Apitos Dourado e Final

Benfica Eagle

Citação de: LeoG em 20 de Outubro de 2007, 15:20
o livrinho do delane vieira também promete realmente...

já agora, ele tem alg credibilidade ? ouvi falar nuns serviços de parapsicologia no futebol por alto, mas não conheço este personagem...

Podes clickar no link. Depois clickar na imagem e ler a noticia  O0

Goya80

#4576
Vão ver que o Bimbo da Costa morre de velhice e o Processo Apito Dourado ainda não foi julgado.
É a merda de Justiça que temos neste País.
Se fosse eu ou um de vocês a ser apanhados a fumar um Charrito, já tinha havido julgamento.:estrelas:
É o País que temos....

sanfinense

Correio Sport 
2007-10-20 - 00:00:00

Esquema corruptivo afectava jogos da Liga
Suspeitas de viciação em 39 jogos dos grandes
   
Paulo César/ Record

Árbitros ajudados a ter boas notas favoreciam os principais patrões de futebol
Os indícios apontam para que o sistema desvirtuador da verdade desportiva também tivesse sido colocado em prática nas competições organizadas pela Liga, envolvendo igualmente o conluio entre dirigentes e funcionários, árbitros da 1.ª categoria, assim como observadores e assessores. A afirmação, do Ministério Público, consta do relatório final elaborado pela Polícia Judiciária, que o Correio Sport consultou, e que levou ao arquivamento do processo da viciação das classificações da arbitragem nos principais escalões de futebol.

 
A equipa de Maria José Morgado diz não ter encontrado provas suficientes para levar árbitros da 1.ª categoria e dirigentes da 1.ª linha ao banco dos réus, mas não deixou de realçar que o sistema detectado na Federação Portuguesa de Futebol não difere do que existia na I Liga. Onde os árbitros, para aí chegarem, já passaram pelos escalões menores de futebol, já devem favores aos seus responsáveis e já são permeáveis a vantagens sem que aquelas lhes sejam pedidas.

CONTRAPARTIDAS VÁRIAS

As contrapartidas dadas aos árbitros para favorecer determinados clubes foram as mais variadas. A PJ encontrou de tudo, desde ofertas de prostitutas, a pedidos de emprego até à dádiva de bens pessoais.

No centro da investigação surgiram os dirigentes Pinto da Costa, João Loureiro e João Bartolomeu (cujos clubes tiveram o maior número de jogos em investigação), acreditando os investigadores que aqueles eram sucessivamente beneficiados. Os árbitros que "alinhavam" no esquema eram depois premiados com a subida da classificação, conseguindo obter níveis de produtividade que de outra forma não aconteceriam.

Na lista que o Correio Sport hoje publica (e que faz parte de um dos relatórios elaborados pela Polícia Judiciária do Porto) há, no entanto, casos diferentes. Por exemplo, o nome de Pedro Proença é referido numa escuta como sendo um árbitro que conhece antecipadamente o nome dos seus observadores, mas outra revela que aquele não era nomeado para jogos do FC Porto, por não agradar a Pinto da Costa.

Outro caso paradigmático é o que envolve Paulo Paraty. As escutas revelam que os dirigentes Pinto de Sousa e Valentim Loureiro mostravam grande preocupação nas suas notas, tendo mesmo comentado que o árbitro poderia deixar de ser internacional. A PJ garante ainda que haveria uma lista de observadores "amigos" para acompanharem os jogos do árbitro portuense, facto que aquele desmentiu ter acontecido a seu pedido.

Dos actuais árbitros da 1.ª categoria, o caso de Augusto Duarte é o mais grave. Apenas o árbitro bracarense foi formalmente acusado pelo Ministério Público, depois de a PJ ter filmado a visita do árbitro a casa do presidente portista, na véspera de um jogo que iria apitar. Augusto Duarte nega que lhe tenha sido dado dinheiro nessa visita.

FORAM INVESTIGADOS 39 JOGOS

Foram 39 os jogos da Liga que foram investigados. O clube que esteve debaixo de todas as suspeitas foi o Boavista, fazendo a PJ referência no relatório intercalar a 20 jogos envolvendo directa ou indirectamente aquele clube, onde havia suspeitas de viciação dos resultados. Desses, apenas um resultou em acusação pública (Boavista/Estrela da Amadora, realizado a 3 de Abril e a contar para a 29.ª jornada da época 2003/2004), cuja fase de instrução está neste momento a decorrer no Tribunal de Instrução Criminal do Porto. Foi acusado o agora presidente demissionário João Loureiro, o seu pai, à data presidente da Liga, e o árbitro Jacinto Paixão.

Por seu turno, o segundo clube com um maior número de jogos onde havia suspeitas de viciação foi o União de Leiria. A PJ afirmou que nove dos resultados dos encontros da época 2003/2004 foram manipulados e que a maioria das escutas davam conta de que João Bartolomeu apostava na escolha dos árbitros auxiliares.

