«Quero ser titular no Benfica» - Lisandro

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O defesa-central argentino ganhou depressa protagonismo no Getafe, sexto classificado da Liga espanhola. Em entrevista a A BOLA, explica que só foi emprestado pelo Benfica esta época porque Luisão e Garay ficaram no plantel. Acredita que voltará à Luz no próximo ano melhor jogador e preparado para o desafio.

- Foi para o Benfica para ocupar o lugar de Garay ou Luisão. Quando chegou, sentiu que estava à altura do desafio?

- Sabia que precisava de um certo tempo da adaptação, mas estava seguro de que tinha todas as condições para poder jogar no Benfica. Mas estando eles na equipa, atuando juntos e bem há alguns anos e havendo ainda outros bons defesas no plantel, para mim tornava-se complicado poder jogar. Mas sou jovem e sei que com trabalho e sacrifício tudo se pode conseguir. Oxalá algum dia possa ser titular no Benfica. É o que aspiro e foi para isso que vim para a Europa. Espero poder jogar no Estádio da Luz, perante um público que me parece maravilhoso.

- Ficou triste quando soube Garay e Luisão ficariam no clube?

- Aceitei a situação com total naturalidade, sabia que se eles ficassem era para bem do grupo, que é espetacular. Trabalhei suficientemente bem durante a pré-época para poder ganhar um lugar, mas com os grandes jogadores que tinha à minha frente era muito difícil jogar. Além de que a equipa é o mais importante de tudo.

- Está a acompanhar a carreira do Benfica?

- Vejo todos os jogos, pela televisão ou pela Internet. Na Champions, começámos bem, depois perdemos com o PSG, não jogámos bem mas o adversário também é uma boa equipa. Estamos num grupo que não é fácil, mas estou convencido de que com os jogadores que temos passaremos à fase seguinte. No Campeonato, não tivemos um bom começo, perdemos na primeira saída, empatámos no campo do Sporting e o FC Porto aproveitou. Agora já estamos no bom caminho, o Campeonato é longo e temos uma boa equipa técnica e um plantel que saberão levar o Benfica a lutar, com êxito, pela conquista do Campeonato.

- Fala no plural.

- É que eu, apesar de estar aqui e de ter de cumprir as minhas obrigações como profissional do Getafe, sinto que sou jogador do Benfica. Assinei um contrato de cinco anos, até 2018, e espero, durante todo esse tempo, ter a oportunidade de defender, como titular, a camisola do clube.

- No final desta aventura, regressará ao Benfica?

- Sim, é isso que está acordado. Fui cedido só por um ano. Vou regressar com as pilhas bem carregadas e com a esperança de que o Benfica confie em mim e me dê a possibilidade de mostrar que posso ser titular. Procurarei ser útil à equipa, à qual darei tudo para ajudá-la a chegar o mais alto possível em todas as competições. Depois de ter jogado um ano numa Liga importante como a espanhola, regressarei ao Benfica com essa experiência e sendo melhor jogador.

- E se o Benfica decidir emprestá-lo de novo?

- Ficaria muito triste porque quero jogar no Benfica. Esse é o meu grande objetivo, mas é o clube que manda. Se considerarem que tenho de ir para outro sítio, terei de acatar a decisão, embora com tristeza.

- Nesse caso, preferiria que fosse o Getafe?

- Aqui estou muito bem, sou muito bem tratado. É um bom clube mas, repito, o meu desejo é ser titular no Benfica.

