Plantel para 2009/2010

PiccoloBomber

Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:42
E bem que precisamos de um trinco Piccolo!
Vejo o Sall, mais como central.

Becken

Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:42
E bem que precisamos de um trinco Piccolo!
Vejo o Sall, mais como central.

Infelizmente, eu sei, por isso e que disse aquilo!  :whistle2:

entrecampos

Citação de: hugotuga em 26 de Maio de 2009, 17:39
O grande obstaculo de ir ao mercado ingles e o dinheiro oferecido pelos espanhois e italianos.

Falado aqui de manha collocini

Para cabeludos já chega o Nelson (ai, já não está), o David Luiz, o Aimar e o Washington Rodiguez (ai morreu de magreza)

abraço

http://www.transfermarketweb.com/?action=read&idsel=36249

PiccoloBomber

Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:42
E bem que precisamos de um trinco Piccolo!
Vejo o Sall, mais como central.

Infelizmente, eu sei, por isso e que disse aquilo!  :whistle2:
Para mim, a posição 6 não pode ser só destruir.
Gosto de médios defensivos com algo mais.
Talvez esteja a ser demasiado exigente.

hugotuga

Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:45
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:42
E bem que precisamos de um trinco Piccolo!
Vejo o Sall, mais como central.

Infelizmente, eu sei, por isso e que disse aquilo!  :whistle2:
Para mim, a posição 6 não pode ser só destruir.
Gosto de médios defensivos com algo mais.
Talvez esteja a ser demasiado exigente.
concordo contigo. Assim como o lassana diarra

