Comunicação Social

Miguelito22

Ainda tou para perceber porque que é sempre o nojento do rui orlando nos jogos do porto,será que tem um contrato particular que diz so relato/comento jogos do porto porque o resto é merda? é um daqueles que me mete um nojo do caraças.

No20__

O Silvio Cervan é tão tonhó. Porque não falou do penalty não marcado contra o maritimo e a simulação do Varela...

Miguelito22

Citação de: No20__ em 25 de Agosto de 2009, 05:07
O Silvio Cervan é tão tonhó. Porque não falou do penalty não marcado contra o maritimo e a simulação do Varela...
ele é um coninhas de sabão que ali anda ::bater::

fffernas

Citação de: Doom em 25 de Agosto de 2009, 03:23
Pior que esses programas é haver benfiquistas que semanas após semanas lhes dão audiências e depois aparecem aqui a queixarem-se sempre do mesmo.

Não gostam, não vejam!

enqiantop eles continuarem a ter audiências altas não irão mudar a linha editorial, ainda não perceberam?
Pois...

diabo maiato

Citação de: Toribas em 24 de Agosto de 2009, 23:28
Este programa é uma autêntica palhaçada! A aliança é tão evidente. Agora até há maneiras diferentes de cair com o braço. Ou seja, o defesa tá a cair e pensa "Eh pah, vou cair com o braço assim porque acho que é melhor"...
São tão ridículos, foi o caso dos penalties, foi o caso Raúl Meireles que não era 2º amarelo disse o Alguidar (cabrão se fosse o David Luiz era vermelho!!!) e a agressão ao Di Maria, dizia o Alguidar que não foi no pescoço e que ele se queixava dos olhos e a rir-se alarvemente com o Azias Ferreira sempre a apoia-lo!!mas não se vê claramente que o Di Maria leva um empurrão no pescoço?????????!!!!!!!Amarelo!!!!!!!!!!!!!!O Eduardo Barroso a dizer que se o Zbording ganhar em Florença o programa da próxima é por conta dele!!!!Meu Deus que infantil!!!!!o Sílvio Cervan não o considero totó simplesmente não se pode aliar com sorrisinhos a um gajo doente como o Taliban Ferreira, pára lá com isso Sílvio!!Esse gajo (e o outro porkito alarve) é para tratar com desprezo!!!!!!Que é exactamente assim que o Taliban trata o Sílvio "é pró lado que durmo melhor"..........Outra boa foi o Taliban dizer que o "Florença" foi inferior ao Sporting, os árbitros é que blá blá blá bla´...que equipa é essa??????? Lamentavelmente tornaram a não amostrar a agressão do Postiga antes do golo do Miguel V., porque será????!!!
a

Red_Fraction

Nao consigo entrar no site da Bola, alguem pode postar a capa?

XHITA

O Nandao já colocou no tópico da imprensa diária, fica aqui para quem quiser comentar...



Nortada: Abriu a caça

Por Miguel Sousa Tavares

1-) Abriu a caça mas ainda não foi aquela de que sou adepto: perdizes, coelhos, lebres, etc — essa só lá para início de Outubro. Abriu, de facto, a caça a duas espécies migratórias — rolas e pombos, mas eu falhei a abertura por ausência no estrangeiro e contaram-me que não foi famosa. Não, a caça que agora abriu foi outra, a uma espécie muita rara — uma espécie de jogador de futebol que já não se usa, que avança sem medo direito aos adversários e à baliza contrária, que assume todos os riscos do futebol de ataque (o único que interessa ver), enfim, um tipo de jogador que minimiza todos os outros e deixa os adversários com os nervos em franja. Um jogador assim só pode ser travado sendo acoitado e caçado. Por isso mesmo, começou o campeonato e logo abriu a caça ao Hulk.

