Apitos Dourado e Final

iloy

vocès sabem que este sistèma è mesmo que èra aplicado em frança com o marselha de Tapie, ontem vi na televisao um adepto dos porcos a dizer que èra ridiculo investir no porto-amadora porque o fcp nao précisava disso para ganhar o jogo e  ser campeao, mas para quem nao sabe o marselha comprou o jogo com o valenciennes poucos dias antes de jogar a final da taça dos campeoes  e claro que com a équipa que tinha tambem nao précisava de comprar o jogo para ganhar.

Manuel Costa

argumentos rotos e esfarrados os deles

ednilson

talvez por isso mesmo é que já perderam este ano com o amadora e mesmo com um penalty inventado perderam com o atlético

Manuel Costa




querem mais provas do que estas ?


SHARK_SLB

Citação de: Manuel Costa em 07 de Março de 2007, 13:07



querem mais provas do que estas ?

:2funny: :2funny: :2funny: :2funny: :2funny: :2funny: :2funny: :2funny: :2funny:


uma vergonha, em pleno estadio a assediar o arbitro, acho que a morgado podia pegar nisto e levar a tribunal, o homem nao é de ferro!!!

Pedro Neto

Citação de: Nuno Eiras em 07 de Março de 2007, 12:32
Citação de: Pedro Neto em 07 de Março de 2007, 12:08
Os 4 processos onde está metido o Pinto da Costa - arguido no FC Porto-Beira-Mar, Nacional-Benfica, manipulação das classificações de árbitros e fuga para Espanha - ainda estão em investigação.

Poderá vir a ser constituido arguido no caso do chequezinho a um jogador da União Leiria - tudo indica que é Hélton, Maciel ou João Paulo - e em fraude fiscal por transferências de jogadores - Pepe por exemplo -, mas há que esperar porque são coisas ainda a ser investigadas, já que só há um mês que as mesmas se iniciaram.

Se não fosse a Maria José Morgado já estava tudo arquivado, com a contribuição do antigo Procurador, claro!

É estranho, porque depois se transferiram para lá...

Precisamente por isso, a noticia do Correio da Manhã falava de um jogador que actuava em Leiria na época desse jogo da SuperTaça e que depois se transferiu para o FC Porto. Só há 3 hipóteses, e são essas 3.

Shoky

Eu vou mais para o João Paulo...
Primeiro porque o Maciel de algum tempo para cá, anda de costas voltadas com o Porto...Segundo, o Helton parece-me um tipo profissional e terceiro o João Paulo é um cepo, e conseguiu assim o seu tacho no Porto, nem que seja para ser suplente de suplente...

1entremilhoes

Se quiserem ler algumas das escutas que forma validadas no Apito dourado podem ir ao site blogdabola, é muito bom.
Já tinha lido na acusação e a linguagem do major Valentim , O Inocente é um prato.   

alex_diabólico

A transferência de Maciel vai colocar hoje frente-a-frente, no Palácio da Justiça em Lisboa, Pinto da Costa, João Bartolomeu e o empresário FIFA Jorge Baidek. O presidente do FC Porto vai depor na qualidade de testemunha.

A acareação resulta das versões contraditórias, tendo em conta os depoimentos prestados pelos intervenientes em anteriores sessões do julgamento.

Por videoconferência, Pinto da Costa disse que as negociações foram realizadas ao mais alto nível com João Bartolomeu, na presença de administradores das SAD respectivas, António Cerejo Bastos e Fernando Gomes (FC Porto).

Esta versão foi desmentida por Jorge Baidek, que falou de uma reunião em separado com as duas SAD, na pessoa dos seus presidentes.

Em causa está a reivindicação de António Barradas de uma indemnização de cerca de 1,5 milhões de euros pela transferência de Maciel da U. Leiria para o FC Porto, no início de 2004, alegando que tinha comprado 30 por cento do passe do jogador.

A SAD leiriense considera que o empresário nada tinha a receber por não ser o detentor do passe, já que apenas havia emprestado o dinheiro para que o clube pudesse adquirir os 30 por cento em causa.

Data: Quinta-feira, 8 Marco de 2007 - 08:30
 

alex_diabólico

Fernando Madureira, líder dos Superdragões, vai ser ouvido esta manhã por inspectores da Polícia Judiciária no âmbito da agressão ao ex-vereador da Câmara de Gondomar, Ricardo Bexiga, a 25 de Janeiro de 2005.

"Fui notificado por dois inspectores da Polícia Judiciária para, na condição de arguido, do designado processo Apito Dourado prestar declarações", revelou o próprio Fernando Madureira ao Diário de Notícias.

