Comunicação Social

XHITA



Coluna do Senador: Justiça

Por Francisco José Viegas

Acho que foi Eduardo, o guarda-redes da Selecção, que disse «para falarmos de justiça com frieza, devíamos ter conseguido a qualificação directa para a fase final do Mundial». Foi o mesmo que disse Bolatti no final do jogo com o Uruguai, se bem que Portugal esteja apenas no 'play-off': «A Selecção merecia este apuramento.»

Lamento, mas não é verdade. Portugal não merecia o apuramento directo para o Mundial porque fez uma carreira sofrível e medíocre antes destes jogos decisivos, com empates e derrotas inexplicáveis; e a Argentina não sei se merecia passar com tanta limpeza depois do que (não) fez sob o comando de um Diego Maradona que, de jogador genial e de talento único, passou a ser um arrivista sem desculpa, um anão ao pé do seu currículo. Mas as coisas são como são: a Argentina já lá anda e Portugal há-de lá ir se se esforçar.

Em futebol não existe o merecimento absoluto – existem resultados e existe qualidade de jogo. O ideal é que as duas coisas coincidam e se aliem para um espectáculo fatal; mas não venham, rapazes, falar de justiça. A justiça não tem nada a ver com isto. Isto é futebol.

Por exemplo: é justo o FC Porto ter deixado sair um rapaz como Diego, um talento que fez jogos irrepreensíveis, depois duma época em que Adriaanse transformou o plantel num molho holandês? Não é. Já viram onde eu quero chegar.

Maradona foi um talento extraordinário. Só o vi jogar uma vez no relvado, mas a sua magia ultrapassava os limites do campo – até onde chegava um golo de Maradona chegava o seu mérito, a sua capacidade de nos pôr a sonhar, a magia do baixinho. Vi-o, depois, no estádio do Boca, em Buenos Aires, a assistir ao jogo do centenário do seu clube de sempre. Era já uma sombra daquele talento. A mesma sombra arrastou-se pela forma como tem dirigido a Argentina durante esta campanha do Mundial. Para terminar, insultou a imprensa e os críticos. A Argentina precisa de se livrar da figurinha.

Vítor Baía completou ontem 40 anos. Parabéns atrasados a um dos grandes nomes do FC Porto.

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Vejam bem as m*rdas que estes FDP têm que fazer para TENTAR encher o cavalo marinho!  :crazy2:

Lotação quase esgotada

Jogo com Sertanense pode ter 50 mil nas bancadas devido aos saborosos apelos à comparência.

Restam unicamente cinco mil ingressos para vender para o FC Porto-Sertanense, podendo perspectivar-se, a mais de 48 horas do encontro e sem grande margem de erro, que o Estádio do Dragão vai ter lotação esgotada, uma mas maiores assistências da história. Estádio cheio numa eliminatória para a Taça de Portugal é raro, mas os diversos e saborosos apelos à comparência de público estão a ter o efeito boomerang desejado. Em primeiro lugar os ingressos são a preços muito, muito acessíveis, com valor mínimo de dois euros, e para além disso o FC Porto desencadeou outras de iniciativas destinadas a chamar gente ao estádio. Para os detentores do Dragon Seat, 27 mil, a entrada no estádio é gratuita, sendo que 14 mil ingressos já foram vendidos, 1500 foram solicitados pelo adversário e três mil foram distribuídos por escolas de Porto e Sertã.

XHITA



Coluna do Senador: Só mesmo um perfeito coração

Por Rogério Alves

O pessimismo é um flagelo nacional. Com a vacina contra a gripe A deveria desenvolver-se também uma vacina anti-depressiva. Laboratório que a descubra, tem aqui negócio em barda.

Nas vésperas do jogo contra a Hungria ninguém parecia acreditar na Selecção. O bendito play-off parecia uma miragem distante e improvável. Dias antes encontrei casualmente o Professor Carlos Queiroz. Desejei-lhe boa sorte e afiancei a minha fé na viragem das Tormentas. Sentia o apuramento como a cenário mais provável, mas, quando o dizia, era olhado com estranheza e reprovação. A coisa afigurava-se-me simples: se a Suécia batesse a Dinamarca, a qualificação naufragaria pela certa. Caso não cantasse vitória, empatando ou perdendo, seguiríamos em frente. Logo, concluía com a frieza que só a aritmética pode dar, as hipóteses de festejarmos eram superiores às de lamentarmos.