Tommytukamoto

ramires
«Não sou craque, sou apenas um bom jogador e excelente atleta»
Quem acompanha de perto o futebol brasileiro sabe que está ali um jogador de classe alta. Mas Ramires não tem a mesma opinião. Tem consciência do seu valor, mas diz que terá de batalhar muito para ser craque. E garante que será bem-sucedido na Luz. Uma das razões é psicológica: «Não acuso a pressão, é a minha maneira de ser...»
Entrevista de FERNANDO URBANO
BELO HORIZONTE — Disse que tinha o sonho de comprar uma casa para a sua mãe. Vai concretizar esse desejo? — Agora sim [risos].Cumpre-se o meu sonho de jogar na Europa, ainda por cima no Benfica e em Portugal, que é uma grande porta de entrada. Grandes jogadores saíram de lá: Cristiano Ronaldo, Anderson, Carlos Alberto, Diego, entre outros. É uma excelente montra. Mas não posso parar por aqui. Espero dar-lhe muito mais alegrias.
— As condições financeiras são aquelas que pretendia?
— Não é o que estava à espera, mas é uma aposta que eu faço. Às vezes temos de abrir mão de algumas coisas para ter outras. Mas sou novo, tenho 22 anos, tenho tempo para ganhar ainda mais dinheiro. Só vai depender de mim.
— Disse que iria fazer uma festa em casa depois de assinar pelo Benfica e ser chamado à selecção. Como foi?
— A porta já estava aberta quando cheguei e havia champanhe por todo o lado. Depois saímos para comemorar até à... meia noite: porque no outro dia tinha treino.
«TENHO O TIPO DE  JOGO DE PATRIC VIEIRA»
— A sua carreira tem sido sempre em crescendo e em dois anos deu muito nas vistas no Cruzeiro, chegando agora à selecção brasileira. Já se considera um craque?
— Há pessoas que dizem que sim, outras que não. Sinceramente, acho que não sou craque. Porque para isso é preciso estar a jogar num grande clube na Europa, ganhar aos melhores do Mundo. Sou um bom jogador, um excelente atleta, responsável, centrado nas coisas que tenho de fazer e uma família que me dá um sempre um grande suporte. Sou um grande homem e um bom atleta. Craque, craque é Ronaldinho Gaúcho ou Kaká. Para que me torne num craque ainda tenho de trabalhar muito na minha carreira.
— Com quem se identifica como jogador?
— Com Beto, ex-jogador do Flamengo: pegava na bola na sua área e levava-a até ao outro lado do campo para fazer golo. Tinha uma raça impressionante. Tenho, creio eu, um jeito parecido de jogar. Também gosto muito de Patric Vieira, e penso que até tenho um estilo de jogo semelhante ao seu.
— Qual a principal característica no campo: dá maior importância à raça ou à técnica?
— A raça. É isso que também conquista os adeptos.
«SOU MAGRINHO MAS  É DIFÍCIL LESIONAR-ME»
— O seu registo de presenças no Cruzeiro mostra que raramente se lesiona. Como explica isso?
— É difícil aleijar-me. Acho que é do meu corpo. Toda a gente olha para mim e diz-me: 'aquele magoa-se com facilidade'. Mas sou um dos jogadores que menos lesões tem: estiramentos, problemas nos joelhos, nada. Tive uma lesão no tornozelo mas só fiquei dois jogos fora quando se pensava que a paragem seria maior.
— Tem várias alcunhas: o 'fominha', pela fome de bola que tem, o 'queniano azul' e 'guerreiro'. Qual delas o retrata melhor?
— O guerreiro. É uma alcunha que os adeptos me colocaram de forma carinhosa. O queniano tem a ver com o meu corpo [n.d.r. pernas finas, muito longas e porque está sempre a correr] e por causa de um jogo com o Palmeiras, em que marquei um grande golo sempre em corrida. Porque eu sou assim: ir lá atrás, recuperar a bola, ir para a frente e marcar.
TRINCO... MAS COM  LIBERDADE PARA ATACAR
— Você é um trinco ou um médio interior?
— Em 2007 jogava no Cruzeiro num sistema de dois trincos, sendo que eu era o mais ofensivo. Roubava a bola e saía para o ataque. Com a chegada do actual técnico, passámos a jogar com três a meio-campo: um mais fixo, dois com liberdade para atacar. Eu sou um desses dois.
— É a posição que mais gosta?
— É-me indiferente. Não me importo de jogar a trinco, roubando a bola e olhando o jogo de frente.
— O Benfica pode jogar na próxima época em losango, com Jorge Jesus. Faria a posição de médio interior-direito na perfeição?
— Também jogo no lado esquerdo, sem problema.
«NÃO tERei PROBLEMAS DE ADAPTAÇÃO»
— Quando ataca está sempre a olhar a movimentação da toda a equipa. Tem facilidade em ler o jogo?
— É algo que tenho vindo a trabalhar. É importante perceber o jogo, ler tudo. Para quê esperar até aos 27, 28, 29 anos para conseguir fazer isso se o podemos fazer já aos 22?
— Há muitos casos de jogadores brasileiros que chegam a Portugal e não se adaptam. Como acha que será consigo?
— Não sou jogador de ficar muito tempo com a bola. Dou, no máximo, dois ou três toques. Isso já é uma boa ajuda. Sou objectivo, não vou ter problemas nenhuns.
— Fisicamente também é mais exigente...
— Os meus colegas fartam-se de brincar: 'Tu és magrinho mas difícil de derrubar!' Sei sempre como dividir uma bola.
— Ser jogador do Benfica também acarreta uma pressão muito grande. Está preparado para isso?
— Sou uma pessoa muito tranquila, correspondo bem ao assédio. Procuro ser simpático para toda a gente. Quanto mais conhecido, melhor: é sinal de que estou a fazer um bom trabalho.
— Tinha 20 anos no seu primeiro jogo pelo Cruzeiro, em pleno Maracanã com muita gente. Dizem que jogou como se fosse um veterano. É verdade?
— Só fico nervoso se estiver na bancada. No relvado, não. Se jogar futebol é a coisa que mais gosto de fazer, vou ficar nervoso porquê?
— Mas há jogadores que acusam a pressão...
— Eu não. É a minha personalidade. Quanto mais nervoso ficas, pior jogas. Nunca vi um cartão vermelho directo, por exemplo. Violência não é comigo. Só quero jogar à bola.
— Também parece ficar indiferente aos elogios...
— Mantenho essa regularidade. Em 2008 fui considerado o melhor médio do campeonato, venci uma bola de prata [n.d.r. prémio atribuído pela revista Placar] e em 2009 estou a jogar da mesma forma. Sou igual, mesmo quando tenho maior reconhecimento.

Agência/fotografo
Legenda



«Consciente da responsabilidade»
BELO HORIZONTE - A cartilha já está estudada. «Vou para conquistar títulos mas não sou 'eu' que os vou conquistar. Vou conquistar 'com' o Benfica. Porque sou mais um para somar, penso sempre no grupo em primeiro lugar», assume, sabendo do impacto que a sua contratação provocou: «Tenho a consciência de que vou para o Benfica com alguma responsabilidade. Mas não posso dizer que chego ao Benfica e vou fazer chover. Tenho, isso sim, de dar o meu melhor, ser sério e corresponder às expectativas.»
Do plantel, conhece Luisão — «grande defesa central, gostaria que ele continuasse, mas terá de ver o que é melhor para a sua carreira», lembra, aludindo ao interesse do Man. City no compatriota — Di María — «não me esqueço dos Jogos Olímpicos que realizou e o golo que marcou na final», competição em que Ramires participou, arrecadando o bronze — e «um pouco de Pablo Aimar». E melhor o conhecimento de Patric, a primeira contratação para 2009/10: «Bom lateral-direito, cruza muito bem.»