Jesualdo Ferreira disse e bem que é muito fácil expulsar o Hulk em Portugal. É facílimo: basta que o árbitro consinta que ele leve pancada desde o minuto primeiro do jogo, que vá levando e levando e que, perante a complacência do árbitro, acabe por explodir de nervos, porque, caramba, ele está ali para jogar futebol e não para ser um saco de pancada de quem só assim consegue pará-lo. Aqui há tempos, quando o Mantorras era uma estrela emergente e igualmente uma força da natureza, começou também a levar pancada sistematicamente, como «estratégia» e «táctica» engendrada por treinadores medíocres, inimigos do futebol. Mas aí rapidamente se organizou um coro, acentuado pela imprensa, sob o grito de «deixem jogar o Mantorras!».

O Hulk não beneficia do mesmo estatuto nem do mesmo apoio da imprensa. Tal como não beneficiou, aqui há três anos, o Ricardo Quaresma. Tal como Quaresma, também Hulk é um desequilibrador de jogos, um perigo à solta e logo uma vítima do anti-jogo. E, tal como o Quaresma, o que parece relevar não é a pancada que leva perante a complacência dos árbitros, mas as reacções que humanamente tem, quando já não aguenta mais. No ano passado, ele foi aguentando até ao limite, até que, como se adivinhava, foi vítima de uma entrada assassina num jogo da Taça, na Amadora, e ficou um mês no estaleiro — sem que nada tenha acontecido ao agressor (nem sequer foi expulso do jogo). Este ano, talvez antevendo uma época inteira de massacre idêntica à anterior, o Hulk perdeu a paciência no primeiro jogo e logo foi expulso. Melhor ainda: já que se tratava dele, em vez de um jogo de suspensão habitual, levou dois. Quando regressar, das duas uma: ou come e cala, ou volta a ser expulso e então leva três jogos. Assim se equilibram as coisas. E assim se arbitra em Portugal — porque estes mesmos árbitros, a arbitrar no estrangeiro, não se atrevem a actuar assim, porque a UEFA quer e precisa dos grandes jogadores em acção e não na enfermaria. Mas é seguramente uma coincidência que tanto o Hulk como o Quaresma tenham servido e sirvam o FC Porto, enquanto que Mantorras é do Benfica.

2-) O campeonato ainda vai na primeira infância, mas já deu para perceber duas coisas: que o tema das arbitragens vai continuar a ser o preferido de jornalistas, adeptos e treinadores; e que as mãos vão ser um factor determinante no desfecho dos jogos, todavia jogados com os pés. O Sporting ficou a reclamar um penalty por mão, não assinalado no jogo contra o Braga; o Benfica beneficiou de um na primeira jornada, contra o Marítimo e ficou a reclamar mais um também por mão, no mesmo jogo; e teve mais outro a seu favor no jogo contra o Guimarães, ainda acumulado com a expulsão do adversário; e, por mão também, o FC Porto abriu o marcador contra o Nacional e viu dois adversários expulsos na sequência do penalty assinalado. A discussão não vai ter fim e os que hoje se consideram prejudicados amanhã serão beneficiados, ficando a reclamar no primeiro caso e ficando muito bem calados no segundo. Infelizmente, a ideia que tenho e que já vem de trás é que os árbitros e os jornalistas não têm um critério uniforme e claro para distinguir o que é mão na bola e o que é bola na mão. O exemplo mais evidente é o do penalty reclamado pelo Benfica aos 93 minutos do jogo contra o Marítimo: há um jogador madeirense caído no chão e apoiado nos dois braços, com as mãos espalmadas no relvado; a bola é chutada a curta distância e vai-lhe bater num dos braços, que ele não move nem pode mover, naquela posição. O árbitro, e bem, deixou passar, mas a imprensa berrou «penalty!», com uma convicção que desafia as leis da dinâmica e da anatomia humana. E, infelizmente, esta indeterminação de critério ameaça tornar-se o factor mais decisivo do campeonato. Um campeonato decidido pelas mãos.

