Toni: "Maxi é um jogador à Benfica"

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Toni, ex-treinador do Benfica, ficou satisfeito com a notícia de O JOGO de que Maxi Pereira renovará o contrato com os encarnados. "É um jogador à Benfica, com raça e atitude perante o jogo de entrega total. Pode ter alguns períodos menos bons, mas a entrega é sempre total. É um jogador que interpreta a mística di Benfica", disse à Antena 1.

"O Maxi defendeu, com certeza, os seus interesses, interesses de ordem material que são importantes. O Maxi, à imagem do Luisão, terá sido confrontado com outras propostas e se é verdade que a componente financeira foi importante, não terá sido esquecido que no Benfica tem estabilidade e pode viver num país como Portugal e numa cidade como Lisboa", acrescentou Toni.

Toni destaca também o facto de Maxi e Luisão estarem no Benfica há muitos anos. "Depois da Lei Bosman, ter jogadores que continuam no mesmo clube como o Maxi (sete épocas) e o Luisão (vai para 10 temporadas) é algo que deixa marcas nos adeptos".

Estudiantes deve dinheiro ao Benfica

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Juan Sebastián Verón assumiu há três meses a presidência do Estudiantes, clube do principal campeonato da Argentina, mas procura ainda apurar toda a situação financeira do clube. E recentemente descobriu que a cedência de Jara não foi paga.

"Deparámo-nos com a notícia que o clube não pagou ao Benfica o empréstimo de Jara; devemos 250 mil euros mais juros", revelou Martín Di Bella, secretário-financeiro do clube.

Preço de Fariña até assusta

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O Racing de Avellaneda perguntou por Fariña, mas a resposta de Luís Filipe Vieira não agradou ao emblema que vendeu o médio-ofensivo aos encarnados, em 2012/13.

O Benfica pediu 3,3 milhões de euros por 50 por cento do passe, valor que assustou o Racing, adiantou a Imprensa argentina. Lanús e Boca Juniors estão também interessados no jogador cedido ao Corunha.

Génova pede Benito

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Loris Benito pode deixar o Benfica nos próximos dias, pois o Génova está interessado na sua contratação, tendo já encetado contactos com o Benfica no sentido de assegurar o lateral-esquerdo por empréstimo. E, ao que O JOGO apurou, em cima da mesa está a possibilidade de o internacional sub-21 suíço rumar a Itália por um ano e meio, já que as negociações que decorrem preveem o empréstimo até ao final de 2015/16.

O emblema transalpino propõe-se a pagar 600 mil euros pela cedência de 18 meses, admitindo ainda elevar a verba em função de objetivos a cumprir por parte do atleta, assegurando uma opção de compra no final do empréstimo no valor de cinco milhões de euros - o Benfica pagou três milhões no verão pelo jogador.

Eriksson acredita no bicampeonato do Benfica

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Sven-Goran Eriksson acredita que o Benfica tem todas as condições para conquistar o título de campeão nacional, esta temporada. O treinador sueco não tem acompanhado todos os jogos dos encarnados, mas refere que "têm boa equipa" e o treinador "está a trabalhar muito bem".

"Claro que é possível [revalidar o título], com o Benfica é sempre possível", sublinhou o antigo treinador dos encarnados, responsável pela equipa durante cinco temporadas e que em 83/84 terminou a primeira volta, sem derrotas. Esta temporada, com Jorge Jesus, a equipa fechou a primeira metade da época, com uma derrota e um empate.

Eriksson, de 66 anos, está a trabalhar no Shanghai East Asia FC, da China. É o segundo clube em que trabalha naquele país, depois de ter orientado o Guangzhou R&F.

