Comunicação Social

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Nortada - Competitividade: o nome do jogo

Por Miguel Sousa Tavares

Em anos anteriores, nós, portistas, fomos mal habituados. Enquanto, por alturas do Natal, outros se despediam das grandes decisões, nós tínhamos já praticamente garantidos os dois principais objectivos de cada época; a ultrapassagem da fase de grupos da Champions e a aquisição de uma vantagem pontual na Liga que permitia gerir de forma tranquila a conquista do campeonato. Este ano, se o primeiro objectivo foi alcançado com categoria (primeiro lugar no grupo), já o segundo ficou distante, permitindo até a um Benfica sedento de títulos reivindicar o de «campeão de Inverno». É essa deficiente performance interna do FC Porto, a par da emergência do Sp. Braga e da agradável surpresa do Leixões, que tem permitido o diagnóstico consensual de que este está a ser o campeonato mais disputado dos últimos anos.

Esse facto, como habitualmente, tem alimentado a eterna discussão de saber se o campeonato se nivelou por cima ou por baixo. Olhando apenas ao FC Porto, não há dúvida de que se nivelou por baixo. E para isso contribuíram as saídas de mais alguns jogadores fundamentais — e, entre todos, Ricardo Quaresma, responsável pela produção de metade dos golos na época passada — e por uma política de dispensas de Jesualdo Ferreira que eu continuo a não conseguir compreender. A menos que existam razões ocultas, que desconheço e não tenho de saber, ninguém me consegue explicar porque se dispensam jogadores como Luís Aguiar, Pittbul, Candeias, Alan ou Ibson, para manter no banco jogadores como Stepanov, Benitez, Bolatti, Mariano ou Farías. Vendo, diante do Sporting, o esforço penoso de jogadores como Lucho, Meireles, Lisandro e até Hulk (massacrado pela pancadaria que levou em Madrid e vem levando cada vez mais), e olhando para um banco onde não havia nada de útil, perguntei-me como é que Jesualdo vai conseguir aguentar este barco a flutuar na Champions, no campeonato e na Taça de Portugal...

Mas, mesmo levando em conta as razões particulares dos portistas, o facto é que, entre os que disputam o campeonato, o panorama não parece melhor. E este fim-de-semana, em que se enfrentavam o 2º e o 4º e o 1º e o 3º, forneceu amplos motivos de reflexão sobre o assunto. Na Luz, duas equipas repousadas por ausência de outros compromissos, ofereceram um paupérrimo espectáculo de futebol. É verdade que é impossível exigir mais ao Leixões (outro com salários em atraso...), que, mesmo assim, deixou a Luz com o credo na boca, obrigando o Benfica a recorrer a todo o tipo de anti-jogo — nove a defenderem, pontapés para a frente de qualquer maneira, perdas de tempo de toda a gente, lesões simuladas, etc. Mas, mesmo assim fiquei impressionado com a notável incompetência dos jogadores do Leixões na hora de rematar à baliza. Bem sei que é uma característica comum no nosso campeonato, mas não deixa de ser difícil de entender: porque não treinam mais os remates?

Quanto ao Benfica, que celebrou a vitória como se fosse a ante-câmara do título, impressionou-me, uma vez mais, a pobreza franciscana do seu futebol. Ganhou graças a um auto-golo e à eficácia de alguns textos sistematicamente escritos na véspera dos jogos com o objectivo de intimidar e condicionar previamente os árbitros (aqueles 3 minutos de descontos, o critério das faltas próximas da área, foram eloquentes...). Queixam-se que ficaram com dez, mas só ficaram os últimos 15 minutos e, antes disso e tirando a habitual perdida de Aimar frente ao guarda-redes, nada mais fizeram em toda a segunda parte do que defender a vantagem lá atrás. E, para uma equipa que nada mais tem a fazer do que jogar uma vez por semana, não se compreende tamanha aflição por ter de jogar com um a menos, em casa e frente ao Leixões, no último quarto-de-hora!

