Comunicação Social

Deus Ex-Machina

Citação de: Redady em 29 de Outubro de 2009, 09:07
Por isso é que o veloso não tem pintado o cabelo ...

E tem de usar collants... apesar de ter gostado muito de jogar contra os Vintepilas da Letónia ou Lituânia ou lá o que é aquilo.  ;D

No20__

Alguém me explica já agora porque vai a Câmara dar 18M por um descampado? Acordo prévio? Eles até por 5M se davam por contentes pah.

Manuel_apt

Citação de: XHITA em 29 de Outubro de 2009, 07:20


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Tou a rir e ainda não consegui parar ja ha mais de meia hora.

ESTE TA DEMAIS

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XHITA

Se se confirmar, acho uma boa idea. :)



Convite para jogar nos Açores

AF Ponta Delgada quer festejar 85.º aniversário com desafio entre St.ª Clara e Benfica, dia 13.

A Associação de Futebol de Ponta Delgada quer comemorar os 85 anos de vida com um jogo particular entre as equipas do Santa Clara e do Benfica, a disputar no próximo dia 13, véspera do confronto entre Portugal e Bósnia a contar para o play-off de apuramento para o Mundial de África do Sul. Aproveitando o interregno na Liga e adiando a partida que opõe o Santa Clara à Covilhã, relativa à 10.ª jornada da Liga de Honra, agendada para 15 de Novembro, a AF Ponta Delgada procura assim satisfazer o desejo de coroar o 85.º aniversário com pompa e circunstância, sensivelmente cinco meses após a inauguração da nova sede. O convite ao Benfica já foi formulado e ainda esta semana deverá surgir uma resposta, que tudo aponta seja positiva, havendo do Santa Clara disponibilidade para adiar o desafio do campeonato, aguardando apenas a concordância do adversário. Auditon Moniz, presidente da AF Ponta Delgada, não quis, para já, tecer comentários, mas levantou um pouco a ponta do véu ao referir que até ao final da semana deverá ser convocada uma conferência de imprensa, possivelmente para oficializar o assunto.


CelsoMedeiros

COmo voces sabem, estou em lisboa durante uma semana em reunioes no SHeraton Lisboa, ontem no almoco vi o nosso Presidente almocar com um tipo que nao consegui saber que era...mas a noite quando voltava de uma saida com um amigo (bem acompanhados hehehe adoro a versatilidade de Lisbao) com quem me deparo parado a entrada do SHeraton?? Nada mais do que o PORCO ASQUEROSO do MST...o gaju tinha um grande golpe na cara hahahahahahahha acho que um dos NOSSOS deu-lhe uma licao....o CABRAO E MMO PARECIDO COM UM PORCO....

XHITA

Citação de: CelsoMedeiros em 29 de Outubro de 2009, 10:03
COmo voces sabem, estou em lisboa durante uma semana em reunioes no SHeraton Lisboa, ontem no almoco vi o nosso Presidente almocar com um tipo que nao consegui saber que era...mas a noite quando voltava de uma saida com um amigo (bem acompanhados hehehe adoro a versatilidade de Lisbao) com quem me deparo parado a entrada do SHeraton?? Nada mais do que o PORCO ASQUEROSO do MST...o gaju tinha um grande golpe na cara hahahahahahahha acho que um dos NOSSOS deu-lhe uma licao....o CABRAO E MMO PARECIDO COM UM PORCO....

;D

rambo

Citação de: CelsoMedeiros em 29 de Outubro de 2009, 10:03
COmo voces sabem, estou em lisboa durante uma semana em reunioes no SHeraton Lisboa, ontem no almoco vi o nosso Presidente almocar com um tipo que nao consegui saber que era...mas a noite quando voltava de uma saida com um amigo (bem acompanhados hehehe adoro a versatilidade de Lisbao) com quem me deparo parado a entrada do SHeraton?? Nada mais do que o PORCO ASQUEROSO do MST...o gaju tinha um grande golpe na cara hahahahahahahha acho que um dos NOSSOS deu-lhe uma licao....o CABRAO E MMO PARECIDO COM UM PORCO....

