OSCARS SERBENFIQUISTA 2014 - Votação:User Multimédia do Ano
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Em actualização constante.
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Resumo:
Depois de várias voltas à rotunda erguida pelo Belenenses, em pleno Estádio da Luz, o Benfica lá encontrou o norte através das bolas paradas, e alcançou assim um triunfo que lhe permite ir ao Dragão, na próxima jornada, com vantagem pontual sobre o FC Porto (pelo menos três pontos).
A equipa de Jorge Jesus passou praticamente noventa minutos instalada no meio-campo contrário, mas deparou-se com o Belenenses muito organizado, mesmo privado de três titulares (o castigado João Meira e ainda Miguel Rosa e Deyverson, jogadores sobre os quais o Benfica ainda tem direitos económicos).
A formação orientada por Lito Vidigal preencheu muito bem a zona central do terreno, sobretudo pela ação da dupla Pelé-China, mas também com o contributo de Camará e até Tiago Caeiro. Isto obrigou o Benfica a insistir no jogo exterior, sobretudo através do lado direito, onde aparecia também Enzo Pérez.
O Benfica foi criando sempre oportunidades de golo, mas faltava-lhe alguma presença na área, onde estava apenas Jonas. Gaitán apareceu bem em zonas de finalização, mas sem possibilidade de recorrer ao pé esquerdo. O camisola 10 teve uma ocasião de pé direito (11m) e outra de cabeça (19m), mas em ambas falhou o alvo, ainda que por pouco. O mesmo se aplica a Luisão, que desviou demasiado um lançamento longo de Salvio, aos 22 minutos.
Pese embora o domínio ao nível na posse de bola (68 por cento), e no total de remates (sete contra um), o Benfica chegou ao intervalo com o mesmo número de remates à baliza do que o Belenenses. Talisca aproveitou um raro momento de distração da dupla Pelé-China para rematar de longe, com a bola a desviar ainda em Palmeira e a obrigar Matt Jones a defesa complicada.
O Belenenses, por seu lado, incomodou Júlio César através de uma jogada pela direita (também preferencial), com Palmeira a cruzar para o cabeceamento de Tiago Caeiro, que o guarda-redes brasileiro defendeu.
Aposta ganha de Jesus
Ao intervalo Jorge Jesus voltou a prescindir de Talisca (discreto, uma vez mais), e deu maior presença na área à equipa, com a entrada de Lima. Uma alteração que resultou em pleno, mas uma vez tirando proveito das bolas paradas, aspeto em que muitas vezes o Benfica faz a diferença.
Lima inaugurou o marcador ao minuto 62, na sequência de um canto cobrado por Gaitán. Jardel ganhou nas alturas e Jonas respondeu como pôde ao segundo poste, aparecendo depois o compatriota a cabecear para o fundo da baliza.
Seis minutos depois o Benfica aumentou a vantagem, através de uma grande penalidade conquistada por Enzo Pérez e convertida pelo próprio.
Só o terceiro golo surgiu de bola corrida. Também por isso foi o melhor da noite, mas não só por isso. O trabalho de Gaitán é fantástico, contornando vários adversários até entrar na área pelo lado esquerdo, para depois cruzar na medida exata para a cabeça de Salvio (83m).
Com uma vitória garantida, dados os números, Jorge Jesus teve a oportunidade de substituir Enzo e Maxi, que estavam em risco de falhar o jogo do Dragão, caso vissem o cartão amarelo.
O Belenenses ainda provocou dois sustos no fim. Um, para ser justo, com um cabeceamento de Sturgeon ao lado, já que a outra foi um atraso descabido de Benito, obrigando Júlio César a defender com as mãos (o árbitro terá entendido que foi corte).
texto sapo.pt
O empresário de Maxi Pereira admitiu haver um retrocesso no processo de renovação de contrato com o Benfica. O representante do lateral uruguaio revelou à imprensa turca que "há um desacordo sobre os termos e a duração de contrato" nas negociações com o clube da Luz, e aproveitou para adiantar que há propostas de Espanha e Turquia, nomeadamente o Besiktas.
"Estamos a negociar com o Benfica para a renovação de contrato do Maxi. A nossa prioridade é sempre o Benfica, mas há desacordo sobre os termos e a duração do contrato. Por isso, continuamos a conversar com alguns clubes de Espanha e Turquia", afirmou Paco Casal ao site turco Sporx.
"O Maxi está há muito tempo em Portugal e no Benfica, e quer continuar assim, mas as condições para que isso aconteça ainda não estão definidas", acrescentou o empresário.
Segundo o referido site, o orçamento do Besitkas para contratar Maxi Pereira é de 2,5 milhões de euros.
O treinador do Gil Vicente, José Mota, declarou hoje que espera “um Benfica forte e dominador” no domingo, no Estádio da Luz, na 14.ª jornada da I Liga de futebol.
“É o líder do campeonato contra o último classificado e as diferenças são grandes e o Benfica vai querer continuar a manter esse estatuto com a mesma vantagem pontual”, acrescentou na conferência de imprensa de antevisão ao jogo da Luz.
O técnico da formação barcelense, que ainda não averbou qualquer vitória no campeonato, reconheceu que “vai ser um jogo extremamente difícil para o Gil Vicente, atendendo que o Benfica, nos jogos em casa, é uma equipa dominadora, agressiva, com um futebol de grande vitalidade e onde todas as equipas têm encontrado grandes dificuldades”.