O FC Porto surge depois como o terceiro clube mais "beneficiado". Foram investigados sete jogos envolvendo os azuis e brancos e três deles resultaram em acusações públicas. Em todos esses casos, os dirigentes portistas requereram a abertura de instrução, contestando as acusações do Ministério Público. Pinto da Costa responde nas três situações por corrupção desportiva activa e num dos processos (o referente ao Estrela da Amadora) é acompanhado pelo seu vice Reinaldo Teles.

Carolina Salgado surgiu então como fundamental para sustentar a reabertura de dois dos processos que, aquando da chegada da equipa de Maria José Morgado, já tinham sido arquivados pelo DIAP do Porto. Nos casos que envolviam outros clubes nada de novo justificava a reabertura, o que obrigou a equipa de Maria José Morgado a conformar-se com os arquivamentos que haviam sido feitos antes de serem nomeados.

Os restantes clubes sob suspeita foram o Marítimo, o Gil Vicente e o Nacional, cada um deles com um encontro em investigação. Dois desses casos resultaram em acusação pública (Marítmo-Nacional e Nacional-Benfica), sendo que no último caso o MP defende que o beneficiado também foi o FC Porto, por prejuízo directo do seu mais directo rival, que perdeu na Madeira por 3-2.

Recorde-se, ainda, que em todos estes jogos foram interceptadas escutas telefónicas que permitiam indiciar as escolhas dos árbitros, dos fiscais de linha ou dos observadores. Os envolvidos negaram sempre as suspeitas que sobre eles recaíam.

DERROTA DO SPORTING FUNDAMENTAL

Dias antes do jogo Beira-Mar/FC Porto (0-0, a 18 de Abril de 2004), Pinto da Costa recebeu em sua casa Augusto Duarte. A visita foi filmada pela Polícia Judiciária que, mais tarde, recebeu o testemunho de Carolina Salgado onde aquela garantia ter havido uma entrega de dinheiro no encontro. O objectivo do mesmo, acreditam os investigadores, era que o FC Porto fosse beneficiado no jogo com o Beira-Mar que ocorreria nesse fim-de-semana. A derrota do Sporting, um dia antes, no Bessa, acabou por tornar irrelevante o resultado daquele encontro. O FC Porto empatou, tendo Pinto da Costa lamentado, numa conversa telefónica com Pinto de Sousa, que o árbitro "também não esteve mal mas não deu cheirinho nenhum, nada". "Só nos deixou passar uns livres, o gajo", afirmou o presidente portista que mais tarde explicou à PJ que Augusto Duarte só foi "tomar um cafezinho e conversar sobre o nada". Augusto Duarte, por seu turno, nunca explicou porque o fez.

VANTAGENS MONETÁRIAS NO PRIMEIRO ESCALÃO

Pertencer ao 1.º escalão do futebol implica vantagens monetárias aos árbitros que o conseguem. Diz o MP que em 2004 um árbitro de 1.ª categoria ganhava, por cada jogo da Liga, 680 euros. A esse valor acresciam 33 cêntimos por quilómetro percorrido; 18,75 euros por refeição, 75 por compensação caso o jogo ocorresse a um dia da semana e um subsídio mensal de 300 euros por apitar no principal escalão.

PODER APITAR JOGOS DA UEFA

Os árbitros internacionais, que são nomeados por se encontrarem nos primeiros lugares da classificação, podem ainda apitar jogos de competições da UEFA. Por cada um deles, ganhavam, em 2004, três mil euros, a que acresciam os mesmos subsídios por estarem na 1.ª Liga. Quando apitavam jogos da 2.ª Liga (que são arbitrados igualmente por árbitros da 1.ª categoria) ganhavam 480 euros por jogo, por o grau de dificuldade ser considerado menor.

VERDADE DESPORTIVA FALSEADA

No jogo FC Porto-E. Amadora (2-0, em 2003/04), a Polícia Judiciária acredita que a verdade desportiva

foi falseada.

PJ FAZ LISTA DE ÁRBITROS AMIGOS E INIMIGOS

ÉPOCA 2003/2004

ÁRBITROS AJUDADOS A FICAR NOS PRIMEIROS LUGARES

Carlos Xistra: Árbitro de Castelo Branco, falou com Pinto de Sousa sobre um observador que o classificou com 8,5. Foi constituído arguido.

Paulo Paraty: Árbitro do Porto, estava indiciado por escolher observadores. Valentim e Pinto de Sousa trocaram impressões para melhorar a sua classificação.

Martins dos Santos: Abandonou a arbitragem nessa época por limite de idade. Está acusado no processo Marítimo-Nacional e o seu nome surge de forma amiúde no Apito Dourado. A PJ acreditava que sabia o nome dos observadores com alguma antecedência.