Presumo que estamos a falar deste suíno ...


red_label

Ainda o episódio da mão....alguém se lembra do porcalhão-corrupto?

http://www.record.pt/noticia.aspx?id=814024&idCanal=17



Monraigon

Citação de: XHITA em 29 de Outubro de 2009, 07:20


:2funny: :2funny: :2funny: :2funny: :2funny:

fdx...das melhores coisas que vi um jornal fazer em muitos anos  :pray:

:2funny: :2funny: :2funny: :2funny:

Fabuloso.

Chefe



XHITA




Contra a corrente: Rui Costa, Vítor Baía e o futuro
(... sobre reportórios gastos e maus aprendizes)


Por Leonor Pinhão

Na terça-feira pelo final da tarde houve sorteio da Taça de Portugal e lá se compôs a grelha dos encontros da próxima jornada da segunda competição nacional. Como é costume, jogam uns contra outros, a eliminar, e uns foram mais felizes do que outros nos ditames da sorte, como também é costume.

Nesta fase da prova, como também é costume, saiu ao Benfica um adversário difícil, o valoroso Vitória de Guimarães, que todos vimos, nessa mesma noite, moer o juízo à equipa do Sporting e de que maneira.

Voltemos ao sorteio da Taça. Voltemos, directamente, ao que não é costume e que, por isso mesmo, deve ser saudado como novidade e tão fresca e arejada novidade que traz consigo a promessa de um maravilhoso mundo novo. E não se trata de ficção científica, nada disso.

As imagens dos representantes do Benfica e do FC Porto no sorteio, nem mais nem menos do que os senhores Rui Costa e Vítor Baía, em tranquila conversa entre dois adversários de sempre e que sempre se respeitaram, causaram profundo regozijo entre todos os que consideram que o futebol português tem de mudar e que há uma geração de dirigentes à beira do fim do prazo de validade.

Enquanto Rui Costa e Vítor Baía confraternizavam em cordialidades, o presidente do Sporting de Braga, de acordo com os relatos da imprensa, não foi visto na sala do sorteio mas foi visto «no outro lado da rua», preferindo, porventura, o ar livre da Capital a «ter de se cruzar com Rui Costa e Lourenço Coelho», ou seja, com os representantes do Benfica.

Mau aprendiz de um reportório esgotado, o presidente do Sporting de Braga assim que perdeu os primeiros pontos, em vez de elogiar o fantástico arranque da sua equipa em nada diminuído pelo empate em Vila do Conde, resolveu preparar um mau ambiente para o próximo jogo dos bracarenses, precisamente contra o Benfica, em Braga.

Ao contrário do seu tesoureiro, que, racionalmente, está imensamente feliz com a visita do Benfica, António Salvador está imensamente preocupado em satisfazer as irracionalidades alheias e em apontar ao Benfica todos os males, começando pelos dois pontos perdidos com o Rio Ave — João Tomás, autor do golo dos donos da casa foi jogador do Benfica... — e terminando com a notícia, dada por si próprio com grande e estranha satisfação, de que o Benfica ia contratar durante a semana meia-equipa do Braga.

De tão disparatada, a tentativa de agradar a terceiros parece que não pegou. É o problema dos reportórios gastos. Venham, pois, os novos artistas e quanto mais depressa melhor.

*********

No final do jogo, Jorge Jesus chamou-lhe «uma solução de recurso». A verdade é que, na Luz, não se via uma solução de recurso tão interessante desde a já longínqua noite em que Fernando Chalana, treinador de recurso entre a saída de Jesualdo Ferreira e a entrada de José Antonio Camacho, inventou Miguel como lateral-direito. Miguel, um extremo-direito de raiz, nunca mais largou a posição de recurso e construiu, a partir daí, uma válida carreira nacional e internacional.

Nos dias de hoje, na Luz, os adeptos do Benfica viviam divididos entre duas soluções para a posição de lateral-esquerdo: o argentino Schaffer, excelente na arte de cruzar para a área adversária, e César Peixoto que parece merecer uma maior confiança por parte do treinador.

Na noite de segunda-feira, Peixoto, que estava escalado para ser o titular no jogo com o Nacional da Madeira, lesionou-se durante o aquecimento e já não regressou ao relvado. Foi Fábio Coentrão quem ocupou o seu lugar do primeiro ao último minuto.