O líder dos Super Dragões foi constituído arguído na sequências das revelações de Carolina Salgado, ex-companheira de Pinto da Costa, no livro "Eu Carolina".

Data: Quinta-feira, 8 Marco de 2007 - 08:30

alex_diabólico

Apito: juiz explicou utilidade das escutas
2007/03/09 | 13:03 ||  Cláudia Rosenbusch 
E destacou a «ironia suprema» de Valentim ter-se defendido com Morgado

MAIS:
  PS quer suspensão de mandato de Valentim
  Valentim e mais 23 vão a julgamento

O juiz de instrução que decidiu levar Valentim Loureiro, Pinto de Sousa, José Luís Oliveira e mais 21 arguidos do «Apito Dourado» a julgamento rejeitou os argumentos das defesas que pretendiam anular a acusação e dedicou uma parte substancial das 332 páginas que compõem a decisão instrutória a defender a validade e a utilidade das escutas telefónicas.

No despacho de pronúncia a que o PortugalDiário teve acesso, o juiz considerou que «o recurso às escutas não foi desproporcionado» dada «a quantidade de crimes a investigar e a comprovada reiteração das condutas criminosas dos intervenientes».

Referiu ainda o magistrado que essa reiteração das condutas criminosas dos arguidos «era mais ou menos óbvia, nada havendo nos autos que indiciasse ou permitisse pressupor a cessação daquela actividade (é pelo menos a conclusão a que se chega quando analisados os autos de transcrição)».

A análise das intercepções telefónicas entre os arguidos revelou-se para juiz «perfeitamente demonstrativas da pressão que era exercida pelos arguidos Valentim Loureiro e José Luís Oliveira [ex-presidente do Gondomar Sport Clube] sobre o arguido Pinto de Sousa [ex-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol], no sentido deste actuar da forma pretendida por aqueles e descrita na acusação»

Juíza teve controlo efectivo sobre as escutas

Considerou ainda o juiz «que houve um efectivo controlo das escutas pela Juíza de Instrução Criminal» e exemplifica com o facto de aquela não se ter limitado a ver as passagens indicadas, tendo ainda ordenado a transcrição de passagens que não tinham sido sugeridas pela PJ e a não transcrição de outras que tinham sido sugeridas, «por entender que não tinham qualquer interesse para a investigação».

Juiz discorda de Maria José Morgado

Foi «por uma ironia suprema» que o arguido Valentim Loureiro citou a procuradora geral adjunta Maria José Morgado «que, como é público, foi recentemente nomeada (. . .) para chefiar a chamada Equipa de Coordenação do Processo Apito Dourado», referiu ainda o juiz.

Em causa está a intervenção da magistrada no I Congresso do Direito do Desporto, realizado em Outubro de 2004, quando a procuradora defendeu que os crimes desportivos apenas poderiam ser punidos pelo diploma que legisla sobre a corrupção no desporto (Decreto-Lei n.º 390/91, de 10 de Outubro). Morgado alertava ainda para a dificuldade em atribuir o conceito de funcionário, previsto nos crimes de corrupção do Código Penal, aos agentes desportivos.

No despacho de pronúncia, o juiz Pedro Miguel Vieira justifica a sua discordância em relação aos argumentos de Morgado [«e que até hoje também não vi alterada»].

Considera, assim, o magistrado que a lei da corrupção no desporto não tem o monopólio da punição dos agentes desportivos, cabendo ao código penal punir as situações que o bem jurídico afectado «for a autonomia do Estado». Assim sendo, «não faz qualquer sentido a conclusão de que se encontram afastados os preceitos dos arts. 372º, 373º e 374º do Código Penal, pois que os motivos das incriminações são distintos e ambos se encontram afectados», conclui.

Depoimento de Carolina relevante

«Não se pode ainda olvidar o depoimento prestado já nesta fase da instrução pela testemunha Carolina Salgado, que confirmou a existência de diversos encontros entre o arguido Valentim Loureiro, o arguido Pinto de Sousa e inclusive o Sr. Pinto da Costa (Presidente da S.A.D. do Futebol Clube do Porto), onde para além do mais o arguido Valentim Loureiro pedia explicações ao arguido Pinto de Sousa e pressionava-o no sentido de actuar daquela forma», sustenta ainda a decisão.