Paulo Baptista: É de Portalegre e foi acusado no caso Naval-Chaves. Não foi pronunciado e negou também ter sido pressionado por Valentim Loureiro.

Pedro Proença: Internacional, o árbitro foi considrado suspeito depois de uma conversa indirecta que indiciava que saberia antecipadamente o nome de um observador.

OUTROS ÁRBITROS AJUDADOS

André Gralha: Este árbitro era estreante da 1.ª categoria naquela época, mas acabou por descer à 2.ª. A PJ acredita que mesmo assim foi bastante ajudado.

Jacinto Paixão: Abandonou a arbitragem na sequência do processo. É acusado de beneficiar o FC Porto e o Boavista e está envolvido no caso da 'fruta'.

Nélio Mendonça: É da Madeira e também só esteve um ano na 1.ª categoria. Já não faz parte dos quadros de árbitros da FPF, depois de ter abandonado a carreira.

ÁRBITROS AJUDADOS A MANTEREM-SE NA CATEGORIA

Augusto Duarte: Foi acusado de corrupção em dois processos e em ambos o MP defende que pretendia beneficiar o FC Porto. Ao longo dos autos, as autoridades referem que era protegido pelo pai, vice-presidente da arbitragem da FPF.

João Vilas Boas: Apitou o jogo da 2.ª Liga entre o Sp. Covilhã e o Marco e outro da 1.ª entre o Boavista e o Moreirense. O MP acabou por arquivar os casos.

Lucílio Baptista: Nesse ano foi classificado em 12.º lugar. A PJ defendia que lhe foi aumentada a nota num teste escrito. O árbitro negava-o.

Mário Mendes: Árbitro de Coimbra, esteve algumas épocas na 1.ª categoria. Foi constituído arguido pela PJ, mas o processo acabou arquivado.

Nuno Almeida: O seu nome apareceu envolvido por suspeitas de viciação do resultado do jogo FC Porto-Maia a contar para a Taça de Portugal.

Paulo Pereira: Árbitro de Viana do Castelo, permanece na 1.ª categoria e também não foi acusado. Não se livrou das suspeições.

ÁRBITROS AJUDADOS A SUBIR À 1ª CATEGORIA

António Resende: Foi acusado no processo da arbitragem de um crime de falsificação de documentos. Está actualmente na 2.ª categoria.

Artur Soares Dias: Filho do antigo árbitro Manuel Soares Dias, actualmente observador, é apontado como candidato a árbitro internacional.

João Henriques: Só esteve um ano na 1.ª categoria e desceu na época 2004/2005. Integra actualmente a 2.ª categoria e foi acusado de falsificação de documentos.

ÁRBITROS IMPEDIDOS DE SUBIR À 1ª CATEGORIA

Cosme Machado: Árbitro de Braga, subiu esta época à 1.ª categoria. Embora a PJ garantisse que havia sido prejudicado, foi constituído arguido.

Rui Silva: Árbitro de Vila Real, também estava no processo originário. Actualmente é árbitro da 1.ª categoria e não foi acusado em nenhum dos casos.

ÁRBITROS AJUDADOS A MANTEREM-SE NA 2ª CATEGORIA

Sérgio Pereira: Foi acusado e não pronunciado no processo de Gondomar. Conhecido pelos seus manuais de arbitragem, abandonou a carreira.

ÁRBITROS OBRIGADOS A DESCER À 3ª CATEGORIA

Aníbal Gonçalves: O árbitro foi acusado mas não pronunciado no processo original que ainda corre em Gondomar. Encontra-se ainda nos escalões secundários, mas o juiz considerou insuficiente a prova que foi recolhida pela PJ contra si.

José Figueiredo: Acredita a Polícia Judiciária que foi prejudicado na classificação dessa época, sendo empurrado para descer de categoria.

Joaquim Cunha: Não fazia parte da lista de árbitros que deviam ser salvos e na lista final acabou por ficar nos últimos lugares da classificação.

José Coelho: A escolha de quem devia descer obrigava a acertos com os concelhos distritais para evitar zangas. José Coelho foi preterido.

ÉPOCA 2002/2003

ÁRBITROS AJUDADOS A SUBIR À 1ª CATEGORIA

João Roque: Árbitro de Portalegre, já passou pela primeira categoria sem se conseguir fixar entre os melhores, apesar de ser classificado como um árbitro promissor. Está neste momento na 2.ª categoria e foi constituído arguido pela PJ. Não foi acusado no caso da arbitragem.

António Nogueira: A escolha dos observadores e a alteração das classificações ajudou-o a manter-se na 2.ª categoria, evitando que ficasse nos lugares de acesso à despromoção.

João Roque: Árbitro de Portalegre, já passou pela primeira categoria sem se conseguir fixar entre os melhores, apesar de ser classificado como um árbitro promissor. Está neste momento na 2.ª categoria e foi constituído arguido pela PJ. Não foi acusado no caso da arbitragem.