3-) O Sporting deu o primeiro valente tropeção contra um Braga dirigido por Domingos Paciência — que, por uma vez, deve ter calado as más-línguas benfiquistas. Os adeptos estão insatisfeitos e descrentes com um começo de época mais do que cinzento. Como seria de esperar, Paulo Bento é o primeiro alvo da contestação, mesmo que entre pelos olhos adentro de qualquer um que não há milagres. Dizem que esta é a mesmíssima equipa do ano passado, como se isso fosse uma vantagem, quando afinal é esse o problema: a equipa é um ano mais velha e, se já no ano passado não era boa, este ano é pior. Verdadeiramente, o Sporting só tem um bom jogador, que é o Liedson. Todos os outros são medíocres ou apenas razoáveis. Não é por acaso que, por exemplo, os tão badalados João Moutinho e Miguel Veloso, de quem se diz que anda a Europa inteira a observar e a tentar comprar há dois anos, nada mais tiveram do que umas vagas e dispiciendas ofertas de pequenos clubes europeus. É casa onde não há pão...

O Benfica mantém a sua extraordinária tendência para salvar os jogos nos últimos minutos: foi assim com o Marítimo e voltou a ser assim com o Guimarães. Com menos uns oito minutos jogados no total dos dois jogos, o Benfica estaria agora com um ponto e zero golos marcados. Mas, como disse Jesus, é assim que se fazem os campeões.

Só não percebi a revolta do treinador e jornalistas benfiquistas contra o esquema de jogo apresentado pelo Marítimo na Luz. Que estiveram o tempo todo a defender? Mas como é que eles julgam que se fazem os campeões nos jogos contra estas equipas? Ou esperariam que lhes bastava anunciar «este ano vamos ser campeões» e todas as equipas passavam a ter obrigação de jogar contra o Benfica sem lutar pelos pontos e apenas com a missão de abrilhantar o espectáculo e as pré-anunciadas vitórias da águia?

O povo e a imprensa benfiquista (que se confunde frequentemente com ele) continuam a confundir desejos com realidades — o que quase sempre conduz a um despertar ressacado. Bastou terem ganho 4-0 numa eliminatória de acesso à Liga Europa (!), contra uma equipa de que nunca ninguém tinha ouvido falar, para logo desatarem a prever o regresso do «grande Benfica europeu» — uma coisa sucedida há quase duas gerações atrás! Afinal, de certo, mesmo certo, tiveram mais uma vitória em Guimarães — uma tradição que se transformou em fatalidade desde que o Vitória resolveu estabelecer aquele pacto de amizade com o Benfica, com o objectivo (falhado) de levar os dois à Europa pela porta dos fundos e com a prestimosa colaboração do CD da Liga. Isso sim, é uma certeza inabalável. O resto ainda tem de ser demonstrado.

Quanto ao FC Porto, que anteontem actuou com quatro reforços, ainda é cedo para perceber se esta equipa vai conseguir ser equivalente ou melhor que a do ano passado. Infelizmente, Jesualdo — talvez o mais teimoso de todos os treinadores da primeira Liga — mantém, inabalável, as suas apostas em Helton e no desesperantemente inútil e trapalhão do Mariano González. Não sei para que serviu comprar o Beto e não sei como é que se mantém o Mariano e se deita fora o Rabiola e o Candeias: será que o problema é serem todos portugueses? Do que vi, gostei do Belluschi, do Falcao e do Varela; o Álvaro Pereira vai ter de mostrar muito mais para fazer esquecer o Cissokho. A ver vamos o que dali sai.

darkwolf

Citação de: XHITA em 25 de Agosto de 2009, 11:24
O Nandao já colocou no tópico da imprensa diária, fica aqui para quem quiser comentar...



Nortada: Abriu a caça

Por Miguel Sousa Tavares

1-) Abriu a caça mas ainda não foi aquela de que sou adepto: perdizes, coelhos, lebres, etc — essa só lá para início de Outubro. Abriu, de facto, a caça a duas espécies migratórias — rolas e pombos, mas eu falhei a abertura por ausência no estrangeiro e contaram-me que não foi famosa. Não, a caça que agora abriu foi outra, a uma espécie muita rara — uma espécie de jogador de futebol que já não se usa, que avança sem medo direito aos adversários e à baliza contrária, que assume todos os riscos do futebol de ataque (o único que interessa ver), enfim, um tipo de jogador que minimiza todos os outros e deixa os adversários com os nervos em franja. Um jogador assim só pode ser travado sendo acoitado e caçado. Por isso mesmo, começou o campeonato e logo abriu a caça ao Hulk.

