputou-se no Municipal de Torres Novas, com mais lugares e, logo, com, uma acrescida receita. Aqui e em detrimento da inolvidável festa que teria sido receber os craques «encarnados» em Monsanto (em rigor, em Alcanena), povoação, ao que lemos, na sua maioria benfiquista, com uma fantástica carne de porco assada e muito vinho e cerveja. No entanto, concorde-se ou não, há que entender os critérios que norteiam estas opções, principalmente numa altura em que a prática do futebol é cada vez mais cara, seja qual for o escalão em que se jogue, e em que as receitas tendem a diminuir. Estes jogos são para os clubes como o Monsanto verdadeiros «euromilhões». Dão receita, geram visibilidade, potenciam o localismo que, por instantes, ganha dimensão nacional. É este um dos sortilégios do futebol. Pequenos contra grandes, David e Golias, aldeias e capitais, milhões e cêntimos. Mas são sempre onze contra onze, sagacidade e vontade, técnica e fé, táctica e convicção. E, nestes casos, muitos corações divididos. Entre o clube da terra e o clube da paixão. E o coração a baloiçar, Porventura até ao primeiro golo. Se for do grande será de resignação. Se for do pequeno gerará uma profunda emoção. E este sentimento faz da Taça de Portugal uma competição única. Como percebemos ao longo deste fim-de-semana. Com os directos televisivos a ajudarem à festa de «todo o futebol». Do futebol «democrático»!

3-) Para já, em Valença do Minho, há um «tomba-gigantes». O Olhanense, neste seu regresso ao escalão principal, não se vai esquecer que foi derrotado logo na primeira eliminatória em que participou da Taça de Portugal. Como diz a canção «a festa foi grande». Grande mesmo. E o Valenciano fez história.


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Editorial: Um país com má memória

Por Vítor Serpa

Dos países e das instituições se diz que a memória é um património raro e inestimável. O que é, por cá, uma verdade pouco estimada. E, no entanto, somos um país cuja História tem uma dimensão universal e, até por isso, indiscutivelmente superior à actualidade, que se projecta numa democracia, por vezes, ainda imatura e num povo carente de qualidade de vida.

Apesar disso, temos pouco ou nenhum respeito pela memória, o que nos leva a ausência de respeito pelos mais velhos, aqueles que viveram outros tempos e outras épocas e que, por isso, mais sabiamente conhecem a vida de experiência feita.

É também, assim, o nosso futebol — espelho tão espelho deste país — onde os mais antigos se tornam ermitas esquecidos, desvalorizados pela obsessão das modas e dessa modernidade bem pouco filosófica dos lobbies e dos compadrios.

Recentemente, A BOLA publicou uma interessante entrevista com Manuel Oliveira, um mestre da táctica, que ajudou a fazer crescer o futebol português algumas décadas atrás. Ontem, publicámos uma entrevista com Mário Wilson, um dos mais influentes humanistas que conheci e, por isso, como jogador e, depois, como técnico, um dos mais completos líderes que o nosso futebol ainda não reconheceu devidamente.

Haverá quem entenda o regresso destes homens às páginas de A BOLA, como simples revivalismo. Engano! Trata-se, sim, de puro reconhecimento por homens invulgares e que foram, à sua maneira, Mourinhos dos seus tempos. Homens a quem o futebol português de hoje deve o orgulho de ser o que é e a honra de ter memória.

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Mundial-2010: Portugal joga 'play-off' na Luz

Gilberto Madail justifica opção pelo estádio com maior capacidade.

A Selecção Nacional vai disputar o jogo em casa do play-off de acesso ao Mundial-2010 no Estádio da Luz, anunciou, ontem, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). No sorteio de amanhã , Portugal fica a conhecer o adversário (Ucrânia, Rep. Irlanda, Bósnia e Eslovénia são as hipóteses) e a data em que joga em casa (14 ou 18 de Novembro). O presidente da FPF, Gilberto Madail, manifestou a esperança de que o jogo «seja mais um momento de grande união em torno da Selecção» e justificou a opção pela Luz por ser o estádio «com maior capacidade e que permitirá a mais adeptos apoiar a equipa de todos nós».