António Nogueira: A escolha dos observadores e a alteração das classificações ajudou-o a manter-se na 2.ª categoria, evitando que ficasse nos lugares de acesso à despromoção.

Carlos Amado: O pedido para que fosse "ajudado" partiu de Isabel Damasceno, presidente da Câmara de Leiria, que também foi constituída arguida.

João Roque: Árbitro de Portalegre, já passou pela primeira categoria sem se conseguir fixar entre os melhores, apesar de ser classificado como um árbitro promissor. Está neste momento na 2.ª categoria e foi constituído arguido pela PJ. Não foi acusado no caso da arbitragem.

ÁRBITROS AJUDADOS A FICAR NA 2ª CATEGORIA

António Nogueira: A escolha dos observadores e a alteração das classificações ajudou-o a manter-se na 2.ª categoria, evitando que ficasse nos lugares de acesso à despromoção.

Carlos Amado: O pedido para que fosse "ajudado" partiu de Isabel Damasceno, presidente da Câmara de Leiria, que também foi constituída arguida.

ÁRBITROS OBRIGADOS A DESCER DE CATEGORIA

Manuel Fernandes Costa: Nas milhares de folhas do processo, é evidente que as classificações eram alteradas. Os dirigentes assumiam-no e Manuel Fernandes da Costa, que em 2002 apitava na 2.ª categoria, foi forçado a descer.

Luís Silva: Ficou nos últimos classificados na época 2002/2003. Faz parte dos árbitros que Pinto de Sousa e o informático Paulo Torrão decidiriam que seria despromovido, em total desrespeito pelas notas obtidas ao longo da época.
Tânia Laranjo
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=262391&p=22&idselect=217&idCanal=217
:bandeiraslb2: :bandeiraslb2: :bandeiraslb2: :bandeiraslb2:

esta diz tudo   :dance: :dance:A visita foi filmada pela Polícia Judiciária  :dance:

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DERROTA DO SPORTING FUNDAMENTAL


Dias antes do jogo Beira-Mar/FC Porto (0-0, a 18 de Abril de 2004), Pinto da Costa recebeu em sua casa Augusto Duarte. A visita foi filmada pela Polícia Judiciária que, mais tarde, recebeu o testemunho de Carolina Salgado onde aquela garantia ter havido uma entrega de dinheiro no encontro. O objectivo do mesmo, acreditam os investigadores, era que o FC Porto fosse beneficiado no jogo com o Beira-Mar que ocorreria nesse fim-de-semana. A derrota do Sporting, um dia antes, no Bessa, acabou por tornar irrelevante o resultado daquele encontro. O FC Porto empatou, tendo Pinto da Costa lamentado, numa conversa telefónica com Pinto de Sousa, que o árbitro "também não esteve mal mas não deu cheirinho nenhum, nada". "Só nos deixou passar uns livres, o gajo", afirmou o presidente portista que mais tarde explicou à PJ que Augusto Duarte só foi "tomar um cafezinho e conversar sobre o nada". Augusto Duarte, por seu turno, nunca explicou porque o fez.




Benfica Eagle

#4578
Esquema corruptivo afectava jogos da Liga

Suspeitas de viciação em 39 jogos dos grandes
 
Paulo César/ Record

Árbitros ajudados a ter boas notas favoreciam os principais patrões de futebol

Os indícios apontam para que o sistema desvirtuador da verdade desportiva também tivesse sido colocado em prática nas competições organizadas pela Liga, envolvendo igualmente o conluio entre dirigentes e funcionários, árbitros da 1.ª categoria, assim como observadores e assessores. A afirmação, do Ministério Público, consta do relatório final elaborado pela Polícia Judiciária, que o Correio Sport consultou, e que levou ao arquivamento do processo da viciação das classificações da arbitragem nos principais escalões de futebol.

A equipa de Maria José Morgado diz não ter encontrado provas suficientes para levar árbitros da 1.ª categoria e dirigentes da 1.ª linha ao banco dos réus, mas não deixou de realçar que o sistema detectado na Federação Portuguesa de Futebol não difere do que existia na I Liga. Onde os árbitros, para aí chegarem, já passaram pelos escalões menores de futebol, já devem favores aos seus responsáveis e já são permeáveis a vantagens sem que aquelas lhes sejam pedidas.

CONTRAPARTIDAS VÁRIAS

As contrapartidas dadas aos árbitros para favorecer determinados clubes foram as mais variadas. A PJ encontrou de tudo, desde ofertas de prostitutas, a pedidos de emprego até à dádiva de bens pessoais.

No centro da investigação surgiram os dirigentes Pinto da Costa, João Loureiro e João Bartolomeu (cujos clubes tiveram o maior número de jogos em investigação), acreditando os investigadores que aqueles eram sucessivamente beneficiados. Os árbitros que "alinhavam" no esquema eram depois premiados com a subida da classificação, conseguindo obter níveis de produtividade que de outra forma não aconteceriam.