Jesualdo Ferreira disse e bem que é muito fácil expulsar o Hulk em Portugal. É facílimo: basta que o árbitro consinta que ele leve pancada desde o minuto primeiro do jogo, que vá levando e levando e que, perante a complacência do árbitro, acabe por explodir de nervos, porque, caramba, ele está ali para jogar futebol e não para ser um saco de pancada de quem só assim consegue pará-lo. Aqui há tempos, quando o Mantorras era uma estrela emergente e igualmente uma força da natureza, começou também a levar pancada sistematicamente, como «estratégia» e «táctica» engendrada por treinadores medíocres, inimigos do futebol. Mas aí rapidamente se organizou um coro, acentuado pela imprensa, sob o grito de «deixem jogar o Mantorras!».

O Hulk não beneficia do mesmo estatuto nem do mesmo apoio da imprensa. Tal como não beneficiou, aqui há três anos, o Ricardo Quaresma. Tal como Quaresma, também Hulk é um desequilibrador de jogos, um perigo à solta e logo uma vítima do anti-jogo. E, tal como o Quaresma, o que parece relevar não é a pancada que leva perante a complacência dos árbitros, mas as reacções que humanamente tem, quando já não aguenta mais. No ano passado, ele foi aguentando até ao limite, até que, como se adivinhava, foi vítima de uma entrada assassina num jogo da Taça, na Amadora, e ficou um mês no estaleiro — sem que nada tenha acontecido ao agressor (nem sequer foi expulso do jogo). Este ano, talvez antevendo uma época inteira de massacre idêntica à anterior, o Hulk perdeu a paciência no primeiro jogo e logo foi expulso. Melhor ainda: já que se tratava dele, em vez de um jogo de suspensão habitual, levou dois. Quando regressar, das duas uma: ou come e cala, ou volta a ser expulso e então leva três jogos. Assim se equilibram as coisas. E assim se arbitra em Portugal — porque estes mesmos árbitros, a arbitrar no estrangeiro, não se atrevem a actuar assim, porque a UEFA quer e precisa dos grandes jogadores em acção e não na enfermaria. Mas é seguramente uma coincidência que tanto o Hulk como o Quaresma tenham servido e sirvam o FC Porto, enquanto que Mantorras é do Benfica.

2-) O campeonato ainda vai na primeira infância, mas já deu para perceber duas coisas: que o tema das arbitragens vai continuar a ser o preferido de jornalistas, adeptos e treinadores; e que as mãos vão ser um factor determinante no desfecho dos jogos, todavia jogados com os pés. O Sporting ficou a reclamar um penalty por mão, não assinalado no jogo contra o Braga; o Benfica beneficiou de um na primeira jornada, contra o Marítimo e ficou a reclamar mais um também por mão, no mesmo jogo; e teve mais outro a seu favor no jogo contra o Guimarães, ainda acumulado com a expulsão do adversário; e, por mão também, o FC Porto abriu o marcador contra o Nacional e viu dois adversários expulsos na sequência do penalty assinalado. A discussão não vai ter fim e os que hoje se consideram prejudicados amanhã serão beneficiados, ficando a reclamar no primeiro caso e ficando muito bem calados no segundo. Infelizmente, a ideia que tenho e que já vem de trás é que os árbitros e os jornalistas não têm um critério uniforme e claro para distinguir o que é mão na bola e o que é bola na mão. O exemplo mais evidente é o do penalty reclamado pelo Benfica aos 93 minutos do jogo contra o Marítimo: há um jogador madeirense caído no chão e apoiado nos dois braços, com as mãos espalmadas no relvado; a bola é chutada a curta distância e vai-lhe bater num dos braços, que ele não move nem pode mover, naquela posição. O árbitro, e bem, deixou passar, mas a imprensa berrou «penalty!», com uma convicção que desafia as leis da dinâmica e da anatomia humana. E, infelizmente, esta indeterminação de critério ameaça tornar-se o factor mais decisivo do campeonato. Um campeonato decidido pelas mãos.