O FC Porto-Sporting começou com uma polémica lançada por Miguel Ribeiro Teles na antevéspera do jogo (já reparam que nunca é o FC Porto a lançar polémicas prévias e a excitar os ânimos antes dos grandes jogos?). Uma polémica em que, salvo melhor opinião, o dirigente sportinguista não teve ponta de razão. Não a teve juridicamente, porque o FC Porto se limitou a aproveitar os regulamentos, como todos fazem, e não tem culpa que o sorteio tenha posto o Sporting a jogar para a Champions um dia mais tarde que o FC Porto (para a semana, acontecerá o inverso). E não a teve desportivamente, porque, sendo certo que o Sporting teria sempre menos um dia de descanso, também é verdade que teve mais um antes do jogo da Champions — e o que desgasta aqui não é um só jogo, mas o ciclo completo deles. Aliás, como bem se viu no Dragão, o FC Porto, que teve de se deslocar a Madrid onde fez um grande e disputadíssimo jogo, estava bem mais cansado que o Sporting, que ficou por Alvalade e pouco se cansou no triste jogo contra o Bayern. Irritou muito os sportinguistas que o FC Porto tivesse adiado o jogo de amanhã para a Taça, já depois de o jogo com o Sporting ter sido marcado para sábado. Tanto quanto sei, porém, já não havia hipótese de o mudar então para domingo e nem o FC Porto nem o Estrela da Amadora eram obrigados «por castigo» a jogar a uma quarta, quando podiam jogar a um domingo em que nenhuma das equipas estará em acção.

Polémica à parte, foi uma miséria de jogo, que para os portistas, só teve três motivos de conforto: primeiro, e com o empate registado, ganhámos mais uma Copa BES, esse mini-torneio entre os três grandes (e que já ganhámos umas seis vezes, em sete ou oito edições); em segundo lugar, o Helton não teve ocasião de oferecer o golo que quase sempre oferece nos grandes jogos, e não apenas na Champions (já contra o Benfica, em minha opinião, o cabeceamento do Yebda era perfeitamente defensável); finalmente, enquanto que Paulo Bento achou que tinha sido «um bom jogo», já Jesualdo Ferreira não esteve com diplomacias e disse exactamente o que se tinha passado: um mau jogo, sem oportunidades, com constantes interrupções e entradas ríspidas. E eu fico contente por verificar que o treinador do meu clube não vende gato por lebre e não fica satisfeito quando vê a equipa jogar mal. É esta diferença de ambição, a todos os níveis, que faz com que ganhemos mais do que os outros...

O Sporting ficou claramente satisfeito com o empate, porque o empate lhe salvou a pele. O FC Porto não ficou satisfeito, quis de facto ganhar, mas não teve talento nem força para tal. Seguem-se mais dois jogos tremendos: em Matosinhos, e a segunda mão da Champions, no Porto, contra o Atlético de Madrid. Queira o destino que a goleada ingloriamente desperdiçada em Madrid, por erros próprios e por força de uma vergonhosa arbitragem decerto encomendada pelo Sr. Platini, não venha a revelar-se um falso bom resultado! Com a Ucrânia à beira de nos ultrapassar no ranking da UEFA, bem precisávamos que FC Porto e Sp. Braga prolongassem um pouco mais a vida dos clubes portugueses nesta época europeia. Até para que outros, como o Benfica, não tenham de entrar na Europa arrombando a porta da secretaria.

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Vamos conversar: Caleidoscópio de cartões

Por Fernando Guerra

Sempre ouvi dizer que o método mais simples e eficaz de um governante se libertar de assunto incómodo é nomear uma comissão para analisar, discutir e concluir, se tão longe for possível chegar, em prazos necessariamente longos para que nenhuma dúvida possa ensombrar a luz da verdade, como convém. Se a sensibilidade da matéria em causa o justificar, então nomeia-se outra comissão para confirmar as decisões da anterior e, por aí adiante, até a curiosidade do cidadão comum ser atropelada por outro assunto mais palpitante.