Na lista que o Correio Sport hoje publica (e que faz parte de um dos relatórios elaborados pela Polícia Judiciária do Porto) há, no entanto, casos diferentes. Por exemplo, o nome de Pedro Proença é referido numa escuta como sendo um árbitro que conhece antecipadamente o nome dos seus observadores, mas outra revela que aquele não era nomeado para jogos do FC Porto, por não agradar a Pinto da Costa.

Outro caso paradigmático é o que envolve Paulo Paraty. As escutas revelam que os dirigentes Pinto de Sousa e Valentim Loureiro mostravam grande preocupação nas suas notas, tendo mesmo comentado que o árbitro poderia deixar de ser internacional. A PJ garante ainda que haveria uma lista de observadores "amigos" para acompanharem os jogos do árbitro portuense, facto que aquele desmentiu ter acontecido a seu pedido.

Dos actuais árbitros da 1.ª categoria, o caso de Augusto Duarte é o mais grave. Apenas o árbitro bracarense foi formalmente acusado pelo Ministério Público, depois de a PJ ter filmado a visita do árbitro a casa do presidente portista, na véspera de um jogo que iria apitar. Augusto Duarte nega que lhe tenha sido dado dinheiro nessa visita.

FORAM INVESTIGADOS 39 JOGOS

Foram 39 os jogos da Liga que foram investigados. O clube que esteve debaixo de todas as suspeitas foi o Boavista, fazendo a PJ referência no relatório intercalar a 20 jogos envolvendo directa ou indirectamente aquele clube, onde havia suspeitas de viciação dos resultados. Desses, apenas um resultou em acusação pública (Boavista/Estrela da Amadora, realizado a 3 de Abril e a contar para a 29.ª jornada da época 2003/2004), cuja fase de instrução está neste momento a decorrer no Tribunal de Instrução Criminal do Porto. Foi acusado o agora presidente demissionário João Loureiro, o seu pai, à data presidente da Liga, e o árbitro Jacinto Paixão.

Por seu turno, o segundo clube com um maior número de jogos onde havia suspeitas de viciação foi o União de Leiria. A PJ afirmou que nove dos resultados dos encontros da época 2003/2004 foram manipulados e que a maioria das escutas davam conta de que João Bartolomeu apostava na escolha dos árbitros auxiliares.

O FC Porto surge depois como o terceiro clube mais "beneficiado". Foram investigados sete jogos envolvendo os azuis e brancos e três deles resultaram em acusações públicas. Em todos esses casos, os dirigentes portistas requereram a abertura de instrução, contestando as acusações do Ministério Público. Pinto da Costa responde nas três situações por corrupção desportiva activa e num dos processos (o referente ao Estrela da Amadora) é acompanhado pelo seu vice Reinaldo Teles.

Carolina Salgado surgiu então como fundamental para sustentar a reabertura de dois dos processos que, aquando da chegada da equipa de Maria José Morgado, já tinham sido arquivados pelo DIAP do Porto. Nos casos que envolviam outros clubes nada de novo justificava a reabertura, o que obrigou a equipa de Maria José Morgado a conformar-se com os arquivamentos que haviam sido feitos antes de serem nomeados.

Os restantes clubes sob suspeita foram o Marítimo, o Gil Vicente e o Nacional, cada um deles com um encontro em investigação. Dois desses casos resultaram em acusação pública (Marítmo-Nacional e Nacional-Benfica), sendo que no último caso o MP defende que o beneficiado também foi o FC Porto, por prejuízo directo do seu mais directo rival, que perdeu na Madeira por 3-2.

Recorde-se, ainda, que em todos estes jogos foram interceptadas escutas telefónicas que permitiam indiciar as escolhas dos árbitros, dos fiscais de linha ou dos observadores. Os envolvidos negaram sempre as suspeitas que sobre eles recaíam.

DERROTA DO SPORTING FUNDAMENTAL

Dias antes do jogo Beira-Mar/FC Porto (0-0, a 18 de Abril de 2004), Pinto da Costa recebeu em sua casa Augusto Duarte. A visita foi filmada pela Polícia Judiciária que, mais tarde, recebeu o testemunho de Carolina Salgado onde aquela garantia ter havido uma entrega de dinheiro no encontro. O objectivo do mesmo, acreditam os investigadores, era que o FC Porto fosse beneficiado no jogo com o Beira-Mar que ocorreria nesse fim-de-semana. A derrota do Sporting, um dia antes, no Bessa, acabou por tornar irrelevante o resultado daquele encontro. O FC Porto empatou, tendo Pinto da Costa lamentado, numa conversa telefónica com Pinto de Sousa, que o árbitro "também não esteve mal mas não deu cheirinho nenhum, nada". "Só nos deixou passar uns livres, o gajo", afirmou o presidente portista que mais tarde explicou à PJ que Augusto Duarte só foi "tomar um cafezinho e conversar sobre o nada". Augusto Duarte, por seu turno, nunca explicou porque o fez.