3-) O Sporting deu o primeiro valente tropeção contra um Braga dirigido por Domingos Paciência — que, por uma vez, deve ter calado as más-línguas benfiquistas. Os adeptos estão insatisfeitos e descrentes com um começo de época mais do que cinzento. Como seria de esperar, Paulo Bento é o primeiro alvo da contestação, mesmo que entre pelos olhos adentro de qualquer um que não há milagres. Dizem que esta é a mesmíssima equipa do ano passado, como se isso fosse uma vantagem, quando afinal é esse o problema: a equipa é um ano mais velha e, se já no ano passado não era boa, este ano é pior. Verdadeiramente, o Sporting só tem um bom jogador, que é o Liedson. Todos os outros são medíocres ou apenas razoáveis. Não é por acaso que, por exemplo, os tão badalados João Moutinho e Miguel Veloso, de quem se diz que anda a Europa inteira a observar e a tentar comprar há dois anos, nada mais tiveram do que umas vagas e dispiciendas ofertas de pequenos clubes europeus. É casa onde não há pão…

O Benfica mantém a sua extraordinária tendência para salvar os jogos nos últimos minutos: foi assim com o Marítimo e voltou a ser assim com o Guimarães. Com menos uns oito minutos jogados no total dos dois jogos, o Benfica estaria agora com um ponto e zero golos marcados. Mas, como disse Jesus, é assim que se fazem os campeões.

Só não percebi a revolta do treinador e jornalistas benfiquistas contra o esquema de jogo apresentado pelo Marítimo na Luz. Que estiveram o tempo todo a defender? Mas como é que eles julgam que se fazem os campeões nos jogos contra estas equipas? Ou esperariam que lhes bastava anunciar «este ano vamos ser campeões» e todas as equipas passavam a ter obrigação de jogar contra o Benfica sem lutar pelos pontos e apenas com a missão de abrilhantar o espectáculo e as pré-anunciadas vitórias da águia?

O povo e a imprensa benfiquista (que se confunde frequentemente com ele) continuam a confundir desejos com realidades — o que quase sempre conduz a um despertar ressacado. Bastou terem ganho 4-0 numa eliminatória de acesso à Liga Europa (!), contra uma equipa de que nunca ninguém tinha ouvido falar, para logo desatarem a prever o regresso do «grande Benfica europeu» — uma coisa sucedida há quase duas gerações atrás! Afinal, de certo, mesmo certo, tiveram mais uma vitória em Guimarães — uma tradição que se transformou em fatalidade desde que o Vitória resolveu estabelecer aquele pacto de amizade com o Benfica, com o objectivo (falhado) de levar os dois à Europa pela porta dos fundos e com a prestimosa colaboração do CD da Liga. Isso sim, é uma certeza inabalável. O resto ainda tem de ser demonstrado.

Quanto ao FC Porto, que anteontem actuou com quatro reforços, ainda é cedo para perceber se esta equipa vai conseguir ser equivalente ou melhor que a do ano passado. Infelizmente, Jesualdo — talvez o mais teimoso de todos os treinadores da primeira Liga — mantém, inabalável, as suas apostas em Helton e no desesperantemente inútil e trapalhão do Mariano González. Não sei para que serviu comprar o Beto e não sei como é que se mantém o Mariano e se deita fora o Rabiola e o Candeias: será que o problema é serem todos portugueses? Do que vi, gostei do Belluschi, do Falcao e do Varela; o Álvaro Pereira vai ter de mostrar muito mais para fazer esquecer o Cissokho. A ver vamos o que dali sai.

Não foi ele que disse que os clubes que se queixam da arbitragem não tem estofo e só usam desculpas para disfarçar a sua fraqueza ?

