Líder de balneário sucede ao obcecado pela tática

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Benfica. Quem trabalhou com Jorge Jesus e Rui Vitória reconhece que ambos respiram futebol, mas têm perfis muito distintos. J. J. é duro nas críticas, o seu sucessor gosta de ter o grupo na mão.

 

Sai Jorge Jesus, entra Rui Vitória. Depois de o Benfica ter anunciado um princípio de acordo com o ex-treinador do Vitória de Guimarães, ficou ontem a saber-se que a apresentação oficial acontecerá na próxima segunda-feira, pelas 12.30, no Museu Cosme Damião. O futuro imediato dos encarnados passará mesmo por este professor de Educação Física, 45 anos, cuja reputação de potenciar jovens talentos foi determinante na escolha pessoal de Luís Filipe Vieira.

 

E, por esta altura, há uma questão na mente dos adeptos encarnados que só os resultados desportivos na próxima época poderão ajudar a clarificar: o Benfica fica a ganhar ou a perder com a troca de Jorge Jesus, um técnico consagrado e bicampeão, por Rui Vitória, que não tem experiência a comandar um clube grande mas que já deu várias provas da sua capacidade na "classe média" do futebol português?

 

Quem trabalhou com ambos deixa antever algumas explicações e corrobora a tese de que Jesus é um perfeccionista da tática e Vitória é um líder no balneário, que gosta de ter todo o grupo "na mão".

 

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Carcela assionou por 4 anos

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“Honrado por vir para um Clube mítico”

Mehdi Carcela tem 25 anos, é um canhoto que gosta de jogar pela direita e acaba de assinar por quatro anos com um Clube que já acompanha há algumas épocas.

 

O internacional marroquino só jogou em dois clubes, no Standard Liege e no Anzhi e agora aposta tudo nesta estreia em Portugal.

 

“Sei que o Benfica é um dos maiores Clubes do Mundo, é conhecido nos quatro cantos do Mundo. É um Clube mítico, com uma grande História e só posso estar honrado por vir para o Benfica”, começou por dizer, em declarações à BTV.

 

O SL Benfica sempre lhe foi familiar, até porque Witsel é um amigo de longa data e Michel Preud´homme um nome incontornável do futebol belga.

 

“Já seguia o Benfica há algum tempo, até pelo meu amigo Axel Witsel e também pelo Michel Preud´homme que já jogou cá. Conheço o Clube e sei que produz grandes futebolistas, com muita técnica, e também sei que o Campeonato português é um bom Campeonato, pelo menos para mim, porque gosto muito de técnica e por isso, também, escolhi o Benfica”, revelou o internacional marroquino.

 

Aliás, Axel Witsel foi mesmo um conselheiro para Carcela que só ouviu elogios ao clube e à cidade das Sete Colinas.

 

“Disse-me que é tudo muito bom, que Lisboa é muito bonita para viver e que não se pode sonhar com melhor. Há sol, as paisagens são magníficas e, do ponto de vista desportivo, a equipa é a melhor de Portugal. O Campeonato é bom e também me disse que a família achou tudo fantástico e adaptou-se muito bem”, desvendou o internacional marroquino.

 

Apesar de ter um pé esquerdo fora do comum, Carcela gosta de jogar pela direita e, acima de tudo, levar os adeptos ao rubro, com muitas fintas e muita velocidade.

 

“Jogo à direita porque é a minha posição preferida. Sou canhoto, tenho técnica e velocidade e gosto muito de agradar aos adeptos, porque gosto de espectáculo, jogo para me divertir e é isso que vou fazer”, disse taxativamente.

 

Agora vêm aí as férias, mas antes de partir Mehdi Carcela deixou uma promessa forte aos Benfiquistas.

 

“Quero mais golos e fazer mais assistências para a equipa e vou dar a minha vida pelo Benfica, pelos adeptos e pelos meus colegas. Vou dar tudo pela equipa e quero provar que sou um grande jogador”, rematou.

Luís Filipe Vieira discute Nani em Londres

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O responsável máximo das águias esteve ontem na capital inglesa acompanhado pelo empresário Jorge Mendes.

