Benfica viaja quarta de manhã para Turim

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rr

O Benfica decide na quinta-feira com a Juventus, em Turim, o acesso à final da Liga Europa de 2014.

A comitiva dos encarnados vai partir esta quarta-feira às 8h45, do Aeroporto da Portela, em voo charter. No mesmo dia, pelas 17 horas (18 horas em Itália), Jorge Jesus estará na sala de imprensa do estádio da 'Juve', com um jogador, para fazer a projecção da partida. Meia hora depois, lugar ao habitual treino de adaptação.

Já Antonio Conte, treinador da formação transalpina, e um jogador também, fazem a antevisão do jogo de manhã, sendo que a equipa treinará da parte da tarde.

O Juventus-Benfica está marcado para as 20h05 de quinta-feira, com o Benfica em vantagem após o triunfo (2-1) no primeiro desafio, na Luz.

Lisandro López no onze da semana

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Na eleição do jornal Marca, defesa-central argentino emprestado pelo Benfica ao Getafe, da I Liga espanhola, faz parte do onze ideal desta semana dos sul-americanos a jogar na Europa.

Lisandro López, defesa-central argentino emprestado pelo Benfica ao Getafe, da I Liga espanhola, está no onze ideal desta semana dos sul-americanos a jogar na Europa.

O diário espanhol Marca destaca que o central é "esta época provavelmente o melhor jogador do Getafe", que este fim de semana recebeu e venceu o Málaga, por 1-0, ocupando agora o 17º lugar, o primeiro que garante a permanência.

"Duas jornadas consecutivas deixando a baliza a zero e a sonhar com a permanência", acrescentou o diário desportivo espanhol.

O onze sul-americano da jornada é este:

Claudio Bravo (Real Sociedad, Chile);

Vergini (Sunderland, Argentina), Lisandro López (Getafe, Argentina), Demichelis (Manchester City, Argentina) e Vargas (Fiorentina, Peru);

Di María (Argentina, Real Madrid), David Pizarro (Fiorentina, Chile) e Cuadrado (Fiorentina, Colômbia);

Messi (Barcelona, Argentina), Larrivey (Rayo Vallecano, Argentina) e Claudio Pizarro (Bayern de Munique, Peru).

Benfica em voo charter para Turim

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O Benfica já divulgou o programa para Turim, onde na quinta-feira defronta a Juventus, na segunda-mão das meias-finais da Liga Europa.

A comitiva Encarnada parte às 08h45 do aeroporto da Portela em Lisboa, num voo charter com destino a Turim.

Às 17h (18h00 locais), Jorge Jesus ira fazer a antevisão da partida na habitual conferência de imprensa, juntamente com um jogador da equipa. Meia hora depois, há treino de adaptação ao relvado do estádio da Juventus. Os primeiros 15 minutos serão abertos à comunicação social.

O treinador da Juventus, António Conte, e um jogador da Vecchia Signora, farão a antevisão do jogo às 11h30 e treinam às 14h00.

O jogo está marcado para as 20h05 horas de quinta-feira. Na primeira-mão o Benfica venceu por 2-1 na Luz.

 

Taça de Portugal: Bilhetes da final custam entre 15 e 30 euros

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Os bilhetes para a final da Taça de Portugal entre Benfica e Rio Ave vão ser disponibilizados pela Federação Portuguesa de Futebol no próximo dia 8 de maio.

 

Segundo a FPF vão ser disponibilizados 35.397 bilhetes para a final do Jamor com o preço dos ingressos a variar entre os 15, os 20 e os 30 euros sendo que as vendas serão efetuadas diretamente pelos clubes finalistas e através do site da Federação Portuguesa de Futebol.