Mukhtar em estreia no Seixal

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O Benfica regressou ao trabalho, na manhã desta segunda-feira, à porta fechada, no Seixal, menos de 24 horas depois da expressiva goleada aplicada ao Marítimo (4-0), na 17ª jornada da Primeira Liga. A principal novidade da sessão, prendeu-se com a estreia de Hany Mukhtar. O médio alemão de 19 anos, contratado ao Hertha de Berlim, treinou pela primeira vez com a equipa às ordens de Jorge Jesus. O internacional Sub-19 germânico, anunciado como o único reforço de Inverno por parte dos responsáveis benfiquistas, torna-se, assim, em mais uma opção para o técnico encarnado. Os campeões nacionais preparam a visita a Moreira de Cónegos, para defrontar o Moreirense, quarta-feira, em jogo da Taça da Liga. As águias regressam ao trabalho esta terça-feira. O apronto voltará a decorrer à porta fechada.

 

Bruno Lage: Deportivo como "solução muito boa" para consolidar "talento" de Hélder Costa

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Bruno Lage acredita que o empréstimo ao Deportivo da Corunha assume-se como uma "solução muito boa" para a "evolução" de um jogador com o "enorme talento" que Hélder Costa apresenta. O ex-técnico das camadas jovens do Benfica foi o primeiro da carreira do extremo luso-angolano, logo aos 10 anos, mostrando-se convicto de que o produto da formação encarnada aproveitará a oportunidade de alinhar no estrangeiro para confirmar a qualidade que tem vindo a apresentar. "O Hélder Costa tem um enorme talento. Iniciou o seu trajecto no Benfica. Depois do que já fez, na época passada, na equipa 'B' e pelo que tem feito nesta época, era essencial para ele procurar um patamar intermédio. O Benfica entende fazer isso em termos internacionais. É uma solução muito boa para o Hélder para chegar ao patamar que merece, de acordo com o seu potencial. O teste da equipa 'B' foi superado e outro teste está a começar para o Hélder. Se confirmar todo o potencial que tem, com certeza que poderá ser um dos nomes a entrar no plantel, na próxima época", afirma, em entrevista a Bola Branca. Ivan Cavaleiro vai facilitar adaptaçãoHélder Costa junta-se a Ivan Cavaleiro, outro jogador cedido pelos campeões nacionais ao clube galego. Essa evidência, considera Bruno Lage, irá ajudar o jogador de 21 anos adaptar-se rapidamente a uma realidade com a qual vai contactar pela primeira vez. "Ele está no Benfica há 10 anos. Tem vivido nos últimos quatro, cinco anos, no centro de estágio. Encontrar um colega e amigo é bom para que se adapte de uma forma mais fácil", considera. O luso-angolano, formado nas escolas do Benfica, actuou, nas duas últimas épocas, pela equipa "B" das águias. Esta temporada, apontou sete golos em 23 jogos, cotando-se como o segundo melhor marcador do Benfica "B".

 

Marcelo Oliveira: "Moreirense vai fazer de tudo para conseguir uma vitória"

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sapo

O defesa Marcelo Oliveira, do Moreirense, atual oitavo classificado da I Liga em futebol, disse hoje acreditar que o clube consiga uma segunda volta tranquila e que uma vitória na quarta-feira sobre o Benfica seria o empurrão "perfeito".

Com 24 pontos, fruto de seis vitórias, o mesmo número de empates, e menos uma derrota, à 17.ª e última jornada da primeira volta, o Moreirense soma os mesmos pontos com que terminou o campeonato na época 2012/13, a última que disputou o principal escalão do futebol português, acabando por ser despromovido.

"Acho que ninguém esperava que uma equipa que subiu à I Liga se portasse assim. É uma surpresa. Temos um bom grupo, trabalhamos bem e muito. Estamos todos a torcer pelo mesmo e isso conta muito", descreveu à agência Lusa Marcelo Oliveira.

Em jeito de balanço sobre a primeira volta do campeonato, Marcelo Oliveira, de 33 anos, recusou - como aliás tem sido a conduta tanto da equipa técnica como da direção - traçar mais objetivos além da manutenção, mas confirmou que garantida a permanência a "ambição continua", mantendo "os pés no chão".

