Benfica: empresário coloca Lindelof em tribunal

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Benfica: empresário coloca Lindelof em tribunal

Victor Lindelof teve que ir a tribunal para se defender de uma acusação do seu empresário, Per Jonsson, que quer uma indemnização por alegada quebra de contrato.

Em declarações divulgadas pela federação sueca, o defesa do Benfica afirmou que está tranquilo e «totalmente focado no Euro» e que este processo não o vai afetar.

Em causa está a renovação contratual de Lindelof em que o empresário reclama que o defesa infringiu as regras ao ter negociado sozinho. «Segui todas as regras. De acordo com a FIFA tenho o direito de negociar os meus contratos. Tomei esta decisão pois senti que as coisas não estavam a ser geridas da melhor forma e, por esse motivo, decidi negociar a nível pessoal», disse.

Lindelof recorre a uma lei que refere que «os jogadores têm, independentemente das disposições do presente regulamento, o direito de ter a sua própria ação na negociação de contratos de trabalho», mas Per Jonsson afirma que a lei está desatualizada e que por isso devia ter direito a 8,5 por cento do salário bruto que o jogador aufere.

O empresário refere que participou inicialmente nas negociações e parte do que foi acordado tem a sua responsabilidade, algo que Lindelof nega. O processo em tribunal decorre desde o final do último ano civil e diz respeito à renovação do jogador que aconteceu em junho de 2015.

A história do braço partido a um adversário

Nas mesmas declarações, Lindelof contou uma história que aconteceu consigo ainda no Vasteras, o clube da sua formação na Suécia.

O sueco partiu um braço a um companheiro com o seu remate, algo que o deixou com a reputação de um pontapé muito forte. 

«Tivemos um jogo e eu fiz um remate muito forte que atingiu o braço do adversário e o braço partiu. Foi muito chato para ele, mas eu fiquei conhecido assim.» 

Nuno Gomes: «O Benfica é também uma escola de princípios e valores»

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zerozero.pt

Nuno Gomes destacou o trabalho que vem sendo feito ao longo dos anos na fábrica de jogadores do Benfica.

 

«Deste centro de formação saíram nomes como Bernardo Silva, João Cancelo, Hélder Costa, André Gomes, Ivan Cavaleiro e, mais recentemente, Renato Sanches», disse Nuno Gomes, em declarações no dia de encerramento da época desportiva no centro de estágio do Benfica.

 

O diretor do Caixa Futebol Campus salientou ainda que o palco «tem-se revelado como uns dos ativos mais importantes do Benfica quer na sua vertente desportiva, quer na sua componente económica».

 

Tendo os jogadores da formação benfiquista na plateia, Nuno Gomes deixou um aviso a todos. «Não nos podemos esquecer que o Sport Lisboa e Benfica é também uma escola de princípios e valores».

 

«Queremos que os nossos atletas não sejam somente reconhecidos pelas suas capacidades físicas e técnicas mas também, e acima de tudo, pelo seu carácter. Termino com a consciência de que irão sempre surgir algumas dificuldades mas com o dinamismo e persistência de todos e a aposta nas nossas ideias e convicções, iremos certamente manter o Benfica no lugar que merece e onde deverá permanecer sempre, em primeiro», completou em declarações reproduzidas pelo site oficial das águias.

 

http://www.zerozero.pt/news.php?id=176098

«Benfica fez uma oferta por Samuel Bastien», garante empresário

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O Benfica pretende contratar Samuel Bastien, jogador de 19 anos do Anderlecht, que foi emprestado ao Avellino, equipa que ocupou o 14º lugar da Serie B italiana. 

 

No Avellino, Samuel Bastien fez 31 partidas e marcou dois golos. 

 

O empresário do jogador, Makani, garantiu que o Benfica fez uma proposta pelo jogador belga, sendo que o Liverpool é outra das equipas que pretende contratar o jogador belga.  