De acordo com os regulamentos da prova, os bilhetes para a final da Taça de Portugal são repartidos da seguinte forma:

Clubes Finalistas - 60% (Benfica 30% e Rio Ave 30%)
Associações de Futebol dos Clubes finalistas - 10% (AF Lisboa 5%; AF Porto 5%)
Associação de Futebol anfitriã - 5% (AF Lisboa 5%)
Federação Portuguesa de Futebol - 25%

A final da Taça de Portugal, a disputar entre o Benfica e o Rio Ave, está marcada para o dia 18 de maio, às 17h15, no Estádio Nacional, no Jamor.

Dzsudzsak oferecido ao Benfica

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DzsudzsakO extremo húngaro do Dínamo Moscovo foi oferecido ao Benfica e à Lázio de Roma, avança a imprensa italiana desta segunda-feira que dá conta da intenção do emblema russo em vender Dzsudzsak por nove milhões de euros.

Depois de ter sido associado ao Benfica no último mercado de janeiro, Dzsudzsak voltou à órbitra da Luz através da imprensa italiana que avança com a alegada possibilidade do jogador de 27 anos ter sido oferecido à Lázio de Roma e ao Benfica por nove milhões de euros.

O jogador de 27 anos já representou clubes como o Anzhi, o PSV ou o Debrecen, e que custou em 2012 ao Dínamo Moscovo cerca de 19 milhões de euros.

Final da Taça de Portugal: Bilhetes a 8 de maio

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Os ingressos vão ser vendidos diretamente por Benfica e Rio Ave, bem como através do site oficial da FPF. Serão colocados à venda 35.397 bilhetes, variando o seu valor entre os 15, os 20 e os 30 euros.

 

A venda de ingressos para a final da “Prova Rainha” terá início a 8 de maio. As vendas serão efetuadas diretamente pelos clubes finalistas (Benfica e Rio Ave) e através do site da Federação Portuguesa de Futebol.

 

Os bilhetes de mobilidade reduzida serão vendidos em exclusivo através da FPF. As condições de venda deste tipo de bilhetes serão comunicadas em fpf.pt, a partir de 8 de maio.

 

Os ingressos podem ser obtidos ao preço de 15, 20 ou 30 euros, de acordo com as respetivas categorias: 3, 2 ou 1.

 

De acordo com os regulamentos da prova, os bilhetes para a final da Taça de Portugal são repartidos da seguinte forma:

Clubes Finalistas - 60% (Benfica 30% e Rio Ave 30%)

Associações de Futebol dos Clubes finalistas - 10% (AF Lisboa 5%; AF Porto 5%)

Associação de Futebol anfitriã - 5% (AF Lisboa 5%)

Federação Portuguesa de Futebol - 25%

 

No total, serão colocados à venda 35.397 bilhetes.

 

 

A final da Taça de Portugal, a disputar entre o Benfica e o Rio Ave, está marcada para o dia 18 de maio, às 17h15, no Estádio Nacional, no Jamor.

Jorge Jesus: O último a rir

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Esteve à beira de sair e, se dependesse dos adeptos e de parte da direcção, teria levado o empurrão final. Luís Filipe Vieira segurou-o e resta agora saber até onde irá o reinado de Jorge Jesus no Benfica. Perto de se tornar o terceiro técnico com maior longevidade nos 'grandes', contou ao SOL que passou o dia a seguir à festa do título a estudar a Juventus e a responder a «mais de 360 sms».

«Comigo vão jogar o dobro». Ao chegar à Luz, em 2009, Jorge Jesus não se ficou por meias palavras. É raro ficar. No seu estilo desabrido, assegurou que os jogadores que se preparava para liderar no Benfica lhe davam garantias de sucesso e o impacto da mensagem trespassou para o balneário: aquela primeira época no clube marcou um antes e um depois no futebol encarnado do século XXI.

A fasquia subiu a um nível a que os adeptos já não estavam habituados. O passado recente de desaires depressa se tornou memória longínqua, enquanto a exigência de vitórias sobre vitórias conquistava fileiras nas bancadas. Só foi possível sobreviver a três épocas a ver o FC Porto campeão com o suporte de três ideias-chave: o futebol de ataque que a equipa nunca deixou de praticar, embora com altos e baixos na eficácia e na nota artística; a valorização de jogadores como não se via desde os tempos de Valdo, Ricardo Gomes e Rui Costa; e o apoio incondicional de Luís Filipe Vieira no final da época passada, quando a contestação atingiu o auge após a perda do Campeonato, da Liga Europa e da Taça de Portugal.

Jorge Jesus tem noção exacta de que a guilhotina só não caiu sobre a sua condição de treinador do Benfica por intervenção do presidente. Depois do triplo fracasso com o FC Porto (campeonato), o Chelsea (Liga Europa) e o Vitória de Guimarães (Taça de Portugal), Vieira não cedeu à pressão da massa adepta - e de vários elementos da direcção - e propôs-lhe a renovação de contrato por mais duas épocas. Não se estranham as palavras do técnico na hora de festejar o segundo título nacional pelo Benfica, no último domingo: «Agradeço ao presidente, que acreditou em mim. Não só este ano, mas desde que cheguei».

O segundo treinador português a conquistar dois títulos de campeão na Luz (o primeiro foi Toni) saboreou este troféu como um adepto eufórico. De boné na cabeça, enrolado numa bandeira e com um cachecol amarrado ao punho, passou tão bem por um deles que, ao chegar com os jogadores ao Marquês de Pombal, um polícia tentou interceptá-lo. O agente da autoridade terá julgado estar perante um intruso acabado de furar a barreira de segurança. Ilusão: era a autoridade máxima do balneário a extravasar emoções. Há um ano caíra de joelhos no Estádio do Dragão, desolado por um campeonato perdido fora de horas para o rival. Dias mais tarde vira Óscar Cardozo desafiá-lo de peito aberto na final da Taça, aos olhos de toda a gente. E pelo meio a derrota com o Chelsea na Liga Europa. Agora era a sua vez de rir. A hora de soltar o grito da redenção.

«Os meus festejos foram públicos, foi o que as pessoas viram na TV», sublinhou Jesus ao SOL, adiantando que dali seguiu para casa e logo mudou o foco para o próximo compromisso: as meias-finais da Liga Europa. «No dia seguinte fiquei toda a manhã em casa a preparar já o jogo com a Juventus e a responder a mensagens. Respondi a todas as que recebi. Foram mais de 360 sms de todas as partes do mundo».

À tarde, deu treino pelas 16 horas. A festa tinha terminado e o «bicho-do-mato», como se descreve a si próprio, regressava ao seu habitat, longe de folias e virado quase em exclusivo para o futebol - uma das duas televisões que tem na sala só passa programas desportivos.

Com crédito renovado nas hostes encarnadas, a questão que se coloca agora é bem mais abrangente do que a eliminatória europeia que aí vem. O ponto é este: até quando poderá manter-se no Benfica? O tempo voa e o facto é que Jorge Jesus está a dias de completar cinco anos ao leme dos 'encarnados'. O que por si só é um acontecimento, não apenas no clube da Luz, mas na história dos 'grandes' do futebol português.

Se cumprir o ano que lhe falta de contrato, passará a ser o terceiro homem com maior longevidade à frente de um dos três principais clubes. Um caso sem paralelo nos últimos 65 anos no Sporting, no FC Porto e no próprio Benfica, onde também se apresta para se tornar o técnico com mais jogos realizados e mais vitórias alcançadas.

Mal inicie a próxima época, Jorge Jesus vai deixar para trás o húngaro Mihaly Siska, o brasileiro Otto Glória e o português Paulo Bento, que ao fim de cinco anos abandonaram o FC Porto, o Benfica e o Sporting, em diferentes períodos da história (ver infografia).