"Depois de conseguir a manutenção, começamos a pensar em outros objetivos. Vamos continuar a lutar pelos pontos em todos os jogos. Isso sem dúvida", afirmou.

Até aqui titular em todos os encontros do campeonato, um dos centrais mais utilizados pelo treinador Miguel Leal, aponta que "talvez com mais dez pontos" será possível dizer que o emblema minhoto está de facto a salvo.

Depois de vencer (1-0 em casa) domingo o Arouca em jogo para o campeonato, o Moreirense volta a jogar no seu estádio na quarta-feira, mas desta vez para a Taça da Liga e diante do Benfica que lidera tanto o grupo A desta competição como a I Liga.

Vencer os ‘encarnados' é "difícil", reconhece Marcelo Oliveira mas "não impossível" e seria mesmo para, considerou o defesa, "perfeito" para servir de empurrão para uma segunda volta de sucesso.

"O Benfica tem um plantel mais extenso. Os jogadores poderão estar mais descansados. É muito difícil, mas claro que vamos fazer de tudo para conseguir uma vitória e passar à próxima fase", disse Marcelo Oliveira.

O jogador brasileiro antes de chegar a Moreira de Cónegos passou pelo Atromitos da Grécia e pelo APOEL do Chipre, clubes nos quais adquiriu uma experiência que completa o plantel minhoto, onde tem colegas que lhe "ensinam" como é o futebol português.

"Joguei competições internacionais e posso contribuir com essa experiência, enquanto existem outros [jogadores] no Moreirense que têm muita experiência de campeonato português e conhecerem melhor a I Liga", concluiu.

Elvis - entrevista - do Benfica para a Série D e contratação pelo Botafogo

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espn

Uma das apostas do Botafogo para retornar à elite do Brasileirão em 2015 é o meia Elvis Vieira Araújo. Apesar de ter apenas 24 anos, o jogador já passou de tudo um pouco na vida, tanto nos campos quanto fora deles. Na infância, por exemplo, vendeu jornal e sorvete antes de começar a bater bola. Quando virou jogador, foi do futebol europeu para a Série D do Brasileiro em um espaço de apenas dois anos.

 

Revelado pelo Paraná Clube, disputou poucos jogos pela equipe, mas rapidamente chamou a atenção do Benfica, que o contratou por três anos e meio em 2011. No clube português, fez amizade com o zagueiro David Luiz, hoje no Paris Saint-Germain, e com o atacante Alan Kardec, hoje no São Paulo, além de ter vivido uma série de situações curiosas.

"A estrutura de lá me assustou! Eu era moleque, acostumado com o Paraná, de repente estava treinando com Aimar, Saviola, Luizão, David Luiz... No Paraná, tinha 10 chuveiros, mas só quatro tinham água quente. Daí no Benfica, esperei todo mundo tomar banho, ficamos eu e o David Luiz. Perguntei para ele: 'Qual dos chuveiros que funciona?'. Ele deu risada: 'Aqui é o Benfica, todos funcionam. Você acha que está aonde? (risos)'". contou o meia, em entrevista à Rádio ESPN.

Em Lisboa, porém, não havia muito espaço para o jovem atleta, já que o meio-campo encarnado era recheado de estrelas. Acabou emprestado ao União de Leiria, também da primeira divisão portuguesa. Na volta ao time da capital, foi colocado no Benfica B, equipe que defendeu entre 2012 e 2013, ao lado de Kardec.

Chateado pela falta de oportunidades, preferiu rescindir seu contrato, e acertou com o Tombense, time do empresário Eduardo Uram, que também gere a carreira do atleta. Ou seja, em dois anos, o meio-campista foi do poderoso Benfica para a Série D do Brasileirão.

Em seguida, foi emprestado ao América-MG, na Série B, mas retornou ao Tombense em 2014. Elvis não deu bola. Ou melhor, jogou muita bola e levou o clube de Tombos, cidade de apenas 10 mil habitantes, ao título da quarta divisão, conquistado sobre o Brasil de Pelotas. Não demorou para chamar a atenção do Botafogo, que o contratou na sequência.