VANTAGENS MONETÁRIAS NO PRIMEIRO ESCALÃO

Pertencer ao 1.º escalão do futebol implica vantagens monetárias aos árbitros que o conseguem. Diz o MP que em 2004 um árbitro de 1.ª categoria ganhava, por cada jogo da Liga, 680 euros. A esse valor acresciam 33 cêntimos por quilómetro percorrido; 18,75 euros por refeição, 75 por compensação caso o jogo ocorresse a um dia da semana e um subsídio mensal de 300 euros por apitar no principal escalão.

PODER APITAR JOGOS DA UEFA

Os árbitros internacionais, que são nomeados por se encontrarem nos primeiros lugares da classificação, podem ainda apitar jogos de competições da UEFA. Por cada um deles, ganhavam, em 2004, três mil euros, a que acresciam os mesmos subsídios por estarem na 1.ª Liga. Quando apitavam jogos da 2.ª Liga (que são arbitrados igualmente por árbitros da 1.ª categoria) ganhavam 480 euros por jogo, por o grau de dificuldade ser considerado menor.

VERDADE DESPORTIVA FALSEADA

No jogo FC Porto-E. Amadora (2-0, em 2003/04), a Polícia Judiciária acredita que a verdade desportiva

foi falseada.

PJ FAZ LISTA DE ÁRBITROS AMIGOS E INIMIGOS

ÉPOCA 2003/2004

ÁRBITROS AJUDADOS A FICAR NOS PRIMEIROS LUGARES

Carlos Xistra: Árbitro de Castelo Branco, falou com Pinto de Sousa sobre um observador que o classificou com 8,5. Foi constituído arguido.

Paulo Paraty: Árbitro do Porto, estava indiciado por escolher observadores. Valentim e Pinto de Sousa trocaram impressões para melhorar a sua classificação.

Martins dos Santos: Abandonou a arbitragem nessa época por limite de idade. Está acusado no processo Marítimo-Nacional e o seu nome surge de forma amiúde no Apito Dourado. A PJ acreditava que sabia o nome dos observadores com alguma antecedência.

Paulo Baptista: É de Portalegre e foi acusado no caso Naval-Chaves. Não foi pronunciado e negou também ter sido pressionado por Valentim Loureiro.

Pedro Proença: Internacional, o árbitro foi considrado suspeito depois de uma conversa indirecta que indiciava que saberia antecipadamente o nome de um observador.


OUTROS ÁRBITROS AJUDADOS

André Gralha: Este árbitro era estreante da 1.ª categoria naquela época, mas acabou por descer à 2.ª. A PJ acredita que mesmo assim foi bastante ajudado.

Jacinto Paixão: Abandonou a arbitragem na sequência do processo. É acusado de beneficiar o FC Porto e o Boavista e está envolvido no caso da 'fruta'.

Nélio Mendonça: É da Madeira e também só esteve um ano na 1.ª categoria. Já não faz parte dos quadros de árbitros da FPF, depois de ter abandonado a carreira.


ÁRBITROS AJUDADOS A MANTEREM-SE NA CATEGORIA

Augusto Duarte: Foi acusado de corrupção em dois processos e em ambos o MP defende que pretendia beneficiar o FC Porto. Ao longo dos autos, as autoridades referem que era protegido pelo pai, vice-presidente da arbitragem da FPF.

João Vilas Boas: Apitou o jogo da 2.ª Liga entre o Sp. Covilhã e o Marco e outro da 1.ª entre o Boavista e o Moreirense. O MP acabou por arquivar os casos.

Lucílio Baptista: Nesse ano foi classificado em 12.º lugar. A PJ defendia que lhe foi aumentada a nota num teste escrito. O árbitro negava-o.

Mário Mendes: Árbitro de Coimbra, esteve algumas épocas na 1.ª categoria. Foi constituído arguido pela PJ, mas o processo acabou arquivado.

Nuno Almeida: O seu nome apareceu envolvido por suspeitas de viciação do resultado do jogo FC Porto-Maia a contar para a Taça de Portugal.

Paulo Pereira: Árbitro de Viana do Castelo, permanece na 1.ª categoria e também não foi acusado. Não se livrou das suspeições.


ÁRBITROS AJUDADOS A SUBIR À 1ª CATEGORIA

António Resende: Foi acusado no processo da arbitragem de um crime de falsificação de documentos. Está actualmente na 2.ª categoria.

Artur Soares Dias: Filho do antigo árbitro Manuel Soares Dias, actualmente observador, é apontado como candidato a árbitro internacional.

João Henriques: Só esteve um ano na 1.ª categoria e desceu na época 2004/2005. Integra actualmente a 2.ª categoria e foi acusado de falsificação de documentos.