 

«Talvez o Liverpool tenha conversado com o Anderlecht, mas o Benfica fez uma oferta oficial», disse o empresário do jogador.

 

 

http://www.zerozero.pt/news.php?id=176081

Diogo Mendes assina contrato

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O Benfica anunciou, esta segunda-feira, a assinatura de um contrato profissional com Diogo Mendes, médio de 18 anos que actua nos juniores.

 

O jogador, formado nas escolas dos encarnados, no Seixal, chegou às águias ainda em idade infantil, em 2010/11.

 

“É um orgulho enorme e sinto-me muito feliz por ter conseguido alcançar mais um objectivo na minha vida. Desde que cheguei ao Benfica, a esta família, porque o Benfica é uma família, que tinha este sonho de assinar o meu primeiro contrato profissional. Consegui. Tenho de agradecer à minha família, aos meus colegas e a todos os treinadores que me acompanharam”, afirmou o jovem, em declarações à BenficaTV.

 

Na temporada que acaba de findar, o médio-ofensivo apontou dois golos em 20 jogos realizados pelos juniores benfiquistas.

 

A aposta em Diogo Mendes, um dos jogadores do núcleo duro dos Sub-19, comandados por João Tralhão, insere-se na política seguida pela SAD do Benfica de “segurar” as pérolas “made in Seixal”.

 

 

http://rr.sapo.pt/noticia/55972/acautelar_o_futuro_junior_diogo_mendes_assina_contrato_profissional

Torino também entra na corrida por Djuricic

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O futuro de Filip Djuricic permanece ainda por esclarecer, mas o médio-ofensivo vai acumulando pretendentes no seu concurso. De Itália, surgem agora informações de que o Torino, 12.º classificado na última edição da Série A, tem o internacional sérvio incluído na lista de potenciais reforços para 2016/17, juntando-se assim a outros dois concorrentes, estes de maior peso: a Fiorentina de Paulo Sousa e o Anderlecht, clube ao qual Djuricic esteve cedido na anterior temporada.

 

Neste momento, no entanto, a situação que Djuricic tem com o Benfica ainda não deixa antever um acordo rápido com nenhum dos pretendentes do internacional sérvio. Mais bem posicionado, principalmente porque tem até ao final deste mês para exercer uma opção de compra no valor de oito milhões de euros, está o Anderlecht. No entanto, e como já foi noticiado por O JOGO, o clube belga não está disponível para avançar essa quantia, pretendendo antes prolongar por uma temporada o empréstimo e reduzir essa cláusula para metade do valor. Para tal, o Anderlecht conta com alguma influência do empresário de Djuricic, Falil Ramadani, figura que, além da boa relação com o clube belga, também esteve envolvido com o Benfica na contratação de vários outros atletas sérvios. De resto, e como a Imprensa belga refere, o Anderlecht também inclui nesse negócio a cedência do médio Samuel Bastien, atleta alegadamente debaixo de olho dos encarnados desde há algum tempo.

 

Na corrida está ainda, como já se disse, a Fiorentina, equipa conduzida por Paulo Sousa, que também encara com interesse dispor do médio de 24 anos no ataque à Liga Europa.

 

http://www.ojogo.pt/futebol/1a-liga/benfica/noticias/interior/cvfdf-5214033.html

Lazio novamente em Lisboa para levar Jardel

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Clube italiano não desiste da contratação do central brasileiro

 

O Benfica recusou a primeira abordagem da Lazio por Jardel, mas os italianos não desistiram de levar o central de 30 anos e estão novamente em Lisboa para convencer Luís Filipe Vieira, apurou o DN.

 

A primeira oferta, segundo informações recolhidas, foi de cinco milhões de euros, mais um por objetivos. O Benfica rejeitou, exigindo uma verba superior a oito milhões de euros. Na altura a Lazio não aceitou. Jardel, contudo, também está entusiasmado com a ideia de rumar ao campeonato italiano, depois de vencer o tricampeonato pelo Benfica, e isso fez com que a Lazio regressasse à capital portuguesa para tentar convencer os dirigentes da Luz.

