Salvio no Liverpool

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Liverpool have an agreement in place to land Eduardo Salvio from Benfica.

Portuguese newspaper Diario De Noticias claims an injury to a striker has held up a deal, but both sides are still keen on a transfer.

A fee is yet to be struck, but a £25m fee has been mooted.

 

 

De candidato a campeão. Os bastidores do Benfica na SIC

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A reportagem durou "vários meses" a ser feita e contou com o empenho total de Luís Filipe Vieira, mesmo já depois de Jorge Jesus ter trocado as águias pelos leões. O resultado passa no 'Jornal da Noite', a partir de quarta feira.

"Luís Filipe Vieira teve uma coragem tremenda. Esta reportagem só se fez por causa dele". O elogio ao presidente do Benfica é feito por Nuno Luz, o jornalista da SIC que durante "quatro meses" acompanhou todos os pormenores da vida do clube.

"No Coração da Águia". Assim se chama a Reportagem Especial que a SIC vai emitir em três dias consecutivos, a partir de quarta-feira, no Jornal da Noite. A estação promete aos espectadores "uma visita exclusiva, guiada pelo presidente, que quer um futuro à altura do passado", em que vai ser possível "ver o Benfica como certamente nunca se viu: o relvado, o balneário, o ginásio", "as refeições, as reuniões, as viagens".

"Tudo começou há mais de um ano. Tínhamos feito este pedido ao Benfica e ao FC Porto. Até começámos a falar primeiro com o FC Porto, mas depois as coisas não avançaram. Há quatro meses voltámos à carga com o Benfica: era o ano em que a equipa podia ser bicampeã e eu achei que isso era muito interessante", conta Nuno Luz ao nosso jornal.

O jornalista recorda que no início sentiu uns olhares de soslaio. "No futebol português há muito esse estigma, essa necessidade de os clubes se fecharem, há sempre quem ache que as câmaras de televisão desconcentram, são fatores de perturbação, mas o presidente Luís Filipe Vieira teve uma coragem tremenda: permitiu-nos o acesso ao clube sem qualquer tipo de restrição. Este trabalho só se fez por ele", sublinha.

Nuno Luz recorda as viagens, o contacto quase diário com a estrutura da SAD e com os jogadores da equipa. E também com Jorge Jesus. "Foi um momento atribulado e eu fui apanhado por ele. Fiz a última entrevista ao Jesus enquanto treinador do Benfica, depois acontece a sua saída para o Sporting. Mas posso garantir que em nenhum momento sentimos algum tipo de pressão para que o Jesus não entrasse neste trabalho".

"Luís Filipe Vieira teve uma coragem tremenda. Esta reportagem só se fez por causa dele". O elogio ao presidente do Benfica é feito por Nuno Luz, o jornalista da SIC que durante "quatro meses" acompanhou todos os pormenores da vida do clube.

"No Coração da Águia". Assim se chama a Reportagem Especial que a SIC vai emitir em três dias consecutivos, a partir de quarta-feira, no Jornal da Noite. A estação promete aos espectadores "uma visita exclusiva, guiada pelo presidente, que quer um futuro à altura do passado", em que vai ser possível "ver o Benfica como certamente nunca se viu: o relvado, o balneário, o ginásio", "as refeições, as reuniões, as viagens".

"Tudo começou há mais de um ano. Tínhamos feito este pedido ao Benfica e ao FC Porto. Até começámos a falar primeiro com o FC Porto, mas depois as coisas não avançaram. Há quatro meses voltámos à carga com o Benfica: era o ano em que a equipa podia ser bicampeã e eu achei que isso era muito interessante", conta Nuno Luz ao nosso jornal.

O jornalista recorda que no início sentiu uns olhares de soslaio. "No futebol português há muito esse estigma, essa necessidade de os clubes se fecharem, há sempre quem ache que as câmaras de televisão desconcentram, são fatores de perturbação, mas o presidente Luís Filipe Vieira teve uma coragem tremenda: permitiu-nos o acesso ao clube sem qualquer tipo de restrição. Este trabalho só se fez por ele", sublinha.

Nuno Luz recorda as viagens, o contacto quase diário com a estrutura da SAD e com os jogadores da equipa. E também com Jorge Jesus. "Foi um momento atribulado e eu fui apanhado por ele. Fiz a última entrevista ao Jesus enquanto treinador do Benfica, depois acontece a sua saída para o Sporting. Mas posso garantir que em nenhum momento sentimos algum tipo de pressão para que o Jesus não entrasse neste trabalho".

