Valência quer manter Cancelo se Benfica baixar exigências

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O Valência está interessado em manter o lateral português João Cancelo no plantel, mas não pretende pagar o valor exigido pelo Benfica.

Segundo o Superdeportes, o clube "che" quer avançar para a contratação do lateral de 20 anos, mas não considera que o mesmo valha, pelo menos para já, os 15 milhões de euros pedidos pelos "encarnados".

O treinador Nuno Espírito Santo vê Cancelo como um jogador de grande potencial e pediu à direção do clube para garantir o passe do jogador.

Mário Wilson: "No futebol tudo pode acontecer"

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O “Velho capitão” coloca os “encarnados” como favoritos frente aos “estudantes” mas salvaguarda: “Normalmente o Benfica tem expressão futebolística mais relevante quando joga em casa, por isso é o favorito, mas no futebol tudo pode acontecer”, disse em declarações à Antena 1.

De qualquer forma, expressou o seu maior desejo para as suas duas grandes paixões futebolísticas: “ Que a Académica não desça de divisão e que o Benfica seja campeão”.

Mário Wilson foi vice-campeão nacional como treinador da Académica em 1966/67 e o primeiro treinador português a vencer um Campeonato Nacional pelo Benfica, em 1975/76.

FPF "está a colocar entraves" para adiar final da Taça da Liga

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O presidente do Marítimo, Carlos Pereira, disse hoje que é a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) “quem está a colocar entraves” para que a final da Taça da Liga seja adiada de 28 para 30 de maio.

“O acordo com o Benfica foi conseguido e quem está a colocar entraves é a FPF”, garantiu o presidente do clube madeirense à agência Lusa, mantendo o que tinha afirmado na quarta-feira sobre o acordo alcançado com o clube da Luz.

Contatada pela Lusa, fonte oficial da FPF escusou-se fazer qualquer comentário.

Sobre o mesmo assunto, o Benfica disse que “continua a valer o acordo alcançado com a Liga Portuguesa de Futebol Profissional para que a final se jogue a 28 de maio”.

Pelo lado da LPFP, João Martins, vogal da Comissão Executiva, esclareceu que o organismo que gere os campeonatos profissionais tem de “respeitar as outras competições”, numa “coordenação obrigatória a fazer com a FPF”.

“Todos os interesses envolvidos na marcação desse jogo têm de ser respeitados”, frisou João Martins, à margem de um seminário em Madrid sobre fundos de investimento no futebol.

A final da Taça da Liga está agendada para 28 de maio, uma quinta-feira, três dias antes da final da Taça de Portugal, marcada para o domingo seguinte, dia 31.

Liga diz que não basta acordo entre clubes para mudar data da final da Taça da Liga

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O vogal da Comissão Executiva da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) esclareceu hoje que “não basta” um acordo entre Benfica e Marítimo para que se altere a data da final da Taça da Liga.

À margem de um seminário em Madrid sobre fundos de investimento no futebol, João Martins esclareceu à agência Lusa que a LPFP tem de “respeitar as outras competições”, numa “coordenação obrigatória a fazer com a Federação Portuguesa de Futebol [FPF]”.

“Todos os interesses envolvidos na marcação desse jogo têm de ser respeitados”, frisou João Martins.

A final da Taça da Liga está marcada para 28 de maio, uma quinta-feira, mas o presidente do Marítimo, Carlos Pereira, disse na quarta-feira que havia acordo com o Benfica para agendar o jogo para o sábado seguinte, 30 de maio, um dia antes da final da Taça de Portugal.

No entanto, fonte oficial do Benfica disse à Lusa que “continua a valer o acordo alcançado com a LPFP para que a final se jogue a 28 de maio”.

Na quarta-feira, Carlos Pereira tinha dito já haver acordo com o Benfica para as equipas disputarem a final da Taça da Liga a 30 de maio, em Coimbra, embora faltasse ainda o aval da FPF.

"O Benfica compreendeu as razões do pedido do Marítimo e a Liga Portuguesa de Futebol Profissional também não se opôs a esta nossa pretensão, faltando agora o acordo com a FPF", revelou na altura Carlos Pereira.

O clube madeirense entende que nessa data poderá mobilizar ao Estádio Municipal de Coimbra, palco da final da competição, alguns madeirenses, tanto os que poderão viajar desde a Região Autónoma, como aqueles que residem no espaço continental.

Marçal: "Não assinei nada nem com o Benfica nem com o Sporting"

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O defesa esquerdo do Nacional da Madeira, Marçal, desmentiu esta quinta-feira as informações veiculadas pela imprensa de que teria assinado um acordo com o Benfica em detrimento do Sporting.

Em declarações à Rádio Renascença, Marçal garantiu que ainda tem o seu futuro por defenir, e que não assinou qualquer acordo com o Benfica.

"Tenho contrato com o Nacional e não assinei nada nem com o Benfica nem com o Sporting. O meu futuro ainda está para definir", disse Marçal à RR.

