Comunicação Social

VanBasten

E o Jorge Mendes ia deixar estragar assim um projecto pessoal dele, mandando-o para Alvalade?

milvus

Não digo que o Villas -Boas não possa ser um grande treinador, mas neste momento é uma completa incógnita. Se me dissessem " o Porto vai mandar embora o Jesualdo e vai buscar  o AVB" eu até nem acharia descabido de todo, porque eles vem de anos de vitórias e a introdução de um treinador jovem numa estrutura bastante profissionalizada poderia funcionar muito bem. Agora ir para o SCP já é diferente, 1º não tem estrutura profissionalizada e organizada, 2º não vem de anos de vitórias, 3º  a pressão vai ser enorme mesmo ao inicio.
Acho que o JEB dá assim mais um tiro no pé :p

VALEBEM

O Villas Boas vai dar fatalmente num grande treinador, e até por estar num clube com o qual simpatizo, espero que não vá para o WC...
Ficava mais «tranquilo» se rumasse ao WC um Carvalhal, ou Couceiro ou um Cajuda... Ou seja, alguém que me dá «garantias» de não fazer melhor do que o Bento lol!

A mim, só me interessa o Benfica, mas se os adversários estiverem enfraquecidos, melhor para nós!

Tity Henry 14

jaime pacheco na minha opniao é o proximo no wc...daki a 2 anos tao a jogar contra orientais, atleticos e mafrenses :2funny:

SAL.

Golos já custaram 930 mil euros à CGD
A boa época protagonizada pela equipa dirigida por Jorge Jesus está a ter reflexos também a nível financeiro e para... o bolso dos adeptos que aderiram ao cartão de crédito do clube, emitido em parceria com a Caixa Geral de Depósitos (CGD). Este cartão oferece um euro e meio por cada golo das águias na Liga. Ou seja, fazendo as contas, os detentores do cartão de crédito já ganharam esta época um pouco mais de 40 euros com os 31 golos apontados por Cardozo e companhia, sendo apenas se atingiu a décima jornada no último fim-de-semana. A CGD anunciou recentemente estarem emitidos cerca de 20 mil cartões de crédito do Benfica, daí que dos cofres da instituição financeira já terão saído, até ao momento, cerca de 930 mil euros, só esta época, segundo as contas efectuadas pelo Diário Económico.



Como é q é possivel sair uma notícia com tanta asneira????

Valor devolvido por cada golo do SLB na Bwin Liga:

Facturação Mensal (euros)    150 - 300
       301 - 500        501 - 1.000        > 1.000
Sócios
Benfica Member
Benfica Member Gold                   0,50                 1                  1,50                    2

Adeptos
Benfica[/t]                                0,40               0,75                 1                     1,50


Assim é q é... está no site da cgd... o jornalista n se deu ao trabalho...
O q ele devia ter escrito é q EU costumo ganhar 1€ ou 1,5€ com cada golo do SLB!!!  :clap1:
Este ano 45€ já cá cantam!!!!
E o Jorge Sousa roubou-me 1,5€!

XHITA


Wampyro


Americano69

Citação de: VALEBEM em 12 de Novembro de 2009, 11:09
O Villas Boas vai dar fatalmente num grande treinador, e até por estar num clube com o qual simpatizo, espero que não vá para o WC...
Ficava mais «tranquilo» se rumasse ao WC um Carvalhal, ou Couceiro ou um Cajuda... Ou seja, alguém que me dá «garantias» de não fazer melhor do que o Bento lol!

A mim, só me interessa o Benfica, mas se os adversários estiverem enfraquecidos, melhor para nós!

Concordo. O Sporting no fundo deve estar a tentar remediar o facto de terem deixado escapar Mourinho, apostando neste seu discípulo.
Não sei se é bom ou mau, mas que o futebol da Briosa mudou imediatamente do dia para a noite, isso é evidente.

SLB4EVERnEVER

Preferia um treinador para os lagartos conhecido, ou seja ,conhecido por ser mais um que anda por aí :D Tipo Cajuda, etc...

Zak

Para mim os lagartos até podem ir buscar o Mourinho.

XHITA




Contra a corrente: Não é Ronaldo, é Javi García quem faz muita falta ao Real

Por Leonor Pinhão

Não é pecado mudar de opinião. Não só não é pecado mudar de opinião como é uma alegria, uma prova de apurada sensibilidade e de inteligência prática. O mundo muda e nós também. De outra forma seria uma sensaboria.