 

O novo paradigma do Benfica, na dívida e no campo

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Clube da Luz emite novo empréstimo obrigacionista para reestruturar dívida bancária e foca-se nos talentos da academia do Seixal.

 

O Benfica vai lançar na próxima segunda-feira um novo empréstimo obrigacionista de 45 milhões de euros, que poderá ir até aos 55 milhões. Esta emissão de obrigações não servirá para reforçar a equipa de futebol, mas sim para reestruturar uma parte da dívida bancária da sociedade anónima desportiva (SAD), nomeadamente o reembolso de uma parte dos empréstimos concedidos pelo Novo Banco.

 

A SAD “encarnada” pagará juros de 4,75% aos investidores (que podem subscrever as obrigações até 9 de Julho) e conta poupar “vários milhões” com esta operação, já que pelos actuais empréstimos concedidos pelo Novo Banco o clube está a pagar spreads de 5%, acrescidos da Euribor a um mês (num caso) e a três meses (noutro caso).

 

“As poupanças vão ser significativas, de vários milhões”, explicou uma fonte do conselho de administração, salientando que os encargos da SAD do Benfica com juros oscilam entre os 15 e os 20 milhões de euros anuais, numa altura em que as taxas médias de juro andavam perto dos 7%. O objectivo é aproximar essa média dos 3 a 4%.

 

O lançamento deste empréstimo obrigacionista surge após meses de “negociações duras” com o Novo Banco. “Temos trabalhado com o Novo Banco e há seis meses que temos construído soluções. Temos feito ajustes de taxas”, explicou a mesma fonte da SAD “encarnada”, argumentando que não houve qualquer perdão de dívida: “Queremos ser um parceiro credível”.

 

O facto de o Benfica lançar obrigações para reembolsar empréstimos bancários representa uma mudança. “Precisamos de diversificar as fontes de financiamento. Andámos muito tempo dependentes dos bancos”, explicou esta fonte do conselho de administração, sublinhando que em todos os empréstimos obrigacionistas a procura tem sido elevada.

 

O mesmo aconteceu com as SAD do FC Porto e do Sporting, que emitiram em Maio empréstimos obrigacionistas de 40 milhões e 30 milhões, respectivamente. Os portistas pagam uma taxa de juro de 5% e os “leões” de 6,5%.

 

O Benfica tem nesta altura 212 milhões de euros em empréstimos bancários, 45 milhões em empréstimos obrigacionistas e 50 milhões em emissões de papel comercial.

 

Nenhuma parcela deste empréstimo obrigacionista servirá para reforçar a equipa de futebol, nem a saída de Jorge Jesus para o Sporting alterou os planos feitos. “Não há nenhuma intenção ou necessidade de estar a dotar a sociedade com meios adicionais de investimento”, além dos que estão programados para este defeso, disse esta fonte do conselho de administração da SAD do Benfica, sublinhando que há uma “mudança de paradigma que tem a ver com o trabalho que foi feito em casa”: “Criámos uma academia que está a produzir os melhores talentos de Portugal. Isto significa que este talento vai emergir e temos de abrir espaço para ele. Até agora não houve espaço.”

 

“A fornada que aí vem é forte. Temos de ter condições para potenciar ao máximo estes miúdos”, acrescentou a mesma fonte. Luís Filipe Vieira, aliás, já tinha anunciado que cinco jovens da formação vão fazer parte do plantel principal. Um plantel que ainda está dependente das incertezas do mercado de transferências, até porque o modelo de negócio do Benfica assenta em ter as transferências de jogadores como uma receita recorrente – uma espécie de quarto elemento, além das tradicionais receitas de televisão, comerciais e de bilheteira.

 

Entre os rendimentos tradicionais, as receitas de TV são as mais significativas (atingiram os 25 milhões de euros no 3.º trimestre de 2014/15, representando 52% do total de receitas). A este propósito, o Benfica é defensor da venda centralizada de direitos televisivos, apesar de não ter a expectativa de, com esse modelo, “maximizar” as suas receitas. “Num modelo de centralização, os clubes grandes são os que mais perdem e os pequenos os que mais ganham”, disse a mesma fonte, salientando a “responsabilidade de os clubes grandes” ajudarem a que a indústria do futebol seja “sã” e “sustentável”.