Não tinha a Suécia como favorita. Considero que a Dinamarca foi quem teve sempre as melhores prestações no grupo. Os factos deram razão às minhas expectativas e o pais reactivou esperanças, que passaram a ser certezas.

A campanha não foi boa, concordo. Ficamos muito aquém do esperado e sofremos muito para além do expectável. Mas quando vejo a Argentina e a França nas mesmas aflições, apesar de por lá andarem dos melhores jogadores do mundo, resigno-me à consabida falta de lógica deste desporto.

A Argentina acabou por se safar in extremis, o que levou o seu agitado treinador, arrastado pela comoção, a proferir declarações marcadas por um deslocado (e desbocado) erotismo.

A França, que teria merecido o ceptro há três anos, não fora o Zidane ter usado a cabeça, irá passar agruras como as nossas. Este é o nosso fado. Sangue, suor e lágrimas até ao derradeiro apito. Só mesmo um perfeito coração resiste a tanta prova de esforço.


BC

Houve aqui alguém , que na altura do golo do Bollati disse que o NOJO iria meter na capa quase de certeza que o Bollati tinha sido um herói e que iam ridicularizar o Benfica .

Foi mais ou menos um comentário deste genero.

E o que é que aconteceu ? LOOL Ridiculos , mesmo ganhando titulos nestes últimos anos... continuam sempre mas sempre sempre a pensar no MAIOR.

"O BENFICA MEXE COM O PAÍS"
Eu sei tripeiros e largatos , isso dói a muita gente!

Sav1ola

Sinceramente, não me afecta nada essa capa.

nsalta

O zbording tem dinheiro para pavilhões?

XHITA

Citação de: nsalta em 16 de Outubro de 2009, 11:34
O zbording tem dinheiro para pavilhões?

Só para as plantas e modelos... :)

XHITA



Plenos poderes: Memórias e amnésias

Por Rui Moreira

Carlos Queiroz herdou um fardo pesado, porque a geração de ouro que ajudou a formar estava de saída, e o seu antecessor nunca cuidou de preparar uma nova geração. Além disso, Queiroz não tinha a possibilidade de recorrer a uma equipa de clube que servisse de esqueleto à sua selecção, como sucedera em 1966, com os magriços de Otto Glória que tinham como base a equipa do Benfica, e em 2004, quando Scolari percebeu, após a derrota inaugural com a Grécia, que precisava de usar como base a equipa do FC Porto.

Entre os jogadores disponíveis, faltava um patrão, um capitão que, dentro de campo tivesse a voz de comando. Faltava, também, e ainda falta, um grande guarda-redes e um lateral esquerdo de qualidade. Não havia um médio criativo que pudesse ser alternativa a Deco, nem um ponta-de-lança que fizesse esquecer Pauleta. Queiroz precisou de formar uma nova equipa. Teve dificuldade em motivar alguns jogadores e em criar o indispensável espírito de entreajuda. O escândalo, em Braga, quando não se conseguiu levar de vencida a Albânia reduzida a dez e a vergonha na goleada sofrida com o Brasil são episódios que retratam esse problema. Mas, ao fim deste tempo, e com as necessárias adaptações, a equipa nacional tem hoje todos os atributos para ganhar o play-off e fazer um grande Mundial.

Bastaram três vitórias sucessivas para Portugal chegar ao segundo lugar no grupo de apuramento e voltar a sonhar com uma presença no Mundial. É pena que tenha falhado o apuramento directo, porque é a melhor equipa de um grupo que só não venceu por um conjunto de circunstâncias adversas. Já ouvi e li que Portugal teve imensa sorte por a Dinamarca ter ganho sem mérito à Suécia, e por ter ganho à Hungria numa vitória que começa numa falha do guarda-redes. Se calhar, é verdade. Afinal, há dias em que os deuses do futebol se unem para proporcionarem estas alegrias. Mas, também é verdade, e quem se recorda dos jogos desta série de apuramento não pode esquecer, nem deve omitir, que também houve dias em que os deuses nos pregaram partidas, como aconteceu no primeiro jogo contra a Dinamarca, e nas vitórias suecas na Hungria e em Malta, que foram ambas conseguidas já nos períodos de compensação.

A presença na África do Sul, onde há uma enorme colónia portuguesa, tem uma importância que transcende o futebol. Quando lá estive em Fevereiro, encontrei muitos que nem queriam acreditar que a sua selecção poderia falhar a presença. Também em Moçambique e até em Angola (que organizará o CAN mas não conseguiu o apuramento para o Mundial mais desejado) não faltará quem torça por Portugal. Estranho contraste este, perante tanta gente bem pensante, desta nossa terra de inveja que, depois do empate em Copenhaga, se precipitou ao comprar gravata preta para ir ao funeral de Queiroz.