ÁRBITROS IMPEDIDOS DE SUBIR À 1ª CATEGORIA

Cosme Machado: Árbitro de Braga, subiu esta época à 1.ª categoria. Embora a PJ garantisse que havia sido prejudicado, foi constituído arguido.

Rui Silva: Árbitro de Vila Real, também estava no processo originário. Actualmente é árbitro da 1.ª categoria e não foi acusado em nenhum dos casos.


ÁRBITROS AJUDADOS A MANTEREM-SE NA 2ª CATEGORIA

Sérgio Pereira: Foi acusado e não pronunciado no processo de Gondomar. Conhecido pelos seus manuais de arbitragem, abandonou a carreira.

ÁRBITROS OBRIGADOS A DESCER À 3ª CATEGORIA

Aníbal Gonçalves: O árbitro foi acusado mas não pronunciado no processo original que ainda corre em Gondomar. Encontra-se ainda nos escalões secundários, mas o juiz considerou insuficiente a prova que foi recolhida pela PJ contra si.

José Figueiredo: Acredita a Polícia Judiciária que foi prejudicado na classificação dessa época, sendo empurrado para descer de categoria.

Joaquim Cunha: Não fazia parte da lista de árbitros que deviam ser salvos e na lista final acabou por ficar nos últimos lugares da classificação.

José Coelho: A escolha de quem devia descer obrigava a acertos com os concelhos distritais para evitar zangas. José Coelho foi preterido.


ÉPOCA 2002/2003

ÁRBITROS AJUDADOS A SUBIR À 1ª CATEGORIA

João Roque: Árbitro de Portalegre, já passou pela primeira categoria sem se conseguir fixar entre os melhores, apesar de ser classificado como um árbitro promissor. Está neste momento na 2.ª categoria e foi constituído arguido pela PJ. Não foi acusado no caso da arbitragem.

António Nogueira: A escolha dos observadores e a alteração das classificações ajudou-o a manter-se na 2.ª categoria, evitando que ficasse nos lugares de acesso à despromoção.

João Roque: Árbitro de Portalegre, já passou pela primeira categoria sem se conseguir fixar entre os melhores, apesar de ser classificado como um árbitro promissor. Está neste momento na 2.ª categoria e foi constituído arguido pela PJ. Não foi acusado no caso da arbitragem.

António Nogueira: A escolha dos observadores e a alteração das classificações ajudou-o a manter-se na 2.ª categoria, evitando que ficasse nos lugares de acesso à despromoção.

Carlos Amado: O pedido para que fosse "ajudado" partiu de Isabel Damasceno, presidente da Câmara de Leiria, que também foi constituída arguida.

João Roque: Árbitro de Portalegre, já passou pela primeira categoria sem se conseguir fixar entre os melhores, apesar de ser classificado como um árbitro promissor. Está neste momento na 2.ª categoria e foi constituído arguido pela PJ. Não foi acusado no caso da arbitragem.


ÁRBITROS AJUDADOS A FICAR NA 2ª CATEGORIA

António Nogueira: A escolha dos observadores e a alteração das classificações ajudou-o a manter-se na 2.ª categoria, evitando que ficasse nos lugares de acesso à despromoção.

Carlos Amado: O pedido para que fosse "ajudado" partiu de Isabel Damasceno, presidente da Câmara de Leiria, que também foi constituída arguida.


ÁRBITROS OBRIGADOS A DESCER DE CATEGORIA

Manuel Fernandes Costa: Nas milhares de folhas do processo, é evidente que as classificações eram alteradas. Os dirigentes assumiam-no e Manuel Fernandes da Costa, que em 2002 apitava na 2.ª categoria, foi forçado a descer.

Luís Silva: Ficou nos últimos classificados na época 2002/2003. Faz parte dos árbitros que Pinto de Sousa e o informático Paulo Torrão decidiriam que seria despromovido, em total desrespeito pelas notas obtidas ao longo da época.


http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=262391&p=22&idselect=217&idCanal=217



Muitos casos não foram acusados porque as provas poderiam não levar a condenação, seria dificil de provar. O que não quer dizer que não tivesse existido corrupção!!!!

A POUCA VERGONHA CONTINUA!!!!!!!!!!!!!!!

S-Line


Nereu

se o ministerio publico fosse inteligente, acusava o Pinto da Costa de corrupçao e auxilio e insentivo à prostituiçao

fodasse tou mesmo a ver que vai ter que ser o povo a fazer justiça pelas proprias maos

Slbstriker

Esse fdp desse Xistra ainda a época passada ajudou os seus amigos, quando expulsou o Miccoli no jogo com o E. da Amadora, o que o impediu de jogar no dragão.