 

Confirmadas mais duas contratações (Taarabt e Carcela), Luís Filipe Vieira arrancou para Londres na última quinta-feira e foi na capital inglesa que teve lugar mais uma cimeira de mercado. Ontem, sabe O JOGO, o empréstimo de Nani foi discutido com os responsáveis do Manchester United, estando Filipe Vieira a tentar agora aliar a cedência temporária do internacional português no negócio Gaitán.

 

Esta é uma das notícias em grande destaque na edição deste sábado do jornal O JOGO, que pode ler na edição impressa e e-paper.

 

 

Benfica apresenta Rui Vitória segunda-feira ao meio dia

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A apresentação de Rui Vitória como treinador do Benfica para as próximas três temporadas já tem data: vai realizar-se na próxima segunda-feira, ao meio dia, em princípio no Museu Cosme Damião, no Estádio da Luz.

Recorde-se que na quinta-feira de manhã o Benfica comunicou à CMVM um princípio de acordo.

Entretanto, e para marcar a apresentação para segunda-feira às 12 horas, é porque o princípio de acordo passou efetivamente a contrato. Dessa forma só falta mesmo apresentar o técnico com as cores do clube

Taarabt: "Sou um jogador de ataque, que gosta de fintar"

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Taarabt já fala como jogador do Benfica, clube com o qual assinou por cinco épocas.

Adel Taarabt já fala como jogador do Benfica. O avançado assinou um contrato válido por cinco temporadas e admitiu que Júlio César, com quem jogou no Queens Park Rangers, foi importante para a decisão tomada.

"O Benfica é um grande clube que ao longo dos anos tem produzido grandes jogadores e sido campeão em Portugal. É uma oportunidade enorme para mim. Quando o meu agente me disse que o Benfica estava interessado, eu respondi logo que 'sim, estou pronto para ir'", afirmou ao canal oficial do clube.

"O Júlio é um grande amigo, joguei com ele dois anos. Perguntei-lhe como era o Benfica e ele disse-me que o ambiente era grandioso, que devia vir, que os adeptos me iriam apoiar, e isso convenceu-me", admitiu, apontado também as principais caraterísticas como jogador.

"Sou um jogador de ataque, que gosta de fintar, mas também de passar, marcar golos, dar assistências e ajudar a equipa a manter a posse de bola. Os melhores tempos da minha carreira foram os do QPR. Depois estive no Milan, onde joguei a Liga dos Campeões. Mas foi uma época difícil para mim e tenho agora a oportunidade de esquecer isso e relançar a carreira. Quero agradecer a todos os adeptos e às pessoas que me ajudaram a vir para o Benfica, o presidente, o diretor executivo... Espero que façamos uma boa caminhada juntos e que no relvado possa mostar o meu potencial", reamtou.

Rui Vitória: o «princípio do sonho», com dedicatória óbvia

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Rui Vitória: o «princípio do sonho», com dedicatória óbvia

O novo treinador do Benfica apresentado por quem o conhece bem

Poucas pessoas devem conhecer melhor o novo treinador do Benfica do que Paulo Xavier. Amigo de infância de Rui Vitória, foi também seu colega de equipa nas escolas do Alverca e mais tarde seu jogador no Vilafranquense. Para além disso ainda são compadres: Rui é o padrinho de um filho de Xavier, e este padrinho de uma filha de Rui.

É uma ligação de mais de trinta anos, feita também de momentos de dor e saudade. Em 2002 ambos os amigos perderam os pais num acidente de viação. «Foi uma coincidência da vida. Uma coincidência muito desagradável. Passámos tantas férias juntos, tantas festas, tantos momentos...não precisávamos de ter passado também por isso os dois», diz Xavier ao Maisfutebol.

Mas esse é o único capítulo triste de uma relação que começa no final da década de setenta, quando se tornam colegas de equipa nos escolas do Alverca, com nove anos. O trajeto futebolístico segue depois separadamente, no entanto. Rui Vitória sobe de escalão antes de Xavier, que até acaba por deixar o Alverca aos 13 anos. Curiosamente para jogar no Benfica (o amigo chega lá vinte anos depois, já como treinador).