 

Refira-se que para precaver uma eventual saída de um defesa, há muito que o clube da Luz está no mercado e nesse sentido, como o DN revelou, Ricardo Ferreira, do Sp.Braga está já a ser negociado.

 

http://www.dn.pt/desporto/benfica/interior/lazio-novamente-em-lisboa-para-levar-jardel-5213291.html

José Boto nega que possa acompanhar José Mourinho

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O elemento de scouting do Benfica rejeitou a ideia de estar a caminho do Manchester United, a pedido de José Mourinho, como tem sido noticiado.

 © Facebook pessoal

 

 

As referidas notícias apontavam para uma intenção de o Special One levar consigo Francisco Oliveira, que observa jogadores na América do Sul, e José Boto, que recolhe informações de atletas na Europa.

 

O mesmo, que também foi associado à Fiorentina, negou que tal seja verdade e garantiu que se sente «muito bem» nos encarnados, onde tem Rui Costa a coordenar.

 

 

http://www.zerozero.pt/news.php?id=176034

Vítor Pereira: “Nunca recebi um telefonema de Vieira, Pinto da Costa ou Bruno de Carvalho”

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Após 10 anos ao leme do sector mais escaldante do futebol português, Vítor Pereira está de malas feitas para sair do gabinete 23 da recém-inaugurada Cidade do Futebol. Em entrevista exclusiva ao Expresso, o ex-presidente do Conselho de Arbitragem diz que a partir de hoje é um homem livre e garante que deixa o cargo mas não a arbitragem, a sua vida. Em dia de eleições na Federação Portuguesa de Futebol, deseja felicidades ao seu sucessor, José Fontelas Gomes, que espera continue o seu legado. Aos 59 anos, o dirigente mal-amado por Pinto da Costa e Bruno de Carvalho, garante não guardar animosidade pessoal contra qualquer dirigente, apesar da tristeza causada por alguns excessos.

 

Uma década ao leme do sector mais polémico do futebol é muito tempo? Um recorde?
Não sei, nem é importante. Foi o que foi, numa altura difícil de passagem da arbitragem da Liga, onde estava desde 1995, para a FPF, em 2011. Mudança que obrigou a ajustes regulamentares e a trabalhar não com um universo de 80 árbitros/assistentes mas com os de todas as competições nacionais.

 

Sai por saber que não seria convidado a recandidatar-se?
Não. A vida é feita de ciclos. Este fechou-se, até por ser uma função muito exigente do ponto de vista pessoal e físico. Este CA tinha 40 linhas programáticas, saímos com todas cumpridas. Criámos centros de treino que permitem a todos os árbitros treinar de forma regular, temos um plano de formação sistematizado para todo o país, um grupo de árbitros profissionais, uma das minhas batalhas e que deve ser alargado a todos os árbitros das provas da Liga...

 

Mas não temos um árbitro no Europeu de 2016...
O Pedro Proença seria o nosso árbitro natural no Euro, mas o seu abandono precoce criou um vazio. Foi um episódio que nos surpreendeu. Não é de um momento para o outro que se acede ao grupo de elite da FIFA. Há 300 árbitros internacionais, em França estarão 24. O processo é muito seletivo.

 

Agora, o melhor é Artur Soares Dias?
Ele e o Jorge Sousa. Ambos teriam condições para estar no Euro e têm condições para chegar ao Mundial de 2018.

 

Já sabe o que vai fazer a seguir?
Vou descansar, se calhar escrever.

 

Não ambiciona dar o salto para a esfera da UEFA ou da FIFA?
Neste momento, sou um homem livre. Acho que tenho know-how que me permite encarar eventuais convites. Deixo o cargo, não a arbitragem. É a minha vida.