 

 “Acreditamos que a centralização de direitos televisivos é o modelo mais adequado para um desenvolvimento sustentável e surpreende-nos que Portugal seja o último país da Europa civilizada em que a centralização não existe”, disse esta fonte do conselho de administração da SAD do Benfica.

 

“Os clubes devem poder discutir de forma aberta os modelos de centralização”, explicou, notando as dificuldades de os clubes se libertarem dos contratos com a Olivedesportos e PPTV, as empresas de Joaquim Oliveira que detêm a maioria esmagadora dos direitos televisivos dos clubes portugueses.

 

Águias confirmam na CMVM a contratação de 10 jogadores

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O Benfica comunicou, esta sexta-feira, à Comissão do mercado de valores mobiliários (CMVM) a contratação de 10 jogadores.

Os dez jogadores contratados pelo Benfica até ao momento são os seguites: o guarda-redes Ederson (Rio Ave), o defesa Marçal (Nacional), os médios Carcela (Standard Liège), Dálcio (Belenenses), Diego Lopes (Rio Ave), Léo Natel, Pelé (Belenenses), Taarabt (Queens Park Rangers) e os avançados Francisco Vera (Rubio Ñu) e Murillo (Zamora).

Exposição “Portugal Eusébio” em São Bento

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A pretérita quarta-feira, dia 24 de junho, ficou marcada pela inauguração da exposição “Portugal Eusébio”, que contou com a presença de várias personalidades da sociedade, política, cultura ou desporto, entre elas a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, e do presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira. 

 

 

O momento carregado de emoção e de Mística contou, ainda, com a presença dos familiares mais próximos de Eusébio da Silva Ferreira. Todos, sem exceção, fizeram questão de homenagear o melhor futebolista português de sempre e um homem exemplar. 

 

A exposição "Portugal Eusébio", coorganizada com o Museu Benfica – Cosme Damião, apresenta duas perspetivas de Eusébio: o homem e o atleta. Em 13 expositores estão patentes 13 objetos simbólicos de vários momentos marcantes, quer da sua vida pessoal, quer da sua carreira futebolística, cada um deles ilustrado por uma fotografia, um texto enquadrador e um pequeno filme. O próprio número 13 teria um especial significado para o desportista, por ser o seu número da camisola enquanto jogador da Seleção Nacional.

A exposição tem entrada livre, condicionada à capacidade dos espaços, no horário das 10h00 às 16h00, nos dias úteis e pode ser visitada até ao dia 31 de julho no Palácio de São Bento.

 

Esta iniciativa marca o início do programa de homenagem a Eusébio da Silva Ferreira, que culmina, no dia 3 de julho, com a trasladação dos restos mortais do desportista, glória do SL Benfica e de Portugal, para o Panteão Nacional.

Benfica emite empréstimo obrigacionista

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O Benfica vai emitir obrigações através de uma oferta pública de subscrição num montante global de 45 milhões de euros, o qual pode ser estendido até aos 55 milhões. A SAD encarnada recebeu luz verde, esta sexta-feira, da Assembleia Geral do clube, para proceder ao empréstimo obrigacionista.

 

De acordo com Domingos Oliveira Soares, administrador-executivo da SAD, o clube já está “há algum tempo a negociar com as entidades bancárias um novo modelo de financiamento”. No caso vertente, o responsável garante que "não se trata de contrair nova dívida". "Trata-se de substituir alguns empréstimos que temos e foi isso que pedimos autorização à Assembleia Geral da SAD", afirmou em declarações reproduzidas pelo site oficial do clube.


A SAD do Benfica aguarda que a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários aprove o prospecto do empréstimo para dar início à fase de subscrição. O administrador-executivo da SAD adiantou que está prevista uma taxa de 4,75%.

Di Maria perto do Benfica (')

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Neymar e Real Madrid empurram o Argentino para a luz.

 

De acordo programa "Mais Transferências" da TVI24 , Ángel dí Maria pode reforçar o Benfica, no âmbito da transferência do extremo do Manchester United para o Barcelona, processo que está mesmo em marcha.

 

Esta hipótese, muito próxima de se concretizar, surge no seguimento do "caso Neymar" (processo que impossibilita a inscrição de jogadores até janeiro de 2016) e como forma de evitar o pagamento da cláusula "anti - Real" que rondará os 10 milhões de Euros.