Leia o texto relacionado: «Valentim e 23 vão a julgamento»


alex_diabólico

Se fosse agora estavamos tramados... mas mesmo assim iremos estar.

http://www.gold-lock.com/Sigillu/

alex_diabólico

Apito Dourado: ourives diz que ficou «a arder»
2006/02/14 | 08:25 ||  Cláudia Rosenbusch 
Fornecedor de ouro alegadamente dado aos árbitros processou ex-vice de Gondomar

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O comerciante de ouro a quem, segundo a acusação do processo «Apito Dourado», eram adquiridas as peças para alegadamente oferecer aos árbitros, processou o antigo vice-presidente da Câmara de Gondomar, José Luís Oliveira, de quem reclama o pagamento de uma dívida de 14 mil e 700 euros correspondente a peças em ouro recebidas e não pagas.

Em causa está, de acordo com informações recolhidas pelo PortugalDiário, a aquisição sucessiva de: 12 pulseiras, 27 fios, 27 cruzes, 3 pulseiras, 9 fios, 9 cruzes, 6 colares, 3 fios, 3 cruzes, 3 cruzes, 3 fios, 3 fios, 3 cruzes e 3 pulseiras, durante os anos de 2002 e 2003.

A acção deu entrada no Tribunal de Gondomar, a 16 de Março de 2005, e, apesar de a factura ter sido emitida a 7 de Março de 2005, o credor (ourives) garante no processo que aquela se reporta a peças «adquiridas e colocadas à disposição do réu no correr do ano de 2002 e 2003».

António Fernando Neves Ribeiro, o ourives, que é testemunha no processo «Apito Dourado», refere ainda na acção que José Luís Oliveira pagou apenas 2.500 euros referentes à dívida em apreço (17.200), faltando liquidar 14 mil e 700 euros.

«Apesar de várias vezes instado (...) o Reú não efectuou até ao momento o pagamento do seu débito, embora sempre tivesse reconhecido a dívida e prometesse pagá-la», pode ler-se na acção que Neves Ribeiro moveu ao antigo número dois da câmara de Gondomar, que era também presidente do Gondomar Sport Club (GSC).

Citado para contestar, o ex-vice de Valentim Loureiro disse que «não comprou nenhum dos objectos referidos» e considerou «falsos todos os factos», incluindo o teor da factura. Em resposta, o ourives vem reclamar que Oliveira seja também condenado como «litigante de má-fé», devendo pagar uma multa e indemnização, bem como as despesas que o credor tiver com o advogado. O caso está a aguardar julgamento.

Refira-se que, segundo a acusação do «Apito Dourado», durante a época desportiva de 2002/2003 o arguido José Luís Oliveira terá adquirido por duas vezes a António Ferreira Neves Ribeiro, empresário de ourivesaria de Gondomar, peças em ouro para serem oferecidas a duas equipas de arbitragem nomeadas para jogos em que interveio o Gondomar Sport Club e que não foi possível determinar.

Adianta ainda o Ministério público, que o arguido José Luís Oliveira tinha um acordo com o ourives para que este lhe fornecesse objectos em ouro destinados às equipas de arbitragem nos jogos em que participasse o GSC, sublinhando que deveriam ser normalmente três fios com cruz ou três pulseiras, de cada vez, e no valor total não superior a 700 euros.

Segundo os procuradores Carlos Teixeira e Pedro Quelhas, o arguido José Luís Oliveira queria assim oferecer tais objectos aos árbitros «para conseguir que estes praticassem actos contrários às leis do jogo para conseguir que o GSC obtivesse resultados vantajosos e pudesse ganhar o campeonato nacional da 2ª Divisão-B, zona Norte».

alex_diabólico

Pinto da Costa outra vez na PJ
QUESTÕES RELACIONADAS COM O FC PORTO-E. AMADORA 

Pinto da Costa esteve ontem de novo nas instalações da Polícia Judiciária do Porto, para ser ouvido por elementos da equipa de Maria José Morgado. O presidente portista foi responder a questões relacionadas com o jogo FC Porto-Estrela, disputado em Janeiro de 2004.

Note-se que a Procuradoria-Geral da República confirmou a semana passada a reabertura de um processo que o DIAP do Porto arquivou no ano passado mas que Morgado reabriu na sequência de declarações produzidas, em Janeiro, por Carolina Salgado.

O líder portista terá sido informado deste novo passo processual, ficando a aguardar agora que Maria José Morgado avance para a sua acusação. O presidente do FC Porto responde, no Apito Dourado, na qualidade de arguido também nos casos Nacional da Madeira-Benfica, Beira-Mar-FC Porto e no dossier relativo a uma presumível viciação das classificações dos árbitros.