Francescoli

Citação de: Lampi em 24 de Agosto de 2009, 17:00
Citação de: Francescoli em 24 de Agosto de 2009, 12:36
Citação de: Woody em 24 de Agosto de 2009, 02:26
Citação de: Lampi em 24 de Agosto de 2009, 02:22
Citação de: fredboss em 24 de Agosto de 2009, 02:07
O Rui Santos na Fhm disse uma vez que quando era miudo torcia pelo sporting.. agora nao faço a minima!

Todo o bom Benfiquista quer que o Paulo Bento continue no Sporting  :tonge:

Ora bem. O Paulo Bento, o Pedro Barbosa, o Abel, o Perro Silva, o Gordenback, o Postiço. Todos. Queremos que todos fiquem por muitos anos.

Acho inacreditavel dizer-se isso, depois de em 4 anos terem ficado SEMPRE à nossa frente... Mas isso sou eu!

Pois, mas eu acho que eles não ficaram à nossa frente nós é que ficámos atráz deles. É uma questão de prespectiva.

Assim seria se competissemos sozinhos...

Menosprezar o adversario é o primeiro passo para ficar atras dele! Acho que ja deviamos ter isso presente dos ultimos 4 anos.

O que nao quer dizer que este ano eles nao lutem pelo 5.º lugar, por exemplo... Mas nunca fiando!

Monraigon

Eu só quero dizer que o Nuno Luz é um ser repugnante.

Para alem disso é um porco do crlh...

Há uns anos estava o p###### a comer na luz,na velha luz,depois de ter estado num jogo nosso,e o gajo a comer,come com a boca toda aberta,metade do que entra,volta a cair da boca,cospe-se todo a comer o javardo.

Domnul de Cauciuc

Citação de: Monraigon em 25 de Agosto de 2009, 11:50
Eu só quero dizer que o Nuno Luz é um ser repugnante.

Para alem disso é um porco do crlh...

Há uns anos estava o p###### a comer na luz,na velha luz,depois de ter estado num jogo nosso,e o gajo a comer,come com a boca toda aberta,metade do que entra,volta a cair da boca,cospe-se todo a comer o javardo.

Ele deve ter um problema de respiração através do nariz...
::)

ziabloO

Citação de: XHITA em 25 de Agosto de 2009, 11:24
O Nandao já colocou no tópico da imprensa diária, fica aqui para quem quiser comentar...



Nortada: Abriu a caça

Por Miguel Sousa Tavares

1-) Abriu a caça mas ainda não foi aquela de que sou adepto: perdizes, coelhos, lebres, etc — essa só lá para início de Outubro. Abriu, de facto, a caça a duas espécies migratórias — rolas e pombos, mas eu falhei a abertura por ausência no estrangeiro e contaram-me que não foi famosa. Não, a caça que agora abriu foi outra, a uma espécie muita rara — uma espécie de jogador de futebol que já não se usa, que avança sem medo direito aos adversários e à baliza contrária, que assume todos os riscos do futebol de ataque (o único que interessa ver), enfim, um tipo de jogador que minimiza todos os outros e deixa os adversários com os nervos em franja. Um jogador assim só pode ser travado sendo acoitado e caçado. Por isso mesmo, começou o campeonato e logo abriu a caça ao Hulk.

Jesualdo Ferreira disse e bem que é muito fácil expulsar o Hulk em Portugal. É facílimo: basta que o árbitro consinta que ele leve pancada desde o minuto primeiro do jogo, que vá levando e levando e que, perante a complacência do árbitro, acabe por explodir de nervos, porque, caramba, ele está ali para jogar futebol e não para ser um saco de pancada de quem só assim consegue pará-lo. Aqui há tempos, quando o Mantorras era uma estrela emergente e igualmente uma força da natureza, começou também a levar pancada sistematicamente, como «estratégia» e «táctica» engendrada por treinadores medíocres, inimigos do futebol. Mas aí rapidamente se organizou um coro, acentuado pela imprensa, sob o grito de «deixem jogar o Mantorras!».