 

Qual é o seu maior legado?
Quando chegámos, em 2006, tínhamos um grupo de árbitros estigmatizado, hoje há mais árbitros, mais jovens e mais bem preparados. Temos uma Academia Formativa. O abandono dos candidatos a árbitros era de 60% e passou para 20%, porque temos um sistema de tutoria para os acompanhar.

 

Ainda há crise de vocação?
Num contexto muito agreste, em especial nos últimos dois anos, conseguimos um aumento de 9,9% de árbitros, entre futebol e futsal.

 

A que se deve o clima de maior agressividade?
Às políticas de comunicação das organizações, devido às novas plataformas digitais, ao Facebook... Está tudo muito aberto, o que leva a excessos numa sociedade de clubismo incontrolado. E este clima adverso é extravasado para a arbitragem.

 

O que é que identifica de pior na sua gerência?
Este clima de tensão causa-me tristeza, em alguns casos ultrapassa o mínimo de respeito que se deve ter pelas pessoas e instituições.

 

No “Tribunal do Dragão” diz-se que merece sair em ombros por ter ajudado o Benfica a ser campeão...
Quantas vezes é que o FC Porto foi campeão nos meus mandatos? Seis! O presidente do CA foi o mesmo, tal como os critérios adotados. Este CA geriu a arbitragem de dentro para fora e pelas nossas cabeças.

 

As queixas também são do Sporting. Octávio Machado diz que o 35º título do Benfica é de Vítor Pereira.
Não respondo.

 

É verdade que telefonou a Marco Ferreira para dar um jeitinho ao Benfica?
As questões relacionadas com o senhor Marco Ferreira vão ser resolvidas nas instâncias desportivas e no tribunal.

 

Ele foi despromovido por isso?
Foi despromovido em função da sua classificação.

 

Nada teve de pessoal?
Não, nem podia ter. Pelos estatutos, o presidente do CA não tem interferência no processo classificativo, que tem uma secção específica para esse efeito. E nenhum membro que não pertença a essa secção tem acesso às classificações.

 

Porque insistiu na escolha de Bruno Paixão para os jogos do Benfica quando sabia que ia ser atacado pelo Sporting e pelo FC Porto? Para mostrar que tinha razão?
Parecia que estava a adivinhar a pergunta. Como já disse, o CA é dirigido de dentro para fora e não ao contrário. Era uma grande presunção de quem do exterior conseguisse influenciar as nossas decisões. Por alguém dizer que não gostava de um árbitro, o CA ia deixar de o indicar? Nunca trabalhámos assim, mas com rigor e cumprindo os critérios predefinidos, independentemente das tentativas de nos condicionar e aos próprios árbitros.

 

Este tipo de pressão não acontece em todos os campeonatos?
Mais no sul e no leste da Europa. Nos países do norte, ninguém se preocupa com os árbitros, mesmo quando são prejudicados.

 

Luís Filipe Vieira, Pinto da Costa ou Bruno de Carvalho nunca lhe telefonaram?
Nunca. Tínhamos uma figura regulamentar em que os clubes podiam e podem pedir uma reunião, por nós vista como um encontro de trabalho. E isso aconteceu com quase todos os clubes das duas ligas profissionais. Tive muito gosto em recebê-los na sede da Liga e na FPF. Foram sempre trocas de opiniões proveitosas.

 

Queixavam-se do quê?
Insucesso nos desempenhos dos árbitros, sentiam-se prejudicados. Umas vezes tinham razão, outras não. Os árbitros erram. Ponto final. A nossa relação com os clubes foi sempre de transparência e respeito.

 

Pedro Proença, como líder da Liga, não devia ter pedido contenção mais cedo em relação à contestação do FC Porto e do Sporting?
Pois. Se calhar, devia, mas não sei se serviria de grande coisa.

 

Como está o seu processo contra Bruno de Carvalho?
Qual processo? Todas as afirmações que configuram ilícito disciplinar foram por mim denunciadas e enviadas para o Conselho de Disciplina, mas isso foi feito com todos os dirigentes.