Deve ter sido através desta linha de raciocínio que os senhores que integram o International Board, entidade que regula a leis do futebol a nível mundial, deram outro sinal do seu conservadorismo. Ignoraram propostas concretas de mudança para concentrarem todas as energias num cenário experimental em que eles próprios não devem acreditar. Mas mesmo assim promovem-no. Para entreter, para mostrar que estão empenhados em reforçar e credibilizar o papel do árbitro.

Deliberaram abrir caminho a cinco árbitros por jogo, que serão seis segundo julgo entender, contando com o quarto actual. Medida a ser testada num qualquer campeonato, provavelmente da América do Sul. Podem as sumidades, no conforto do salão, conjecturar à vontade, tentar influenciar e atribuir a cada jogo quantos árbitros quiserem, o problema surge depois: onde é que eles estão e a quem competirá pagar-lhes.

Estranho, porém, foi o facto de o mesmo International Board, mais uma vez, nem uma palavra ter pronunciado sobre os cartões amarelos. Uma questão a que se liga pouco, mas muito importante em minha opinião. Tal como se nos depara, apenas convida selecções e clubes a patrocinarem gestões pouco éticas e ao sabor das conveniências de cada qual.

A propósito de cartões, o italiano Colina propôs o cor laranja para suspender temporariamente um jogador, como em várias modalidades colectivas. A ideia é interessante, não só pela sua finalidade disciplinadora, mas também como meio de defesa da boa qualidade do futebol. Com mais rigor, sentem-se os artistas protegidos e os caceteiros cercados. Como? É só adaptar e melhorar o que se aplica com sucesso noutros desportos. Por exemplo, primeiro amarelo, cinco minutos de fora para serenar; segundo amarelo, dez minutos sentado no banco; terceiro amarelo, exclusão definitiva. Mais o vermelho, nas situações em que a lei determina, com as consequentes suspensões.

Com este passo em frente acabavam-se os truques, eliminavam-se os cartões por encomenda, perdia sentido a imbecil designação perigo de exclusão, protegia-se a vertente técnica, tornava-se a competição mais justa, atacava-se a boçalidade de praticantes para quem a bola e a canela se confundem e obrigava-se os treinadores a comportamentos mais profissionais.

Neste caleidoscópio de cartões, recordo uma proposta da AF Madeira através de Rui Mâncio, seu director técnico, que os árbitros acolheram com pouco ou nenhum entusiasmo (aliás, os árbitros portugueses falam, falam, mas fogem do desconhecido como o diabo da cruz). Lembrou-se ele de sugerir um cartão azul para os escalões de formação para combater atitudes impróprias, embora não violentas, e o vocabulário obsceno que todas as semanas nos entra casa dentro através de transmissões televisivas. Proclamam os amigos do não te rales, porém, os mesmos que até das variações climatéricas têm medo, que o futebol é rude por natureza. Portanto, deixem lá as criancinhas, mais os pais das criancinhas, mais os treinadores e os directores das criancinhas insultarem-se e ofenderem-se. Se nas escolas é o que se sabe, onde os pequenos fazem e dizem o que lhes apetece, era o que faltava transformar um encontro de futebolistas em reunião de betos. Malcriados, até parece que jogam melhor...

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Vivó árbitro: Dragão sem vermelho

Por Cruz dos Santos

Muitas vezes, confunde-se jogo grande com grande jogo. E são coisas distintas, que só por mero acaso coincidem. Viu-se no sábado, tão baixo foi o nível do FC Porto-Sporting, último clássico da decorrente prova máxima do futebol português. E, se a falta de qualidade pode atribuir-se às difíceis circunstâncias psicológicas com que os leões se apresentaram num duelo que seria sempre complicado, não há justificação possível para os excessos disciplinares cometidos — que foram vários e ficaram sem punição adequada.

Foi mal nomeado João Ferreira? Não me parece, mesmo após a sua larga ausência, por força de honrosa missão profissional. Ostenta as insígnias da FIFA, não parou de arbitrar por completo, estava em boas condições físicas, a sua nomeação não envolvia mais riscos do que a de qualquer outro dos nomeáveis. E, em termos técnicos, o jogo até nem veio a ter problemas complicados — excepto o que decidiu e bem, ao considerar que a queda de Rodriguez, dentro da grande-área do Sporting, não se deveu a atitude faltosa de Pedro Silva. Mais: discordo da acusação de que tenha apitado em demasia, porque as infracções foram muitas dos dois lados. Só que, entre elas, estiveram agressões puras — caso da pisadela de Lucho a Derlei e talvez de Derlei a Cissokho, a par de claro conflito entre Rodriguez e Caneira, já na ponta final do jogo. E, perante tudo isso, é evidente que houve passividade excessiva — faltou o cartão vermelho no Estádio do Dragão.

Nesse capítulo (disciplina) também algo escapara a Lucílio Baptista, no Benfica-Leixões. Designadamente, perigosa entrada de Elvis sobre Di María e de Luisão sobre Rodrigo Silva. Duas falhas pontuais. A advertência a Carlos Martins deveu-se a pressa de entrar no jogo ou a incorrecta indicação do 4.º árbitro. De qualquer modo, o jogador carece sempre do sinal do árbitro.

Sem surpresa o sucedido na reunião anual do International Board. Era previsível que, dos vários assuntos em análise, apenas houvesse luz verde para mais dois árbitros auxiliares em cada equipa de arbitragem. E, mesmo assim, ainda sujeito a ensaios. Tudo resolve? Não. Continuará a haver dúvidas sobre se a bola ultrapassa ou não, por completo, a linha de golo. Mas é avanço. Com um auxiliar atrás de cada baliza, mais fácil será o árbitro punir infracções dentro da grande-área. E, enquanto não vier o sistema de arbitragem ideal (que não sei, francamente, como será), teremos de viver com o que temos.

A APAF acaba de eleger os seus novos dirigentes, que tomam posse na próxima sexta-feira, na sede da FPF. Sinal de bom relacionamento, óptimo pontapé de saída, oxalá tudo assim prossiga. Luís Guilherme regressa à presidência da Direcção, há vários internacionais nos outros órgãos — o elenco estará, por certo, à altura da delicada tarefa que o espera.

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Com bola ou talvez não: O medo...

Por António Simões

Às vezes, Michel Platini não diz tontices. Genial, por exemplo, a sua ideia de que no futebol tudo o que é defensivo depende do treinador, dos seus medos – e tudo o que é ofensivo depende do jogador, das suas ousadias. Disso me lembrei mal vi, contra o Sporting, Pedro Emanuel a lateral direito do FC Porto. Não estranhei porque Jesualdo Ferreira é mesmo assim: se nos pratos da balança da vida tem o receio e a esperança – o que mais lhe pesa é a insustentável leveza da inquietude. Como se acreditasse pouco que no futebol o destemor é qualidade espiritual que dispara talento, solta pernas, enche pulmões. Se em vez de Pedro Emanuel tivesse lançado Tomás Costa ou Mariano Gonzalez não teria só ficado com equipa tacticamente mais atrevida, equilibrada, móvel – teria dado sinal de intrepidez que talvez abalasse tragicamente quem chegara ao Dragão vergado a uma das maiores humilhações da sua história. Mas não. Preferiu atirar a jogo lateral ao estilo do século XIX – só para defender em cinco metros quadrados, sem uma arrancada heróica, furtiva, pelo seu corredor. E com isso, logo se percebeu, que mais desapertado de ânsias e angústias ficou o adversário que lá fora para resgatar o seu carácter – e não perder. Sim, sei que há quem acredite que nas cautelas dos treinadores se começam a ganhar jogos – e sobretudo campeonatos. Eu não. Porque o medo é como calor em toco de cera: dá ilusão fugaz de luz mas depressa tudo derrete. E como acho que os jogos se ganham pelo génio, o suor, a sorte que se conquista – e pelos sinais que se dão, sábado, um dos problemas do FC Porto foi ter perdido na personalidade do treinador um pouco da sua alma, da sua harmonia, da sua ambição. O outro foi não ter tido em Hulk, desgastado pelo fulgor de Madrid, a força desequilibradora que tem feito com que Jesualdo, sendo como é, não esteja já condenado ao destino de deixar escapar a ave-do-paraíso que lhe vai saltando à mão, agarrando a galinhola molhada que lhe ficaria de consolação, por falta de audácia...