O Hulk não beneficia do mesmo estatuto nem do mesmo apoio da imprensa. Tal como não beneficiou, aqui há três anos, o Ricardo Quaresma. Tal como Quaresma, também Hulk é um desequilibrador de jogos, um perigo à solta e logo uma vítima do anti-jogo. E, tal como o Quaresma, o que parece relevar não é a pancada que leva perante a complacência dos árbitros, mas as reacções que humanamente tem, quando já não aguenta mais. No ano passado, ele foi aguentando até ao limite, até que, como se adivinhava, foi vítima de uma entrada assassina num jogo da Taça, na Amadora, e ficou um mês no estaleiro — sem que nada tenha acontecido ao agressor (nem sequer foi expulso do jogo). Este ano, talvez antevendo uma época inteira de massacre idêntica à anterior, o Hulk perdeu a paciência no primeiro jogo e logo foi expulso. Melhor ainda: já que se tratava dele, em vez de um jogo de suspensão habitual, levou dois. Quando regressar, das duas uma: ou come e cala, ou volta a ser expulso e então leva três jogos. Assim se equilibram as coisas. E assim se arbitra em Portugal — porque estes mesmos árbitros, a arbitrar no estrangeiro, não se atrevem a actuar assim, porque a UEFA quer e precisa dos grandes jogadores em acção e não na enfermaria. Mas é seguramente uma coincidência que tanto o Hulk como o Quaresma tenham servido e sirvam o FC Porto, enquanto que Mantorras é do Benfica.

2-) O campeonato ainda vai na primeira infância, mas já deu para perceber duas coisas: que o tema das arbitragens vai continuar a ser o preferido de jornalistas, adeptos e treinadores; e que as mãos vão ser um factor determinante no desfecho dos jogos, todavia jogados com os pés. O Sporting ficou a reclamar um penalty por mão, não assinalado no jogo contra o Braga; o Benfica beneficiou de um na primeira jornada, contra o Marítimo e ficou a reclamar mais um também por mão, no mesmo jogo; e teve mais outro a seu favor no jogo contra o Guimarães, ainda acumulado com a expulsão do adversário; e, por mão também, o FC Porto abriu o marcador contra o Nacional e viu dois adversários expulsos na sequência do penalty assinalado. A discussão não vai ter fim e os que hoje se consideram prejudicados amanhã serão beneficiados, ficando a reclamar no primeiro caso e ficando muito bem calados no segundo. Infelizmente, a ideia que tenho e que já vem de trás é que os árbitros e os jornalistas não têm um critério uniforme e claro para distinguir o que é mão na bola e o que é bola na mão. O exemplo mais evidente é o do penalty reclamado pelo Benfica aos 93 minutos do jogo contra o Marítimo: há um jogador madeirense caído no chão e apoiado nos dois braços, com as mãos espalmadas no relvado; a bola é chutada a curta distância e vai-lhe bater num dos braços, que ele não move nem pode mover, naquela posição. O árbitro, e bem, deixou passar, mas a imprensa berrou «penalty!», com uma convicção que desafia as leis da dinâmica e da anatomia humana. E, infelizmente, esta indeterminação de critério ameaça tornar-se o factor mais decisivo do campeonato. Um campeonato decidido pelas mãos.

3-) O Sporting deu o primeiro valente tropeção contra um Braga dirigido por Domingos Paciência — que, por uma vez, deve ter calado as más-línguas benfiquistas. Os adeptos estão insatisfeitos e descrentes com um começo de época mais do que cinzento. Como seria de esperar, Paulo Bento é o primeiro alvo da contestação, mesmo que entre pelos olhos adentro de qualquer um que não há milagres. Dizem que esta é a mesmíssima equipa do ano passado, como se isso fosse uma vantagem, quando afinal é esse o problema: a equipa é um ano mais velha e, se já no ano passado não era boa, este ano é pior. Verdadeiramente, o Sporting só tem um bom jogador, que é o Liedson. Todos os outros são medíocres ou apenas razoáveis. Não é por acaso que, por exemplo, os tão badalados João Moutinho e Miguel Veloso, de quem se diz que anda a Europa inteira a observar e a tentar comprar há dois anos, nada mais tiveram do que umas vagas e dispiciendas ofertas de pequenos clubes europeus. É casa onde não há pão...