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«A situação não é boa» - Djuricic

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Filip Djuricic, médio-ofensivo de 21 anos, integra a convocatória de Sinisa Mihajlovic para os dois jogos particulares da Sérvia, o primeiro no dia 15, frente à Rússia, no Dubai, e o segundo a 19, diante de uma equipa de jogadores sérvios escolhida pelos jornalistas locais, que terá lugar em Uzice, no país natal do jogador. O número 10 do Benfica, eleito na época passada o melhor jogador do Heerenveen e o terceiro melhor da liga holandesa, tendo integrado o onze ideal da prova, foi ontem nomeado para falar à Imprensa sérvia e acabou por referir-se ao momento que vive na Luz, que continua a não ser o mais desejado: «Não joguei a última partida, o derby com o Sporting, mas fiquei feliz por termos ganho a partida. A situação não é boa, mas vou dar o meu melhor para entrar na luta e, no futuro, convencer o treinador.» Djuricic recordou, também, uma questão relacionada com declarações que proferiu em setembro, pouco depois da vitória da Sérvia sobre o País de Gales (vitória, por 3-0, com um golo de Lazar Markovic, em Cardiff, em jogo respeitante ao apuramento para o Campeonato do Mundo de 2014) e que lhe trouxe dissabores: «Nada posso dizer sobre o Benfica. Da última vez, depois do jogo com o País de Gales, tive um problema. Em princípio, por nada que tivesse dito sobre o clube, simplesmente, eles têm essa atitude, se calhar por alguma má experiência no passado. Ainda assim, a Imprensa em Portugal é estranha.» Na altura, 11 de setembro, Djuricic admitia que não esperava encontrar-se na situação que vivia no Benfica, sobretudo porque jogara, nessa partida com os galeses, os primeiros 90 minutos em quatro meses, e afirmava que essa questão deixava marcas. Por essa altura, o jogador disse igualmente que iria continuar a trabalhar e a lutar, no clube e na seleção, intenção que reafirma agora, dois meses depois. Ontem, o herdeiro da camisola de Pablo Aimar abordou ainda as vantagens de trabalhar em Lisboa com sete compatriotas - Lazar Markovic, Sulejmani, Matic, Fejsa, Mitrovic, Uros Matic e Filip Markovic. «Somos muitos, temos de manter essa situação. É mais fácil do que quando estava na Holanda ao serviço do Heerenveen», finalizou Djuricic.

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«Quero ser titular no Benfica» - Lisandro

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O defesa-central argentino ganhou depressa protagonismo no Getafe, sexto classificado da Liga espanhola. Em entrevista a A BOLA, explica que só foi emprestado pelo Benfica esta época porque Luisão e Garay ficaram no plantel. Acredita que voltará à Luz no próximo ano melhor jogador e preparado para o desafio. - Foi para o Benfica para ocupar o lugar de Garay ou Luisão. Quando chegou, sentiu que estava à altura do desafio? - Sabia que precisava de um certo tempo da adaptação, mas estava seguro de que tinha todas as condições para poder jogar no Benfica. Mas estando eles na equipa, atuando juntos e bem há alguns anos e havendo ainda outros bons defesas no plantel, para mim tornava-se complicado poder jogar. Mas sou jovem e sei que com trabalho e sacrifício tudo se pode conseguir. Oxalá algum dia possa ser titular no Benfica. É o que aspiro e foi para isso que vim para a Europa. Espero poder jogar no Estádio da Luz, perante um público que me parece maravilhoso. - Ficou triste quando soube Garay e Luisão ficariam no clube? - Aceitei a situação com total naturalidade, sabia que se eles ficassem era para bem do grupo, que é espetacular. Trabalhei suficientemente bem durante a pré-época para poder ganhar um lugar, mas com os grandes jogadores que tinha à minha frente era muito difícil jogar. Além de que a equipa é o mais importante de tudo. - Está a acompanhar a carreira do Benfica? - Vejo todos os jogos, pela televisão ou pela Internet. Na Champions, começámos bem, depois perdemos com o PSG, não jogámos bem mas o adversário também é uma boa equipa. Estamos num grupo que não é fácil, mas estou convencido de que com os jogadores que temos passaremos à fase seguinte. No Campeonato, não tivemos um bom começo, perdemos na primeira saída, empatámos no campo do Sporting e o FC Porto aproveitou. Agora já estamos no bom caminho, o Campeonato é longo e temos uma boa equipa técnica e um plantel que saberão levar o Benfica a lutar, com êxito, pela conquista do Campeonato. - Fala no plural. - É que eu, apesar de estar aqui e de ter de cumprir as minhas obrigações como profissional do Getafe, sinto que sou jogador do Benfica. Assinei um contrato de cinco anos, até 2018, e espero, durante todo esse tempo, ter a oportunidade de defender, como titular, a camisola do clube. - No final desta aventura, regressará ao Benfica? - Sim, é isso que está acordado. Fui cedido só por um ano. Vou regressar com as pilhas bem carregadas e com a esperança de que o Benfica confie em mim e me dê a possibilidade de mostrar que posso ser titular. Procurarei ser útil à equipa, à qual darei tudo para ajudá-la a chegar o mais alto possível em todas as competições. Depois de ter jogado um ano numa Liga importante como a espanhola, regressarei ao Benfica com essa experiência e sendo melhor jogador. - E se o Benfica decidir emprestá-lo de novo? - Ficaria muito triste porque quero jogar no Benfica. Esse é o meu grande objetivo, mas é o clube que manda. Se considerarem que tenho de ir para outro sítio, terei de acatar a decisão, embora com tristeza. - Nesse caso, preferiria que fosse o Getafe? - Aqui estou muito bem, sou muito bem tratado. É um bom clube mas, repito, o meu desejo é ser titular no Benfica.

