Comunicação Social

Wampyro

Citação de: Diaboli em 06 de Janeiro de 2010, 01:04



Olha, olha o pepsodent a pedir rapidez... Pois é, não se esqueçam é que ainda estão para analisar factos do jogo do Benfica em Braga 2 meses antes!

Didiman

Citação de: cacete em 06 de Janeiro de 2010, 01:18
Citação de: Didiman em 06 de Janeiro de 2010, 01:09
Vou repetir que acho ninguém reparou :)

O FCP de 1951 a 1953 teve um presidente chamado Urgel Horta que também foi deputado na Assembleia pela União Nacional, ala fascista do Salazar

E só agora é que dizes?

Já tinha escrito....Mas ninguém reparou...

E depois sou eu que tenho de tomar 24 comprimidos para a memória, reumatismo...E que mais mesmo ?

Chefe

Citação de: lPhoenix em 06 de Janeiro de 2010, 01:16
Qual é a parte de os clubes serem obrigados a fazer a saudação e o Benfica não a fazer que os users Chefe, Mastercard e Toribas não estão a perceber?!

E teimam teimam teimam teimam...  Até parece que tentam justificar o facto dos outros clubes (belenenses, fcp, scp) a fazerem.

O Benfica ser chamado o clube do Povo não é por acaso, como não é por acaso o vermelho, nem é por acaso ser um símbolo de democracia em (e para) Portugal.
É isso. Eu sou do belenenses, portista e sportinguista e por isso quero obrigar o Benfica a fazer a saudação para assim ser igual aos meus clubes.

Bahh... Over and Out. Já enjoa a conversa, se não querem perceber não percebam.

Joga Bonito

A bandeira do Benfica era a mais vista em comícios clandestinos do PCP...

RedJohn

Eu só sei que antes de haver democracia nas eleições em Portugal, ela já era praticada nas eleições do Benfica.

Isto é um facto indesmentível e que me orgulha imenso.

ivodaniello

Citação de: Joga Bonito em 06 de Janeiro de 2010, 01:21
A bandeira do Benfica era a mais vista em comícios clandestinos do PCP...

opa isso não é exemplo

a bandeira do Benfica é a mais vista no país O0

cacete

Citação de: Djamb3 em 06 de Janeiro de 2010, 01:16
Só para concluir a história, retirado de um texto incluído na publicação 100 Figuras do Futebol Português, jornal A Bola

Quando Cândido de Oliveira tomou o comando técnico do Belenenses, Mariano Amaro
juntou ao jeito rebelde de ser e de jogar uma nova consciência. Social. Se isso lhe deu o
carisma que fez com que, naturalmente, assumisse, à entrada para os anos 40, o cargo de
capitão da Selecção Nacional, também lhe marcou o destino. Que pior poderia ter sido.
Era um líder incontestado. Apaixonante. Mas, em Novembro de 1947, seria despojado do
esta-tuto de capitão por questões... políticas, que a censura salazarista manteria, anos a
fio, no segredo dos deuses... Nesse ano, antes de um Portugal-Espanha, como começava
a ser costume, as equipas perfilaram-se diante da tribuna principal para saudar as
entidades oficiais, com o braço erguido. Saudação fascista que eufemisticamente se
chamava... olímpica. Três jogadores, todos eles do Belenenses, treinado por Cândido de
Oliveira, não fizeram a saudação de braço em riste: Artur Quaresma deixou-se ficar em
sentido, José Simões e Mariano Amaro foram mais longe e cerraram os punhos! No
campo, mal se deu por isso, mas, depois, a revista Stadium publicou a fotografia, com uns
dedos pintados, espetados, à frente das mãos fechadas
— boa terá sido a intenção, mas
mau foi o retoque. Ficou o gato escondido com o rabo de fora. A bronca estoirou. Os três
jogadores chegaram a ser detidos pela PIDE, para averiguações, mas acabaram libertados,
salvos, afinal, pela sua qualidade de futebolistas, já que se fossem atirados para os
calabouços não haveria hipótese de se encobrir o escândalo, ter-se-ia de explicar porque
não jogavam nos domingos seguintes. Decisiva terá sido a influência do capitão Maia
Loureiro, figura grada da FPF e homem de confiança do regime, que garantiu que os
futebolistas já se tinham desculpado pela «criancice» e prometido nunca mais «repetir a
gracinha»...

Este Artur Quaresma era cigano. E tio do Quaresma do Inter.

lPhoenix

Citação de: Toribas em 06 de Janeiro de 2010, 01:17
Citação de: lPhoenix em 06 de Janeiro de 2010, 01:16
Qual é a parte de os clubes serem obrigados a fazer a saudação e o Benfica não a fazer que os users Chefe, Mastercard e Toribas não estão a perceber?!

E teimam teimam teimam teimam...  Até parece que tentam justificar o facto dos outros clubes (belenenses, fcp, scp) a fazerem.

O Benfica ser chamado o clube do Povo não é por acaso, como não é por acaso o vermelho, nem é por acaso ser um símbolo de democracia em (e para) Portugal.

Eu disse que o Benfica fazia a saudação?  :huh:


Citação de: Toribas em Hoje às 01:06O que o APV quis mostrar é que o Benfica era tanto clube do regime como os outros todos.


....
O Benfica não era um clube do regime como os outros todos porque belem, fcp e scp eram claramente do regime e o Benfica não.

No20__

Citação de: Wampyro em 06 de Janeiro de 2010, 01:19
Citação de: Diaboli em 06 de Janeiro de 2010, 01:04



Olha, olha o pepsodent a pedir rapidez... Pois é, não se esqueçam é que ainda estão para analisar factos do jogo do Benfica em Braga 2 meses antes!
A intenção era mesmo essa, mas como nenhum jogador do Benfica respondeu à porrada que comeram, deram-se mal. Era tão óbvio, um clube corrupto daqueles propor algo, só para queimar os outros, mas não explicou bem aos seus o que não fazer...
Quero ver se não cometem a ilegalidade de passar à frente dos outros assuntos todos.

d.blow

Alguém que me arranje o mail do Oliveira e Costa.

Ruislb82

Citação de: RedJohn em 06 de Janeiro de 2010, 01:22
Eu só sei que antes de haver democracia nas eleições em Portugal, ela já era praticada nas eleições do Benfica.

Isto é um facto indesmentível e que me orgulha imenso.

É verdade. Aliás, o Benfica sempre foi pressionado pela Pide e outros orgãos do Estado Novo, por eleger os seus orgãos sociais por via democrática.

Toribas

Citação de: lPhoenix em 06 de Janeiro de 2010, 01:25
Citação de: Toribas em 06 de Janeiro de 2010, 01:17
Citação de: lPhoenix em 06 de Janeiro de 2010, 01:16
Qual é a parte de os clubes serem obrigados a fazer a saudação e o Benfica não a fazer que os users Chefe, Mastercard e Toribas não estão a perceber?!

E teimam teimam teimam teimam...  Até parece que tentam justificar o facto dos outros clubes (belenenses, fcp, scp) a fazerem.

O Benfica ser chamado o clube do Povo não é por acaso, como não é por acaso o vermelho, nem é por acaso ser um símbolo de democracia em (e para) Portugal.

Eu disse que o Benfica fazia a saudação?  :huh:


Citação de: Toribas em Hoje às 01:06O que o APV quis mostrar é que o Benfica era tanto clube do regime como os outros todos.


....
O Benfica não era um clube do regime como os outros todos porque belem, fcp e scp eram claramente do regime e o Benfica não.

E onde é que nessa frase está escrito que o Benfica fazia a saudação? Isso foi dito num contexto diferente e na eventualidade de se confirmar aquilo que outros users tinham dito do Benfica também fazer a saudação.

Aka

Só para terem a noção do fascismo do Benfica, vou citar aqui um texto que vem no livro "História de 50 Anos do Desporto Português", do Jornal A Bola (1994), nas páginas 156 e 157:



"Era o ano quente de contestação a um regime já em crise. O Jamor, na final da Taça de Portugal, entre o Benfica e a Académica, viveria um dos maiores comícios de sempre da sua história. Contra a política estudantil, contra a política colonial, contra a prisão de estudantes e contra os «gorilas» nas universidades. O desafio foi tal que Américo Tomás se esqueceu da tradição e ficou em casa.
A Académica entrou em campo com todos os seus jogadores de capa caída, sinal de luto académico, e com braçadeiras brancas. Para que se percebessem bem o que estava em jogo, no jogo. Vítor Campos e Artur Jorge foram os «cabecilhas» da rebelião académica. Em segredo, obviamente, não fosse o Diabo tecê-las - e em articulação com as acções do Movimento Académico, liderado por Alberto Martins. Mas, vá-se lá saber porquê, Artur Jorge, chamado, entretanto, para o serviço militar, não foi dispensado para o jogo, ficando de serviço em Mafra. Por telefone secreto combinou com Vítor Campos que, em caso de vitória, correriam, ambos, a oferecer a Taça a Alberto Martins. Simbolicamente. Provocantemente.
Mas a Académica perdeu. Esteve a ganhar por 1-0, com golo de Manuel António, o Benfica empatou, por Simões, a cinco minutos do final do tempo regulamentar, aos 109 Eusébio fechou a contagem. E nesse lance, no génio do génio, sem sentimentalismos, que poucos benfiquistas festejaram - ou festejaram só aqueles que não perceberam o que aquela vitória da rebeldia poderia significar -, o futebol foi injusto. E por isso, de Norte a Sul, aquele sonhado «efe-erre-á», sentido, contestatário, não ecoou no côncavo das serras e na profundidade dos vales de um país então habituado a não se rebelar com o sangue de si na guelra. E, emocionante, os jogadores do Benfica vestiram todos a camisola da Académica e com ela deram a volta de honra ao estádio. E a Taça, entregaram-na, por momentos, a Vítor Campos, para que a beijasse, para que a sentisse."



Com um lagarto e um andrade lê este texto? "O regime não deixou o Artur Jorge jogar."

BC

É assim que eu quero e que tem de continuar a ser . Semana sim semana sim , lagartos e andrades AZIADOS com o Benfica !

Carrega Benfica !

lPhoenix

Citação de: Ruislb82 em 06 de Janeiro de 2010, 01:28
Citação de: RedJohn em 06 de Janeiro de 2010, 01:22
Eu só sei que antes de haver democracia nas eleições em Portugal, ela já era praticada nas eleições do Benfica.

Isto é um facto indesmentível e que me orgulha imenso.

É verdade. Aliás, o Benfica sempre foi pressionado pela Pide e outros orgãos do Estado Novo, por eleger os seus orgãos sociais por via democrática.

Exacto, e como SEMPRE nunca se subjugou a essas pressões. :metal:
Não saber isto é não conhecer O Benfica, lamentável.