Taça de Portugal em Voleibol: Castêlo da Maia 3-1 Benfica
A equipa de Futsal do Sport Lisboa e Benfica discutiu, este sábado, com o Sporting, o dérbi da 23.ª jornada do Campeonato Nacional, o qual venceu por 3-1.
Um Pavilhão Fidelidade repleto deu as boas-vindas ao jogo da jornada e os futsalistas corresponderam com um jogo emotivo e com golos de antologia. O primeiro foi marcado pelo conjunto forasteiro. À passagem do minuto cinco, Pedro Cary concluiu uma boa jogada colectiva.
A perder, o Benfica reagiu e aos 12 minutos, Joel Queirós rematou com Caio Japa a travar o tiro com a mão. O árbitro fez “vista grossa” e ainda mostrou o cartão amarelo ao camisola 25 das “águias”. A equipa da casa estava por cima na partida e aos 14’, João Benedito brilhou ao defender o remate de Rafael Henmi e a recarga de Nenê.
O golo do empate poderia acontecer a qualquer momento e aos 17 minutos, Serginho tirou uma excelente jogada individual da cartola e desferiu um remate certeiro. O Sporting obrigou Marcão a aplicar-se no minuto seguinte e aos 20’, Nenê, num pontapé de bicicleta, levou o Benfica na frente para o intervalo.
Na segunda parte, o jogo começou a um ritmo mais baixo, com ambas as equipas a arriscarem menos e a criarem menos lances de perigo. À passagem do minuto 33, Bruno Coelho fez um passe estrondoso para Alan Brandi e o pivot na frente de João Benedito atirou a contar, fazendo o 3-1.
Com uma desvantagem de dois golos, o Sporting arriscou no “cinco para quatro” e aos 35’, Pedro Cary teve a oportunidade de desfeitear Marcão, mas o brasileiro não deixou.
Até final, o Futsal do Benfica aguentou a vantagem, venceu o encontro e conquistou a liderança na classificação com 59 pontos.
Foi no Seixal que se realizou a última jornada da primeira volta da fase de Apuramento de Campeão, com o clássico, Benfica-FC Porto, onde os benfiquistas venceram justamente o rival, por 1-0.
Numa primeira parte marcada pelo grande equilíbrio entre ambas as equipas, o primeiro lance de perigo veio dos pés de Nuno Santos. À passagem do minuto 14’, o jovem atacante, atirou à baliza forasteira e só não fez golo porque o defesa Marcelo tirou em cima da linha de golo.
Com a passagem dos minutos, a bola continuava a ser muito disputada a meio-campo, até que voltou a aparecer uma das figuras de proa dos benfiquistas. Thierry Graça, que já tinha estado em destaque nos quartos-de-final da UEFA Youth League, realizou duas defesas (20’ e 21’) de dificuldade elevada, mantendo as redes dos da casa invioladas.
Aos 27’, novo lance do extremo Nuno Santos que, na cobrança de um canto, obrigou novamente a defesa portista a tirar a bola em cima da linha de golo.
O Benfica fechou a primeira metade do encontro a pressionar alto, porém o nulo manteve-se até à ida para os balneários. Com as baterias recarregada, o conjunto orientado por João Tralhão, entrou muito pressionante e não tardou até inaugurar o marcador. Romário Baldé desequilibrou a linha recuada da formação nortenha e serviu “de bandeja” Diogo Rocha, que apontou o seu segundo golo na competição.
Até final, as “águias” mantiveram o caudal ofensivo e beneficiaram da agressividade forasteira para angariar um conjunto importante de faltas. Referência para a expulsão do defesa Júnior, por acumulação de amarelos, depois de uma entrada assassina às pernas de Diogo Rocha.
A superioridade numérica não se manteria até ao apito final, pois Alexandre Alfaiate, em lance duvidoso, aos 73’, viu o segundo amarelo. Com as duas equipas reduzidas a dez unidades, o Benfica não se deixou abater e protagonizou os lances de maior perigo até aos 90 minutos.
O golo de Diogo Rocha fez a diferença no clássico que mantém os Juniores no topo da tabela classificativa.

Artur está descontente na Luz e já procura uma porta de saída para a próxima temporada. A ascensão de Oblak tirou-lhe espaço no plantel encarnado, razão pela qual o camisola 1, ciente de que o internacional esloveno é agora a nova estrela da baliza do Benfica, pretende dar um novo rumo à sua carreira em 2014/15, apesar de ter ainda mais um ano de contrato com o clube da Luz.