A defender esteve intransponível, a atacar ofereceu um golo a Cardozo, outro golo a Saviola e a nós todos ofereceu-nos mais uma alegre dúvida para nos entretermos sobre a posição de lateral-esquerdo:

— Schaffer, Peixoto ou esse tal Coentrão?

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Manuel Pellegrini, treinador do Real Madrid, está muito confiante na rapidez da recuperação de Cristiano Ronaldo. Seria, de facto, bom para o Real poder contar com a arte do jogador português, até porque sem o contributo do seu número 9 já tropeçou na Liga espanhola, na Liga dos Campeões e de forma maravilhosamente absurda na Taça do Rei, caindo aos pés de uma equipa da III Divisão nativa.

Curiosamente, em relação à outra equipa de Cristiano Ronaldo, a Selecção de Portugal, parece que as coisas se passam de maneira bem diferente... Sem Cristiano Ronaldo a equipa de Carlos Queiroz deu muito melhor conta do recado, conseguiu a proeza de chegar aos play-offs de qualificação para o Mundial e quando tudo já parecia perdido.

A culpa desta anormalidade não é de Queiroz nem, muito menos, de Cristiano Ronaldo. É nossa, é do país.

Quando Ronaldo joga pela Selecção o país inteiro entra em transe e nem se mexe. «Pára Portugal!» — parece ser o grito mudo que emerge das profundezas da nossa terra. E Portugal pára para ver Ronaldo, de quinas ao peito, resolver todos os jogos e marcar todos os golos.

E o problema nem é, obviamente, este. O problema é que pára Portugal e param os jogadores (maioritariamente) portugueses da nossa Selecção, também eles expectantes em que o colega hollywoodescamente célebre lhes resolva, por estatuto, os jogos e marque os golos todos. E, como se sabe, uma equipa parada a ver um colega jogar não vai a lado nenhum.

E foi por isso mesmo que quase não fomos à África do Sul...

Se os jogadores da Selecção conseguiram provar que sabem correr e jogar sem Cristiano Ronaldo, Carlos Queiroz tem agora a sua maior e mais difícil missão como treinador: ensiná-los a correr e a jogar com Cristiano Ronaldo.

E, assim, as coisas acabarão por se compor.

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Bem podem os historiadores insistir em que a contenda entre Jorge Jesus e Manuel Machado é uma história pessoal que em nada belisca os emblemas que representam hoje e que representaram no passado.

Os historiadores são, por vezes, uns grandes mentirosos. Se de Jesus todos sabemos o que aprendemos na catequese, de Manuel Machado não nos esquecemos daquela vez, no passado, em que, perdendo contra as nossas cores, gritou que só lhe apetecia pegar «num pau de marmeleiro» e desancar o Universo inteiro.

Aguente-se.


XHITA



Lance livre: Porquê, Sporting, porquê?

Por Santos Neves

Há quem diga que o grande problema da equipa de futebol do Sporting está na falta de controlo emocional. Porém, o que está a destruí-la é muito mais grave do que isso: ela, pura e simplesmente, deixou de ter emoções! Entenda-se: genica, raiva, ganas a sério para dar a volta ao seu péssimo texto. Isso, já é evidentíssimo, não tem. No pólo oposto, anda abúlica, emocionalmente inerte. Nos intervalos entre dois jogos, sempre promete, ou mesmo garante, que no próximo é que vai ser. Por regra, não é — ressalvadas três excepções: os jogos com a Fiorentina e os 90 minutos no Dragão; aí, embora com resultados negativos, a equipa teve nervo... e, por isso, até atingiu pelo menos razoável qualidade.

O resto — e já lá vão quatro meses desde o arranque em pré-temporada... — tem sido alastrar de apagada e vil tristeza. Inclusive na Liga Europa, onde mistura classificação de topo com exibições de fazer perder a cabeça ao mais paciente dos adeptos. Frente ao Hertha de Berlim, hora e meia de miserável qualidade, abaixo de qualquer decência. Segunda parte na Letónia quase idem, aspas, salva por extraordinária inspiração de João Moutinho naquele golaço. E sempre a tónica nas fraquezas de coração, ao jeito de, se não dá mais que isto... deixa andar.