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Ajax pensa em Ola John para janeiro

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Ola John, de 21 anos, voltou a ser notícia na Holanda face ao renovado interesse do Ajax em contratá-lo na reabertura do mercado em janeiro. O campeão holandês esteve perto de conseguir o empréstimo do extremo no verão, mas as lesões de Salvio e Nico Gaitán fizeram com que Jorge Jesus e a SAD recuassem nas negociações. Ainda assim, Ola John continua com espaço bastante reduzido na equipa encarnada e a hipótese de rumar à Holanda, possivelmente por empréstimo, volta a estar em cima da mesa, segundo garantiu o jornal De Telegraaf, sublinhando que o Ajax não desistiu do extremo. Ola John, que ontem foi também tema de conversa nos sub-21 da Holanda, com o selecionador, Albert Stuivenberg, a justificar porque voltou a não o convocar, desta vez para o jogo com a Eslováquia, a contar para a fase de apuramento para o Europeu sub-21. «Estou sempre em contacto com a direção técnica do Benfica. O Ola não está a jogar lá, por isso está sem ritmo. Naturalmente, se estivesse a jogar seria opção para nós... assim tenho pena mas não há hipótese de o chamar», disse.

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São Paulo quer Cortez de volta

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O São Paulo pondera falar com o Benfica, no sentido de o convencer a “abreviar” o empréstimo de Bruno Cortez. O emblema tricolor está apostado em reforçar o sector defensivo e, segundo o “Diário de São Paulo”, encara Bruno Cortez e Rhodolfo (central do Grémio) como os principais alvos, levando em consideração a qualidade/preço – é preciso não esquecer que estão ambos cedidos pelo... tricolor. A conjuntura económica não é muito favorável e o emblema paulista espera contorná-la através do regresso dos dois futebolistas. Bruno Cortez está emprestado até 30 de junho, não descartando o São Paulo a possibilidade de negociar com Luís Filipe Vieira o seu retorno já em janeiro. “Bruno Cortez pensa no São Paulo, até por uma questão contratual. Passou por um período de adaptação a Portugal, estando agora mais acostumado à cidade e ao futebol europeu. Se o São Paulo quiser que ele regresse, precisará de negociar, pois o Benfica tem o direito de opção de compra”, avisa Eduardo Uran, o agente do futebolista. O Benfica não tenciona exercer este direito de preferência, pois Bruno Cortez não correspondeu às expectativas que a SAD nele depositava. No entanto, não deixará certamente de solicitar uma quantia ao São Paulo, caso este o contacte no sentido de “abreviar” o empréstimo. Por seu turno, o emblema brasileiro procurará jogar com a pouca utilização do jogador, mas no sentido inverso, argumentando que a permanência em Portugal até ao final de junho poderá até ser prejudicial para o Benfica.