Amnésia e portofobia

Ninguém se livra do efeito das emoções fortes que podem afectar o juízo e soltar o nosso imaginário das peias da razão. Vem isto a propósito do que ouvi após o magnífico e crucial golo de Liedson, que resolveu a contenda com a Hungria. Porque tivessem surgido dúvidas se a bola teria entrado, o jornalista da TVI, João Manha, exclamou: «Este golo faz-me lembrar um remate de Petit à baliza de Vítor Baía, há uns anos, também naquela baliza, em que a bola entrou totalmente, mas o árbitro não viu». É claro que, a frio, talvez Manha se recorde agora de um outro golo, esse sim em tudo idêntico ao de Liedson, que Clayton marcou pelo FC Porto ao Benfica na Luz, e que por acaso não contou.

A cor das lentes

O senhor Cruz dos Santos fez o favor de responder à minha última crónica e, por excesso de generosidade, chegou ao ponto de me distinguir com dois elogios exagerados, ao descrever esta minha rubrica como «sempre interessante e muito isenta». Saberá o leitor que me esforço por não ser maçador, mas não reclamo o último estatuto. Confesso muitas vezes que, apesar de cultivar os valores do fair play e gostar do futebol limpo e bem jogado, levo para os jogos óculos com lentes azuis. Fico, ainda assim, satisfeito que o Senhor Cruz dos Santos não tenha problemas oftalmológicos e estou certo que aproveitou a consulta, a que recorreu por minha culpa, para verificar que as suas lentes continuam incolores.

Mais do que contraponto

Fala-se demais do Benfica entre os portistas. O contraponto foi preciso, e fez sentido, quando o adversário dominava o futebol. Em trinta anos, os pratos da balança inverteram-se. Claro que o Benfica continua a ter o favorecimento da imprensa, beneficia da portofobia, do velho saudosismo e do triste unanimismo nacional. Claro que se continua a badalar as suas vitórias pré-históricas como se tivessem ocorrido ontem, e já se imagina que Jesus é o guia infalível de onze novos eusébios. Mas, tudo isso não passa de história velha, de proselitismo e de vã fumaça. O FC Porto está, por mérito próprio e há muitos anos, na mó de cima. Por isso, e se pensa e age como tal, também deve falar desse modo.

Pesadelos e dispneias

Mas, essa preocupação excessiva não é comparável à obsessão que existe no Benfica a propósito dos resultados do FC Porto. Incapaz de vencer o adversário nos relvados domésticos e conseguir idênticas façanhas lá fora, há muito que, na Luz, se tenta denegrir as vitórias do FC Porto, com o auxílio de uma horda de fiéis escribas, e se tenta contrariar esse domínio através de jogadas de bastidores e de secretaria. Alguém esquece a clique de renegados que o Benfica tem seduzido ao longo dos últimos anos, ou o seu lastimável envolvimento no caso Carolina Salgado? Para Fernando Guerra, o Dragão tem pesadelos vermelhos. Pois eu acho que o Benfica padece há muito de uma grave dispneia azul-e-branca.

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Coisas da vida: Clareza, sff

Por Mário Nóbrega

Os médicos da Selecção deram Cristiano Ronaldo como apto para jogar frente à Hungria e Carlos Queiroz deu-lhe a titularidade. Cristiano Ronaldo diz agora que não estava a 100 por cento para poder ser utilizado. Uma coisa parece certa, que é nada disto bater certo. Resultado desta situação lamentável: Cristiano Ronaldo não poderá jogar no play-off, dois compromissos que serão bem mais difíceis para Portugal que o realizado diante da Hungria, na Luz. Entretanto, quem assume responsabilidades?

***

Não houve gato escaldado no jogo Dinamarca-Suécia, como lá no fundo do seu íntimo muitos portugueses, incluindo eu, temiam. Para bem de Portugal mas, principalmente, para bem do futebol.