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Cartas na mesa: Os treinadores portugueses

Por José Manuel Delgado

José Mourinho, duas vezes campeão em Inglaterra e uma em Itália, é o indisputado chefe-de-fila dos treinadores portugueses no estrangeiro. Anteontem foi ao Luigi Ferraris, bater o Génova por 5-0, cimentando a liderança da Serie A do calcio. Mas, apesar do brilhantismo do técnico de Setúbal, nem só de Il Speciale vive a reputação portuguesa. Ontem, o Gazientepspor, de José Couceiro, equipa do meio da tabela da I Divisão turca derrotou, por 2-1, o líder Fenerbahçe, enquanto que na véspera, o Cluj, orientado por António Conceição, venceu o Rapid em Bucareste (4-1) e lidera o principal romeno. Mas há mais: Paulo Duarte que acumula o Le Mans da I Divisão francesa com a selecção do Burkina Faso, tem os gauleses acima da linha de água e apurou os africanos para o CAN/2010; Bernardino Pedroto acabou de se sagrar campeão de Angola, cuja selecção é orientada pelo faraó Manuel José; Paulo Sousa dá os primeiros passos como treinador no Swansea na «Liga Vitalis» inglesa e anda pelo meio da tabela; Humberto Coelho está muito perto de qualificar a Tunísia para o Mundial; José Romão foi, na última época, campeão de Marrocos ao serviço do Raja; e o clássico Fernando Santos, cujo prestígio na Grécia é impressionante, acabou de ser confirmado no PAOK após mudança de presidente no clube de Salónica. Significam estes resultados obtidos por técnicos portugueses por esse mundo fora que a base sobre a qual assenta o seu trabalho só pode ser boa.

Mas como santos à porta não fazem milagres, os dirigentes portugueses desconfiam de quem contratam. Que o digam Ulisses Morais, Carlos Azenha, Rogério Gonçalves, Nelo Vingada, Carlos Carvalhal (Paulo Sérgio saiu voluntariamente de Paços de Ferreira à procura de outros voos em Guimarães). Ou seja, regra geral (e o Sporting é a excepção que apenas confirma a regra) ser treinador em Portugal é trabalho cada vez mais precário.

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Segunda a fundo: Os chupas

Por Carlos Pereira Santos

É verdade que estou um bocadinho zangado com Sócrates. Com o filósofo grego já tinha umas desavenças, coisas da Antiga Grécia; com o político português até que tudo corria normalmente, só até perceber que andou durante dois dias a conversar com todos os caricatos líderes partidários sobre o novo Governo e não foi capaz de me pedir uma opinião. Tinha-lha dado, juro, e quase de borla, e ele tinha ganho com isso, porque mesmo um primeiro-ministro precisa de uma opinião de um ministro em potência. Eu mesmo, porque em potência todos somos ministros.

No mínimo tinha-lhe dado umas sugestões. Por exemplo, já que há tantos argentinos por cá, sugeria a Sócrates que chamasse Diego Maradona para porta-voz do Governo. É perfeito para um Governo, seja ele qual for. Malcriadão e pateta, imagino-o a falar aos jornalistas no fim de cada sessão parlamentar. «Se não gostaram chupem um chupa-chupa», diria coisa do género. E não faltaria quem, atrás dele, sorrisse com cara de parvo que é o que faz a grande maioria dos assessores para encher a imagem nos telejornais.

Também estava numa de sugerir a Sócrates que substituísse Laurentino Dias por Pacheco Pereira. Ele não diria que não, apesar de não saber que uma bola de futebol é redonda. E o ideal para um secretário de Estado do Desporto é não saber que a bola é redonda. Assim talvez se apoie mais o râguebi.

E se Sócrates me tivesse ligado era capaz de sugerir o nome de Clara Ferreira Alves para ministra da Cultura. Era bom, porque ninguém dava por ela, como ninguém se apercebeu que durante quatro anos houve um ministro da Cultura em Portugal. Houve?

Enfim, engenheiro Sócrates, olhe só o que perdeu em não me ter ligado. Até era capaz de lhe sugerir a equipa toda do ministério dos Negócios Estrangeiros: MST a ministro, Maitê Proença, Madail e Lili Caneças como secretários, mas com sede no estrangeiro. Precisamos de respirar melhor.


XHITA



Editorial: Fadas na Taça... E na Selecção?

Por Santos Neves

Histórias de fadas (já inúmeras!) vão vincando, décadas a fio, o especialíssimo sortilégio da Taça de Portugal: equipas de secundários escalões atiram-se a senhores da I Liga e... borda fora com eles. Eis Valença do Minho em festa: o quase desconhecido Valenciano fez serrabulho irremediavelmente indigesto para algarvios, ainda que liderados pelo nortenho Jorge Costa. E, na rivalidade Açores-Madeira, o Santa Clara de São Miguel agravou desnorte que ameaça alastrar no Funchal (péssima estreia oficial de Van der Gaag após gaguejante decisão de ser ele o novo treinador do Marítimo). Esteve à vista bem mais amplo bota-abaixo às mãos da plebe, quase toda a aristocracia se viu em palpos de aranha para não ir já pelo cano... – até o Sp. Braga, senhor líder da I Liga, aflitinho na Covilhã. E o Sporting sofreu, ao receber o Penafiel (esse que, há um ano, quase incendiara a Luz em desempate por ditos penalties). Problema de fundo do perturbado leão vê-se nisto: FC Porto e Benfica deram, cada um, repouso a 8 titulares; o Sporting nem Liedson pôde poupar...

Boas fadas, não se esgotem na Ta- ça... Hoje há sorteio para a nossa querida Selecção; e insisto no pedido: venha a calminha Eslovénia.



Corrosivo

Eu realmente se perdesse algum segundo da minha vida a olhar para a capa do Jogo também ficava chateado com tanta importância que eles dão ao Hulk.

Agora como nunca sequer olho para aquilo quero mais é que os gajos do Jogo "la sigan mamando"

46Rossi

Até o meu vizinho que é adepto dos corruptos já está farto dessas capas... está sempre a reclamar como é que um avançado que não marca um golo na Champions e no campeonato marca meia dúzia pode valer 100M e ter direito a tanto destaque..

Roy Kent

O Hulk tem de ter muita publicidade para se valorizar, já que dentro do campo é complicado, usa-se a maquina da CS para o valorizar.

Corrosivo

Citação de: G-Man em 19 de Outubro de 2009, 11:25
O Hulk tem de ter muita publicidade para se valorizar, já que dentro do campo é complicado, usa-se a maquina da CS para o valorizar.

Mas olha que me parece que os grandes clubes que poderiam contratar o Hulk estão-se borrifando para as capas do Jogo

Roy Kent

Citação de: Corrosivo em 19 de Outubro de 2009, 11:33
Citação de: G-Man em 19 de Outubro de 2009, 11:25
O Hulk tem de ter muita publicidade para se valorizar, já que dentro do campo é complicado, usa-se a maquina da CS para o valorizar.

Mas olha que me parece que os grandes clubes que poderiam contratar o Hulk estão-se borrifando para as capas do Jogo

Não sei se estão ou não, mas depois de ter visto darem 20 milhões pelo Paulo Ferreira, mais 20 pelo Bosingwa, mais 30 pelo Pepe, mais 15 pelo choco, já não arrisco nada  :-X

diabo maiato

Citação de: G-Man em 19 de Outubro de 2009, 11:46
Citação de: Corrosivo em 19 de Outubro de 2009, 11:33
Citação de: G-Man em 19 de Outubro de 2009, 11:25
O Hulk tem de ter muita publicidade para se valorizar, já que dentro do campo é complicado, usa-se a maquina da CS para o valorizar.

Mas olha que me parece que os grandes clubes que poderiam contratar o Hulk estão-se borrifando para as capas do Jogo

Não sei se estão ou não, mas depois de ter visto darem 20 milhões pelo Paulo Ferreira, mais 20 pelo Bosingwa, mais 30 pelo Pepe, mais 15 pelo choco, já não arrisco nada  :-X
A frutinha, os chocolatinhos, os rebuçadinhos e o cafézinho não são só oferecidos a árbitros, delegados, juízes, advogados....também são oferecidos a jornalistas......se não obedeceram é que é oferecido uns açoites ou umas esperas.........Ainda há quem acredite que o Hulk (ou outros jogadores do FCP) é assim tão bom????!!!!DEIXEM JOGAR O HULK!!!!!!!!!!!!! Quero só mais uma vez salientar que se não se marca um penalty daqueles (Fernando dá  empurrão na grande área a jogador do Sertanense) não se marca nda contra  FCPorko!!!!!E o Fernando vinha para a rua!!!!Vamos aguardar as opiniões do IMUNDO Guilherme Aguiar, PORKALHÃO Manuel Serrão e do SENIL Pôncio............. AH E ATL...O ÁRBITRO ESTAVA TAPADO...NÃO ME PARECE FALTA...JÁ ESTAVA 2-0........enfim as desculpas normais destes dementes.......ide mamar cabrões!!!!

Afonso

a corrupção compensa em portugal

diabo maiato

Citação de: diabo maiato em 19 de Outubro de 2009, 12:29
Citação de: G-Man em 19 de Outubro de 2009, 11:46
Citação de: Corrosivo em 19 de Outubro de 2009, 11:33
Citação de: G-Man em 19 de Outubro de 2009, 11:25
O Hulk tem de ter muita publicidade para se valorizar, já que dentro do campo é complicado, usa-se a maquina da CS para o valorizar.

Mas olha que me parece que os grandes clubes que poderiam contratar o Hulk estão-se borrifando para as capas do Jogo
....lol lol não é ...ah e ATL" lol lol mas sim "Ah e tal" Desculpem.....

Não sei se estão ou não, mas depois de ter visto darem 20 milhões pelo Paulo Ferreira, mais 20 pelo Bosingwa, mais 30 pelo Pepe, mais 15 pelo choco, já não arrisco nada  :-X
A frutinha, os chocolatinhos, os rebuçadinhos e o cafézinho não são só oferecidos a árbitros, delegados, juízes, advogados....também são oferecidos a jornalistas......se não obedeceram é que é oferecido uns açoites ou umas esperas.........Ainda há quem acredite que o Hulk (ou outros jogadores do FCP) é assim tão bom????!!!!DEIXEM JOGAR O HULK!!!!!!!!!!!!! Quero só mais uma vez salientar que se não se marca um penalty daqueles (Fernando dá  empurrão na grande área a jogador do Sertanense) não se marca nda contra  FCPorko!!!!!E o Fernando vinha para a rua!!!!Vamos aguardar as opiniões do IMUNDO Guilherme Aguiar, PORKALHÃO Manuel Serrão e do SENIL Pôncio............. AH E ATL...O ÁRBITRO ESTAVA TAPADO...NÃO ME PARECE FALTA...JÁ ESTAVA 2-0........enfim as desculpas normais destes dementes.......ide mamar cabrões!!!!
....lol lol não é ..."ah e ATL"  :2funny: lol lol mas sim "Ah e tal" Desculpem..... :ashamed:

zedoscalotes

calhou-nos a Bosnia... :D Dzeko, Ibisevic...