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Empresário confirma: Cardozo não sai do Benfica

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Pedro Aldave garante que não falou sobre o futuro do Tacuara, desmentindo declarações em que apontava a existência de propostas da Rússia, Inglaterra e Dínamo de Kiev

O empresário de Cardozo, Pedro Aldave, assegura que Cardozo não vai deixar o Benfica na próxima janela de transferências, em janeiro, desmentindo a O JOGO ter concedido uma entrevista ao sítio português zerozero.pt, na qual lhe são atribuídas declarações a dar conta da chegada à Luz de propostas pelo goleador paraguaio, nomeadamente de um clube russo, do Dinamo de Kiev e também de emblemas ingleses.

Na referida entrevista, Aldave adiantava mesmo que "há uma proposta forte da Rússia, mas o Cardozo não está convencido", além de revelar que no último defeso o camisola 7 dos encarnados terá estado com um pé no Chelsea. Contactado pelo nosso jornal, o empresário garantiu que o paraguaio "sente-se bem no Benfica e não quer sair em janeiro". "No final da época irá decidir o que fazer, mas antes nada acontecerá", completou, colocando pouco depois um desmentido relativo à entrevista na sua conta do Twitter.

Djuricic quer provar que Jesus está errado

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Médio não atira a toalha ao chãoe promete trabalhar no duro para conquistar a titularidade

Djuricic continua a marcar passo no Benfica. O homem que herdou a camisola de Pablo Aimar ainda não se conseguiu impor e o registo de águia ao peito é muito pobre para as credenciais que apresentava. Em 14 jogos oficiais, participou em apenas sete, cinco dos quais na condição de titular, e apontou um golo. Os números demonstram que o substituto de Aimar está muito longe do esperado. O médio-ofensivo, que chegou à Luz a troco de 6 milhões de euros, voltou esta semana à seleção principal da Sérvia e prometeu desde logo mudar o seu percurso na Luz. "No sábado passado não participei no dérbi contra o Sporting, mas estou muito feliz por termos ganho a partida", começou por dizer Djuricic à imprensa do seu país, garantindo que não irá atirar a toalha ao chão. O jogador promete complicar mais as contas do treinador no futuro.

"Vou fazer um esforço suplementar para inverter a situação", garantiu.

Águias perdem em Chaves

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O Chaves venceu o Benfica B, por 3--1, em jogo da 15ª jornada da II Liga, e conquistou a primeira vitória em casa desde que regressou ao Estádio Eng.º Branco Teixeira. No recém-instalado relvado, Jorge Rojas inaugurou o marcador para os visitantes, aos 38 minutos, mas na segunda parte, depois da expulsão do benfiquista Rudinilson, Lamine Ba empatou, aos 57', e Barry selou o resultado com um bis, aos 61 e 68 minutos.

A equipa da casa cedo ameaçou a baliza do Benfica B com Barry (7'), isolado por Kuca, a atirar para as mãos do guarda-redes e a desperdiçar a primeira oportunidade de golo do jogo, antes de reclamar uma grande penalidade, por alegada falta sobre o mesmo Kuka. Os transmontanos iam impondo pressão e Luís Pinto, aos 38', rematou ao lado da baliza do Benfica B, mas, aproveitando um erro da defensiva flaviense, Jorge Rojas, depois de cruzamento de Rúben Pinto, ficou com a bola à sua mercê e colocou os encarnados na frente.

A cinco minutos do fim da primeira parte, o Chaves reclama novamente grande penalidade, após Clayton ter sido aparentemente derrubado por Hélder Costa, o mesmo "infrator" do lance anterior. Apesar de ter contado com várias oportunidades e equilibrado a partida na primeira parte, o Desportivo de Chaves não conseguiu alterar o resultado antes do intervalo.