Nereu

Citação de: Slbstriker em 20 de Outubro de 2007, 23:08
Esse fdp desse Xistra ainda a época passada ajudou os seus amigos, quando expulsou o Miccoli no jogo com o E. da Amadora, o que o impediu de jogar no dragão.

no ano passado grande aprte dos jogadores expulsos, era expulsa no jogo anterior ao embate com o Porto

estranhas coincidencias

A corrupçao em Portugal é como Deus, todos sabem que existe, mas ninguem consegue prova-lo

bodyrules

Parece ser o único jornal que vale a pena comprar, o Correio da Manhã

Nereu

Citação de: bodyrules em 20 de Outubro de 2007, 23:12
Parece ser o único jornal que vale a pena comprar, o Correio da Manhã

é o único que ainda vai publicando algumas coisas

Afonso


alex_diabólico

A montanha que pariu um rato...

Strata

Pinto da Costa mete medo a muitos clubes

Delane Vieira é uma personagem do futebol conotada com o ocultismo e com as ciências dos espíritos. Durante a década de 80 teve a confiança do presidente do FC Porto, mas de um momento para o outro desapareceu. Agora, quase dez anos depois de ter deixado o futebol português, Delane promete dar que falar: vai publicar um livro.

- Correio Sport - Que temas irão ser abordados no seu livro?

- Delane Vieira - Irei escrever sobre os quase 40 anos que tenho de futebol. Sobre pessoas que me deixaram saudade, sobre as víboras que existem no futebol e sobre corrupção. E já há pessoas que estão amedrontadas.

- O que sucedeu?

- Depois de me terem enviado um contrato para formalizar o acordo, fui surpreendido com um ataque de cobardia por parte do dono da editora – recuou com medo de Pinto da Costa.

- Medo?

- Disse taxativamente que tinha medo do Sr. Pinto da Costa e do seu staff alegando situações que terão ocorrido aquando da publicação do livro de Carolina Salgado. Disse-me que temia por processos contra ele e que o Sr. Pinto da Costa exercia forte influência no poder judicial e que sendo a sua editora pequena temia que fosse obrigado a fechar a porta.

- Qual foi a editora?

- Não merece publicidade.

- Há corrupção no futebol português?

- Há muitos anos que se escreve sobre isso nos jornais.

- Considera que o livro não vai agradar a Pinto da Costa?

- É natural que não. Todos os que mentiram a meu respeito irão ser visados. Passei pelo FC Porto só com vitórias e sem problemas com ninguém, alguns é que tiveram problemas comigo.

- O que motivou o corte de relações com Pinto da Costa?

- Foi por cauda de terceiros e terceiras que não vou revelar, por enquanto. Não serei bonzinho com ele. Mas não o irei atacar gratuitamente, apenas contarei histórias verdadeiras.

- Há semelhanças com o livro de Carolina Salgado?

- Nenhuma, nunca fui namorado de Pinto da Costa.

- O seu relacionamento com Pinto da Costa e o FC Porto foi no campo da parapsicologia ou no campo empresarial?

- Com o clube, trabalhei como empresário de futebol. No campo estritamente pessoal, fui muito amigo e parapsicólogo de Pinto da Costa.

- Lamenta o fim da sua relação com Pinto da Costa?

- Não lhe dou a importância que ele para mim não tem. Não fui eu que traí essa amizade.

- Sente que foi afastado do FC Porto porque já não servia?

- Nunca fui mandado embora do FC Porto, fui sempre eu que quis sair.

- O que sente pelo seu nome ter sido apagado da história do FC Porto?

- Só não sou reconhecido por aqueles que têm medo de mim e é bom que assim seja porque atrás do medo vem o respeito.

- Há quem diga que nunca trabalhou para o FC Porto.

- Posso provar o contrário.

- Gostava de voltar a trabalhar no futebol português?

- Pinto da Costa mete medo a muitos clubes. Houve vários que temiam ser prejudicados caso me contratassem.

- Pinto da Costa tem medo de si?

- Não, eu é que deveria ter medo dele e não tenho. Faço parte dos 2 % que não lhe prestam vassalagem. Nunca confundi amizade com vassalagem.

- No Benfica teve o mesmo êxito do que no FC Porto?

- Em proporção sim, Mas não tive tanta liberdade como quando trabalhei no FC Porto. Na Luz, trabalhei quase sempre como empresário e não como parapsicólogo. Tive bons amigos no Benfica, o treinador Otto Glória, o presidente Borges Coutinho e o Chico Calado, para além de outros jogadores.

- O que ganhou na Luz?

- Só campeonatos e Taças de Portugal. As vitórias internacionais estavam guardadas para o FC Porto.

- Algum clube lhe deve dinheiro em Portugal?

- Sim, mas mais importante do que o dinheiro foi ficarem a dever-me favores e respeito.

http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=262393&idselect=217&idCanal=217&p=22



Bola7

delane vieira..delane viera...mas o gajo já não faleceu?... :buck2:

Roke_SLB

por acaso mete um pouco medo... só a ideia de me cruzar com ele e ele soltar um "pantufinhas" é de arrepiar! :estrelas: