3ª Fase: Melhor estrangeiro da História do Benfica

Bola7

Citação de: PILOTI_75 em 05 de Janeiro de 2008, 15:51
Citação de: papagolf_69 em 01 de Janeiro de 2008, 01:23
Também passou pelo nosso clube um brasileiro que se chamava ELZO lembram-se????????

Eu lembro-me.
Medio brasileiro que na final com o PSV andava sempre a perder as botas. LOL
esse foi o Pacheco...

BenfiquistaRSA



ricky baby

Grandes jogadores eu votava em todos.
Ó tempo volta para trás!!!


Jeanmaman


Corrosivo


46Rossi


pcssousa

Citação de: Cardia em 06 de Janeiro de 2008, 00:49
Citação de: pcssousa em 04 de Janeiro de 2008, 10:27
Citação de: papagolf_69 em 01 de Janeiro de 2008, 01:23
Também passou pelo nosso clube um brasileiro que se chamava ELZO lembram-se????????
Jogador fantástico, titularíssimo da selecção brasileira! infelizmente "despachado" por ter sido contratado por Fernando Martins...

Elzo estava longe de ser um jogador fantástico...
Para mim era...

Slatz

Citação de: marchena_4 em 01 de Janeiro de 2008, 03:54
Impressionante o numero de golos que o Ricardo Gomes marcou, sendo ele defesa central  :o

( Os mesmos que o Valdo, apesar de ter menos 40 jogos  :-X)

O Ricardo marcava muitos logos nos cantos.

Smile

PreudHomme e uma mágoa antiga: «Tenho pena de não ter sido campeão pelo Benfica»

Michel PreudHomme. Para muitos, provavelmente, o melhor guarda-redes de sempre. Quem teve o privilégio de o ver jogar, como milhares de adeptos benfiquistas, que o elegeram, seguramente, como um dos jogadores mais marcantes que já passaram pela Luz, recordará as defesas impossíveis, as derrotas salvas pelos seus reflexos, mas também a sua humildade, profissionalismo irrepreensível, e longevidade.

Jogou até aos 40 anos, nos últimos cinco de águia ao peito, trazido pela mão de Manuel Damásio, numa época, 1994/95, de má memória para os encarnados, marcada pela troca do técnico campeão, Toni, por Artur Jorge, e uma verdadeira revolução no balneário benfiquista.

Quando arrumou as botas, deixando a sucessão na baliza para o jovem Robert Enke, já que Ovchinnikov fora cedido ao Alverca, PreudHomme ainda cumpriu funções de director desportivo no Benfica e continuou a abraçar cargos administrativos - chegou a ser hipótese para presidente da federação belga - até que decidiu dar novo rumo à carreira e tornar-se treinador.

Michel PreudHomme nunca foi campeão pelos únicos três clubes que representou em mais de 20 anos de carreira como profissional: Standard de Liège, Malines e Benfica. Compreende-se que essa seja, provavelmente, a única mágoa que lhe fica de um percurso recheado de êxitos e conquista, mais a nível pessoal do que colectivo.

A título individual, foi distinguido com o prémio Yashin, como melhor guarda-redes do Campeonato do Mundo de 1994, foi ainda eleito guarda-redes belga do ano entre 1988 e 1991, e recebeu a bota de ouro da Bélgica em 1987 e 1989. Em termos colectivos, a sua coroa de glória foi alcançada ao serviço do Malines, pelo qual venceu a Taça das Taças em 1988. Finalmente, pelo Benfica, venceu a Taça de Portugal em 1996.

Pelo que foi exposto, compreende-se a mágoa que sente quando lhe perguntam o que lhe faltou no clube encarnado. «Tenho pena de não ter sido campeão pelo Benfica. Não é fácil. Desde que me fui embora, foram campeões uma vez. Não foi mau. A luta entre os três grandes é enorme e há sempre outros clubes a surgir, como o V. Guimarães esta época», observa.



Chelas

Citação de: mocho_slb em 10 de Janeiro de 2008, 21:54
PreudHomme e uma mágoa antiga: «Tenho pena de não ter sido campeão pelo Benfica»

Michel PreudHomme. Para muitos, provavelmente, o melhor guarda-redes de sempre. Quem teve o privilégio de o ver jogar, como milhares de adeptos benfiquistas, que o elegeram, seguramente, como um dos jogadores mais marcantes que já passaram pela Luz, recordará as defesas impossíveis, as derrotas salvas pelos seus reflexos, mas também a sua humildade, profissionalismo irrepreensível, e longevidade.

Jogou até aos 40 anos, nos últimos cinco de águia ao peito, trazido pela mão de Manuel Damásio, numa época, 1994/95, de má memória para os encarnados, marcada pela troca do técnico campeão, Toni, por Artur Jorge, e uma verdadeira revolução no balneário benfiquista.

Quando arrumou as botas, deixando a sucessão na baliza para o jovem Robert Enke, já que Ovchinnikov fora cedido ao Alverca, PreudHomme ainda cumpriu funções de director desportivo no Benfica e continuou a abraçar cargos administrativos - chegou a ser hipótese para presidente da federação belga - até que decidiu dar novo rumo à carreira e tornar-se treinador.

Michel PreudHomme nunca foi campeão pelos únicos três clubes que representou em mais de 20 anos de carreira como profissional: Standard de Liège, Malines e Benfica. Compreende-se que essa seja, provavelmente, a única mágoa que lhe fica de um percurso recheado de êxitos e conquista, mais a nível pessoal do que colectivo.

A título individual, foi distinguido com o prémio Yashin, como melhor guarda-redes do Campeonato do Mundo de 1994, foi ainda eleito guarda-redes belga do ano entre 1988 e 1991, e recebeu a bota de ouro da Bélgica em 1987 e 1989. Em termos colectivos, a sua coroa de glória foi alcançada ao serviço do Malines, pelo qual venceu a Taça das Taças em 1988. Finalmente, pelo Benfica, venceu a Taça de Portugal em 1996.

Pelo que foi exposto, compreende-se a mágoa que sente quando lhe perguntam o que lhe faltou no clube encarnado. «Tenho pena de não ter sido campeão pelo Benfica. Não é fácil. Desde que me fui embora, foram campeões uma vez. Não foi mau. A luta entre os três grandes é enorme e há sempre outros clubes a surgir, como o V. Guimarães esta época», observa.




tambem tenho imensa pena de jogadores como o michel e o karel n terem sido