O Benfica mantém a sua extraordinária tendência para salvar os jogos nos últimos minutos: foi assim com o Marítimo e voltou a ser assim com o Guimarães. Com menos uns oito minutos jogados no total dos dois jogos, oBenfica estaria agora com um ponto e zero golos marcados. Mas, como disse Jesus, é assim que se fazem os campeões.

Só não percebi a revolta do treinador e jornalistas benfiquistas contra o esquema de jogo apresentado pelo Marítimo na Luz. Que estiveram o tempo todo a defender? Mas como é que eles julgam que se fazem os campeões nos jogos contra estas equipas? Ou esperariam que lhes bastava anunciar «este ano vamos ser campeões» e todas as equipas passavam a ter obrigação de jogar contra o Benfica sem lutar pelos pontos e apenas com a missão de abrilhantar o espectáculo e as pré-anunciadas vitórias da águia?

O povo e a imprensa benfiquista (que se confunde frequentemente com ele) continuam a confundir desejos com realidades — o que quase sempre conduz a um despertar ressacado. Bastou terem ganho 4-0 numa eliminatória de acesso à Liga Europa (!), contra uma equipa de que nunca ninguém tinha ouvido falar, para logo desatarem a prever o regresso do «grande Benfica europeu» — uma coisa sucedida há quase duas gerações atrás! Afinal, de certo, mesmo certo, tiveram mais uma vitória em Guimarães — uma tradição que se transformou em fatalidade desde que o Vitória resolveu estabelecer aquele pacto de amizade com o Benfica, com o objectivo (falhado) de levar os dois à Europa pela porta dos fundos e com a prestimosa colaboração do CD da Liga. Isso sim, é uma certeza inabalável. O resto ainda tem de ser demonstrado.

Quanto ao FC Porto, que anteontem actuou com quatro reforços, ainda é cedo para perceber se esta equipa vai conseguir ser equivalente ou melhor que a do ano passado. Infelizmente, Jesualdo — talvez o mais teimoso de todos os treinadores da primeira Liga — mantém, inabalável, as suas apostas em Helton e no desesperantemente inútil e trapalhão do Mariano González. Não sei para que serviu comprar o Beto e não sei como é que se mantém o Mariano e se deita fora o Rabiola e o Candeias: será que o problema é serem todos portugueses? Do que vi, gostei do Belluschi, do Falcao e do Varela; o Álvaro Pereira vai ter de mostrar muito mais para fazer esquecer o Cissokho. A ver vamos o que dali sai.
refere directa, ou indirectamente o Benfica 12 vezes, enquanto ao CRAC reserva apenas 5 referências.
este moço ( o tal que plagiou o best seller Equador), deve pensar ser dono de um humor fora de serie. gostava de saber a que livro vai copiar as piadas!depois dos ownanços que levou de RAP e Leonor Pinhão, fico a ver se alguém lhe faz abrir os olhos novamente...palhaço

fanatic

Citação de: Monraigon em 25 de Agosto de 2009, 11:50
Eu só quero dizer que o Nuno Luz é um ser repugnante.

Para alem disso é um porco do crlh...

Há uns anos estava o p###### a comer na luz,na velha luz,depois de ter estado num jogo nosso,e o gajo a comer,come com a boca toda aberta,metade do que entra,volta a cair da boca,cospe-se todo a comer o javardo.

lool
tambem com akele fucinho de porco nao seria esperar outra coisa

Gnr. Keenan

Vocês ainda perdem tempo a ler o que esse plagiador escreve ?

fanatic

Nota-se que o silvio tem "medo" dos outros 2, e quando a conversa azeda parte para os elogios dos adversários como quem "agora tou te a fazer um elogio dps n me trates mal".
É preciso por um gajo la com eles no sitio e que seja tão ou mais talibã que os outros 2, senão todoas as semanas somos humilhados  :bah2: