Comunicação Social

Corrosivo

e também porque não é fã do Vuskeviche

manageiro

Eu nem pedia tanto, eu só pedia para tirarem o APV do trio d'ataque e meterem alguem do benfica. Porque assim estão lá pessoa e meia do porto e do sportem e ng do benfica  :crazy2:

Lampiaovis

È UMA QUE APESAR DE SER MULHOR ," OS TEM NO SÍTIO" FALA POR QUE SABE, APRESENTA OS ARGUMENTOS DEVIDAMENTE ESTUDADOS, TEM O BENFICA NAS VEIAS, E NÃO TEM MEDO DE QUALQUER PINTO CALÇUDO OU PINTADO QUE ANDAM POR AI Á MARGEM DAS LEIS....GRANDA MULHER...ALIÁS ... É QUE  FILHA DE BEIXE SABE NADAR(ESCREVER E FALAR)..JÁ SEU PAI FOI GRANDE JORNALISTA, QUIÇA O MAIOR, GRANDE BENFIQUISTA..GRANDE HOMEM DEUS O TENHA EM BOM LUGAR...FORÇA LEONOR DÁ~LHES EM CIMA, SÓ SE PERDEM AS QUE CAIREM NO CHÃO!!!

luisferreira

Para além dela temos o grande ALFREDO FARINHA.

Vitor_F

O artigo dela na Bola de hoje tá qualquer coisa!!!!

Lampiaovis

Citação de: Lampiaovis em 06 de Setembro de 2007, 18:56
È UMA, QUE APESAR DE SER MULHER ," OS TEM NO SÍTIO" FALA POR QUE SABE, APRESENTA OS ARGUMENTOS DEVIDAMENTE ESTUDADOS, TEM O BENFICA NAS VEIAS, E NÃO TEM MEDO DE QUALQUER PINTO CALÇUDO OU PINTADO QUE ANDAM POR AI Á MARGEM DAS LEIS....GRANDA MULHER...ALIÁS ... É QUE  FILHA DE PEIXE SABE NADAR(ESCREVER E FALAR)..JÁ SEU PAI FOI GRANDE JORNALISTA, QUIÇA O MAIOR, GRANDE BENFIQUISTA..GRANDE HOMEM DEUS O TENHA EM BOM LUGAR...FORÇA LEONOR DÁ-LHES EM CIMA, SÓ SE PERDEM AS QUE CAIREM NO CHÃO!!!

APENAS UMAS CORREÇÕEZINHAS ...ACONTECE NO CALOR DA ESCRITA...EHEHEHEHE

luisferreira

#1701
Contra a corrente
O nosso nome, Maria
Por Leonor Pinhão
Pertenço a uma geração de mulheres portugueses que carregam Maria como primeiro nome próprio e sem saber porquê. O fardo nem sequer é pesado. É apenas, na minha opinião, desnecessário.

Maria é um nome bonito, entendam-me bem. Lindo, entendam-me melhor ainda. Mas nunca vi necessidade de alguém ter dois nomes próprios e, sobretudo, nunca ninguém me explicou convenientemente as imperiosas razões do decreto que a todas nos baptizou de Maria Qualquer Coisa num determinado período histórico português.

O exagero transformou o nome num ferrete. E a vulgarização foi de tal monta que nós próprias, as Marias, nos esquecemos do primeiro nome que nos foi atribuído e estranhamos quando o vemos impresso no Bilhete de Identidade. Honestamente, é o que acontece comigo.

Ou seja, passava muito bem sem me chamar Maria.

Passava. Agora já não passo.

Tudo mudou no último domingo, depois das nove da noite. Foi Angelito Dí Maria quem me fez mudar de opinião.

Em que momento preciso, ignoro.

Não sei se foi bem cedo no jogo, quando pegou na bola e arrancou como um tiro pelo meio de um número considerável de jogadores do Nacional da Madeira e nenhum deles o conseguiu agarrar.

Não sei se foi quando marcou aquele livre e, de um ângulo muito difícil, obrigou o guarda-redes da equipa adversária a esticar-se todo.

Ou se terá sido, já na segunda parte, quando Dí Maria, sentado no chão, centrou uma bola impecável para o nosso ataque.

Nunca tínhamos tido um Dí Maria assim.

E vendo-o tão jovem, tão magrinho, com as suas orelhas de abanico, equipado de vermelho, com o 20 nas costas e o nome incrível por cima dos algarismos, gostei logo dele e gostei logo de me chamar Maria.

Tinha de vir um argentino para que tudo fizesse finalmente sentido.

O rescaldo mediático de uma série de crimes de sangue envolvendo patrões da noite e seguranças privados estabeleceu ligações com o mundo à parte das claques de futebol e com a promiscuidade entre efectivos da polícia do Estado e o estado a que isto tudo chegou.

No que diz respeito às claques, há todo um historial de impunidade que o cidadão comum tem grande dificuldade em aceitar e em compreender.

No que diz respeito às forças da ordem, pagas com os impostos dos cidadão, não se compreende como é que, por exemplo, um líder de uma claque responsável por desacatos públicos e agressões a um árbitro seja ilibado, em tribunal, graças ao testemunho abonatório de um agente da PSP.

Na história recente do futebol português houve fenómenos de vandalismo cuja autoria material e responsabilidade moral ficou por apurar.

Como, por exemplo, o episódio de violência contra o holandês Co Adriaanse, treinador do FC Porto, que foi atacado com very-lights quando chegava ao volante do seu carro ao Centro de Estágio do Olival.

Aconteceu em Janeiro de 2006. O FC Porto tinha acabado de empatar o jogo com o Rio Ave, em Vila do Conde, e o desagrado de um grupo de adeptos (Adeptos de quê? Adeptos de quem?) tomou proporções criminosas como, certamente, estarão recordados. Co Adriaanse sofreu uma emboscada de contornos mafiosos e, certamente, o maior susto da sua vida.

Reagiu de imediato a SAD do FC Porto num comunicado enérgico e indignado, como lhe competia na missão de defender o bom nome do clube e de se demarcar prontamente da selvajaria amplamente noticiada em Portugal e no estrangeiro, sobretudo na Holanda, o país do treinador ameaçado.

Anunciou a SAD do FC Porto ter apresentado «queixa às autoridades» e ter disponibilizado «imagens» das câmaras de vigilância do Centro do Olival que permitiriam «uma precisa identificação dos responsáveis» pelo ataque, bem como imagens que permitiriam a identificação das viaturas em que se fizeram transportar os energúmenos de serviço naquela noite.

E não há razões para duvidar que a SAD do FCP fez aquilo que disse ter feito no tal comunicado. Entregou, certamente, à polícia todos os elementos incriminatórios de que dispunha.

E foi aberto mais um «rigoroso inquérito».

Apesar da pronta divulgação das imagens por parte do clube e da «precisa identificação dos responsáveis», o rigoroso inquérito — ao que parece — deve continuar a correr.

Mas a correr onde?

E para onde?

Quem protege quem?

Compreendo o desalento que causou nos nossos adversários a qualificação do Glorioso para a fase de grupos da Liga dos Campeões. E não lhes levo a mal, para mais quando confessam esse mesmo desalento em termos cordatos e científicos.

Também a mim me surpreendeu a vitória do Benfica em Copenhaga. Confesso, não estava à espera.

E, quando se trata de bola, estamos sempre à espera de tudo. Por isso mesmo é que o jogo arrasta multidões.

Estamos sempre à espera, por exemplo, de ver golos marcados depois de a bola ter sido centrada fora das quatro linhas de jogo.

E isto dura há décadas.

PS: Tivesse ele metade da inteligência que, tão sem fundamento, supõe ter... (atenção que é uma citação).


Vitor_F

simplesmente espetacular...

luisferreira

O TÓPICO ERA PARA FALAR DA LEONOR PINHÃO E NÃO DESTAS MRDS.

Pedro Neto

Citação de: luisferreira em 06 de Setembro de 2007, 18:58
Para além dela temos o grande ALFREDO FARINHA.

Penso que o Alfredo Farinha já faleceu. Homem de coragem, homem a sério.

RedFlame

Esta tem memória,e saberia responder á letra ás barbaridas que semanalmente os dois estarolas debitam,especialmente na SIC.Mas se calhar interessa um comentador do Benfica mais mansinho...

Winston

Não sei se vos passou despercebido, mas nas últimas crónicas d'A Bola a Leonor Pinhão tem-se engalfinhado com o MST e parece-me que o post scriptum era-lhe destinado...

"Tivesse ele metade da inteligência que, tão sem fundamento, supõe ter..."

Embrulha!

luisferreira

Citação de: Winston em 06 de Setembro de 2007, 19:22
Não sei se vos passou despercebido, mas nas últimas crónicas d'A Bola a Leonor Pinhão tem-se engalfinhado com o MST e parece-me que o post scriptum era-lhe destinado...

"Tivesse ele metade da inteligência que, tão sem fundamento, supõe ter..."

Embrulha!
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Imperador04

vamos la ver se hoje o senhor cabrão camilo lourenço do progama  "pontape de saida " pede desculpas pelas mentiras que disse aos espectadores

Batistuta

Citação de: Leandro Sampaio em 06 de Setembro de 2007, 20:39
vamos la ver se hoje o senhor cabrão camilo lourenço do progama  "pontape de saida " pede desculpas pelas mentiras que disse aos espectadores

que disse esse veado?