 

E a nível cível?...
Não instaurei qualquer processo, mesmo quando entendi que os ataques verbais eram excessivos. Acho que devem ser as instâncias jurisdicionais da FPF a resolver as contendas. Não tenho com nenhum dirigente qualquer animosidade pessoal.

 

Os famosos vouchers da Luz são uma tentativa de suborno?
As instâncias disciplinares decidiram que não houve sinal de irregularidade. As lembranças aos árbitros estão reguladas, seguindo o Código de Ética da UEFA [cerca de €183].

 

Recebeu algum presente que tenha devolvido?
Não.

 

Foi mais fácil ser árbitro ou ser dirigente?
Foi muito mais fácil ser árbitro. Arbitrar é um ato sublime. Quando entramos dentro de campo, as coisas dependem de nós a cada segundo. Como presidente do CA, estamos nas mãos de muitas pessoas. Tinha mais prazer em correr 10 a 12 quilómetros por jogo do que em ficar em casa 90 minutos sentado no sofá a ver jogos pela televisão. Nestes anos, vi quase todos os jogos que foram transmitidos. Era a partir dessa observação e da dos colegas que iam aos estádios que se decidiam as nomeações. Além das conversas que eu tinha com os árbitros.

 

A que jogos assistia ao vivo?
Não ia ver jogos. Vou aos das seleções. Recebi convites até para acompanhar as equipas ao estrangeiro, mas entendi que não deveria aceitar. Nalguns casos com pena, pois tinha vontade de ir, por serem convites simpáticos. Mas achei melhor manter a neutralidade.

 

José Fontelas Gomes, o seu sucessor, é o homem certo para o lugar?
Desejo-lhe muitas felicidades. Que continue o nosso legado. Somos colegas e tivemos boas relações institucionais ao longo do tempo.

 

O facto de ele não ter sido árbitro de 1ª categoria — é internacional de futebol de praia — e nunca ter apitado jogos dos grandes é uma vantagem?
É uma desvantagem por não ter o carisma de um internacional de topo, mas pode ter a vantagem de olhar para a arbitragem de forma mais aberta. O mais importante é que foi árbitro e tem o apoio da classe.

 

Umas das propostas de Fernando Gomes para o seu novo mandato é a publicação dos relatórios dos árbitros após cada jornada. Isso irá pacificar a arbitragem?
Duvido, mas não vejo inconveniente em que sejam tornados públicos.

 

Então, porque é que eram secretos até agora?
É uma pergunta a que não lhe posso responder. Era a regulamentação vigente.

 

As notas dos observadores jogo a jogo também devem ser públicas?
A questão não é essa, em primeiro lugar porque a UEFA e a FIFA não o permitem...

 

Só as avaliações finais?
Nem essas.

 

Sabe-se na mesma...
Nós cá estamos quase a transformar a arbitragem num reality show. Só falta entrar em sítios mais inadequados. Quanto mais forem públicas coisas acessórias, menos importância se dá ao fundamental, que é o jogo, os jogadores, a promoção da atividade...

 

Duarte Gomes defende que tornar tudo público deixa menos campo à suspeição...
Estamos a falar de um espetáculo. Hollywood vende filmes, não o behind the scene. Os bastidores são curiosidades. Subscrevo o que diz Ángel María Villar, presidente da Federação Espanhola e da UEFA em exercício: transparência sim, mas há coisas que só devem ser transparentes para dentro da organização.

 

Concorda com o vídeo-árbitro?
Vai ser testado na Supertaça, e julgo que pode ajudar. Sempre fui a favor de novas tecnologias que reduzam a margem de erro dos árbitros.

 

http://expresso.sapo.pt/desporto/2016-06-05-Vitor-Pereira-Nunca-recebi-um-telefonema-de-Vieira-Pinto-da-Costa-ou-Bruno-de-Carvalho