 

É aqui que entra o Benfica que, até janeiro de 2016 contaria com um substituto de peso para o também argentino Eduardo Salvio, que foi operado ao joelho direito e só deverá estar apto a competir ao mais alto nível precisamente quando o compatriota rumaria ao Barcelona.

 

Di María foi contratado pelo Benfica ao Rosario Central em julho de 2007, por oito milhões de euros, e saiu para o Real Madrid por 33 milhões, em 2010. Seguiu-se a transferência para o Manchester United, no verão passado, por 75 milhões, onde viveu uma temporada marcada pelo mau relacionamento com o treinador Louis van Gaal.

 

Ivan Cavaleiro e Hélder Costa a caminho do Mónaco

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Ivan Cavaleiro e Hélder Costa podem ser anunciados nas próximas horas como reforços do Mónaco, de Leonardo Jardim.

Conforme pode ler-se na edição desta sexta-feira de A BOLA, Luís Filipe Vieira esteve ontem no principado do Mónaco, onde terá deixado alinhavado um acordo para um negócio que poderá render à SAD encarnada uma verba a rondar os 15 milhões de euros.

Ivan Cavaleiro será transferido a título definitivo para o emblema da Ligue 1, enquanto Hélder Costa deverá continuar vinculado às águias, embora a transferência definitiva não esteja descartada.

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O desafio de Maxi Vitória no novo Benfica

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A base da equipa de Jorge Jesus dificilmente estará à disposição do novo técnico. E a varinha de condão?

 

Só depois das confirmações com a chancela do Benfica fiquei convencido de que Rui Vitória tinha sido o técnico eleito por Luís Filipe Vieira para encetar um novo ciclo com as cores encarnadas. Não porque algo me mova contra o técnico, bem pelo contrário – aquilo que conseguiu em quatro anos no castelo de Guimarães é digno do maior realce. Mas por me parecer, tendo em conta o passado recente de seis anos do bicampeão português, que o Benfica iria escolher um treinador mais encorpado, com outro peso. Até porque para dar continuidade ao legado de Jorge Jesus é necessário, parece-me, grande andamento. Porém, agora que está tudo acertado, enquanto observador do fenómeno futebolístico, prioritariamente nacional, também devo olhar para o futuro.

Rui Vitória foi cauteloso, eventualmente até demasiado, na abordagem inicial com a roupagem encarnada. Não fez promessas, muito menos foi atrás do discurso do presidente, particularmente quando este disse «queremos o tri», mas deixou claro que pretende aproveitar o que de bom deixou JJ no clube, a começar pela equipa base, sentenciou. Ora, quanto a isto, o que me parece é que Vitória vai ter de construir uma equipa de raiz, caso se confirme a debandada que está escrita lá longe, no horizonte...

Acredito que Suleijmani e Benito não entrassem nas contas do novo treinador encarnado, e o mesmo se pode dizer, grosso modo, relativamente a Funes Mori, Sidnei ou Ivan Cavaleiro e até mesmo em relação ao sempre negociável (mas sempre adiado) Gaitán. O mesmo penso, também, no respeitante a Salvio, pois não fora a lesão certamente o argentino já estaria a caminho de outras paragens. Mas não creio que os sonhos do novo treinador, quando dedicados à construção do Benfica do futuro, deixassem de fora nomes como os de Maxi Pereira, Samaris, Lima e Jonas, e eventualmente Ola John.

Ou seja, tudo indica que Rui Vitória vai aproveitar muito pouco do que Jorge Jesus deixou. E terá de ser um técnico Maxi a tratar do novo Benfica, pois os tempos obrigam a que se aproveitem a maioria dos negócios. Nesse particular, Jorge Mendes é muito forte – Mendes a quem sobra tempo para ajudar a resolver alguns problemas aos portistas. Mesmo olhando-se para o número considerável de que jogadores que já são dados como certo no reino encarnado, com todo o respeito, não será com muitos desses nomes que o tri estará mais perto da Luz. A não ser que eu esteja redondamente enganado e Jesus tenha deixado a Vitória a varinha de condão que teve efeito precioso na conquista do bicampeonato, independentemente da sua capacidade... Maxi.

PS: a questão não é nova, mas merece da minha parte a seguinte interrogação: com o modelo implementado por Jorge Jesus no Benfica, Bernardo Silva jogava onde? A verdade, porém, é que o mágico 10 dos sub-21 e do Mónaco tem futebol para dar e vender. E não era preciso ter ido para França para provar isso mesmo.