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Carregou tijolos, hoje toca cavaquinho

BELO HORIZONTE — Aos 16 anos teve de tomar uma opção: «Morava em Piraí, a 200 quilómetros do Rio de Janeiro, queria jogar futebol, mas não consegui fazer testes em nenhum clube. Então, tive de ir trabalhar como pedreiro, com o meu tio. Larguei os estudos, porque era preciso ajudar a pagar as contas lá em casa. Seu eu era bom pedreiro? Bom, na realidade eu era servente, carregava os tijolos e a areia, enquanto o meu tio é que fazia a arte. Mas fiz de tudo, inclusive empregado de mesa, era o que aparecia». O passado é recordado com orgulho. «São lições de vida e quando cumpro mais uma etapa na minha carreira olho para trás e sinto que fiz o meu dever», diz, passando num flash a subida vertiginosa: os primeiros testes no Joinville, de Santa Catarina (sul do Brasil), aos 17 anos, o primeiro contrato profissional, a mulher por quem se apaixonou e com quem casou, tatuando o seu nome no braço esquerdo (Islana), o contrato com o Cruzeiro, as duas épocas fantásticas em Belo Horizonte e agora a transferência para o Benfica, e simultâneo com a primeira chamada à selecção brasileira.
Quase que nem dá para tocar o cavaquinho, um dos seus passatempos: a mulher ofereceu-lhe o instrumento há mais de um ano, teve aulas com um professor, mas desde há muito que não toca, por falta de tempo. «Vou recomeçar a tocar em Portugal», assegura, roçando a palheta nas cordas a chamarem por música.





PiccoloBomber

Citação de: hugotuga em 26 de Maio de 2009, 17:46
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:45
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:42
E bem que precisamos de um trinco Piccolo!
Vejo o Sall, mais como central.

Infelizmente, eu sei, por isso e que disse aquilo!  :whistle2:
Para mim, a posição 6 não pode ser só destruir.
Gosto de médios defensivos com algo mais.
Talvez esteja a ser demasiado exigente.
concordo contigo assim como o lassana diarra
Esse para mim é dos melhores médios defensivos/centro do mundo, acho o Lassana algo de espantoso.

Becken

Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:45
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:42
E bem que precisamos de um trinco Piccolo!
Vejo o Sall, mais como central.

Infelizmente, eu sei, por isso e que disse aquilo!  :whistle2:
Para mim, a posição 6 não pode ser só destruir.
Gosto de médios defensivos com algo mais.
Talvez esteja a ser demasiado exigente.

Ou talvez estejas a confundir o jogador....É um desperdicio ter o Sall a central....e nao rende metade a central do que rende a trinco...metade!

Thunderboy

Citação de: rkc em 26 de Maio de 2009, 16:58
Citação de: Jeanmaman em 26 de Maio de 2009, 16:48
Citação de: G-Man em 26 de Maio de 2009, 16:42
É verdade que o Néné está próximo?

É!

De fonte segura (Correio da Manhã).

:2funny:
Segura deve ser o palavra do meio do nome do Correio da Manha, Correio "Seguro" da Manha

PiccoloBomber

Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:49
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:45
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:42
E bem que precisamos de um trinco Piccolo!
Vejo o Sall, mais como central.

Infelizmente, eu sei, por isso e que disse aquilo!  :whistle2:
Para mim, a posição 6 não pode ser só destruir.
Gosto de médios defensivos com algo mais.
Talvez esteja a ser demasiado exigente.

Ou talvez estejas a confundir o jogador....É um desperdicio ter o Sall a central....e nao rende metade a central do que rende a trinco...metade!
Repara, no que vi do Saint Etienne, ele esteve mal a central nos jogos da Uefa.
Mas dentro das suas características parece me mais adequado ele ser central.

Becken

Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:50
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:49
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:45
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:42
E bem que precisamos de um trinco Piccolo!
Vejo o Sall, mais como central.

Infelizmente, eu sei, por isso e que disse aquilo!  :whistle2:
Para mim, a posição 6 não pode ser só destruir.
Gosto de médios defensivos com algo mais.
Talvez esteja a ser demasiado exigente.

Ou talvez estejas a confundir o jogador....É um desperdicio ter o Sall a central....e nao rende metade a central do que rende a trinco...metade!
Repara, no que vi do Saint Etienne, ele esteve mal a central nos jogos da Uefa.
Mas dentro das suas características parece me mais adequado ele ser central.

