Rui Vitória: “Vamos tentar ganhar as competições internas”
Qui, 11/23/2017 - 09:44
Fonte
slbenfica.pt

O treinador do Benfica, Rui Vitória, analisou a derrota, por 2-0, com o CSKA e as baterias apontam agora para as provas nacionais.

 

“Começámos o jogo à procura de entrar no último terço e marcar. Sofremos um golo. A equipa foi à procura, esteve perto do empate por Jonas. O segundo golo é atípico e depois ficou mais difícil. O CSKA recuou, consegue esticar o jogo com poucos homens. O jogo não correu como queríamos”, disse.

 

Com mais posse de bola e os mesmos remates do adversário, as águias não foram tão eficazes e lamentam o remate de Jonas na pequena área que poderia ter mudado o rumo dos acontecimentos.

 

“Fizemos os mesmos remates do CSKA e tivemos mais bola. O lance do Jonas, a este nível, tem de ser aproveitado. O CSKA fechou-se muito e dificultou. Tentámos ter mais gente perto da área e conseguimos, mas não fizemos golos. Esta fase acabou como começou: de forma atípica”, considerou.

 

Apesar de estar no último lugar do grupo A, Rui Vitória lembra que o valor da equipa é superior ao que mostra a tabela classificativa.

 

“A classificação não corresponde ao valor que temos a nível europeu. Esta fase da Champions não começou bem e depois os pormenores nesta competição contam muito. Há mais vida para além da Liga dos Campeões. Temos de ficar tristes, mas há um caminho para a frente. Vamos tentar ganhar as competições internas”, apontou o técnico.
Levantar a cabeça e pensar em ganhar o V. Setúbal é o caminho que o Benfica quer percorrer.

 

“Os jogadores e todos nós estamos conscientes de que poderíamos fazer melhor. Vamos já trabalhar a partir de amanhã porque há jogo no domingo”, frisou.

 

Instado a comentar se a eliminação da Liga dos Campeões pode deixar marcas na equipa, Rui Vitória foi claro: “Houve situações fora da normalidade. Não éramos os melhores antes, nem somos os piores agora. A campanha já era difícil, mas as equipas grandes não têm tempo para ficar com mossas. Têm sempre outras provas para jogar.”

 

Texto: Marco Rebelo