Com mais tempo de permanência num 'grande' vão apenas restar os magiares Janos Biri e Joseph Szabo, que se 'eternizaram' no cargo - o primeiro nas 'águias', o segundo nos 'leões' - durante as décadas de 30 e 40 do século passado.

Biri detém até hoje o recorde de jogos e vitórias de um treinador do Benfica, mas está em vias de ser duplamente ultrapassado por Jesus. Ao actual técnico, de 59 anos, faltam nove encontros e oito triunfos para passar para a frente nos dois registos, o que irá acontecer na próxima temporada se decidir continuar, como é mais provável.

Este segundo título em cinco anos coloca-o ao nível de Otto Glória nessa matéria, mas a principal marca de Jorge Jesus no Benfica é outra. Por muito que os adeptos o tenham tentado crucificar pelos falhanços nos momentos decisivos da época passada, o mérito do treinador natural da Amadora foi ter devolvido o clube aos grandes palcos. A frieza dos números assim o demonstra.

Com ele, as vitórias tornaram-se mais regulares, a equipa ganhou ambição e passou a bater-se em todas as frentes. Esteve numa final da Liga Europa, em duas meias-finais e uma vez nos 'quartos', além de ter atingido esta mesma fase na Liga dos Campeões, em 2011/12. Do 23.º lugar no ranking de clubes da UEFA, antes da sua chegada, o Benfica saltou para sexto, só atrás de Barcelona, Bayern Munique, Real Madrid, Chelsea e Manchester United.

O homem que não fuma nem bebe, a ponto de ter revelado numa reportagem do SOL em 2011 que não conhece sequer «o sabor do uísque», vive para o futebol e para o clube que representa. Antes de entrar na Luz, tirou um curso para aprender a lidar com jornalistas e os treinos que orienta são fruto do conceito de jogo que defende para a equipa. «Ao longo da minha carreira só dei os treinos que eu próprio criei», revelou nessa reportagem do SOL.

Não se tem dado mal. Com 187 triunfos em 264 partidas (70,8% de eficácia), Jorge Jesus é hoje o sexto técnico mais vitorioso da história do Benfica. Entre os que aguentaram pelo menos uma época no cargo, apenas o superam Lajos Czeizler, com 80,5% na sua única época ao serviço das 'águias' (1963/64), Jimmy Hagan (78,3% de 1970 a 1974), Fernando Riera (73,9%, 1962/63 e de 1966 a 68), Janos Biri (73,4% de 1939 a 1947) e Elek Schwartz (71,7% em 1964/65). A maioria beneficiou do contributo de Eusébio, Simões, Coluna, Torres, José Augusto e companhia, mas Béla Guttmann, outro dos nomes importantes da década da 60, aparece agora com pior registo do que Jesus. O mesmo sucede com outros históricos como Eriksson, Mortimore, Otto Glória ou Toni.

No confronto directo com os outros 'grandes', o Benfica ganhou outra dimensão nestes cinco anos. Em especial com o Sporting, que bateu uma dezena de vezes em 13 duelos, empatando duas e perdendo apenas uma. Com o FC Porto, o saldo mantém-se negativo, com sete triunfos contra oito derrotas. Mas nos cinco anos anteriores os 'encarnados' tinham apenas ganho dois clássicos em 10.

A era Jesus fica também marcada pela chegada de muitos jogadores à Luz - passaram mais de 80 pelo balneário neste período -, alguns através de investimentos avultados. Mas se é certo que Ola John, Bruno César, Roberto, Éder Luís, Airton e outros não vingaram, não é menos verdade que Fábio Coentrão, Di María, Ramires, David Luiz, Javi García, Witsel ou Matic proporcionaram encaixes financeiros antes impensáveis. É um trunfo a não menosprezar.

Agora junta-lhe outro: no dia de Páscoa, ironia do destino, Jesus deu o 33.º título de campeão ao Benfica. A ressurreição do seu crédito junto dos adeptos está consumada.

 

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