Ah, entao o mal é de nao o teres visto a trinco...esclarecido! Com o tempo isso vai la!

hugotuga

A ver o man utd a treinar no olimpico de roma e todo este alarido a volta da champions league final.
Que saudades de chorar numa ocasiao destas. :cry2: :cry2: :cry2: :cry2: :cry2: :cry2: :cry2: :cry2: :cry2: :cry2: :cry2: :cry2: :cry2:

PiccoloBomber

#22557
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:52
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:50
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:49
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:45
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: PiccoloBomber em 26 de Maio de 2009, 17:43
Citação de: Arsène em 26 de Maio de 2009, 17:42
E bem que precisamos de um trinco Piccolo!
Vejo o Sall, mais como central.

Infelizmente, eu sei, por isso e que disse aquilo!  :whistle2:
Para mim, a posição 6 não pode ser só destruir.
Gosto de médios defensivos com algo mais.
Talvez esteja a ser demasiado exigente.

Ou talvez estejas a confundir o jogador....É um desperdicio ter o Sall a central....e nao rende metade a central do que rende a trinco...metade!
Repara, no que vi do Saint Etienne, ele esteve mal a central nos jogos da Uefa.
Mas dentro das suas características parece me mais adequado ele ser central.

Ah, entao o mal é de nao o teres visto a trinco...esclarecido! Com o tempo isso vai la!
Também vi a trinco.
E esteve muito bem.
Mas, repara ele é um jogador sobretudo físico e de destruição de jogo.
Fixou- se a central e ganhou o seu espaço a central, por algum motivo foi.

Tommytukamoto

RAMIRES
«Quero deixar a minha marca no Benfica»
A ambição de um 'self made man' de grande maturidade A BOLA na intimidade do melhor médio do campeonato brasileiro
Por FERNANDO URBANO
BELO HORIZONTE - «Desculpe, tive de ir ao supermercado fazer as compras com a minha mulher». Ramires chegava ao n.º 327 da Rua Monteiro Lobato, no bairro Ouro Preto, uma hora depois do combinado para a entrevista. Compreendemos de pronto. Afinal, o novo jogador do Benfica teve uma semana louca, tem os irmãos a passar uns dias em casa e aquele início de tarde de domingo era o único tempo disponível para uma coisa tão prosaica como encher o frigorífico para o resto da semana.  Ramires sempre foi assim. Sem ninguém para lhe tratar dos recados, travando pequenas batalhas ao longo da vida. Aos 16 anos era servente de pedreiro, aos 22 é jogador de selecção brasileira e potencial ídolo dos exigentes adeptos benfiquistas. Uma nova vida está à sua espera em Lisboa, cidade de um País que apenas conhece pela TV. A porta da Europa está finalmente aberta, cumpre-se um sonho, mas percebe-se que o conhecimento do seu novo clube é ainda muito superficial.
No entanto, a relação começou bem. Uma conversa telefónica com Luís Filipe Vieira e Rui Costa deixou-lhe um sentimento de conforto, principalmente as palavras do director desportivo, um dos poucos ex-jogadores do futebol internacional que diz conhecer a fundo. «Fiquei meio sem jeito quando soube que era ele que estava do outro lado do telefone [risos]. Mas foi uma sensação boa, porque se é verdade que fiquei com a noção da grande responsabilidade que tenho, também noto que as pessoas já estão a acarinhar-me antes mesmo de chegar a Portugal. E o meu negócio é fazer amizades, nunca criei problemas com ninguém na minha vida», diz.
«Porquê não dar tudo?» Mas Ramires é obcecado. Quando agarra uma oportunidade não a quer perder «de maneira nenhuma» e tem medo de passar ao lado dos grandes acontecimentos. Na Luz quer dar sequência ao excelente desempenho no Cruzeiro e por isso as palavras francas e desprovidas de hipocrisia: «Em dois anos ganhei dois títulos. Ah, dizem que são campeonatos mineiros. Para mim são dois títulos! É fundamental ficar na história. Passar por um clube acontece com muitos, deixar marca acontece com poucos. Eu quero deixar marca no Benfica, quero fazer história no Benfica. Tenho vindo a aprender isto com o meu actual treinador, Adilson Batista: se um clube dá todas as condições para um jogador, porquê não dar tudo por tudo por esse clube? Nunca quis ser mais um que passou pelo Cruzeiro e não vou querer ser mais um que passou pelo Benfica.» Convicção é coisa que não lhe falta. 



xeriff

o coentrão se for para o nacional é emprestado 1 época , tenho algumas reservas em relação ao nené...o hassan , o marcelo e o marcel tb marcavam golos a brava e no benfica nada fizeram