Na segunda parte, o Chaves entrou bem melhor na partida e obrigou o Benfica B a aplicar-se para proteger a baliza de Bruno Varela. As maiores dificuldades dos forasteiros comprovaram-se com a expulsão de Rudinilson, aos 56 minutos, por falta sobre Luís Pinto, ficando a equipa da casa a pedir novo penálti e o árbitro a entender que o lance foi fora da área.

Na conversão do livre, Luís Pinto cruzou e Lamine Ba, isolado ao segundo poste, cabeceou para golo, colocando o marcador em igualdade, aos 57 minutos. O Benfica B, reduzido a dez unidades, não conseguia criar perigo e tinha dificuldades em suster as investidas dos flavienses, que confirmaram o triunfo com dois golos de Barry, ambos de cabeça, aos 61 e 68 minutos.

Jogo no Estádio Municipal Eng.º Branco Teixeira, em Chaves.

Chaves -- Benfica B, 3-1.

Ao intervalo: 0--1.

Marcadores:

0--1, Jorge Rojas, 38 minutos.

1--1, Lamine Ba, 57.

2--1, Barry, 61.

3--1, Barry, 68.

Equipas:

- Chaves: Paulo Ribeiro, Sagna, Lamine Ba, Bura, Nélson, Siaka Bamba (João Fernandes, 87), Bruno Magalhães, Clayton, Luís Pinto (Clemente, 82), Barry e Kuca (Eder Díez, 90+2).

(Suplentes: Nuno Dias, Ricardo Chaves, João Fernandes, Eder Díez, Clemente, Arnold e Laranjeiro).

Treinador: Quim Machado.

- Benfica B: Bruno Varela, João Cancelo, Wei Huang, Rudinilson, Hélder Costa, Victor Lindelof, Uros Matic (João Teixeira, 64), Urreta, Ruben Pinto, Filipe Markovic (Gianni Rodriguez, 70) e Jorge Rojas (Marcos Valente, 60).

(Suplentes: Mika, Marcos Valente, Sancidino, Bruno Gaspar, Harramiz, Gianni Rodriguez e João Teixeira).

Treinador: Hélder Cristóvão.

Árbitro: Jorge Tavares (Aveiro).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Bruno Magalhães (42), Uros Matic (43), Rudinilson (47 e 56), Bruno Varela (48), Luís Pinto (59), Nélson (66), Ruben Pinto (73), Sagna (88) e cartão vermelho a Rudinilson (56).

"Sporting já foi beneficiado" - António Figueiredo

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RTP

O antigo dirigente do futebol do Benfica, António Figueiredo, não entende as críticas do Sporting à arbitragem do último jogo com os encarnados, no passado sábado, para a Taça de Portugal, quando no primeiro encontro da época entre as duas equipas para o campeonato, o Sporting conseguiu o empate graças a 1 golo marcado em fora-de-jogo, como frisou em declarações ao jornalista Mário Rui da Antena 1.

O antigo responsável do clube da águia lembrou: “Já este ano houve 2 jogos entre Benfica e Sporting e no primeiro desafio o Benfica foi claramente prejudicado porque o Sporting trouxe um empate desse jogo com um golo marcado em fora-de-jogo.
Erros de arbitragem acontecem sempre. Eu vi o jogo na Luz e na televisão e não vejo que tenha havido erros propositados. Houve erros para os dois lados”.

Sobre as causas da derrota do Sporting colocou o dedo na ferida leonina: “o Sporting bateu-se bem, fez uma boa segunda parte e perdeu o jogo porque houve um erro do jogador (Rui Patrício) que menos se esperava. É futebol”.

Sobre a relação entre os clubes no contexto do futebol nacional, António Figueiredo expressa o seu raciocínio: “Uma aliança pressupõe que se esteja contra alguém e Benfica e Sporting devem é procurar interesses comuns”.

O ex-dirigente termina ironizando com uma crítica cujo destinatário deverá entender: “Não é pelo facto de andar de aliança no dedo que não se trai a mulher”.