zedoscalotes

Estava a ver que o MST, esse monte de estrume, nao acabava a sua cronica sem falar novamente do Benfica...  :D  anda tudo com medo uhhhhhhhhhhh... Ninguem pára o Benfica olé ohhhhhhhhhh....  :slb2:

sete

Citação de: unum em 03 de Março de 2009, 00:42
Citação de: VALEBEM em 03 de Março de 2009, 00:17
Mas alguma vez o Eduardo Barroso e o Pôncio Monteiro dão baile a alguém? São tão fanáticos que acabam por nem serem levados a sério...
O Seara, claramente mais culto e menos fundamentalista, levou claramente a melhor nos períodos que vi do debate...

Nem mais...

O Benfica anda a compor-se. Dentro e fora de campo.
esse pôncio é o burro mais grande que já houvi no fut mundial,é o braço direito,da máfia porquista

PiccoloBomber

XHITTA não dá para disponibilizares a entrevista do Carlos Queiroz?
Abraço

XHITA

Citação de: PiccoloBomber em 03 de Março de 2009, 10:29
XHITTA não dá para disponibilizares a entrevista do Carlos Queiroz?
Abraço

Tá no tópico da Selecção Nacional, no Off Topic.  O0

PiccoloBomber


Beduas

vi ontem o Prolongamento... o do FCP parece q anda la para o gozo... dos 3 programas, prefiro o Trio d'Ataque pq sempre tem 2 porcos pa picar !

PiccoloBomber

Citação de: Beduas em 03 de Março de 2009, 10:57
vi ontem o Prolongamento... o do FCP parece q anda la para o gozo... dos 3 programas, prefiro o Trio d'Ataque pq sempre tem 2 porcos pa picar !
Esse programa do Prolongamento é vergonhoso, é muito pobre, não há palavras para qualificar aquilo.

blog benficaatemorrer

por acaso não gostei muito da forma como o silvio se inclinava para o lado do lagarto, como que a fazer uma parceria para atacar o corrupto... dá um ar de fragilidade!!!

O_TRETAS

o programa prolongamento ontem  meteu-me nojo akele eduardo barroso sinceramente akilo so vê verde so da vontade de lhe espetar um banano com as coisas ke ele diz, se forms campeoes a cabeça dele rebenta, o pocio monteiro vai dizendo umas coisas pa malta se rir, mas coitado de bola nao sabe nada e o seara a meu ver podia responder mto melhor..

melhor programa de bola - pontape de saida RTPn

Francescoli

Citação de: blog benficaatemorrer em 03 de Março de 2009, 11:41
por acaso não gostei muito da forma como o silvio se inclinava para o lado do lagarto, como que a fazer uma parceria para atacar o corrupto... dá um ar de fragilidade!!!

Nao vi o programa, mas aparentemente o Cervan (pessoa com quem nao simpatizo minimamente) portou-se muito bem!

É pra continuar... ;)

R100

Ontem vi o dia seguinte, já tinha deixado de ver com o banana seara lá, com o cervan a conversa e outra......
vou continuar a ver

insatisfeito

Citação de: R100 em 03 de Março de 2009, 11:49
Ontem vi o dia seguinte, já tinha deixado de ver com o banana seara lá, com o cervan a conversa e outra......
vou continuar a ver

eu andava á seculos a falar aqui no jogo gil vicente vs porto que foi jogado no estadio do guimaraes em 03/04, e o cervan falou nisso para eles se calarem com a historia do estoril vs benfica e tb deu um exemplo de um jogo do sporting mas imediatamente as duas bestas levantarm muito a voz e "taparam" a conversa

Roy Kent

O que eu me ri com o Borroso a dizer que os jogadores do Benfica nao tem mercado, o Luisao e um jogador banalissimo, o Reyes e o Aimar vieram porque nao valem nada e ninguem os quer, o Di Maria nao vale nada, mas o Djalo e fantastico, o Veloso vale muitos milhoes, etc etc, comedia da melhor.