Neste capítulo, o que o futebol tem de maravilhoso é que havendo jogos todas as semanas, todas as semanas mudamos de opinião face à avalanche de novos factos produzidos em noventa minutos, mais o tempo de compensação. Por todo o mundo onde se joga à bola, cada jornada atira com os adeptos para um caldeirão de realidade diferente do caldeirão da realidade anterior.

Tomemos por exemplos dois dos maiores clubes do mundo: o Real Madrid e o Benfica. Oficialmente não se cruzam em disputas no relvado há mais de quarenta anos, mas os dois gigantes ibéricos têm mantido ao longo das respectivas histórias alguns pontos em comum que implicam, pois com certeza, fabulosas mudanças de opinião num campo e no outro.

Recuemos até ao último Verão. E como fazia calor.

Em Madrid era recebido com honras faraónicas o português Cristiano Ronaldo. O estádio Santiago Bernabéu albergou uma multidão delirante só pelo prazer de ver Cristiano Ronaldo, equipado de branco, subir a um palanquim e pronunciar umas palavras num portunhol que a ocasião plenamente justificava.

Naquele momento nenhum adepto do Real Madrid duvidou, por um instante que fosse, da temporada de glória que tinha pela frente. As opiniões nem se dividiam: não haveria equipa no mundo que conseguisse, sequer, empatar um jogo com los blancos. Nas imediações de Chamartín, os que não conseguiram lugar no estádio torciam as mãos em desespero e corriam para os botequins mais próximos para assistir pela televisão à entronização do apolo madeirense.

Em Lisboa, o ambiente era diferente, muito diferente.

Ao Estádio da Luz acabara de chegar um espanhol de Chamartín. E se não esteve no estádio Santiago Bernabéu, com os seus, a deleitar-se com a apresentação de Cristiano Ronaldo, não foi porque tivesse chegado tarde à cerimónia. Foi porque não tinha, objectivamente, lugar. Não tendo lugar, não viu nada e foi mandado para Lisboa, depois de vendido ao Benfica.

As opiniões dos benfiquistas, naquele momento, não foram nada simpáticas. Estávamos no Verão, como se recordam, e pelas praias, de toldo para toldo, lamentavam-se em voz alta entre o irónico e o céptico:

— Isto é incrível, demos 7 milhões de euros por um suplente do Real Madrid!

— Isto é que é deitar dinheiro à rua!

— Mas quem é este Javi García?

— É um nabo qualquer que eles para lá tinham... 7 milhões de euros, francamente!

— Fez só três jogos na época passada...

— Nesse caso deve vir descansadinho... — e esta foi, ainda assim, a opinião mais positiva com que a notícia da contratação do «nabo» espanhol foi encarada em Portugal no mês de Julho.

Agora que Novembro já vai quase a meio, as opiniões mudaram. Mudaram em Madrid e mudaram em Lisboa. E neste início de semana, sem exagero ou com exagero, como preferirem, as opiniões radicalizaram-se nas duas capitais.

Em Madrid, encheu-se outra vez o estádio Santiago Bernabéu mas, desta vez, não foi para ver Cristiano Ronaldo. Foi para garantir à equipa do Alcorcón, da II Divisão B espanhola, uma prolongada ovação assim que terminou o jogo da segunda mão dos 16-avos-final da Taça do Rei. Os alcorcónenses, que tinham goleado, em casa, com grande exagero por 4-0, aguentaram-se com grande valentia no campo mítico do adversário e afastaram, sem exagero, o Real Madrid da famosa competição.

— No entiendo cómo ocurrió...

— Que falta nos hace Ronaldo... — queixavam-se os adeptos do Real na noite de terça-feira.

Estão, contudo, profundamente enganados.

Na noite de véspera, no Estádio da Luz, o diagnóstico da doença do Real Madrid já tinha sido traçado, com precisão científica por Rui Costa. Assim que o jogo com a Naval acabou, o jovem director desportivo do Benfica entrou em campo e correndo para Javi García abraçou-o, beijou-o e puxou-lhe as orelhas num gesto de grande carinho. Compreende-se a reacção de Rui Costa. Imagine-se só o que terá ouvido quando em Julho gastou 7 milhões de euros com um «nabo» espanhol, suplente do Real Madrid...

Nas bancadas, o público não se cansava também de aplaudir o autor do golo que, a um minuto do fim, garantiu a vitória ao Benfica. Que bem que ele afinal joga. E que bem que fala.

— Foi uma honra para mim ter marcado este golo — disse escolhendo tão bem as palavras que até dá vontade de lhe puxar as orelhas, com carinho.

E, satisfeitos, os benfiquistas regressaram a casa já entretidos a conversar sobre o próximo compromisso da Selecção Nacional.

— Não sei se o Cristiano Ronaldo faz mais falta à Selecção se ao Real Madrid... — lançou o mote um intelectual dos nossos.

— Quem faz falta ao Real Madrid é o Javi García não é o Cristiano Ronaldo! — logo o interrompeu um outro, ainda mais intelectual.

E com muita razão. Pelo menos foi essa a opinião de toda aquela gente.

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Por falar em fazer falta... José Eduardo Bettencourt, quando Paulo Bento se despediu, disse que 90 por cento dos sportinguistas já sentiam saudades do treinador e que, num curto espaço de tempo, seriam 100 por cento dos sportinguistas a ter saudades de Bento. Missão cumprida, já são 100 por cento! Ao assumir penosamente sozinho o discurso oficial do Sporting, Paulo Bento desgastou-se de um modo absurdo mas, honra lhe seja feita, protegeu os sportinguistas dos discursos do seu presidente. Sem Paulo Bento, Bettencourt tem sido o orador de serviço. Já nos informou que o perfil do próximo treinador será «do sexo masculino, caucasiano», que a agitação que se vive em Alvalade «tem a ver com a cultura visigótica», infelizmente mais radicada «a norte do Tejo», porque «entre os visigodos, o pai puxava as orelhas a quem se portava mal e tudo ficava em ordem», terminando por lamentar que não se possa «mudar a sede social de Lisboa para o norte...»

A falta que faz Paulo Bento.

PS: Robert Enke esteve três temporadas no Benfica e quando o seu contrato estava a chegar ao fim foi muito claro com o clube e com os adeptos que sempre o estimaram. Não quis renovar e não se quis entregar nas mãos de nenhum empresário. Considerava-se, e bem, o dono da sua vida, jogava com a carta na mão e era livre de ir para onde quisesse sem dar troco a terceiros. No final da temporada de 2001/2002, quando o árbitro apitou para o fim do último jogo que faria no Estádio da Luz, Robert Enke antes de recolher à cabina resolveu despedir-se dos adeptos do Benfica e, sozinho, deu uma volta ao estádio aplaudindo e sendo aplaudido. Foi um momento bonito e raro de um jogador que, sendo dono da sua vida, se despediu com carinho de quem tanto gostou dele. Contente ele, contentes ficaram todos. Anteontem à noite, numa passagem de nível em Eilvese, nos subúrbios de Hannover, Robert Enke, o dono da sua vida, foi-se embora de vez. Triste, tão triste ele e todos tão tristes.

XHITA




Lance livre: Em frente, Selecção!

Por Santos Neves

Chegou a hora. Dois jogos em cinco dias, tudo a fundo no sprint pela qualificação para o Mundial de futebol no próximo ano. Não haverá mais ses, nem mas...; o veredicto vai ser implacável, definitivo: sim ou sopas. Pela frente a Bósnia, que nunca defrontámos, é jovem país, mas não joga com bola quadrada, por várias boas razões já atingiu este patamar de disputa e, decerto, colocará imensa garra rumo a objectivo igualzinho ao nosso. Cientes de que este adversário será bem mais duro de roer do que o seu curto palmarés internacional pode indicar — vide avançados titulares no campeonato alemão... —, todos, jogadores, treinador e fervoroso público de Portugal, temos de dar o litro na prova prática de que a nossa Selecção é melhor. Também cientes de realidade tão objectiva quanto isto: afastar a Bósnia nada terá de proeza; por ela sermos afastados do Campeonato do Mundo seria terrível, também na violenta queda de cotação internacional. Não será... — mas, para isso, Portugal precisa de estádio a deitar por fora de entusiásticos adeptos, equipa concentradíssima, de mangas arregaçadas e inspirada. Em síntese, essa Selecção que Carlos Queiroz afirma ser forte candidata a campeã do Mundo.

A dois dias do primeiro embate, pede-se à nossa equipa que não se deixe afectar pelo raio de novela em que Cristiano Ronaldo se viu metido. Como há semanas se sabia... ele não estará na equipa porque, pura e simplesmente, não pode. Logo, é sem Ronaldo que temos de eliminar a Bósnia, ponto final. Em teoria, qualidade não falta, na equipa e no directo substituto. Só há que assumi-la!

Claro que outra ausência se lamenta: a de Pedro Mendes, a belíssima surpresa dos últimos dois jogos, senhor médio pivô da articulação defesa-ataque com exibições de mão cheia. É a vida...

Interessante dúvida: a nossa Selecção vai entrar na Luz com o seu esquema táctico dos últimos anos — 4-3-3, Simão e Nani nos flancos, Liedson ponta-de-lança —, ou Carlos Queiroz decidirá juntar a Liedson a compleição atlética de Hugo Almeida, num 4-4-2 que deixaria de fora Nani ou Simão?

Não de somenos: que defesa-esquerdo? Continuamos a nem um ter de raiz, só adaptados...: Paulo Ferreira, Duda, Miguel Veloso ou... o estreante Fábio Coentrão, o mais capaz de muito e bem acelerar ofensivamente, também sendo o mais vulnerável na acção inversa.

Boas escolhas, Carlos Queiroz! Nesta certeza: para a frente é o caminho! África do Sul-2010 é já ali.

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Bettencourt num momento do Sporting tão, tão especialmente difícil. Verdade que o novo presidente se passou mesmo dos carretos ao chamar cretinos e anormais a minoria de incendiários adeptos, acrescentando saber quem os apoia, «o Harri Batasuna cá do sítio». Fica é uma primeira questão de fundo: ele ter ou não ter... razão. E outra: que poder para concretizar ameaça de expulsar sócios? O que me parece seguro é isto: se José Eduardo Bettencourt tiver razão... será dificílimo travá-lo; como diria o outro, habituem-se... Trata-se, sem dúvida, de um líder diferente, emocionalmente bem mais próximo de Dias da Cunha do que de José Roquette ou Filipe Soares Franco. As tão velhas campanhas do bota-abaixo dentro do Sporting, essas a que chama de «terrorismo» e levaram à desistência de anteriores presidentes, vão ter nele o maior, quiçá feroz, adversário, pouco dado a diplomacias em momentos-chave, ainda menos de ouvir e calar, frontalíssimo e duríssimo.

Evidente que José Eduardo Bettencourt, para além de muitíssimo coração, tem absoluta razão no essencial: inaceitável que ultraminoria de adeptos em descabelada fúria tenha a pretensão de mandar num clube, correndo com treinadores e... presidentes!

Outro tipo de momento-chave: escolha de treinador, reorganização do futebol. Bettencourt assume: será ele a decidir. Sabendo que não encontrará outro Paulo Bento disposto a tentar grandes omeletas com escassíssimos ovos.

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Remate de letra: A galinha verde da vizinha

Por Hugo Vasconcelos

Paulo Bento pôs o dedo na ferida: é verdade que o Sporting jogava muito pouco; é verdade que teve uma pré-temporada terrível (apenas uma vitória, sobre o Atlético do Cacém); é verdade que não venceu qualquer jogo na Liga dos Campeões; é verdade que já perdeu 16 pontos na Liga, dois deles já depois da saída do treinador, e só fez 14...

O cenário é mau, seria sempre mau, mas não tenham dúvidas: ganhou outras proporções por causa do vizinho da Segunda Circular. Mesmo nas vitórias (três no campeonato, três na Liga Europa, uma na Taça), os sportinguistas olhavam para a galinha da vizinha e viam-na gorda, cheia de saúde, enquanto a deles estava magra, verde, de raiva e de indisposição.

Não fosse o início entusiasmante de época do Benfica e todas as atenuantes para este mau Sporting — não exactamente para este, que era mau de mais, mas para um Sporting claramente inferior aos rivais... —, como a diferença de orçamentos, a falta de mobilização, a ausência de pedras-chaves, a fraca qualidade dos reforços, teriam valido mais tolerância. Assim, inevitavelmente, Paulo Bento acabou por sair...

A mudança, aposto, trará outra frescura, outra ambição, numa altura em que realmente é difícil fazer pior e, diga-se, a fasquia da responsabilidade acabou por ser colocada bem baixa. Mas atenção, a galinha da vizinha parece ter ração para continuar a engordar...


"A pré-temporada do Benfica, talvez por um complexo de inferioridade que deve deixar de existir, deu origem a uma depressão nos sportinguistas e isso condicionou ainda mais a equipa."
Paulo Bento, ex-treinador do Sporting

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46Rossi

Ninguém viu a Escola do Benfica de Famalicão na Praça da Alegria?!? Espectáculo os putos  :D

XHITA



Ronaldo fala de sexo, velhice, Romário e muito mais

Avançado esteve no programa de Jô Soares.
Humorista justifica peso a mais do avançado.
Foi um fartote de histórias engraçadas e de risadas.