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O Benfica concretizou quinta-feira um feito inédito na sua história e do futebol português, ao conquistar pela quinta época consecutiva um lugar nos quartos de final das taças europeias. Sempre sob o comando de Jorge Jesus, os encarnados chegaram aos "quartos" da Liga Europa em 2009/10 e às "meias" na época seguinte, para, em 2011/12, ficarem entre os oito melhores da prova rainha, a Liga dos Campeões.
Na época passada, o Benfica chegou mesmo à final da Liga Europa, a sua primeira desde 1989/90, e, na presente temporada, já garantiu a presença nos "quartos" da Liga Europa, nos quais vai defrontar os holandeses do AZ Alkmaar.
Os encarnados nunca tinham conseguido este feito, nem mesmo nos anos 60 do século passado, quando chegaram a cinco finais, vencendo as duas primeiras, em 1960/61 e 61/62, e perdendo as restantes, em 62/63, 64/65 e 67/68. Foram, ainda assim, sete presenças nos "quartos", em 10 anos.
O recorde do Benfica, que era também o do futebol português, estava em quatro presenças consecutivas, entre 1991/92 e 1994/95, sob o comando do sueco Sven-Goran Eriksson, do croata Tomislav Iviv, de Toni e Artur Jorge. Em 1991/92, os encarnados, de Eriksson, disputaram a fase de grupos da edição "experimental" da Liga dos Campeões, reservada a oito equipas, e, em 92/93, jogaram mesmo os "quartos", mas da Taça UEFA, caindo face à Juventus (2-1 em casa e 0-3 fora), já com Toni em vez de Ivic.
Em 1993/94, o "onze" de Toni chegou mesmo às meias-finais da Taça das Taças, falhando o acesso à final face ao Parma (2-1 na Luz e 0-1 em Itália), para, em 94/95, o "onze" de Artur Jorge cair nos "quartos" da "Champions", perante os italianos do AC Milan (0-2 em San Siro e 0-0 em casa).
No que respeita às outras equipas portuguesas, o FC Porto é o melhor, com três presenças consecutivas, entre 1992/93 e 94/95 -- fase de grupos da Champions (para oito) em 1992/93, meias-finais da mesma prova em 93/94 e "quartos" da Taça das Taças em 94/95.
O Benfica vai defrontar o AZ Alkmaar nos quartos de final da Liga Europa (3 de Abril na Holanda e dia 10 na Luz), penúltimo passo dos encarnados para voltarem a chegar à final da prova, desejo e objetivo expresso por Jorge Jesus após a eliminação do Tottenham. No caminho para Turim (a final disputa-se a 14 de maio) os encarnados conseguiram evitar, como queria o técnico Jorge Jesus, a Juventus.
Trata-se do sétimo classificado da liga holandesa e uma equipa sem estrelas que vale pelo seu coletivo, ficando aquém, em termos de talento, do AZ Alkmaar que na última década surpreendeu o futebol holandês e europeu. A figura de maior destaque da equipa é mesmo o treinador, o experiente Dick Advocaat. No ataque atua Aron Jóhannsson, norte-americano que defrontará Portugal no Mundial do Brasil.
Em declarações à Benfica TV, Lourenço Coelho mostrou-se satisfeito com o sorteio que colocou as águias em confronto com os holandeses do AZ Alkmaar, nos quartos-de-final da Liga Europa.
O director do futebol encarnado lembrou, no entanto, que a grande prioridade continua a ser a conquista do campeonato português.
"O Benfica quer passar esta eliminatória e olhar em frente. A nossa prioridade é o campeonato mas estamos a chegar à fase das decisões na Liga Europa e cá estamos, mais uma vez, presentes."
Lourenço Coelho diz acreditar que a equipa pode "chegar à final", mas para já há que "pensar jogo a jogo", deixando também elogios ao AZ Alkmaar.
"É sétimo no campeonato da Holanda mas está a fazer uma carreira interessante na Liga Europa e quer aproveitar esta competição para se mostrar. Temos todas as condições para ultrapassar este adversário mas a equipa terá de trabalhar em campo para conseguir o apuramento", referiu a terminar.