José Mota salientou como exemplo o jogo de quinta-feira frente ao Braga, que os minhotos venceram por 2-1, eliminando o Benfica nos oitavos de final da Taça de Portugal.
“Apesar do resultado negativo, a equipa demonstrou sempre a sua qualidade e procurou com insistência outro resultado”, avaliou.
Desta forma, o treinador do Gil Vicente frisou que “o Benfica vale pelo seu todo e tem excelentes executantes em todos os setores”.
“Em termos ofensivos envolve sempre muita gente e, por isso, teremos que estar muito atentos e tentar anular essa qualidade”, avisou.
José Mota apontou ainda os fatores necessários para pontuar no Estádio da Luz: “Será preciso ter a equipa tranquila, concentrada, inspirada e contar também com o fator sorte. Depois esperar que o Benfica tenha um dia menos bom”.
O técnico prometeu que a sua equipa não vai ser “só defensiva”.
“É evidente que teremos que defender bem, mas tentaremos aproveitar os espaços que o nosso adversário deixar na retaguarda para, através de rápidas transições, tentar surpreende-los”, afirmou.
A equipa treina sábado, pelas 10:00, no Estádio Cidade de Barcelos, à porta fechada, e ao princípio de tarde será divulgada a convocatória.

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Resumo:
Depois da Europa, a Taça de Portugal. O Benfica chega ao mês de dezembro apenas na disputa de duas competições – campeonato e Taça da Liga - e já sem hipótese de repetir o ‘triplete’ da última época. A derrota desta quinta-feira, por 1-2, com o Braga foi, na verdade, a repetição de um filme já visto esta temporada, pois os bracarenses foram a única equipa a bater os encarnados na Liga. E vão duas vitórias para Sérgio Conceição sobre Jorge Jesus em 2014/15.
No embate dos oitavos de final da Taça de Portugal, realizado no Estádio da Luz, o favoritismo pendia claramente para os encarnados, face ao moral conquistado pela vitória no passado fim de semana no Dragão. Porém, o efeito revelar-se-ia efémero. As ausências de vários habituais titulares, como Luisão, Salvio, Samaris e Talisca, ajudam a explicar o desaire, mas não contam toda a verdade. E essa escreveu-se por obra de um Braga sólido, eficaz e cheio de atitude.
Após algum equilíbrio inicial e jogadas polémicas para cada lado, o Benfica assumiu o controlo do jogo, mas não sem sofrer alguns calafrios junto da sua baliza. O nulo seria desfeito aos 32 minutos, graças a um excelente cabeceamento de Jonas na sequência de uma assistência de Maxi Pereira. Ao oitavo golo do avançado brasileiro pelos encarnados poderiam ter-se somado mais alguns, mas o guardião Kritciuk fechou à chave as portas da sua baliza e defendeu tudo o que havia para defender.
Estavam lançadas as sementes para a resistência bracarense, que se agigantou no início da segunda parte. A saída precoce e inesperada de Enzo Pérez ao intervalo, por lesão, abriu muitos espaços na zona intermediária do vencedor da anterior edição da ‘prova rainha’. A formação de Sérgio Conceição não perdeu tempo a aproveitar e no espaço de 13 minutos já tinha conseguido a reviravolta, por Aderlan (48’) e Pardo (58’).
O que se seguiu foi, paradoxalmente, uma das melhores atuações encarnadas da época. Com jogadas marcadas pela afamada ‘nota artística’ de Jorge Jesus, o Benfica esteve muito perto do golo em diversas ocasiões, mas em todas elas Kritciuk disse bem alto: ‘Presente’. Só assim o Braga soube resistir ao sufoco encarnado, com alguma sorte e inépcia adversária a contribuírem igualmente para o fim do jejum de 60 anos dos triunfos dos arsenalistas no recinto do Benfica.
Após a partida, o treinador responsável pelas duas únicas derrotas do Benfica em Portugal negou ter um “segredo” para o sucesso contra o campeão. “Não há segredo, o segredo é o trabalho. Também tivemos alguma sorte. Quero realçar ainda o bom espetáculo a que assistimos. Não é fácil vir aqui à Luz e eliminar o Benfica”, explicou Sérgio Conceição.
Em sentido inverso, Jorge Jesus lamentou a falta de eficácia dos seus jogadores. No entender do técnico dos encarnados, o Benfica fez “mais do que o suficiente” para não perder. “Criámos muitas oportunidades para chegar ao golo, com jogadas de grande qualidade. Houve mérito do guarda-redes do Braga e também alguma falta de eficácia dos nossos avançados. Ofensivamente o Benfica teve muita qualidade, mas defensivamente tivemos problemas que não costumamos ter derivado de algumas modificações que tivemos de fazer”, concluiu.
Num jogo bem disputado, o 1-2 final ditou o adeus do Benfica à Taça de Portugal, um sonho e um objetivo que está agora mais vivo do que nunca para o Braga.
texto sapo.pt
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Luís Filipe Vieira esteve na segunda-feira reunido com o Secretário de Estado da Juventude e Desporto da Guiné Equatorial, Tito Mba Ada, falando de vários temas ligados ao futebol do país africano, assim como a promoção dos jogadores locais, que poderão no futuro vir a treinar nas instalações dos encarnados.
A reunião ocorreu em Bata, a maior cidade do país, tendo contado com a presença do Embaixador da CPLP no país, Tito Mba Ada, assim como outros dirigentes do clube da Luz. "