Rui Vitória: baterista nas horas vagas, «pé de chumbo» para sempre

Mas apesar desta separação desportiva, Rui e Xavier continuam próximos. «Jogávamos à bola na rua e estávamos juntos no mesmo grupo de amigos, ou por causa de namoradas que se conheciam. Morávamos a 300 ou 400 metros de distância um do outro, um de cada lado da Estrada Nacional 10», recorda.

Um recomeço depois da dor

O reencontro nos relvados acontece apenas uns bons anos depois, em 2002, pouco depois da tragédia que vitimou os pais de ambos. Rui Vitória, já licenciado em Educação Física e professor, aceita o convite para treinar o Vilafranquense, clube no qual tinha jogado oito épocas. No plantel estava Paulo Xavier, na fase final de uma carreira que tinha passado por Trofense, Estoril, Alverca, Juventude de Évora, Atlético, Estrela da Amadora, Nacional, Oriental e Torres Novas.

«Tenho bem presente a entrada dele no balneário. A maior parte dos jogadores tinham sido colegas dele. Não sei quem estava mais apreensivo, se ele ou eu. Estava com medo de dar barraca quando me dirigisse a ele, para não tratá-lo de forma informal, mas acho que só uma vez é que não o tratei por mister», recorda Xavier.

Em 2003/04 o Vilafranquense cruza-se com o FC Porto de José Mourinho na Taça de Portugal. Um momento marcante para o clube e para a carreira de muitos jogadores, apesar da goleada por 4-0. Xavier fica no banco. «Não foi uma maldade. É a prova do treinador que é. Separa as ligações exteriores, vê o melhor para a equipa. É uma das grandes armas dele. Às vezes é preciso meter uma pedra no coração, como ele diz.»

No final dessa época Rui Vitória mudou-se para o Benfica, então para assumir o comando da equipa de juniores. Esteve no cargo dois anos, e depois assinou pelo Fátima.

Neste emblema esteve quatro anos, mas continuou sempre a viver na zona de Alverca. No primeiro ano viajava diariamente na companhia de Arnaldo Teixeira, que já era seu adjunto. Cada um levava o carro um mês. Depois as viagens passaram a ser feitas numa carrinha do clube, que para além dos dois técnicos levava também vários jogadores residentes na região de Lisboa. Como Marco Matias (agora no Nacional), Marinho (Académica) ou Nélson Veríssimo, atual adjunto da equipa B do Benfica. Ou Sérgio Botelho, que entretanto tornou-se membro da equipa técnica de Rui Vitória e vai mudar-se também para a Luz.

«Eram viagens muito alegres, sempre com o Rui (Vitória) e o Prof. Arnaldo (Teixeira) no comando das brincadeiras», recorda Duarte Machado, que também seguia na carrinha, e que às tantas sorri enquanto recorda o dia em que tiveram um furo.

«Em três épocas nunca houve qualquer problema entre nós. E houve um ano em que perdemos muitas vezes. Podia existir algum silêncio habitual, mas depois alguém dizia alguma coisa e desanuviava o ambiente», destaca.

Sem «chicote» até à Luz

Logo na primeira época com Rui Vitória o Fátima festejou a subida à II Liga. No ano seguinte desceu, contudo, mas o técnico manteve-se no cargo, e depois até acabou por garantir nova promoção. Embora tenha apenas 45 anos, Rui Vitória conserva um estatuto assinalável em catorze anos de carreira: nunca foi despedido.

«É o reconhecimento do seu trabalho e dedicação. Podem não ganhar mas sentem que estão no caminho certo, que vão lá chegar», diz Paulo Xavier.

Rui Vitória chegou ao principal escalão em 2010/11, pela porta de Paços de Ferreira, e logo na estreia chegou à final da Taça da Liga. Perdeu o troféu para o Benfica mas «vingou-se» dois anos depois, com a conquista da Taça de Portugal frente ao clube que agora passa a representar.

«É mais um passo. Não é o topo da carreira, não acabou aqui. Estou certo de que isto não é o limite. É um sonho, sim, mas é o princípio do sonho», diz Paulo Xavier.