"Estou com a cabeça 100 por cento focado no Nacional", acrescentou o lateral brasileiro.

"Não tenho preferência por qualquer clube. Aquele que apostar em mim é o que vou preferir e será onde vou tentar honrar a sua camisola até ao fim, tal como sempre fiz pelo Nacional", sentenciou Marçal.

Comunicado: A verdade da mentira

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Comunicado

A verdade da mentira

Quando uma peça jornalística tem de ser ancorada num título que invoca “a verdade sobre…”, é meio caminho para desconfiarmos da história.

 

Na sua edição de hoje, o jornal O Jogo publica o que diz ser a história da contratação do jogador do Nacional da Madeira Marçal, adiantando que a mesma foi fechada com a visita do assessor jurídico da SAD do SL Benfica ao hotel onde estava concentrada a equipa madeirense.

 

A história é falsa, de mau gosto, e o título revela-se manifestamente desajustado. A peça não merece o título. Uma “cacha” escrita por alguém que estava fora de Jogo!

 

Bilhetes esgotados para Final da Challenge Cup

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Voleibol chega pela primeira vez a uma Final europeia. Os adeptos acederam ao apelo e no domingo espera-se lotação esgotada na Luz.

 

A equipa de Voleibol defronta a equipa sérvia do Vojvodina Novi Sad naquele que será o segundo dos dois jogos que compõem a Final da Challenge Cup. 

 

A formação orientada por José Jardim vai à procura do seu primeiro título europeu que, a concretizar-se, será o segundo de uma equipa portuguesa.

 

O Benfica parte em desvantagem para este jogo da segunda mão, onde ainda está tudo por decidir – depois da derrota na sérvia por 3-1. O vencedor encontra-se pela soma dos sets vencidos nas duas mãos, sendo que em caso de empate jogar-se-á o golden set.

O encontro está marcado para as 17h00, no Pavilhão n.º 2 da Luz, e terá transmissão em direto na Benfica TV.

 

FG
Fotos: Arquivo / SL Benfica

Paulo Gonçalves: «Fim dos fundos de investimento é ilegal»

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O assessor jurídico do Benfica Paulo Gonçalves considerou esta quinta-feira "incongruente, ilegal e injusta" a decisão da FIFA de proibir os fundos de investimento, quando implicam uma co-propriedade dos passes de jogadores.

 

"Esta decisão da FIFA é , do ponto de vista legal, incongruente com os seus próprios regulamentos", disse Paulo Gonçalves no decorrer de um seminário em Madrid sobre os fundos de investimento no futebol.

 

A FIFA decidiu no final de 2014 banir, a partir de 1 de maio deste ano, os fundos de investimento, que muitas vezes se constituem como uma terceira entidade que partilha os passes com os jogadores e com os clubes. No entanto, para o assessor jurídico do Benfica o problema é que a FIFA considera que os próprios jogadores são uma "terceira parte", no que diz respeito a influência na relação jurídica de uma transferência (tipicamente entre dois clubes).

 

"Assim sendo, os jogadores não podem ser titulares de direitos económicos e não podem participar numa futura transferência. Isto é incongruente, porque o jogador não é terceiro, é parte da relação jurídica. Por isso é que existem cláusulas de rescisão e por isso é que os jogadores podem ter direito a uma percentagem das futuras transferências", disse o assessor jurídico do Benfica.

 

Exemplo das cláusulas de rescisão

 

Um jogador, disse Paulo Gonçalves, pode sair de um clube a qualquer momento pagando a cláusula de rescisão (habitualmente com dinheiro do clube para onde vai jogar a seguir). "Então isso não é uma influência [de uma terceira parte]? Um clube não quer que ele saia, outro clube quer contar com ele, o jogador paga os 20 ou 30 milhões da cláusula. Mas não é ele que os tem, é o outro clube. Já existe nas regras a influência de terceiras entidades", explicou.

 

Recorde-se que a decisão da FIFA (no seguimento de argumentação da UEFA) motivou uma queixa das ligas profissionais de futebol de Portugal e Espanha junto da Comissão Europeia, na qual consideram que a medida viola as regras de concorrência na União Europeia.

 

Pedida maior regulação

 

Na abertura do seminário, o diretor geral da Liga espanhola de futebol, Javier Gómez, considerou que o tema dos fundos de investimento tem um caráter "estratégico" para a competição em Espanha e que a decisão da FIFA "surpreendeu", porque a maioria dos clubes defendiam uma "maior regulação" e transparência e nunca uma proibição.

 

"Parece-nos óbvio que a decisão é ilógica, irracional e ilegal, uma vez que impede que venham recursos financeiros para um sector. É ilógico e irregular", disse Javier Gómez.

 

Para o responsável da LFP, "a União Europeia também não quer a circulação de dinheiro ilegal, mas não é por isso que impede as transferências bancárias".

 

"O que faz é impor mais controlo, sanções, policiamento", disse.