Por Nuno Paralvas

Ronaldo, o fenómeno, ganhou mais um aliado em sua defesa. Jô Soares, enorme humorista brasileiro, em todos os sentidos, criticou quem acusa o avançado do Corinthians de estar gordo. «Algumas pessoas invejosas dizem que ele ainda está gordo. Vou confessar uma coisa: eu também estou, mas isso é coisa de televisão. Cada câmara engorda três quilos. Eu tenho cinco câmaras sobre mim...», justificou Jô, provocando uma das muitas gargalhadas durante o Programa do Jô.

Ronaldo não se pronunciou sobre o peso, mas também fez a plateia rir. Deu, por exemplo, a sua opinião sobre sexo antes dos jogos: «Cientificamente não foi provado que atrapalha. Isso é uma lenda. Todas as equipas têm seguranças nos corredores para ver se algum jogador foge ou alguém entra. É uma pena.»

Ficou, então, a saber-se do que Ronaldo gosta. Mas também do que não gosta. «Mano Menezes [treinador do Corinthians] aprecia muito os estágios. Disse-lhe que no PSV e numa época no Barcelona não havia concentrações antes dos jogos em casa. Justamente nesses dois anos a minha média de golos foi muito alta...»

O fenómeno, 33 anos, reconhece que está a «ficar velho», mas vê algumas vantagens na sua idade. «A gente começa a cortar caminho», brincou, antes de comentar os cortes de cabelo que o celebrizaram ainda mais: «Deu sorte e foi rentável porque consegui um contrato com um produto capilar. Acho que melhorei muito.»

Reconhece que a possibilidade de voltar à selecção é ainda reduzida e que o obrigaria ao maior esforço da carreira. Da canarinha, porém, recordou um momento engraçado, no Mundial-94, quando tinha 17 anos. «Fazia quase tudo aos mais velhos. O Romário era o que mais abusava, pedia para limpar-lhe as chuteiras, buscar café, coisa de cara mais experiente para sacanear novato. Deu uma entrevista pedindo para eu jogar, mas eu, com medo de falar, disse que quem decidia era o Parreira. Romário chamou-me e disse: Vem cá, seu moleque. Pô, não quer jogar? Tem que falar! Puxa...»

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Sudão: Castigado com 40 vergastadas

Futebolista nigeriano condenado por ter consumido bebidas alcoólicas, em Cartum.

O futebolista nigeriano Stephen Worgu, do clube sudanês Al-Merreikh, foi condenado a 40 vergastadas e ao pagamento de uma multa de 18 euros, por ter consumido bebidas alcoólicas e conduzido embriagado, em Cartum, capital do Sudão. O jovem jogador, de 20 anos, reconheceu não ter respeitado o artigo 78.º do código penal sudanês, que proibe o consumo de álcool. Em declarações à BBC, lamentou-se da sua vida no Sudão. «É difícil adaptar-me à cultura, religião e língua. Tudo é diferente. Eles têm a lei islâmica [sharia] e não me sinto livre para fazer o que quero», disse.

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Editorial: FPF esteve bem no caso Ronaldo

Por Vítor Serpa

Aqueles que ainda acham que a imprensa desportiva portuguesa vive demasiado das emoções e exagera na importância real dos acontecimentos devia ter acompanhado o descontrolado estado de histeria de uma boa parte da imprensa espanhola sobre o diferendo entre a Federação Portuguesa de Futebol e o Real Madrid, a propósito da exigência da vinda a Portugal de Cristiano Ronaldo. E aqueles que também acham que a imprensa portuguesa é muito tolerante e demasiado próxima dos interesses dos grandes clubes nacionais, deveria ter acompanhado, igualmente, essa mesma imprensa espanhola na forma como assumiu, como sendo seus, os interesses do clube, chegando ao ponto de distorcer factos, de subverter regras da FIFA e de se atrever a inventar atitudes que o jogador português nunca teve.

Diga-se, em abono da verdade, que aquilo a que os espanhóis chamaram de braço-de-ferro, não passou de uma posição de firmeza da FPF, perante a prepotência do Real Madrid, que procurou tratar a Selecção Nacional com uma inaceitável subalternidade.

Era evidentemente ridículo o propalado receio de Carlos Queiroz colocar Cristiano Ronaldo em campo nos jogos com a Bósnia. Tal como seria intolerável que a Federação enviasse a sua equipa clínica a Espanha para avaliar um jogador que não tinha qualquer contra indicação para se poder deslocar a Lisboa para ser observado.

Há quem entenda que a Federação poderia ter sido mais tolerante. Se assim fosse, muitos estariam agora na primeira linha das críticas ao que classificariam de vergonhosa subserviência da Selecção Nacional.


carlao17

O Vilas Boas vai mesmo treinar o sportem....nos meandros em Coimbra já se procura sucessor...garantido