Duarte Machado vê a mudança para a Luz com «bons olhos». «O Benfica perdeu um treinador que deu títulos ao clube nos últimos anos, mas ganha um treinador com melhor perfil para encaixar na estrutura do Benfica, na formação e na equipa B. É um excelente treinador e sabe muito bem como potenciar jovens. Nesse sentido o Benfica vai ganhar muito», defende.

O jogador do Olhanense lembra, em todo o caso, que os adeptos «estão muito agarrados ao estilo de Jorge Jesus», e que Rui Vitória «é mais tranquilo, não dá tanto nas vistas». «Deixa o trabalho falar por si, enquanto que o Jesus é um espetáculo dentro do espetáculo, como se costuma dizer. Alguns adeptos podem ter algum saudosismo, mas com o tempo vão encaixar a mudança. Alguns ainda nem acreditam que Jesus foi embora, mas o Rui vai conquistar esses adeptos», acredita.

Distância de segurança para salvaguardar as decisões

Duarte Machado está seguro que o novo treinador encarnado «vai impor a sua marca, que tem sido de sucesso», e destaca a «personalidade muito forte», em tom de elogio. «Não promove muito a proximidade com os jogadores. Dá-se bem com toda a gente, mas não em demasia. Deixa isso para os adjuntos, que se dão muito e conseguem criar um bom ambiente», explica.

Paulo Xavier diz que o amigo «soube rodear-se de pessoas sérias e de confiança», referindo-se aos adjuntos. «São pessoas extraordinárias. Não tenho dúvidas de que vão ter sucesso», arrisca dizer.

O antigo guarda-redes diz que Rui Vitória «é reservado mas não se esconde», e está convicto de que isso «não vai mudar agora». «É um comunicador por excelência mas também um brilhante ouvinte», garante. Na relação com os adjuntos ou com a restante estrutura, mas também no balneário.

Duarte Machado entende que Rui Vitória é «muito inteligente» nessa gestão, e que «gosta de saber com que pessoa é que vai trabalhar».
O lateral fala ainda de um treinador que «não tem medo de arriscar», até porque «detesta empatar». «Para ele não é carne nem é peixe», sustenta.

Fiel ao apelido, Rui tem construído um trajeto de vitórias desde a base. Passou por quase todos os escalões, como jogador ou treinador, e agora sobe mais um degrau. É o início de um sonho, e tem dedicatória óbvia.

Pizzi: «Sei que ainda tenho muito a melhorar»

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A temporada 2014/15 trouxe a afirmação de Pizzi no Benfica, mas o percurso, que ainda vai a meio, foi tudo menos fácil até aqui. Quando era jogador do Sp. Braga esteve emprestado ao Ribeirão, Sp. Covilhã e Paços de Ferreira. Depois foi contratado pelo Atlético de Madrid, que o cedeu ao Corunha. Em 2013 tornou-se jogador do Benfica, mas só conquistou o seu espaço na Luz depois de um ano a «rodar» no Espanhol. 
  
Pizzi é, por isso, um especialista em empréstimos, com uma opinião muito própria sobre o tema. «Os empréstimos por vezes acabam por ser bons para os jogadores, para cresceres e estares noutros clubes, aprender novas coisas em realidades diferentes. Acaba por ser bom, mas em certa medida, sem exageros. Acabou por ser bom para mim, cresci como jogador, mas em excesso acaba por ser prejudicial», defendeu o médio do Benfica, num evento de promoção das novas chuteiras da Adidas, ACE e X5. 
  
A afirmação de Pizzi no Benfica surge também no contexto da mudança para a posição «8». «Ao início foi um bocado complicado. Não estava habituado às tarefas defensivas, a ajudar a equilibrar. Estava mais habituado a desequilibrar e foi um bocado complicado ao início, mas felizmente tive a ajuda de todos. Acabei a temporada a um bom nível. Sei que ainda tenho muito a melhorar, mas foi uma temporada positiva para mim, não só pela troca de posição como pelos títulos conquistados», resumiu.

O jogador admitiu, de resto, ter «ficado um pouco surpreendido» com a rapidez na adaptação. «Mas sempre acreditei nas minhas capacidades, e sabia que mais cedo ou mais tarde podia jogar a um bom nível naquela posição. Demorou o seu tempo, mas as coisas correram bem e agora quero continuar», acrescentou. 
  
Terminada a época no Benfica, Pizzi juntou-se agora à Seleção Nacional, para os jogos com Arménia e Itália. «O meu grande objetivo é fixar-me de vez. Sei que tenho grandes jogadores, sobretudo na minha posição, e todos querem o mesmo, que é continuar na Seleção. Sei que vai ser difícil, tenho de trabalhar bastante, mas se as coisas continuarem a correr assim tão bem no meu clube sei que vou ter mais oportunidades, e espero corresponder às expectativas.» 
  
Após os compromissos da Seleção seguem-se as férias, que serão aproveitadas para matar saudades de Trás-os-Montes. «Tenho muito orgulho no sítio onde nasci. São pessoas bastante humildes. É o interior de Portugal, onde costuma dizer-se que não há muita coisa», começou por dizer. 
  
«Sempre que posso, sejam dias livres ou férias, tento estar com a família e também com o meu grupo de amigos de Bragança», revelou Pizzi, que falou também da continência que faz para a bancada quando marca um golo. 
  
«Fora os meus amigos que me pediram para festejar assim. Não só para os homenagear a eles, mas também a todas as pessoas de Bragança», explicou.

 

Siqueira: "Eu só falo do Benfica, do Sporting não falo"

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O lateral esquerdo brasileiro do Atlético Madrid ficou surpreendido com a transferência de Jorge Jesus para o Sporting, e escusou-se a comentar a decisão do treinador português em trocar o emblema da Luz pelo dos eternos rivais.

Em entrevista ao portal zerozero.pt, Siqueira recordou a sua passagem pelo Benfica e não poupou elogios ao clube da Luz e a Jorge Jesus, treinador com quem trabalhou em Portugal antes de rumar ao Atlético Madrid.

"Vi a trajetória do Benfica, que conseguiu conquistar o título. Fiquei feliz. Desde a chegada do Jesus, o clube evoluiu muito. Ele conseguiu construir uma filosofia muito boa no clube, um estilo de jogo que, depois de te habituares, torna tudo muito mais fácil. Os títulos conquistados foram totalmente merecidos, viu-se uma diferença muito grande do Benfica para as outras equipas", afirmou Siqueira ao referido portal sobre a conquista do bicampeonato este ano.

Sobre um eventual regresso ao Benfica, Siqueira não descartou esse cenário no futuro pois frisou que 'houve um carinho recíproco' entre ele e os adeptos.

"Caso aparecesse uma outra oportunidade, por que não? Fui muito feliz lá, fui muito bem recebido. É um clube pelo qual eu tenho um enorme carinho, se tivesse que voltar, seria muito bem recebido com certeza, porque houve um carinho recíproco. Lisboa é uma cidade que eu guardo no meu coração, um clube pelo qual eu tenho um enorme respeito. A minha realidade não é esta mas, se no futuro surgir essa oportunidade, eu voltaria, porque o Benfica é um dos maiores clubes do mundo", disse Siqueira.

Questionado sobre a surpreendente contratação de Jorge Jesus por parte do Sporting, Siqueira não se quis alongar em comentários, garantindo apenas que só falava do Benfica.

"Trabalhei com o Jesus e é um treinador excelente, fora de série, mas essa mudança foi uma escolha dele, não cabe a mim. Certamente que ele tem consciência do que faz. Mas eu só falo do Benfica, do Sporting não falo", sentenciou Siqueira.

Mehdi Carcela em Lisboa: «É o maior desafio da minha carreira»

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O extremo marroquino Mehdi Carcela, 25 anos, chegou ao final da tarde desta quinta-feira a Lisboa, para fechar a transferência para o Benfica.

O jogador, que na última época atuou no Standard Liège, diz sentir-se muito feliz e pronto para assumir aquele que considera ser o maior desafio da carreira.

«Estou muito feliz, conheço muito bem o Benfica e já ouvi falar de Rui Vitória. Este é o maior desafio da minha carreira», afirmou Carcela aos jornalistas presentes no aeroporto de Lisboa.

O extremo chega a Lisboa depois de o Benfica ter acertado com o Standard Liège a transferência, por valor entre os 3 e os 4 milhões de euros.