É aqui que o Sporting está obrigado a absoluto exame de consciência. Depois de Guimarães... inadiável! Porque, caramba!, como é que uma equipa que sabe ter ali o seu dia D, o premente sim ou sopas a início de recuperação, entra em campo com tão impressionante letargia... e desta não sai em toda a primeira parte?!!! Nem dá para analisar deficiências de qualidade técnica e (ou) táctica... perante tão clamorosa ausência de ganas! Paulo Bento, indiscutivelmente, tem-nas. Alguns jogadores também. Por que não conseguem transmiti-las a toda a equipa?... Que fracturas, e por que razões, ali se deram?

Este é um ponto de vista muitíssimo duro? Obviamente, creio ser tão-só realista. Porquê a isto chegou a equipa do Sporting, com a terrível consequência de estar arrumada, enquanto candidata ao título, ainda o campeonato vai na 8.ª jornada?... (disto não havia memória!). As razões, essas, quiçá múltiplas, a quem de direito no Sporting cabe dissecá-las.

Alcochete e Alvalade têm o mesmo treinador e praticamente os mesmos jogadores das últimas temporadas (Matías Fernandez ainda não obteve rendimento superior ao de Romagnoli, mas a saída de Rochemback não dá para chorar, Caicedo recorda Derlei, mas só melhor que Tiuí poderá ser... e admite-se que Angulo necessite de mais tempo — ah!, a lesão de Izmailov é fortíssima baixa, mas ridículo seria tentar explicar tudo com ela). Esta é a equipa técnica e estes são mais de 90% dos futebolistas que, quatro anos a fio, levaram o Sporting a vice-campeão, também conquistando duas Taças de Portugal e duas Supertaças. Por que raio se desmoronam assim, num repente?!

Verdade que os 2.ºs lugares do Sporting foram obtidos espremendo até à última gota o potencial de qualidade da equipa — e também com indirecto auxílio de um Benfica que, nas eras de José Antonio Camacho e de Quique Flores, se enraizou no nível de fraquíssimo. O novo Benfica, desde a pré-época se vê, apanhou foguetão para outra galáxia (mesmo que nela não venha a manter-se, situar-se-á muitíssimo acima da anterior mediocridade). Ora, ponto assente, para este Benfica, o máximo da pedalada sportinguista nos últimos anos não chegaria. Será que a equipa do Sporting demasiado cedo interiorizou isso, assim se bloqueando psicologicamente? Pode ser uma explicação. Não dá para acreditar que seja a única... E de algumas outras, bem possíveis, seria especulativo falar não vivendo por dentro o que ali se passa. Mas alguém no Sporting tem de perceber as razões — e agir.

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"Um cretino é um cretino. Há coisas que não mudam por muito que pintemos de amarelo, azul, vermelho ou encham jornais."

Manuel Machado, treinador do Nacional, numa 'boca' a Jorge Jesus após o jogo com o Benfica.

Remate de letra: O futebol 'politicamente chato'

Por Hugo Vasconcelos

Portugal é o país do politicamente correcto, no futebol como noutras áreas da vida. Elogios, palmadinhas nas costas, sorrisos, tudo serve para esconder opiniões. É preciso é não ofender ninguém, agradar a gregos e troianos, e de preferência também a turcos e arménios, israelitas e palestinos, paquistaneses e indianos...

Por isso, acho refrescante uma pega como esta entre Jorge Jesus e Manuel Machado. Não falta quem diga que treinadores de clubes desta importância devem saber comportar-se; devem dar o exemplo; devem estar acima de tricas pessoais. É verdade. Devem.

Mas, caramba, quem não se sente não é filho de boa gente. Mais que isso, têm os dois muita piada — Jesus a acenar depois do quarto golo do Benfica, Machado com a (pouco) indirecta de que «um cretino é um cretino». Eles não se gramam, pronto, para quê andar com paninhos quentes?... Mourinho, que é Mourinho, foi e é muito menos polido...

Eu, confesso, achei piada. Só importa é não fazer disso a coisa mais relevante do mundo.

P. S. A decisão de validar o golo do Sporting em Guimarães é fantástica. No sítio onde estava, dez em dez pessoas que olhavam para a televisão gritaram fora-de-jogo. Não era. Não consegui perceber se foi José Cardinal ou Bertino Miranda (os nossos dois melhores árbitros auxiliares, digo eu) a dar a indicação, mas de qualquer forma muitos parabéns!

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