***

No antes e depois dos actos eleitorais para as legislativas e as autárquicas tive duas surpresas e uma confirmação. Primeira surpresa: Manuel Alegre foi quem fez oposição mais incisiva e contumaz à política do governo, ou seja, a José Sócrates, mas apareceu ao lado de José Sócrates num comício do PS para as legislativas. Manuel Alegre, um decano da vida e da política, devia já saber que, politicamente, não pode haver argumentação poética que justifique o dúbio. Pode-se andar muito tempo, mas não se pode andar sempre, de bem com Deus e com o Diabo. Segunda surpresa: Otelo Saraiva de Carvalho, estratego do 25 de Abril que devolveu aos portugueses o direito de votar em liberdade, afirmou, a propósito do seu apoio à candidatura de Isaltino Morais à câmara de Oeiras: «O que eu quero é obra.» Assim, em meia dúzia de palavras, Otelo Saraiva de Carvalho mandou às urtigas a ética e a moral democráticas. Confirmação: na noite das eleições autárquicas vi Marques Mendes na TVI censurar, sem tibiezas, as candidaturas de Fátima Felgueiras, Ferreira Torres, Valentim Loureiro e Isaltino Morais. E reforcei a ideia de que a grandeza dos homens não se mede pela sua estatura física.

Riera

Citação de: Sav1ola em 16 de Outubro de 2009, 11:31
Sinceramente, não me afecta nada essa capa.

Afectar, não afecta, mas é de um primarismo ridículo, quase saloio! Comparar 2 estrelas da selecção argentina a este medíocre, porque teve a felicidade de marcar um golo, é aberrante, até para esse pasquim do oliveirinha...

XHITA



Fora de jogo: Existe?

Por João Bonzinho

Se Deus existe, foi ele quem concedeu a Maradona o supremo privilégio de marcar e ver validado em plena fase final do Mundial — em 1986 — um golo com a mão e logo na baliza dos súbditos de Sua Majestade a Rainha Isabel, por quem, como se sabe, os argentinos são capazes de morrer mas nunca de amores e à custa de quem sentiram naquele Mundial um prazer dificilmente sentido frente a qualquer outro adversário, Brasil à parte.

Se Deus existe, tratou ainda de permitir a Maradona uma diversão sem limites ao longo dos últimos trinta anos, desde que o rapaz se tornou famoso por jogar à bola como nenhum outro até poder rebolar-se pelo chão sem risco de fracturas dada a impressionante estrutura arredondada que o seu corpo veio a tomar sobretudo nos últimos quinze.

Se Deus existe, trouxe Maradona do lado de lá da Lua, do lado negro, de volta ao lado de cá, quando já todos se resignavam ao fim prematuro de uma das maiores estrelas do futebol de todos os tempos, o maior dos astros para uma larga fatia dos que, como eu, não viram com olhos de ver nem Di Stéfano, nem Pelé, praticamente nem o senhor Eusébio, e quase se limitam a poder discutir se Johan Cruyff ou Michel Platini foram eventualmente melhores do que Maradona.

Se Deus existe, e Maradona, pelos vistos, acredita mesmo que sim, não lhe larga a mão desde que El Pibe, como a História o eternizará, andou, em Cuba, aos abraços a Fidel Castro, nos intervalos das suas curas de desintoxicação de intermináveis doses de cocaína que por muito pouco não o atiraram para a câmara ardente.

Dos rocambolescos episódios nocturnos sempre que era apanhado pela polícia e detido em acções cujas imagens degradantes depressa se espalhavam pelo mundo com headlines próprios dos maiores bandidos do universo, aos tiros a jornalistas à porta da sua mansão nos arredores de Buenos Aires, Maradona serviu de quase tudo a uma sociedade hipócrita e sedenta de vítimas e culpados. Como compreender que se apresentasse Maradona como um criminoso quando se estava apenas perante um pibe oriundo dos bairros mais pobres da capital argentinas, a quem Deus, se existe, decidiu atribuir um inimitável poder de jogar uma bola, específica, e certamente não por acaso, com o pé esquerdo, para que o dom fosse, enfim, ainda mais raro e inatingível.

Se Deus existe nunca quis que Maradona fosse um exemplo. Mas se existe, como não há dúvida que Maradona acredita profundamente, quis que ele não seguisse o exemplo de outros. Se existe, aceita-lhe mais do que uma vida, protege-o, regenera-o, levanta-o, dá-lhe firmeza e alimenta-lhe a irreverência. Talvez muitos gostassem de ver Maradona sacrificado a bem do consumo comum e das hostes do fato e da gravata, dos gabinetes nos arranha-céus e das classes executivas de uma vida mais feita de mercados financeiros do que de sensibilidade e paixão.

Maradona, se Deus existe, parece receber Dele a força de não desistir de provar que a sua fé em Deus, no Deus em que ele tanto e tão genuinamente acredita, não o torna Deus, mas lhe concede a graça de Deus quando quase todos à sua volta parecem torcer simplesmente pelo seu fim.

Ainda agora, no momento de qualificar a selecção da Argentina para a fase final do Campeonato do Mundo de 2010 após duras batalhas que muitos não acreditariam que vencesse, Maradona manteve-se absolutamente igual a si próprio na resposta aos que acusa de o tratarem mal e sem respeito e de recusarem alimentar a esperança no sucesso da tarefa que levava a cabo.

Se Deus existe, abusará Maradona da sua bondade? A verdade é que ele, Maradona, venceu por fim todas as duras batalhas, mesmo a desta quarta-feira, em Montevideu, no mais antigo clássico do futebol sul-americano que opõe Uruguai e Argentina desde 1901, e agora, aos pobres uruguaios, nem adianta dizerem que Carlos Gardel, o mestre do tango argentino, nasceu no Uruguai. Ninguém acredita.

Em Deus não acredito eu. Mas se Maradona for campeão do mundo na África do Sul passo a acreditar. No mínimo.

'Penalty'
José Eduardo Bettencourt, o presidente do Sporting, tão depressa suscita entusiasmo como o esmorece. Atacar o fundo de jogadores do Benfica foi um tiro no pé mas de canhão, não de pressão de ar. E afirmar, nesta altura, que Paulo Bento não sairá pela porta pequena... Em que estava ele a pensar?

'Livre Directo'
Situação delicada a que Rodriguez, segundo a imprensa uruguaia, denunciou no final do Uruguai-Argentina, afirmando que viveu no Porto semana complicadíssima porque o clube do dragão não o queria deixar ir defender a sua selecção. Lá, estalou o verniz; cá, negou tê-lo dito. E assim acontece.

'Livre Indirecto'
Apesar de tudo o que se diz, não é obviamente fácil saber exactamente se Simão tem ou não ciúmes de Ronaldo, acreditando que Ronaldo, quanto muito, terá ou não ciúmes de Messi. Mas que importa isso? Ronaldo e Simão são duas das grandes figuras da Selecção Nacional como ficou, agora, bem claro. E ainda bem.

TJSF

Rui Moreira precisa de passar uns anitos a ver o Benfica ganhar, calava-se de vez.

Sav1ola

Citação de: Riera em 16 de Outubro de 2009, 11:40
Citação de: Sav1ola em 16 de Outubro de 2009, 11:31
Sinceramente, não me afecta nada essa capa.

Afectar, não afecta, mas é de um primarismo ridículo, quase saloio! Comparar 2 estrelas da selecção argentina a este medíocre, porque teve a felicidade de marcar um golo, é aberrante, até para esse pasquim do oliveirinha...

É de uma "pequenez" tal... que só retrata como eles são, não me afecta por isso mesmo e é mais uma capa para vender com a ajuda do BENFICA.
É a típica capa com o mesmo intuito das "assinei em 3 minutos".
Não me afecta essas capas "morais" quando sei perfeitamente que qualquer um dos nossos dois jogadores lá mencionados ownam esse senhor, "dragão", que está no Huracán e é o 17º da Apertura...


E isto não é nada... perto do mundial vão haver capas com "Helton e Hulk podem estar a caminho do mundial"  :2funny:

Americano69

Acho piada como citam tantas vezes uma frase do Figo e ignoram a outra  :angel:

Riera

Citação de: Americano69 em 16 de Outubro de 2009, 11:51
Acho piada como citam tantas vezes uma frase do Figo e ignoram a outra  :angel:

Qual?

Americano69

Citação de: Riera em 16 de Outubro de 2009, 11:52
Citação de: Americano69 em 16 de Outubro de 2009, 11:51
Acho piada como citam tantas vezes uma frase do Figo e ignoram a outra  :angel:

Qual?

A capa tem duas citações dele, é só ler. Claro que depois pode-se valorizar uma e ignorar a outra, mas não faz o meu género.

Riera

Citação de: Americano69 em 16 de Outubro de 2009, 11:54
Citação de: Riera em 16 de Outubro de 2009, 11:52
Citação de: Americano69 em 16 de Outubro de 2009, 11:51
Acho piada como citam tantas vezes uma frase do Figo e ignoram a outra  :angel:

Qual?

A capa tem duas citações dele, é só ler. Claro que depois pode-se valorizar uma e ignorar a outra, mas não faz o meu género.

A 2.ª é aquele pau de dois bicos: desculpabiliza os dirigentes osgas pelo não investimento esta época, mas não os desresponsabiliza por terem chegado à este ponto...