"Me marcou muito morar e jogar no Tombense. Às vezes, você dá um passo atrás para dar dois à frente", celebrou Elvis, que agora precisa convencer o técnico René Simões que merece uma chance como titular com a tradicional camisa alvinegra.

Elvis não curte rock

Apesar de ter o mesmo nome de Elvis Presley, o rei do rock, o meia não gosta das guitarras. Nem mesmo seu pais curtem. Seu nome tem uma origem bastante curiosa.

DivulgaçãoElvis BenficaElvis passou pelo Benfica

"Todo mundo me pergunta minha família era fã do rei do rock, mas o engraçado é que não. Minha vó era descendente de italianos e não conseguia falar português muito bem. Meu nome era para ser Leandro, porque minha mãe era fã do lateral do Flamengo, mas meu pai resolveu colocar Elvis porque é um nome curto, e eles acharam que minha avó ia conseguir falar. Só que não deu certo, porque ela me chamava de 'Errrvis' (risos)", gargalhou.

O atleta nasceu em Janiópolis, cidade do interior do Paraná, e na infância ajudava a família a complementar a renda. Seus principais bicos foram como entregador de jornais e vendedor de sorvetes. Desse tempo, também guarda boas histórias.

"Quando eu era entregador, às vezes atrasava um pouquinho, e todo mundo reclamava: 'Pô, chegou atrasado o jornal? Demorou tanto que deve ser o jornal de ontem'. Hoje, depois que virei jogador, todo mundo fala que eu era ótimo entregador, que o jornal sempre chegava na hora certinha. Vai entender, né (risos)?", sorriu.

"Tinha os picolés, também. Em dia de chuva, eu pegava o carrinho e o dono da sorveteria perguntava para mim. "Pra quem você vai vender picolé nessa chuva? Quero só ver!" Eu levava o carrinho pra casa e vendia tudo pra minha mãe (risos)", recordou.

O que o torcedor do Botafogo agora espera é que, diferente do jornal, os passes de Elvis cheguem para os companheiros na hora certa.

Só o Bayern se aproxima do Rei da Europa

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Record

Só o Bayern se aproxima do Rei da Europa

Benfica com 90,2% de aproveitamento

O Benfica é o clube da Europa com maior percentagem de pontos conquistados, ao ostentar 90,2 por cento de aproveitamento no final da primeira volta da Liga.

Numa análise aos líderes dos campeonatos dos 20 primeiros países do 'ranking' da UEFA, os comandados por Jorge Jesus são os únicos acima da fasquia dos 90 por cento, ao somarem 46 pontos, de um máximo de 51.

Em 17 jornadas, os 'encarnados' apenas cederam um empate, na receção ao Sporting (1-1), e uma derrota, em Braga (1-2), tendo ganhado os restantes 15 encontros - venceram os últimos nove, nos derradeiros sete sem golos sofridos.

A formação mais próxima dos campeões nacionais em título é o Bayern de Munique, de Pep Guardiola, que, nas mesmas 17 rondas, totaliza menos um ponto do que os encarnados (45), o que dá uma percentagem de 88,2 por cento.

Ao contrário da formação portuguesa, os bávaros estão invictos, somando três igualdades. O clube que fecha o pódio é o Dínamo de Zagreb, que lidera o campeonato da Croácia com 49 pontos, em 19 jornadas (86,0 por cento de aproveitamento).

O campeão europeu Real Madrid, de Cristiano Ronaldo, segue apenas na sétima posição, uma vez que já sofreu três derrotas, na receção ao detentor Atlético de Madrid e nos redutos de Real Sociedad e Valencia, de Nuno Espírito Santo.

Entre o nono e o 13.º lugares, seguem quatro conjuntos comandados por técnicos lusos, os russos do Zenit, de André Villas-Boas, os gregos do Olympiacos, de Vítor Pereira, os ingleses do Chelsea, de José Mourinho, e os suíços do Basileia, de Paulo Sousa.